Lamento mas vou BERRAR!

O Presidente não quer que berremos por Venezuela. Diz que berrar é perigoso e pode pôr em risco os portugueses que lá vivem.  Como se já não estivessem há muito tempo no limite do perigo, a sobreviverem desgraçadamente no fio da navalha. Desculpem-me mas sinto repúdio por estas declarações e por isso vou BERRAR minha indignação!

Não faltava mais nada! Logo ele que não se cala e fala e berra sobre o que deve e não deve, seja a comer na Pastelaria Suiça ou a nadar no rio, vestido ou de calças na mão. E  que por berrar pelos cotovelos sem ponderação nem responsabilidade,  em qualquer sítio em qualquer lugar a qualquer hora, já contribuiu para o caminho sem retorno do colapso financeiro deste país: ao desculpar os incompetentes no governo sempre que há desgraças; ao felicitar pelos “belos” défices martelados; ao elogiar a falsa diminuição do desemprego que não é mais do que o resultado do êxodo dos portugueses à procura de melhor vida lá fora; ao enaltecer os “excelentes” números económicos de umas míseras décimas; ao promover estas políticas de degradação social e económica com base na despesa sem controlo do Estado, aumentos de impostos, roubalheira descarada e cativações criminosas;  ao conotar de “sucesso” esta Geringonça com alicerces comunistas que já destruiu 4 anos de esforços colectivos!

Não se cala nunca, parece uma gralha,  mas silenciou de forma ensurdecedora sobre venezuelanos a morrerem de fome, sobre fazendeiros brancos a serem assassinados na África do Sul por racistas negros, sobre crianças a serem abusadas por padres, sobre cristãos e judeus a serem mortos, mulheres a serem estupradas e  famílias a chorarem a perda dos seus filhos por ataques de islamitas. Mas em contrapartida, quebrou o silêncio para nos informar que era preciso escancarar as fronteiras para receber massivamente jovens migrantes, sob estatuto de refugiados, que não fogem de guerra nenhuma. Porquê?

Também nos disse para não berrar por Pedrógão, não foi? quando denunciamos que era responsabilidade do Estado e não do clima, que havia gente sem receber ajudas, que o dinheiro fora desviado, que as mortes foram muitas mais, que ardia tudo propositadamente para receber fundos perdidos de Bruxelas e resolver problemas financeiros de Portugal.  Mandou-nos silenciar, acusando-nos de aproveitamento político para agora confirmamos que foi esse silêncio que permitiu tanta fraude, tanto saque e  ocultação de factos por abuso de poder de gente sem escrúpulos. Pois é.

Querem o nosso silêncio à força, pois querem,  porque o silêncio é o que mais  convém aos ilusionistas populistas que vendem a todo o custo uma realidade que não existe para cativar  eleitorado. Que fazem da farsa sua aliada na conquista do poder que almejam mais que tudo na vida e por isso mandam silenciar para não comprometer suas “gloriosas” caminhadas rumo à reeleição. Querem o silêncio porque esse, é a arma dos ditadores que não vêm com bons olhos quem se lhes opõe.

Mas eu não vou silenciar. Vou berrar, vou gritar, sempre que houver um populista a mandar silenciar as vozes que o incomodam. Entendido?

Cristina Miranda

Via Blasfémias

Foi o socialismo que matou a Venezuela

Boaventura Sousa Santos resolveu quebrar o silêncio confrangedor dos marxistas sobre a Venezuela escrevendo uma crónica no Público para totós. Sabendo ele que a maioria dos portugueses é ignorante – não fosse ele professor catedrático na UC e defensor da estupidificação do ensino público onde os alunos lá chegam a pensar que quem escreveu “O Evangelho Segundo Jesus Cristo” foi um dos apóstolos – soltou a caneta que há em si e desatou a escrever “inverdades”, essa nova táctica para lavagem cerebral usada pelas esquerdas. Então não é que, segundo ele e só ele pois a história diz outra coisa totalmente contrária, “A morte prematura de Hugo Chávez em 2013 e a queda do preço do petróleo em 2014 causou um abalo profundo nos processos de transformação social então em curso?” Uau! Assim se dá uma cambalhota aos factos para fazer valer a ideia de que o socialismo de Chavez funcionou maravilhosamente e que Maduro, coitadito, teve apenas uns azares pelo caminho. Nada mais falso.

Muito antes de Chavez, a Venezuela conheceu a prosperidade na década de 1950 com o maior PIB per capita do Mundo mas, infelizmente vivia sob um regime ditatorial. A descoberta do petróleo no século XX abriu-lhes o mercado para os investimentos estrangeiros e exploração de multinacionais. Durante este regime, o Estado venezuelano permitiu que investidores, locais e estrangeiros, explorassem livremente os jazigos recém descobertos de petróleo ajudando a modernizar aquilo que até então não passava de uma atrasada província neo-colonial. Mas não só. O regime estimulou a imigração trazendo mão de obra de vários países tais como Portugal, Itália e Espanha e criou um forte sistema legal que protegia os direitos da propriedade privada. Assim, foi durante o regime militar que a Venezuela atingiu o auge com políticas de mercado livre.

Apesar da pujante economia, a mão repressora desta ditadura e a corrupção, despertou os activistas de esquerda que provocaram o derrube do regime em 1958. A Quarta República Venezuelana acabou sendo liderada por Betancourt, um ex-comunista que defendia a imposição de um Estado socialista mas ao contrário de Marx, de forma muito gradual. Embora se designasse de social democrata, fazia parte da geração que queria estatizar o sector petrolífero, expulsando os privados, para depois aplicar as receitas no Estado social. Acreditava que a Venezuela, para ser independente teria de se desfazer da influência e interesses estrangeiros e ter o total controlo do sector petrolífero para poder distribuir gasolina barata , a saúde, educação e outros serviços públicos, grátis . Para atingir seus objectivos implementou políticas socialistas tais como a desvalorização da moeda, reforma agrária, estatização da economia. Mas foi com Perez, seu seguidor, que a estatização foi concluída, em 1975, transformando a Venezuela num “petroestado”. Perez financiava assim, o generoso o Estado social, com défices orçamentais que passaram a ser crónicos fazendo igualmente disparar o endividamento interno e externo. Com o preço do petróleo em alta, vieram os grandes fluxos de “petrodolares” que eram aplicados em obras megalómanas do Estado e projectos sociais (isto por acaso não vos lembra nada?). Porém, a população já sentia quebra no poder de compra porque o Estado não criava riqueza. Limitava-se a distribuir receita. Os políticos passaram a controlar a economia decidindo de acordo com seus próprios interesses e não de acordo com as necessidades da população (isto também não vos lembra nada?). Com uma inflação galopante e uma economia a descontrolar-se, abriu-se a porta a Chavez.

Quando Chavez chegou ao poder encontrou um país, embora desorientado, com cofres ainda cheios. Consciente de que para aprisionar eleitorado futuro era preciso investir nele tornando-o dependente, abriu os cordões à bolsa e desatou a gastar indiscriminadamente na população cumprindo promessas eleitorais. Enquanto isso, prosseguia a mesma política dos anteriores com um Estado cada vez mais forte e controlador da economia. Não se esqueceu de, pelo caminho, encher também seus próprios bolsos com uma fortuna avaliada em 1,5 mil milhões de euros (coisa pouca). Exactamente ao estilo de Lula no Brasil e Sócrates em Portugal. Contrariamente ao que por aí é dito, pelos “Boaventura” deste país, a derrocada de Chavez começou um ano antes da quebra dos preços do petróleo. Com efeito, nacionalizada a industria petrolífera, a quebra de produção acentuava-se por falta de recursos e conhecimentos desde que Chavez iniciara uma série de tomadas de controlo hostis. Depois veio o clássico socialista: contrair avultados empréstimos e imprimir moeda para passar a viver na ilusão de que o país continua a ter dinheiro para gastar.

A morte de Chavez apenas veio precipitar os acontecimentos quando um idiota chamado Nicolás Maduro lhe toma o lugar. Com um país lapidado, seguir no mesmo rumo socialista fez colapsar definitivamente uma grande nação assim que se deu a quebra dos preços de petróleo.

Assim, este povo, mesmo com “ouro negro” abundante, more de fome, morre de falta de assistência médica, morre da falta de segurança, morre da inflação interplanetária, morre de medo, de angústia, de tristeza, de abandono. Morre de tudo! Porque o socialismo, onde se instala não dá frutos. Seca tudo à sua volta. É a ideologia dos tontos que “não plantam fruteiras mas esperam por comer fruta”. A ideologia que põe o Estado improdutivo a pagar todas as necessidades do país à espera que a riqueza se crie sozinha por obra do espírito santo. É demagogia barata.

Quando vier de novo um “Boaventura” culpabilizar os EUA ou outros pela crise humanitária sem precedentes na Venezuela, atire-lhe com os factos históricos irrefutáveis deste país à beira da morte, às “trombas”.

 

Cristina Miranda( Sigam a Cristina no Facebook)

Via Blasfémias

Não há pão? Comam brioches

Não há bens para comer, nem dinheiro para os comprar? Poupem, e comprem ouro”. Eis numa linha só, o que esta semana Nicolas Maduro basicamente aconselhou o seu povo a fazer.

Segundo reza a história, (ainda que não tenha sido possível comprovar a sua veracidade) ou talvez seja só uma lenda, em tempos idos lá pela França, existiu uma sra. que enquanto o seu povo se queixava da falta de pão, e morriam milhões à fome, ela aconselhava-os a comer brioches.

Com milhões de venezuelanos a morrer de fome, uma inflação superior a 10.000%, com um salário médio inferior a 40 euros mensais, com uma economia que já praticamente nada produz, e onde já não existem sequer bens de primeira necessidade, com um salário mínimo que equivale a terem que trabalhar um mês para conseguir comprar 6 kilos de arroz, Maduro, esse “Grande Líder Timoneiro ” do povo venezuelano, veio dizer ao seu povo para pouparem dinheiro para comprarem ouro.

A dita sra. francesa, acabou (e sim esta parte é absolutamente verdade) com com a cabeça cortada, às mãos do seu próprio povo, e há quem diga, que os seus executores, por lembrança das suas famosas palavras, fizeram questão de lhe enfiar uns brioches pela goela abaixo, antes de lhe darem o merecido fim.

Já Nicolas Maduro, não sei qual irá ser o seu fim, ainda que, suspeito, também não irá ser nada simpático, mas quando esse dia chegar, espero que o povo lhe conceda como última refeição, umas barras de ouro enfiadas pelas goelas abaixo, pois enfiar-lhe pão e brioches, com um povo onde milhões passam fome e onde milhares morrem de fome, seria um enorme desperdício.

Rui Mendes Ferreira( Sigam o Rui no facebook)

Miséria e Pobreza por Livre Opção.

Foi hoje oficialmente declarado que 90% do povo venezuelano, já se encontra a viver em extrema pobreza.

E ainda dizem que o socialismo não funciona, e não consegue promover sociedades repletas de “igualdade”.

E só não são 100% a viver na miséria e na pobreza, porque como é habitual nos regimes socialistas, os restantes 10%, são os que pertencem às nomenclaturas, são as elites do partido que governa, são as clientelas dos privilegiados pelo regime, e são os capachos a soldo destes, (polícias, juízes e militares, sindicalistas) que são bem pagos para dar cobertura e protegerem a manutenção do regime.

Curiosamente, ou talvez não, as nomenclaturas socialistas, conseguem sempre o milagre económico de enriquecer pessoalmente, enquanto o restante povo empobrece, mesmo em países miseráveis e com economias a definhar.

O que vem refutar em absoluto a teoria de que os socialistas não conseguem gerar riqueza nem enriquecimento. Conseguem gerar riqueza sim. Ainda que não para os povos que governam, e que neles votam, pelos menos para si e para os seus não há dúvidas que conseguem.

No entanto, convém mencionar que o regime socialista da Venezuela, foi uma livre escolha do povo venezuelano. E os socialistas só estão a cumprir o que prometeram: acabar com os ricos e com as desigualdades.

Seja na riqueza ou na miséria, igualdade é igualdade, e eles tb não disserem que género de igualdade seria produzida.

E os venezuelanos também não foram enganados, pois os seus socialistas só estão a dar ao povo, aquilo que todos os socialistas pelo mundo fora, deram a todos os outros povos onde governaram.

Mas então como é que se explica que sendo do conhecimento público os resultados do socialismo, e o seu extenso histórico de exemplos, ainda assim, um povo caia no logro de eleger o socialismo para seu modelo de governação?

É de simples explicação. Basta ser um povo de preferência pouco letrado, pouco formado e pouco informado, com uma tendência natural para acharem que riqueza, e bem estar, são direitos e não deveres resultantes de trabalho árduo, e basta serem um povo com bastantes genes e influências latinas, onde geralmente impera o culto da inveja do sucesso dos outros, e da cobiça dos bens e da riqueza dos outros.

Reunidas estas condições, e este caldo cultural, basta prometer-lhes que com um regime socialista irão poder apoderar-se dos bens do seu vizinho, prometer-lhes que irão poder viver sem trabalhar, e por conta do dinheiro dos “ricos”, e que o Estado irá protege-los, tomar conta deles, assegurar todas as suas necessidades e preocupar-se com o seu bem estar, e é eleição garantida para qualquer partido socialista. Foi exactamente o que aconteceu na Venezuela.

Um país e um povo que detém as maiores reservas de petróleo do mundo, que possui terras férteis em abundância, onde num passado recente conseguiam produzir todo o alimento necessário para o seu povo, onde não existia fome, e viviam em paz e razoavelmente bem, e que numa década e meia se torna numa das economia mais disfuncionais, improdutivas, e numa sociedade com um povo com níveis de vida dos mais miseráveis do mundo, é pobre e miserável não por factores externos ou de conjuntura, mas sim porque escolheu querer ser pobre e miserável.

Os venezuelanos estão somente a colher o que andaram a semear. Têm o que merecem.

Portugal e os portugueses, também andam há 44 anos a escolher ser pobres e miseráveis, e também só estamos a colher o resultados das nossas opções e do que temos andado a semear.

Tal como o povo venezuelano, também adoptamos um regime de base socialista, que cultiva o confisco, a cleptocracia, a cobiça dos bens dos vizinhos, e a inveja de quem tenha sucesso.

Tal como o povo da Venezuela, tb escolhemos acreditar no caminho das promessas de que iríamos poder viver todos por conta do dinheiro dos “ricos”, sem ser necessário ter que trabalhar para tal. Escolhemos acreditar nas promessas de que doravante o Estado iria tomar conta de nós e dos nossos, que nos iria proteger de tudo e de todos os males, que nos iria assegurar todas as nossas necessidades e que não mais teríamos que nos preocupar com o nosso bem estar. E tudo isto, de forma gratuita, pois tb prometeram a muitos, que iriam ser “outros” que iriam pagar tudo isto.

Tal como na Venezuela. o resultado por cá, foi um regime de elites cleptocráticas, que a coberto de um Estado opressor, controlador, confiscador, servem-se, protegem-se a si e aos seus, ao invés de servir e proteger os que o pagam e alimentam, conseguindo escravizar e controlar todo um povo, mantendo-o na dependência do estado e da vontade dos governantes, através da muita miséria, atraso e pobreza.

Tal como o povo venezuelano, temos o que merecemos.

Rui Mendes Ferreira

Porque não vão buscar os venezuelanos?

E não é que nós, um país em pré-falência do Estado Social, que não tem condições mínimas para cuidar dos que estão cá dentro, solidariza-se e prontifica-se a receber milhares de migrantes da Turquia, Egipto e costa Africana onde não há guerra e sob o estatuto de refugiados? Esta semana a nossa bondade foi tanta que aceitamos receber a carga humana do Lifeline, um navio sob suspeita de tráfico humano e retido pelas autoridades, rejeitado e bem por Itália. Mas se é por mera questão humanitária porque não vão buscar os 500 000 luso-descendentes que estão em perigo na Venezuela?

A verdade que ninguém conta é tudo se resume a dinheiro e poder. A crise humanitária na Venezuela só interessa aos EUA que, enquanto o nosso Primeiro Ministro e Presidente da República foram ver a bola à Rússia, os americanos foram pressionar Nicolás Maduro que está literalmente a matar seu povo. Aos olhos da UE e da ONU os venezuelanos bem que podem morrer de fome e violência que não lhes interessa nada. Interessa sim dar seguimento à agenda de Soros que não é mais do que aplicação do Plano Kalergi, que é paga a peso de ouro para colonizar a Europa com gente dependente e submissa a uma nova ordem mundial. Confuso? Acha que isto é uma teoria da conspiração?

Se nunca ouviu falar do Plano Kalergi, a culpa não é sua. É das escolas que não lhe ensinam toda a História. Com efeito, é com Richard Coudenhove Kalergi que nasce os princípios orientadores da União Europeia: o “projecto para a integração Europeia”. Este Plano Kalergi, que surgiu com a fundação em 1922 do Movimento Pan-Europeu em Viena, pretendia a criação de uma Nova Ordem Mundial tendo como base uma federação de Nações Europeias liderada pelos Estados Unidos. No seu livro “Praktischer Idealismus”, Kalergi indica que os residentes futuros não seriam pessoas do Antigo Continente mas sim um tipo de sub-humanos fruto do cruzamento multi-cultural sem qualidade e facilmente controlável pela elite governante. Pelo caminho da concretização deste objectivo, a abolição do direito à autodeterminação e eliminação de nações recorrendo a grupos separatistas étnicos e imigração massiva, ou seja, os idiotas dos marxistas. Se ainda tem dúvidas pergunte-se porque existe o Prémio Europeu “Coudenhove-Kalergi” concedido a europeus, de 2 em 2 anos, que se destacaram na promoção deste plano. Entre os premiados podemos encontrar Angela Merkel e Herman Van Rompuy.

É com George Soros, um financeiro multimilionário ambicioso e fanático pelo poder que este plano foi entretanto retomado. Com uma agenda bem definida para a criação de um governo global, colocou sua Fundação a “Open Society” fundada em 1990 a financiar nas grandes sociedades capitalistas ocidentais, grupos que contrariam as posturas e valores tradicionais(partidos de esquerda, extrema-esquerda), apostando ainda nas organizações que julga capazes de empurrar a sociedade no caminho dessas mudanças(a ONU, ONG’s), sem pôr em causa o sistema capitalista que lhe permite poder e fortuna. Embora sua influência seja mundial na promoção do marxismo cultural que desestrutura as sociedades fragilizando e transformando-as num caos, é nos EUA que exerce maior influência onde possui laços estreitos com o partido Democrata.Esteve por trás das nomeações do governo de Clinton, deu um “empurrão” nas doações à campanha de Obama e foi o grande financiador de campanha de Hillary Clinton. Como reacção a esta agenda de globalismo, grupos nacionalistas começaram a nascer para travar este plano criminoso de substituição populacional. Na Macedónia o grupo SOS (Stop Operation Soros) quer travar as ONG’s financiadas pelo multimilionário de intervir na política do país. Na Hungria, o primeiro ministro atento a estas manobras está a impor legislação a fim de encerrar as actividades da Universidade Centro-Europeia fundada por Soros em Budapeste em 1991. Na Itália o Ministro do Interior denunciou e faz frente às manhosas ONG’s ao serviço desta agenda de massificação da migração de substituição na Europa. A propósito, sabia que Sanchez o idiota que assaltou o poder em Espanha acaba de reunir com Soros? Ah! pois é…

António Costa ávido de dinheiro da UE para tapar os buracos financeiros da sua má gestão, e a marimbar-se para a segurança do país, aderiu a esta agenda oferecendo-se para receber milhares de migrantes sem medir riscos, sem questionar o que vamos fazer com tantos rapazes jovens (sim, rapazes! não são famílias) que não fogem de guerra nenhuma mas vão ter regalias como se fossem refugiados, com casa, mesa e roupa lavada e que buscam na sua maioria um Estado Social que os sustente e não um trabalho. Um dos motivos apontados para esta entrada, dizem eles, é a baixa natalidade. Ora se assim é, não era mais seguro e barato criar aqui medidas de apoio familiar, melhorar as condições de vida e trabalho dos residentes ou até ajudar luso-descendentes criando condições atractivas em Portugal para que regressem e ao contrário destes migrantes, trazer mais valias económicas em vez de apenas despesa?

Era mais barato, sim senhor mas não enche os bolsos nem dá poder à classe política. Os venezuelanos, a braços com uma crise humanitária sem precedentes, não dão dinheiro por isso finge-se que não existem.

É exactamente este plano globalista de Soros que a actual presidência dos EUA quer combater e é também exactamente por isso que os democratas, financiados por este multimilionário criminoso, promovem o ódio contra esta administração que tentam a todo custo derrubar.

Se fosse mesmo uma questão humanitária os luso-venezuelanos não seriam esquecidos. Pense nisso.

Cristina Miranda

Via Blasfémias 

Na Política Não Há Equívocos

Cuidado Portugal. Estamos a ser alvos de uma encenação digna de vários Pulitzers e Oscars ao magote.

Vou ser claro: na política não há nada que aconteça por acaso, e neste Partido Socialista, nada acontece que não passe pelo crivo do António Costa. Alias, nada acontece que não seja aprovado pela oligarquia que sustenta a atual “solução” política e mantém os outrora cães raivosos da extrema esquerda, dóceis e no colinho do Costa.

Por isso se há quem desconfia neste teatro todo à volta da repentina purga do Sócrates, da virgindade ofendida deste mesmo e do seu abandono do Partido que ele tornou sua quenga, se há quem ache isto tudo muito conveniente, é porque é.

Há razões para ter escolhido este momento, e tudo tem a sua sequência de eventos:

  1. Aproveita-se o caso Pinho para tornar este numa espécie de Maddoff: vamos atrás do banqueiro, desde que não seja demasiado grande. Anda-se a investigar o Salgado, mas já lá vamos.
  2. O PS cai em cima do Pinho, anexando ao mesmo assim por acaso a estrela da Operação Marquês, mas sem entrar em detalhes. Têm vergonha, como as crianças que são apanhadas com a mão nas calças. O PS assim tenta limpar a sua imagem, com mais de um ano à frente para fazer campanha eleitoral para uma maioria absoluta e não tem de se preocupar (pelo menos não muito) das imagens do julgamento da Operação Marquês em pleno ciclo eleitoral. Um PS com maioria absoluta no parlamento orquestrado pelo “linchamento” de um “pobre provinciano” que ousou ser PM há muito tempo. Costa, Santos Silva, Galamba e companhia são políticos sem escrúpulos, são alunos do Maquiavel, e para eles a única coisa que lhes interessa é agarrar com unhas e dentes o poder. Não comprem o que o sonso do Costa vos tenta vender ao dizer que “foi apanhado de surpresa”. O mesmo Costa que em véspera de um Congresso manda SMSs para pôr as tropas em ordem, agora é apanhado na curva por um dos seus braços direitos? Não me lixem…
  3. O Sócrates ganha muito, mas mesmo muito ao demitir-se. Leva uma “sova” encenada e ocupa vários ciclos mediáticos que como sabemos é o principal objectivo do seu “vaidoso” ser. José Sócrates consegue mais uma vez fazer-se de vítima e ajuda o seu Partido Socialista a branquear um pouco a sua imagem e entrega ao António Costa uma provável vitória eleitoral por desassociar-se da orla Socialista.
  4. Alguém já se esqueceu que daqui a 5 meses haverá ou não a recondução da Joana Marques Vidal à Procuradoria Geral da República? Não me surpreenderia em nada ver a PGR que tem travado um combate acérrimo à alta corrupção que massacra o nosso país, sair agora do filme, colocando lá mais um amigo do Costa, do PS e da dita oligarquia, que pouco a pouco começa a arquivar processos “por falta de provas concretas” e pouco a pouco devolvem o Mecanismo ao seu antigo esplendor.
  5. Salgado volta para casa descansado e Sócrates vê o processo contra ele perder força, livrando o mesmo eventualmente de qualquer condenação. Afinal ele já foi julgado na praça pública, já poderá reunir um movimento independente e lá se candidata a Presidente da República porque este sujeito ainda tem muita gente que o apoie (fala alto da qualidade de pessoas que por aí andam) e tal como Lula, não tem vergonha na cara.

Eu espero bem que esteja enganado e que de facto os nossos políticos sejam tão incompetentes como demonstram ser. Só que esta malta acham-se um máximo e deliram com as jogadas políticas dos protagonistas do House of Cards. 

Eles vivem apenas para isto, eles jogam para o poder e para manter o poder. Menos poder é a morte destes artistas. Farão de tudo para continuar a cavar o seu legado às custas dos portugueses que assistem impavidamente a este circo.

Desengane-se quem acha que isto é apenas mais um episódio nesta telenovela rasca que temos presenciado. Esta malta partilhou demasiado tempo juntos e planearam demasiada coisa ao longo de décadas para ninguém saber nada, para estarem todos surpreendidos com as acusações. Isto infelizmente tem tudo um fio condutor e jamais será condenado à prisão um ex-banqueiro do regime e um ex-primeiro ministro. O António Costa não deixará que a oligarquia que tanto fez para o eleger fique mal.

Demasiada gente enriqueceu graças a um mecanismo que foi já existia antes do 25 de Abril e que foi apenas re-montado após a revolução de 1974. Sócrates e Salgado foram apenas mais uns que foram descobertos, mas se formos até ao fim deste processo todo, não creio ter-mos cadeias suficientes para albergar todos os participantes desta teia de interesses. É demasiada gente e tal como na termodinâmica, o dinheiro não se destrói, apenas transfere de mãos. E já viram quanto dinheiro foi ao longo de décadas?

Sinto que nos têm andado a entreter com isto tudo para parecer que até têm feito algo para trazer nem que fosse uma sombra de legitimidade a uma república que com a sua democracia não-representativa e a sua justiça inerte, está hoje cada vez mais poder.

Isto tudo parece uma muito má teoria da conspiração, mas infelizmente, parece-me cada vez mais ser o destino de Portugal: eles comem tudo e não deixam nada, e nós deixamos, porque sim.

Onde Estão os Hipócritas Defensores dos Direitos Humanos?

Há um silêncio ensurdecedor à volta do que se passa na Venezuela. A começar pela comunicação social, essa aliada do governo em ofuscar, omitir ou atenuar tudo o que possa beliscar quem manda agora neste país. Eles que não nos poupam com o Trump seja porque bebeu água com as duas mãos, seja por causa de uns exames médicos que fez, seja por umas calinadas linguísticas, aqui tudo é importante escrutinar TODOS OS DIAS (tudo que não seja positivo, claro) sobre esta criatura. E a Venezuela com mais de 500 mil luso-descendentes a morrer à fome, miséria, opressão, não interessa? Onde estão agora, também, os intelectuais e os políticos que tinham em Maduro uma referência política? Ficaram mudos porquê? Estes portugueses não interessam a ninguém?

A Venezuela está a ser assassinada por um louco que mata a economia apesar de ser um grande produtor de petróleo (mas que ironia), provocando escassez severa de alimentos com uma inflação de mais de 2,300%. Que mata opositores entre eles Oscar Perez. Que mata o povo por falta de assistência médica. Que mata crianças por falta de comida. Um louco fanático que para não reconhecer o fracasso das suas políticas de esquerda rejeita apoio internacional. Mas um louco com lucidez suficiente para desarmar a população e aceitar ajuda de Cuba com milícias da sua tropa de elite, as “Vespas Negras “, para oprimir movimentos populares usando qualquer método dissuasivo como tortura ou morte. Com lucidez suficiente para comprar pessoas com caixas de comida barata para assegurar votos sob coação e manter-se eternamente no poder (não sei o que isto me lembra).

Entretanto há 31 milhões de pessoas desesperadas para sobreviver à morte certa. Fugas em massa com quilómetros de fila para a Colômbia, assaltos a supermercados e armazéns de comida, apedrejamento de vacas em propriedades privadas para matar a fome, a comerem do lixo, a comerem alimento para cães com a ONU a observar, observar, observar… que é o que de melhor sabe fazer. Observar. No meio deste observatório todo, marca debates, uns atrás dos outros, e vejam só até houve lugar a elogios ao esforço da Venezuela ao introduzir uma série de medidas em linha com as que foram recomendadas por Alfred de Zayas,( especialista independente da ONU para a promoção de uma ordem internacional democrática e equitativa), para melhorar a distribuição de alimentos e medicamentos. Está-se mesmo a ver o esforço de Maduro. Até lhe sinto o suor daqui… Francamente!

A História já nos demonstrou que com loucos tem de haver uma acção drástica por parte da Comunidade Internacional para resgatar os povos da morte e não esta hipocrisia monumental do “faz de conta que não é assim tão grave”. Lembram-se do holocausto nazi? Enquanto decorria quem conseguiu escapar denunciou a chacina. Revelou os campos de concentração. Que fizeram os aliados? No imediato, nada. Só dois anos e meio depois. Porque se o tivessem feito, muitas vidas teriam sido poupadas. Factos.

Nem mesmo com as evidências todas de uma nação literalmente a morrer de fome (veja aqui) a Comunidade Internacional se mexe para acudir a esta catástrofe humanitária. Onde andam os histéricos defensores dos direitos do homem? Não andam. Sumiram.

Quem sabe se isto fosse antes um caso de pseudo assédio de artistas de Hollywood ou uma manifestação contra Trump ou alguém a manifestar-se contra a islamização da Europa, a agitação não fosse maior e aí já teria destaque no “prime time” televisivo. A toda a hora.

Quem sabe.

Cristina Miranda

O PCP não merece respeito

Já se esperava a decisão do PCP sobre a Venezuela. Enquanto que, a maioria dos partidos condena o que acontece naquele País, deixe-se de fora “os amantes do fumo”, do Bloco de Esquerda, o Partido Comunista mais ortodoxo do Mundo continua na mesma linha de pensamento. Diz-se que o Partido Os Verdes são como a melancia, verdes por fora vermelhos por dentro, mas o PCP ao apoiar um regime actualmente sanguinário e a favor do proletariado, está a apoiar o fascismo e o passado assassino da sua internacional comunista. Acho que muitos se lembram das vítimas do comunismo ao longo destes mais de 117 anos, muitas vezes parece que se esquecem. Mas vamos a contas:

O comunismo só é eficaz a:
– Encher cemitérios (125 milhões)
– Genocídios (Ucrânia, Cambodja, China)
– Campos de concentração
– Fome
– Terrorismo (Europa e América Latina)
– Tráfico de droga (América latina com entreposto em Cuba);
– Corrida às armas
– Desastres ambientais e humanos  ;
– Milionários do nada (filha de Chávez a mais rica da América Latina, Isabel dos Santos a mais rica de África, Marido de Isabel um dos mais ricos onde mais de metade da população vive com menos de dois € por dia mas elite vem fazer compras a Lisboa ao fim de semana), Kirchner que multiplicou a sua riqueza em mais de 10 vezes, Lula e rebento um dos mais ricos da América do Sul.

Em resumo, são um gangue especializado. Não admira o PCP apoiar o genocídio Venezuelano, faz parte da sua génese, causar o caos e destruir para reinar. É pena que o todo bonzinho Jerónimo tenha pele de cordeiro, porque lá dentro não deixou de ser o mesmo Estalinista e Leninista de sempre. A Constituição da República Portuguesa proíbe partidos fascistas, logo o PCP devia estar nos canos de esgoto há muito tempo, não devia era de lá ter saído, já causou, causa ainda, estragos suficientes.

Camarada Jerónimo, junte-se à Catarina numa sessão espiritual de Marijuana sempre abre novas portas para um ” Mundo Novo” e mais “Confiança”, como diria o Doutor Costa nos seus tempos de moderado: ” É incrível como os esquerdistas não conseguem resolver um problema sequer a uma pessoa”

Mauro Pires

O camarada Arménio Carlos também é racista

A sociedade portuguesa está enrolada pelo maltrapilho do politicamente incorrecto. Quem sair dela, tem que levar com torpedos constantes de certa comunicação social amorfa. O caso mais recente foi do, candidato do PSD, à Câmara de Loures, André Ventura. O candidato proferiu as seguintes declarações:” Os ciganos vivem exclusivamente de subsídios”. Os canhotos apressaram-se logo, à moda da Tia “Katalina” espevitada, a chamar racista e xenófobo ao candidato do PSD. Ora, vamos nos deixar de tretas, a comunidade cigana em Portugal é tremendamente bem-vinda, tal como qualquer uma, se quiser trabalhar, acrescentar valor, criar riqueza e, individualmente, contribuir para o bem estar da sociedade. Nós sabemos todos, muito bem, a realidade da comunidade cigana em Portugal, índices de alfabetização muito baixos, entradas no ensino superior muito residuais e logo, precarização de toda uma comunidade e no fim, param na teia da subsidio dependência.

Se a comunidade portuguesa no exterior, seja na Suiça, Espanha ou Reino Unido tiver o mesmo tipo de comportamento, é mais que legítimo que a comunidade política local reaja da mesma forma, especialmente no rigor do norte europeu, no que toca a estas coisas. Existe subsidio dependência da comunidade cigana em Portugal não só por culpa dos próprios, mas por culpa Estatal também, o Estado paternal quer todos no seu colinho, mas a manta de retalhos já não tapa tudo, se fazem cativações no setor da saúde, façam o mesmo no RSI de quem não merece e se aproveita dos bolsos dos outros, o politicamente correcto já foi mais barato.

Mas vamos recordar uma coisa, muito inconveniente, mas vamos ao baú das recordações canhotas. O Camarada Arménio, braço direito, esquerdo e do meio do Douto Gerónimo, disse nos tempos da TROIKA que o senhor Abebe Selassie, um dos três chefes de missão do FMI em Portugal era um:” Mago Escurinho”. Allô!!! Arménio!!!! Isto não é racismo?!!! É carinho tricolor??!! Não me digas Arménio que não és um fofo geringonçopata! Mas não ficamos por aqui, por apoiar André Ventura, Passos Coelho foi chamado de racista e de promover o racismo pelos “progressistas” do PÉÉSE. Ora, além de Passos Coelho ser casado com Laura Ferreira, mulher de origens Africanas, os geringonços de serviços, há uns anos, chamaram Passos de:” O Africanista de Massamá”. Caros canhotos, não sejam hipócritas, racistas são os senhores, e com provas. A Troika social-comunista precisa de uma lição.

Mauro Pires

 

Desculpa-nos Venezuela

Todos, quase todos, os Países Europeus, vão aplicar sanções à Venezuela devido ao Governo fascista de Nicolás Maduro. Sim é um governo fascista, ditatorial sanguinário e não respeita as liberdades individuais dos seus cidadãos, por mais que a Venezuela seja um Pais “soberano”, precisa de ajuda internacional, especialmente para derrubar o regime fascista madurista. Todos parecem estar de acordo, mas existem três génios( do mal?), com três cabeças diferentes num único corpo mas que, afinal, tem o mesmo pensamento inconseguido: Apoiar o regime Venezuelano. Segundo o Jornal Espanhol El País de hoje, o Governo tricolor geringonçal não quer apoiar as sanções da Europa(apesar do Governo não ter confirmado), mas o Jornal Espanhol tem que ter uma base para a sua noticia, aliás, já conhecemos o Kamarada Gerónimo e a sua comparsa Káti Martins(A tia Catarina é a cabeça do meio), o seu pensamento teatral amorfo que abunda na espuma dos nossos dias.

Agora podemos dizer: Allô!! Káti e Gerónimo!!! Tem que assumir! Kamarada Costa faça o mesmo, as 3 cabeças do monstro geringonçal tem que se entender de vez, estão a favor da libertação da ditadura Venezuelana ou a favor da sua continuação? Querem a reposição das liberdades individuais de cada um, e que cada Venezuelano volte ao normal do seu quotidiano? Caros geringonços, deixem de ser reaccionários e hajam, temos perto de 100 mortes(oficiais e não oficiais podem ser mais), que já foram vítimas do holocausto proto fascista Madurista. A comunicação social podia começar a pegar mais no assunto, mas não vamos pedir muito, tem que pedir ao Dr.Kosta autorização.

Mauro Pires