Porque não vão buscar os venezuelanos?

E não é que nós, um país em pré-falência do Estado Social, que não tem condições mínimas para cuidar dos que estão cá dentro, solidariza-se e prontifica-se a receber milhares de migrantes da Turquia, Egipto e costa Africana onde não há guerra e sob o estatuto de refugiados? Esta semana a nossa bondade foi tanta que aceitamos receber a carga humana do Lifeline, um navio sob suspeita de tráfico humano e retido pelas autoridades, rejeitado e bem por Itália. Mas se é por mera questão humanitária porque não vão buscar os 500 000 luso-descendentes que estão em perigo na Venezuela?

A verdade que ninguém conta é tudo se resume a dinheiro e poder. A crise humanitária na Venezuela só interessa aos EUA que, enquanto o nosso Primeiro Ministro e Presidente da República foram ver a bola à Rússia, os americanos foram pressionar Nicolás Maduro que está literalmente a matar seu povo. Aos olhos da UE e da ONU os venezuelanos bem que podem morrer de fome e violência que não lhes interessa nada. Interessa sim dar seguimento à agenda de Soros que não é mais do que aplicação do Plano Kalergi, que é paga a peso de ouro para colonizar a Europa com gente dependente e submissa a uma nova ordem mundial. Confuso? Acha que isto é uma teoria da conspiração?

Se nunca ouviu falar do Plano Kalergi, a culpa não é sua. É das escolas que não lhe ensinam toda a História. Com efeito, é com Richard Coudenhove Kalergi que nasce os princípios orientadores da União Europeia: o “projecto para a integração Europeia”. Este Plano Kalergi, que surgiu com a fundação em 1922 do Movimento Pan-Europeu em Viena, pretendia a criação de uma Nova Ordem Mundial tendo como base uma federação de Nações Europeias liderada pelos Estados Unidos. No seu livro “Praktischer Idealismus”, Kalergi indica que os residentes futuros não seriam pessoas do Antigo Continente mas sim um tipo de sub-humanos fruto do cruzamento multi-cultural sem qualidade e facilmente controlável pela elite governante. Pelo caminho da concretização deste objectivo, a abolição do direito à autodeterminação e eliminação de nações recorrendo a grupos separatistas étnicos e imigração massiva, ou seja, os idiotas dos marxistas. Se ainda tem dúvidas pergunte-se porque existe o Prémio Europeu “Coudenhove-Kalergi” concedido a europeus, de 2 em 2 anos, que se destacaram na promoção deste plano. Entre os premiados podemos encontrar Angela Merkel e Herman Van Rompuy.

É com George Soros, um financeiro multimilionário ambicioso e fanático pelo poder que este plano foi entretanto retomado. Com uma agenda bem definida para a criação de um governo global, colocou sua Fundação a “Open Society” fundada em 1990 a financiar nas grandes sociedades capitalistas ocidentais, grupos que contrariam as posturas e valores tradicionais(partidos de esquerda, extrema-esquerda), apostando ainda nas organizações que julga capazes de empurrar a sociedade no caminho dessas mudanças(a ONU, ONG’s), sem pôr em causa o sistema capitalista que lhe permite poder e fortuna. Embora sua influência seja mundial na promoção do marxismo cultural que desestrutura as sociedades fragilizando e transformando-as num caos, é nos EUA que exerce maior influência onde possui laços estreitos com o partido Democrata.Esteve por trás das nomeações do governo de Clinton, deu um “empurrão” nas doações à campanha de Obama e foi o grande financiador de campanha de Hillary Clinton. Como reacção a esta agenda de globalismo, grupos nacionalistas começaram a nascer para travar este plano criminoso de substituição populacional. Na Macedónia o grupo SOS (Stop Operation Soros) quer travar as ONG’s financiadas pelo multimilionário de intervir na política do país. Na Hungria, o primeiro ministro atento a estas manobras está a impor legislação a fim de encerrar as actividades da Universidade Centro-Europeia fundada por Soros em Budapeste em 1991. Na Itália o Ministro do Interior denunciou e faz frente às manhosas ONG’s ao serviço desta agenda de massificação da migração de substituição na Europa. A propósito, sabia que Sanchez o idiota que assaltou o poder em Espanha acaba de reunir com Soros? Ah! pois é…

António Costa ávido de dinheiro da UE para tapar os buracos financeiros da sua má gestão, e a marimbar-se para a segurança do país, aderiu a esta agenda oferecendo-se para receber milhares de migrantes sem medir riscos, sem questionar o que vamos fazer com tantos rapazes jovens (sim, rapazes! não são famílias) que não fogem de guerra nenhuma mas vão ter regalias como se fossem refugiados, com casa, mesa e roupa lavada e que buscam na sua maioria um Estado Social que os sustente e não um trabalho. Um dos motivos apontados para esta entrada, dizem eles, é a baixa natalidade. Ora se assim é, não era mais seguro e barato criar aqui medidas de apoio familiar, melhorar as condições de vida e trabalho dos residentes ou até ajudar luso-descendentes criando condições atractivas em Portugal para que regressem e ao contrário destes migrantes, trazer mais valias económicas em vez de apenas despesa?

Era mais barato, sim senhor mas não enche os bolsos nem dá poder à classe política. Os venezuelanos, a braços com uma crise humanitária sem precedentes, não dão dinheiro por isso finge-se que não existem.

É exactamente este plano globalista de Soros que a actual presidência dos EUA quer combater e é também exactamente por isso que os democratas, financiados por este multimilionário criminoso, promovem o ódio contra esta administração que tentam a todo custo derrubar.

Se fosse mesmo uma questão humanitária os luso-venezuelanos não seriam esquecidos. Pense nisso.

Cristina Miranda

Via Blasfémias 

Os imigrantes ilegais

Certo dia a propósito do meu texto sobre o  caso do pequeno Alfie, deixaram-me um comentário que tomei em consideração. Dizia, em resumo, que a lei pode ser dura mas que era a lei e assim,  os ingleses, sendo cumpridores de leis (ao contrário de nós que só as temos para serem quebradas)  podia-se  contestar pela mudança da lei mas não pela sua execução. Aplicando este princípio que está certíssimo (pese embora o facto de no meu texto estar a criticar o poder exagerado concedido ao Estado e não a aplicação da lei) a  qualquer nação, não podemos entrar em histeria parva só porque os EUA fazem cumprir suas leis fronteiriças. Das duas uma: ou somos sérios naquilo que defendemos ou não o somos.

Todas as nações têm fronteiras e compete a cada um dos países decidir como as quer manter na defesa pela segurança dos seus cidadãos. Ninguém de fora tem o  direito de  impor seja o que for nesta matéria. Na nossa “casa” mandamos nós ou mandam os vizinhos? Não seja hipócrita e responda com verdade. Você, na sua propriedade, só autoriza  a permanência de quem lhe convier e sob regras impostas por si, certo? E também não tem a porta aberta 24 horas por dia  acessível a qualquer um, pois não? Está a fazer discriminação positiva, certo? A questão da imigração ilegal é complexa e é precisamente por isso que não pode ser tratada de forma leviana porque põe em risco a vida das pessoas violando um dos princípios básicos da função do Estado: proteger. Tal como na sua casa em que toma medidas como fechar a porta à chave, vedar a propriedade com muros, para proteger sua família de invasões indesejadas e impedir a exposição aos perigos, as leis das nações servem exactamente o mesmo propósito.

Esta semana atacaram violentamente a Presidência actual dos EUA por fazer cumprir a lei existente criada por Clinton, agravada depois por Obama e aplicada por todos. Para justificar a desumanidade da separação de crianças dos acompanhantes adultos, registada em 2018 socorreram-se de imagens tiradas em 2014 durante a administração de Obama (ups!) e fizeram correr uma estória de uma menina das Honduras que fez capa no Times como tendo sido falsamente arrancada da mãe quando na verdade apenas se tratava de uma mulher retida em 2013, fugida do pai das meninas (tinha três) e que usou a mais nova para conseguir entrar com mais facilidade na fronteira sem nunca terem sido separadas. Mesmo depois de devidamente desmentido pela Reuters a nossa SIC continuou a divulgar essas imagens como sendo de 2018. Porquê?

A verdade é que é preciso promover a todo o custo  as imigrações ilegais  e diabolizar quem se  opõe porque há uma agenda política para cumprir. Mas não se explica, porque claro não convém, que a luta dos EUA não é contra os imigrantes (a sociedade americana só é multi-étnica porque promovem a imigração)  é contra os ilegais (e quem os promove) que assaltam o país pelas suas fronteiras e invadem a sociedade americana de criminosos como o gangue MS-13 responsável por atrocidades indescritíveis espalhando terror e a quem Trump classificou, e muito bem,  de “animais” para “horror” dos democratas. Basta analisar as declarações de Clinton, ObamaHillary e Trump para verificar que todos estão em sintonia sobre esta matéria. Todos querem que a imigração positiva siga seus trâmites legais. Algum problema nisso? Parece que sim.

Os EUA não querem ser uma Europa que já conta com muitos países a braços com problemas sérios de invasão  em curso onde só em França, por exemplo a população islâmica já representa 15% da população total e    conta com 1500 zonas interditas as “no-go zones”. Dá que pensar.

Devemos aceitar imigração? Claro que sim. Mas sem desrespeito pelos cidadãos que já vivem nesses países.  Dito e muito bem dito, por Obama em 2005: “Aqueles que entram ilegalmente no país e aqueles que os empregam desrespeitam o estado de direito. Eles estão mostrando desrespeito por aqueles que estão seguindo a lei. Nós simplesmente não podemos permitir que pessoas entrem nos Estados Unidos sem serem detectadas, não documentadas, sem controle e contornando a linha de pessoas que pacientemente e legalmente se tornem imigrantes.” Alguém arrisca contestar esta declaração? Claro que não. Porque foi dita por… Obama.

Cristina Miranda

Via Blasfémias