Quem Precisa de Eutanásia com um País Assim?

Europa. Ano de 2018. O Estado inglês decide sozinho que uma criança de 23 meses deveria morrer por ter doença degenerativa sem cura. Alegações? O superior interesse da criança. Sim, leu bem. O Estado, esse Deus omnipotente  sabia que Alfie Evans não tinha cura – mesmo sem ter tentado tudo o que a ciência permitia e sabendo que estão sempre a surgir novas curas –  e queria morrer. Por isso, decidiu “dar-lhe voz” ordenando que fossem desligadas as máquinas de suporte de vida. Ou seja, matá-lo. Em resposta, Alfie manteve-se vivo durante 5 dias completos, sem máquinas, mostrando assim que afinal queria mesmo viver e  havia outro caminho se houvesse vontade. Que pensaria Stephen Hawkins disto se fosse vivo? Pois.

De pouco serviu a ajuda do Vaticano para tratar o menino. De nada adiantou a vontade dos pais em se agarrarem à esperança lutando desesperadamente pela sobrevivência do seu filho amado. O Estado decidiu, estava decidido: nem tratamentos na Inglaterra nem em qualquer outro sítio do Mundo. Ordem para matar. Ponto final. Não fosse Inglaterra o país do 007. Por falar nisso, alguém viu a Rainha por aí? Ah! espera, essa é apenas peça ornamental. Teria sido o mesmo se fosse com o pequeno Príncipe recém-nascido?

No meu texto “Eutanásia dá muito Jeito”  explicava o lado perverso das leis que dão poderes ao Estado para matar. Argumentei que era um pau de dois bicos porque se por um lado acudia a situações especiais de sofrimento extremo, por outro abria uma Caixa de Pandora porque esse mesmo Estado não era, muitas vezes,  “pessoa de bem”. Não tinha ainda este exemplo tão bom para o demonstrar. Limitei-me aos casos já existentes de países que a usam e se viram confrontados com uma realidade cruel que não previram: pessoas a serem mortas sem ser por vontade delas. Com o caso Alfie não podíamos ter um exemplo mais assustador para demonstrar a perigosidade das  leis em que o Estado é rei e senhor do poder sobre a vida. 

Estamos numa época em que a vida humana passou a ter menos valor que a dos animais. Em que se criminaliza todo e qualquer acto contra os bichos e se desresponsabiliza o abandono e morte dos humanos. Isto parece surreal. Mas não é por acaso.  Tem uma clara intenção política. Está na agenda dos desestruturadores de valores sociais. Os aliados de Soros na Europa. A reversão de valores está mesmo na agenda dos políticos. Está confuso? Vamos reflectir.

Comecemos por cá mesmo. Aqui já não é possível abandonar animais sem ser considerado um crime. No entanto, pode abandonar idosos em Hospitais ou suas casas que nada lhe acontece. A quem convém manter as coisas assim? Ao Estado, claro. Mais idosos à sua sorte, mais desprotegidos ficam, mais depressa morrem. Assim, equilibra a idade da esperança média de vida –  que aumentou consideravelmente – com as contas da segurança social.

Mas há mais: por muitos estudos que se façam não há desculpa alguma pelas longas listas de espera do SNS. Não há mesmo! Podem alegar falta de pessoal, podem alegar falta de verbas, podem alegar aumento de fluxo de doentes por isto ou aquilo. Mas a verdade é esta: não há vontade nenhuma de pôr o SNS a funcionar em condições. Porque é o sistema de “eutanásia legal” existente no país para fazer baixar a despesa do Estado e diminuir esperança de vida. Ficou chocado com o que escrevi? Então pense comigo.

Sempre que um banco precisa de dinheiro, mesmo não havendo dinheiro, ele aparece para pagar o buraco. Até hoje já foi enterrado, sem espinhas,  17 mil milhões dos contribuintes. Se não há dinheiro para acudir ao SNS, porque o há SEMPRE quando são bancos e sem limites? A vida humana vale menos que um banco? Vale.  Esta é a prova inegável. Mais: faltam cerca de 5000 especialistas médicos no SNS. O Estado suspendeu concurso que provocou ainda mais saídas. Alega o de sempre: falta de dinheiro. Mas Costa fez entrar na função pública, desde que tomou posse, mais de 10 000 funcionários na administração pública. Está a ver?  E mais esta reflexão: se o Estado quisesse mesmo dar a melhor saúde aos seus cidadãos, em vez de alegar falta de recursos, celebraria parceria com privados, eliminando todas as carências dos utentes, abrindo um leque de muitos mais serviços com qualidade, extensíveis a todos sem excepção. Resolveria assim três problemas: falta de meios,   qualidade de serviços e listas de espera.  Não o fazem porque não querem. Porque interessa manter um serviço que não funciona manietando o cidadão pobre a um destino quase certo em caso de doença: morrer mais cedo. Pense, porque pensar ainda não paga imposto.

Com isto, fica claro que interessa manter o SNS como fachada fingindo que o mesmo é extraordinário e que sem ele os pobrezinhos não tinham direito à saúde. O que não dizem é que tudo fizeram, durante décadas, para que esse mesmo sistema,  só servisse para curar rapidamente gripes e unhas encravadas, e fosse “desinvestido” subtilmente para que as pessoas, que não têm recursos para se curar no privado, definhem lentamente e assim libertem o Estado de despesas pesadas. Uma “Eutanásia” legalmente aceite e que não levanta suspeita. Porque as pessoas só pelo facto poderem ir ao médico sem pagar já as faz sentir protegidas. Problema é quando a doença é mesmo séria e morrem à espera.

Um Estado que mata a vida e a esperança é um carrasco legal. Legitimizar isso com o nosso voto é ser-mos cúmplices dessa matança. O caso Alfie Evans deve servir para  uma profunda reflexão sobre a verdadeira aplicação dessas leis na prática.

Quem precisa de eutanásia num país  sem valores humanos? Ninguém.

Cristina Miranda

Via Blasfémias

Portugal está mais podre que eu pensava

Antes de falar propriamente da desgraça que hoje vi em Pedrógão, pela primeira vez, vou contar-vos o como e porquê deste artigo diferente dos outros que já fiz. Eu não gosto de políticos, detesto, mas por pragmatismo temos que sempre escolher um, que agora não vem ao agoiro, mas neste burgo à beira mar nós temos um problema mais que secular: O Povo português tem pouca instrução. Esta falta de instrução faz com que nós cidadãos comuns não tenhamos interesse nos problemas mais estruturais, digamos, do nosso País. Os nossos políticos com cartilha, existem excepções, pequenas, mas existem, aproveitam-se para lançar o baile da mediocridade. Podem dizer que vão distribuir flores eleitorais, enquanto estamos num poço sem fundo de dívida externa, podem demorar milhares de anos para entregar doações a quem devem, mas ninguém quer saber é sempre: ” Pois! Normal! São corruptos”, podem ser ou não corruptos mas eles, políticos, não tem medo das conversas de café e sofá.

Portugal não tem uma sociedade activa e que pressione a nossa classe política, é devido a este inércia que eles fazem o que querem quando querem. Daí eu, Mauro Pires, Cristina Miranda minha colega neste blog e escritora no blog Blasfémias, bem como o experiente ex-militar, formador e Bombeiro Luís Filipe criámos um movimento de cidadania para os cidadãos. Se queremos ter voz temos que nos associar, juntar, debater e especialmente discordar. É apartir da discórdia que formamos opinião. O movimento chama-se Não Nos Calamos e estamos a efectuar palestras por todo o País. Começamos em Viana do Castelo dia 16 de Setembro e vamos fazer um Tour do Norte ao Sul. Dia 23 de Setembro estamos no Porto, na Maia, para discutirmos o País.

Falemos agora na desgraça, no dia seguinte à palestra vim embora com o meu amigo e um dos fundadores do Movimento Não Nos Calamos para terras Lisboetas. O Luís quis me mostrar Pedrógão e o nosso 11 de Setembro em plena realidade negra. Num País civilizado, nem é País é mais Estado, ou com algum nível de decência já tinha retirado sinais de trânsito queimados ou árvores igualmente queimadas e caídas perto da estrada. Mas as televisões já se desinteressaram e já ninguém fala disto. Eu já sabia que era mau, mas a realidade é ainda pior. Nem tudo o que a comunicação social debita é verdade e já conhecemos uma das tristes realidades do povo, o que eles dizem está sempre certo. Mas não está. E sabem porquê? Porque o conhecimento, a instrução estão virados para o futebol e para todas as Piromanias possíveis.

A somar a esta podridão volto a dizer e a repetir: Onde está o dinheiro dos donativos? É uma pergunta que mais uma vez não é respondida.

Faço um apelo a quem é do Porto e arredores, venham conversar connosco! Perde-se um tempinho, mas ganha-se em conhecimento  e troca de ideias.

P.S: O evento no Porto é na Cidade da Maia no Quartel dos Bombeiros local, em principio. Estejam atentos à pagina do Movimento Não Nos Calamos (cliquem no nome, coloquem gosto e fiquem atentos)

Mauro Pires

Raquel Varela e Mariana Mortágua a mesma luta

O Mundo das artes e letras no geral é vermelho e rosa, ou de foice e martelo com cravos pelo meio, como queiram, o que interessa nesta equação é que são todos socialistas, outros com tiques mais totalitários, os vermelhos, outros com tiques totalitários escondidos por dentro mas são tremendamente fofos por fora, falo dos rosas vulgo PS( Entenda-se vermelhos o PCP). Os tiques totalitários do PCP já os conhecemos demasiado bem, os vermelhos tem sempre razão, todos estão errados, pode lhes cair um meteorito em cima que eles não mudam, continuam a ver o Mundo com senhas de racionamento e filas para a sopa. É isso que eles querem.

Além de tanto Vermelhos e Rosas não gostarem de produzir, e nem saberem o que isso é, quem sobe por métodos méritocratas é Passista, Neoliberal, fascista e Whiskas Saquetas edição limitada. Eles são Psicólogos, eles são Sociólogos, eles são Técnicos da Transexualidade da parvalhice, são eles que querem as praias todas para eles, são anti-turismo, anti iniciativa privada e a que é tem que distribuir para os seus. São estes os socialistas que se armam em capitalistas e uma delas é a Camarada Técnica Historiadora Raquel Varela. A Camarada, em tom parvalhal, disse o seguinte:” A AutoEuropa não produz riqueza(valor), só monta“, se isto não é de uma estupidez Neandertal, de uma barbaridade Sociológica podre… Como diz um filosofo cá do burgo:” Faxabor… Isto é a Peanears”, pois é claramente peanears pensar que a Camarada Raquel tem algum tipo de massa cinzenta. Talvez é a característica que a nossa Camarada Raquel Varela partilhe com o Imperador Parvalhal António Contente da Costa.

Eu acho que já nem é preciso citar dados económicos, impactos no emprego em geral entre outras coisas que a AutoEuropa tem em Portugal. Qualquer pessoa que tenha até um grau de escolaridade não muito grande, não é preciso ser uma Doutora Catedrática Varela, para se perceber que a AutoEuropa gera valor acrescentado. Só uma mente completamente alheia da realidade normal, estou a ser simpático, que me pode dizer uma coisa destas. Pergunta: QUE TIPO DE GENTE ESTAMOS A FORMAR NAS UNIVERSIDADES EM PORTUGAL? Será que a doutora Varela sabe que é com o rendimento que se gera com a venda de automóveis que a empresa paga os seus salários? A Raquel achava o quê? Que se pagavam com Caril? Chiça penico!

Falou-se tanto da Doutora Raquel, mas não falei da Mariana. Não é preciso, quando se fala da Raquel é dois em um, almas gémeas marxistas.

Mauro Pires

A estupidez abunda na Central de Negócios

Um amigo meu, político, confidenciou-me uma das coisas que lhe acontecia nos tempos de faculdade. Aqui no burgo, há mais de 40 anos, havia três notas a atribuir na faculdade: O dez(10), o quatorze(14) e o 18(dezoito). Quem tinha dezoito ou quatorze eram os que tinham mais amigos e “influências”, e colocava-se a mão no ar para votação de notas, foi assim que se formaram muitos “políticos” da actual Assembleia da República quase que por “passagem administrativa”. O Joãozinho Galamba, Galambas ou rotativa de disparates mor do Partido Rosa, é talvez dos “deputados” que mais custa chamar “deputado” e espero que não tenha passado pelo mesmo processo descrito em cima, é que parece bastante. A dor de lhe chamar deputado é tanta como pensar que Sócrates foi reeleito em Portugal.

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O grau de descaramento do deputado do PS é tão grande como esta publicação, que se pode ver acima, no Twitter do indivíduo, e onde demonstra toda a sua “classe” enquanto homem de responsabilidades e a quase inexistência de neurónios que lhe façam pensar. Como os caros leitores sabem, uma empresária de Lisboa, a Senhora Isabel Monteiro fez uma lista das vítimas mortais de Pedrógão Grande. Esta lista tinha 9 nomes a mais que a lista inicial em segredo de justiça. Vamos por pontos para Galamba entender:

 

  1. ) Como o PS se pode escudar numa lista em Segredo de Justiça se esse mesmo partido se está a “cagar” para esse mesmo segredo de justiça(palavras de Ferro)?
  2. ) Como pode haver, num País de primeiro Mundo, uma lista de vítimas em segredo de justiça(verdade que já foi publicada), mas devido à pressão exercida pela comunidade que quando se organiza, gera resultados como se vê. As vítimas por acaso iam atrapalhar a investigação?
  3. ) A Procuradoria Geral de República disse que, a lista da Sra. Isabel Monteiro, tinha 6 nomes repetidos e que o número oficial era mesmo 64 mortos. Ora, se tem 6 nomes repetidos, vamos a contas: Se subtrairmos os mortos da lista da Sra. Isabel(73) aos 6 repetidos temos 73-6= 67. Eu acho que isto ainda representa mais 3 mortos que o inicial, a PGR sabe fazer contas? Além disso, isto continua a cheirar a esturro.
  4. ) A empresária Isabel Monteiro foi bastante corajosa e promoveu a cidadania activa que nos deve mover a todos. A Sra. pode agora ser alvo do circo da comunicação social e do PS, mas ao menos teve armas. Ao contrário de si senhor Galamba, a mulher além de criar riqueza, tem neurónios. Tenha vergonha.

Mauro Pires

O Homicídio da III República Pelos Cobardes da Classe Política

Há 3 semanas, ficamos horrorizados com o que se via na televisão: o caos, o inferno, o sofrimento, todo o terror de Pedrógão, num ciclo mediático interminável. O nosso horror perante os 64 mortos acumulou-se ao terror de descobrirmos que o nosso armamento está à mercê de quem quiser levá-lo. Num curtíssimo espaço de tempo percebemos que não temos um Estado, mas sim um repositório de gente inútil a quem chamamos políticos que vivem a boa vida à nossa custa. Parece que sempre que a cortina cai com situações difíceis como estas, vão até aos limites da terra para desvalorizar a tamanha vergonha que é a sua flácida gestão de recursos públicos e o quão impotente o seu desempenho quando as coisas correm mal.

Tenho tido algum receio em escrever este texto, mas o que se tem passado nas últimas semanas força-me a dizer o seguinte: a III República foi morta.

Para verificar este facto temos décadas de uma devastadora e multipartidária rede de corrupção, interesses, manipulações e gastos criminosos do erário público que levou o país a 3 bancarrotas; hipocrisia militante e desonestidade política desta classe de ditos elites é repugnante, ora hoje dizem uma coisa, ora amanhã dizem o contrário; escândalos sucessivos de prevaricação, favoritismo, branqueamento, abuso de poder, destruição de capital, de isto e daquilo, e por aí fora. A história dos últimos 43 anos não é uma que se possa definir como sendo um grande sucesso para a maioria dos Portugueses.

Após décadas de uma aberrante apatia para o bem geral dos portugueses, chegamos ao cúmulo no dia 17-06-2017, aonde 47 pessoas foram mortas numa estrada e outras tantas abandonadas à sua sorte para morrerem no inferno. Depois veio Tancos. Entretanto não há uma responsabilidade que se veja entre uma rede sem fim de falhas, seja no SIRESP, seja na GNR, seja na Proteção Civil, seja na coordenação do MAI, seja do exército, seja do Ministério da Defesa, seja do que seja. Tudo falhou, mas ninguém tem culpa. O sistema fracassou grotescamente, e não há uma alma que nos venha pedir desculpas.

Vou mais longe do que ontem no debate sobre o estado da nação. O Estado entrou em colapso é verdade, e com ela veio outra vítima. Sim, a III República morreu pois deixou efectivamente de haver qualquer gota de confiança, deixamos de acreditar e de confiar na plenitude do que nos dizem e as suas desculpas esfarrapadas e deturpações puxadas já nem sequer queremos engolir.

Sem confiança não há Estado logo sem confiança não há Governo. Sem confiança vemos o que de facto temos: uma aristocracia, gorda e anafada cuja principal preocupação é proteger-se a si própria, alimentada e sustentada por todos nós, o reles plebeu eternamente ingénuo que lhes enche os cofres e as suas grosseiras barrigas.

Nada por acaso, na semana passada dei por mim a reler a Declaração de Independência dos EUA (quem nunca leu, merece perder uns minutos a conhecer este texto todo) e logo no início do texto, encontramos esta frase:

“… a fim de assegurar esses direitos (vida, a liberdade e a procura da felicidade), governos são instituídos entre os homens, derivando seus justos poderes do consentimento dos governados; que, sempre que qualquer forma de governo se torne destrutiva de tais fins, cabe ao povo o direito de alterá-la ou aboli-la e instituir novo governo, baseando-o em tais princípios e organizando-lhe os poderes pela forma que lhe pareça mais conveniente para realizar-lhe a segurança e a felicidade.”

A principal razão para a independência está aqui, um pressuposto que é aplicável a qualquer nação deste nosso planeta: SEMPRE que um governo se torne DESTRUTIVO da nossa liberdade, das nossas VIDAS, temos o DIREITO, o DEVER de alterar ou abolir esta forma de governo. Se um estado não consegue criar as condições para nos sentirmos felizes e seguros, então não é estado que valha ser mantido. Temos que ser exigentes, tal como são connosco quando chegamos à hora de pagar impostos. Esperam tudo e mais algum de nós, exigem a nossa paciência infinita e depois rezam para que não nos lembremos das suas traições sucessivas que compõem a sua desgovernação continua.

E porque é que toleramos isto? Porque é que devemos passar por sucessivos governos a transferir os lucros do nosso trabalho para financiar falências de bancos e empresas e sucessivas bancarrotas de um Estado criminosamente gerido? Tanto doutore que por ai anda, tanta ciência política, mas ainda não vi ninguem a cienciar coisa nenhuma. Tal como fez a aristocracia durante séculos, estes agora andam a gozar com a nossa cara, e não é por termos eleições de vez em quando que temos democracia. Longe disso. Nós temos democracia porque existem consequenciais verdadeiras e palpáveis para quem viola e abusa do poder que é confiado a quem elegemos. Se não existem consequências, se não existe um sistema de justiça que se veja, se não há respeito pelos cargos que se ocupa, se não se tem noção da diferença entre politiquice e governação, ora então não temos democracia.

A meu ver, a partir do momento em que 64 pessoas foram mortas no inferno, houve uma 65ª morte: a Terceira República. E embora hajam responsabilidades pelas a apurar pelas mortes destas vítimas, os responsáveis pela morte da III República são óbvios. Sabem aquele feeling que têm tido no fundo do vosso estômago ao longo das últimas semanas? Aquele sentimento que algo está muito mal? É o que acontece quando nos deparamos com a realidade por detrás da cortina, a realidade que têm feito de tudo para se manter escondida.

Qual a diferença de outras calamidades? É que hoje em dia os meios de comunicação já não se resumem à televisão, à radio e aos jornais. Hoje temos meios que vão mais longe, que vão até ao terreno se for necessário, e a verdade pode ser exposta perante todo o mundo enquanto temos uma máquina inteira a tentar esconder o sucedido. E a principal diferença com Pedrógão? Houve quem desta vez dissesse BASTA, e essa voz é crescente e não se cala, não se esquece e não vai largar este tema: desta vez cruzaram uma linha e não há volta a dar.

Da comunicação social à classe política, andam a bombar ao máximo para esconder a morte da III República Portuguesa. O Thomas Jefferson dizia são necessárias revoluções de geração em geração, pois os valores naturalmente evoluem e creio que não estou sozinho em dizer que se antes não me revia neste sistema, então agora ainda menos. É elitista, é paternalista, é lento, é demoroso, é incompetente, é o oposto de profissional e pior, é cúmplice da morte dos nossos compatriotas.

Não percebo como é que é aceitável ter um Estado com a dimensão do nosso que funcione tão mal, que serva tão mal a grande maioria das pessoas. Não percebo como é que se despreza tanto quem inova, quem cria, quem trabalha, quem faz acontecer, e valoriza principalmente quem cala, quem obedece, quem concede, quem segue, quem baixa a cabeça. Não percebo.

A 3ª República é constituída por todo um sistema político e económico que não se aplica aos tempos que correm. Não entendo a necessidade de ter uma classe altamente profissionalizada numa única actividade, a política, que não exige experiência profissional para exercer cargos de alta responsabilidade e remuneração. A politica por si só não é razão suficiente para se exercer um cargo, e infelizmente, a grande maioria de quem governa, fá-lo pela sua competência política, e raramente pela sua competência profissional.

E isto trata-se de toda uma classe, que fora aquilo, que sabem eles fazer? Serem advogados? Serem professores universitários? Interpretes eruditos daquelas tretas a que eles chamam de “leis” que são eles que escrevem para posteriormente saber precisamente como furar em interesse deste ou daquele grupo económico?

Podemos e devemos exigir melhor, e temos que começar IMEDIATAMENTE a conceber a IV República. Chegamos a este ponto por alguma razão e deixar atrasar esta transição inevitável para um sistema que seja, de facto, justo, só nos aproxima cada vez mais a um país do terceiro mundo, ou na pior das hipóteses, conforme idealizam Jerónimo e as Mortáguas, a Venezuela.

Temos que garantir que este ciclo de poder que se fixa única e exclusivamente numa pirâmide invertida de corrupção e incompetência é quebrada de vez.

Andam todos a manter o pó bem alto para que não vejamos o cadáver que é a III República, mas um dia, o pó irá assentar, e por detrás desse cadáver, tal como aconteceu com as 64 vítimas dos fogos, estaremos nós. Porque quando a coisa aperta e o povo exige liderança, só podemos contar connosco. Os outros, é sabido, vão para longe, vão para Palma de Maiorca ou vão para a Assembleia da República insultarem-se uns aos outros. Efectivamente nada é feito, e não sentimos nem mais confiança nem mais segurança.

Sendo assim, digam-me, precisamos deles para o quê?

A comunicação social, é uma vergonha!

Os três estarolas da foto, fazem parte, do conjunto burguês do politicamente correcto e dos jogos de interesses. António Costa faz parte da, trupe dos fofinhos, que não pode ser criticado. A comunicação social, tinha que desviar as atenções de António Costa, depois da gestão desastrosa dos incêndios de Pedrógão, não só devido ás falhas brutais da protecção civil, que não se coordenou e não serve para nada, como a retirada da força aérea do combate aos fogos ordenado pelo mesmo. O escrutínio não podia ser feito, se o fosse, António Costa metia os pés pelas mãos como fez na entrevista à TVI, onde as suas dificuldades em terminar uma frase de português, sem calinadas, são dignas de registo.

Então um dos braços do grande polvo de António Costa e do PS, a comunicação social, começou a actuar e escolheu o mesmo de sempre, já adivinharam? Passos Coelho. Este esteve mal quando confirmou suicídios sem a informação estar 100% correcta, mas também é verdade que foi induzido em erro mas ao menos pediu desculpas, coisa que António Costa e o seu governo tricolor não o fez. Se Theresa May, no Reino Unido, pede desculpas pelo incêndio na torre em Londres, António Costa tem que se ajoelhar e fazer o mesmo pois, além de ter proporções muito maiores, fez muito mais do que 64 mortes, vamos ver se ainda nos escondem alguma coisa.

O erro de Passos Coelho não matou ninguém, já a falha no dispositivo de protecção civil, a retirada da força aérea e as cativações no sector, são responsabilidade do governo e que geraram mortes indirectas. O alvo da comunicação social parcial, está errado, sei que a tentação é muita e as ordens já foram dadas para dizimar o Homem, mas se tem carteira de jornalista exerçam a profissão, pelo menos uma vez na vida. Se não temos órgãos informativos imparciais, posso afirmar que estamos numa ditadura e é Comunista.

Mauro Pires

 

A “nova” Ditadura Social-Comunista

O Portugal de 2017, é um clone refinado, do Portugal de 1975. O cheiro a pressão na imprensa Portuguesa, cada vez mais parcial, juntando a um Governo doutorado em piromania avançada, temos um cocktail perfeito para estarmos no lugares cimeiros de um País arco-íris que vai cantando e sorrindo, mas que terá o mesmo desfecho de sempre. Podemos efectivamente falar de vários indicadores económicos preocupantes, como: A taxa de poupança em mínimos históricos, o endividamento total da economia(Público+Privado), a atingir novos máximos, mas deixo para outro dia. O caso que mais me intrigou, esta semana, foi a revolta da Frente comunista( PCP, PS e BE) face a um artigo de Jornal Espanhol El Mundo, sobre os incêndios em Portugal.

O artigo do El Mundo é digno da verdadeira imprensa, tenta explicar e encontrar os factores determinantes para perceber a causa do incêndio de Pedrógão. O que fez a imprensa portuguesa? O mesmo de sempre:« Estamos de luto»;« Temos que respeitar as vítimas dos incêndios»;« O problema é dos eucaliptos e do coiso». Para respeitarmos as vítimas, é estritamente necessário perceber o enquadramento que temos, ou seja, o que fez com que os incêndios de Pedrógão causassem tamanha matança? Fez o Estado tudo para proteger a “colectividade”? Os dispositivos de protecção civil servem para alguma coisa se não para alojar boys partidários? O problema é que, tamanho incêndio, pode vir a ocorrer para o ano e temos somente palavras bonitas para encher o pagode, exprimido sai BOLA.

Regressando ao El Mundo. O artigo de Sebastião Pereira, pseudónimo do jornalista que escreveu o artigo, foi logo fustigado pela frente social comunista Portuguesa, todos em bloco, como nos velhos tempos do tio Estaline e em modo passarinho Chávez. O jornalista, ingenuamente, afirmou que o incêndio de Pedrógão poderia ditar o fim da carreira política de António Costa. Sei que o jornalista em questão está habituado a civilização, mas vê-se que não conhece o burgo à beira mar plantado. As ligações de António Costa à imprensa são nítidas, faz parte da boa corte Lisboeta e não pode ser criticado, sob pena de “Sanções”. Assim vai o nosso Portugal dos pequeninos. Se não se pode criticar o Faraó Kim Jong, que raio de democracia é esta?

Criar um inimigo externo, neste caso Sebastião Pereira, é típico da táctica do barulho socialista. A culpa nunca é deles, é sempre dos outros, nem a nossa Senhora de Fátima é tão pia. O desconforto de António Costa é mais que visível, sente-se encurralado, e está neste momento a encontrar outro bode expiatório, imaginem quem? Pois já sabem, é mais que visível, se cair um meteorito na terra a culpa é de quem? É dessa mesma pessoa.

Para terminar, o Jornal Público, está agora a seguir as instruções do seu partido e a espalhar culpas para os outros, vou falar disto, deixemos a poeira “assentar”.

Mauro Pires

 

Não Foi Por Acaso!

Não há acasos quando as mesmas coisas se repetem sucessivamente durante décadas. Quando se investe majestosamente em equipamentos e meios e em vez melhoria nos resultados piora assustadoramente.  Só um estúpido acredita que isto tudo pode ser obra do acaso, do infortúnio. Desculpem-me, mas a verdade, pela nossa segurança, tem de ser denunciada: a inoperância é o objectivo.

Portugal pelas suas dimensões e características florestais, não precisa de Kamovs e de SIRESP. Estas necessidades inventadas pelos “amigos do Estado” abriram caminho à nossa sentença de morte: os Kamovs foram adquiridos para reaver dinheiro da ex-URSS. Equipamento russo, obsoleto e sem peças para fazer a manutenção. Estão avariados; o SIRESP não funciona em situação de catástrofe ou calamidade pública. Por isso FALHA SEMPRE que precisamos verdadeiramente dele. Mas em contrapartida, os contribuintes pagam como milionários estes negócios.

Os Kamovs custaram na aquisição 42,1 milhões. O Estado celebrou um contrato onde se prevê um número mínimo de voo exagerados e em média quase o dobro, elevando o custo da manutenção. Assim, foi suportado pelo erário público em 2008, 2312 horas de voo mas só foram efectuadas 1269 com um diferencial de 5,4 milhões a mais. Até 2013 o Estado pagou sempre horas a mais sendo que em 7 anos voaram 9562 horas mas foram pagas 14 531. Mais 22 milhões em horas não voadas! Mas há mais: António Costa então ministro da Adm. Interna, assinou seis dias antes de sair do cargo, um memorando elaborado pelo gabinete de Rocha Andrade, permitindo o ajuste directo para aquisição de aluguer de meios aéreos porque tendo firmado contrato com faseamento de entrega dos Kamovs, sabia antecipadamente que não estariam operacionais no verão de 2007. Mesmo assim não lançou concurso normal em 2006, preferindo que se  invocasse mais tarde urgência, para justificar o ajuste directo. E assim foi. Os juízes do TdC arrasaram a actuação de Rocha Andrade subsecretário de Estado da Administração Interna  que ainda alterou e aligeirou o contrato com a Heliportugal numa altura em que a empresa já se encontrava em incumprimento com o Estado. Maravilha!

O SIRESP volta a pôr no palco das negociações Rocha Andrade, Costa e Lacerda. Claro! (estes estão em todas). De cinco empresas consultadas, estranhamente apenas uma se interessa pelo negócio (cof! cof! cof!). Esse consórcio é constituído pela SLN 33%, PT 30%, Motorola 15%, Esegur do Grupo Espírito Santo 12%, DataComp 10%. O processo de adjudicação começa em 2002 onde uma proposta é entregue. A adjudicação acontece estranhamente aprovada pelo governo de Santana Lopes 3 dias depois da eleições legislativas que deram vitória ao PS. António Costa anula não integralmente o concurso e faz nova adjudicação ao mesmo consórcio. Fecha o negócio por 485 milhões, menos 52,5 que o previsto. Esta “pequena” diferença viria a dar outra reviravolta. Costa acabava de eliminar custos com geradores para justificar poupança. Estão a ver? Geradores? Aqueles equipamentos que asseguram a continuidade sem energia eléctrica? Diogo Lacerda era advogado desta PPP assim como foi júri do concurso dos Kamovs, estão a ver o filme? O Ministério Público perante suspeitas do concurso estar viciado desde o início, abre investigação e depois um inquérito que caiu em saco roto. Um hábito muito português. De acordo com o artigo de Joaquim Sarmento, desde que foi assinado, este contrato já foi objecto de 3 renegociações. Se fosse o Estado a pagar seriam apenas 280 milhões mas para que se justificasse a entrega a privados foi revisto de modo a apresentar mais custos para o Estado aproximando os valores. Neste contrato o Estado não tem benefícios mas paga um encargo anual de 40 milhões. Não tem cláusulas de fiscalização nem de acompanhamento de instalação e equipamento. Contudo tem uma cláusula em que o valor a pagar pelo Estado só reduz se o equipamento falhar durante vários dias. Bem como outra, também estúpida de Alocação de Risco – Acts of Gods que se destina à salvaguarda de desastres naturais. Um contra-senso absurdo porque é precisamente para essas calamidades que se destina o SIRESP. Assim, iliba os privados de qualquer responsabilidade para a finalidade a que se destina. Bonito não é?

Mas isto não fica por aqui. Num testemunho que recebi por videoconferência tomei conhecimento através de um ex-bombeiro especialista que no cenário das operações, tudo se organiza e coaduna no sentido de haver uma inoperância inicial em situação de incêndios. Este operacional explica detalhadamente que propositadamente não se tomam medidas imediatas ao alarme. Enviam-se alguns bombeiros para o terreno com jipes e camiões cisternas com ordens dos comandos centrais para passear no teatro das operações de um lado para o outro até haver ordens para avançar. Um show-off para os média. Por isso, alguns populares vêem os bombeiros passar dizendo que estão a caminho de outros fogos, sem parar para as assistir. Depois, vem a ordem e esticam as mangueiras atirando água para o fogo que segundo este especialista ex-paraquedista, não só não apaga o fogo como contribui para o seu alastramento. Diz ainda que, é contraproducente uma descarga de água com esta carga térmica porque ela alimenta o fogo provocando um arrefecimento bruto no oxigénio e propaga-o. Todos sabemos que o fogo se alimenta de oxigénio, certo? E que o dióxido de carbono, o mata, certo? Explica que o fogo tem de ser combatido por dentro e não por fora. Que o efeito químico da água é perigoso e põe a vida do bombeiro em risco. Que os meios aéreos com água em vez de calda retardante, também representa perigo para os aviões e alimenta as chamas que se tornam mais violentas. Que o vento forte é reacção química desse incêndio sendo que o combate eficaz se faz em terra com corta-fogos logo no início do incêndio. E levanta uma questão pertinente: já reparam que o teatro de operações dos grandes incêndios é sempre perto de grandes cursos de água?

Mas, alguém começou a dizer que os corta-fogos eram perigosos. Que a calda retardante, também. Que os meios aéreos eram vitais. A FA dispendiosa e  dispensável. A ajuda dos espanhóis desnecessária. A narrativa perfeita para justificar os contratos ruinosos e mortíferos que comandam agora a segurança  das pessoas. Segundo este profissional, os comandos operacionais são liderados por gente que não sabe combater um fogo, nem nunca estiveram no terreno. Não fazem a mínima ideia de como organizar um combate caótico desta natureza. São gente de gabinete, alguns expert em desvios de verbas.

Foram 200 vítimas desta vez. D-U-Z-E-N-T-A-S! Porque ao contrário das outras vezes, um erro não calculado encurralou gente numa estrada. Não fosse isso, seria só mais uma contabilização aos prejuízos materiais. Entrega de verbas por áreas ardidas que quanto maiores mais recebem. Quis o destino que esta brincadeira com a segurança das pessoas acabasse aqui.

E por elas, pelos seus que sucumbiram, por nós, chegou a hora de pôr um BASTA nisto!

Não deixe morrer este assunto até que se REVERTA todos estes negócios da China. 

Porque hoje foi num incêndio e se amanhã houver um sismo? Pense nisso.

 

A táctica do barulho

Não, não vamos falar de futebol, mas podíamos, porque a personagem que mais parece um Faraó do antigo Egipto, onde nada se lhe pode imputar, está cada vez mais um pantomineiro de tasca. Escrever sobre António Costa, no País do compadrio, é difícil pois enfrentar o regime maçónico bafiento e bolorento, dá perda de cunha para a função pública e, de graça, um festival pirómano da comunicação socialista a torrar essa pessoa anti sistémica. Tudo que fuja do politicamente incorrecto socialista, é para cortar, cortar o piu e distorcer as palavras do individuo.

António Costa, hoje, diz uma frase que lhe caracteriza por inteiro, a suma lata do Sumo Faraó:« “Este é o momento para que se faça a profunda reforma que há muitos anos tem vindo a ser adiada. Temos de ter coragem”». António Costa é pior que o PCP, ou melhor, a qualidade de disco riscado é digno de platina! É que o Ministro da Administração Interna(MAI), António Costa, o então Ministro do Governo Sócrates, em 2006, disse a mesma coisa:« É preciso reformar a floresta», ora se o Sr.Ministro Costa  diz hoje que:«É preciso ter coragem», o que lhe impediu, quando foi Ministro, de acabar com regulações na floresta, abolir impostos florestais, mudar o Plano Director Municipal(PDM) para corrigir assimetrias e retomar a profissão de guarda florestal em Portugal? Teve falta de coragem? Ou foi um interno inconseguimento?

Portugal enterrou perto de 600 milhões de euros com o SIRESP, um dos mecanismos da protecção civil para incêndios, que eu já disse aqui, que para mim, a protecção civil foi criada com boas intenções, mas como sempre, em Portugal, os tachos partidários falam mais alto, da esquerda à direita não servindo, hoje, para nada. António Costa, travou a adjudicação, inicialmente feita pelo Governo PSD/CDS  mas acabou por fechar o negócio por 458 milhões. Juntou-lhes as despesas de operação e manutenção são 600 milhões de euros, salvo erro, até 2021. O Governo PSD/CDS tinha fechado o negócio por 500 milhões em 2005, Costa reverteu, como sempre, deu caril, talhou e subiu para 600 milhões. Ficamos hoje muito bem servidos com um sistema que não funciona, e além disso, não tem cumprido as suas funções.

Os senhores de avental e certos interesses não querem que se apure responsabilidades, mas vamos ter que o fazer, quando o clima político estiver mais calmo ? Sim! Já o luto não acaba, morreram mais 60 pessoas num incêndio, podem ser mais. Isto não se engole simplesmente, recorda-se para o resto da vida em amargura.

É necessário afectos? Sim! Mas sobretudo acção, e as palavras mansas de políticos que, em outros Países, nem calçavam, já não valem de nada, BOLA, nicles e pickles.

Mauro Pires

Da série:” Eu não tenho nada a ver com isto”

Verbas para combater incêndios caíram 9% com Governo de Costa

“A dotação do Ministério da Administração Interna para protecção civil e luta contra incêndios caiu cerca de 9% nos dois orçamentos do Estado da responsabilidade do Governo de António Costa, face à média anual do anterior Governo PSD/CDS.

No OE2017, o Governo inscreveu uma verba de 211 milhões de euros para esta rubrica e no anterior a verba tinha ficado em 208 milhões de euros. Na legislatura anterior, o Governo de Passos gastou em média 231 milhões de euros por ano com protecção civil e combate a incêndios, pelo que há uma queda em torno de 9% com a mudança de Executivo.”

Fonte: Jornal Económico

Depois ainda quer procurar responsáveis, que comece por si senhor Costa. Vamos cativar mais uma verbas para ver se isto melhora.