A culpa é do Passos

Qualquer pessoa move-se por interesses pessoais e com objectivos profissionais. O dia 4 de Outubro de 2015 marcou a forma mais negra de o atingir, já percebemos e sabemos a história da subida ao poder do maior usurpador de Portugal de sempre. António Costa não quis subir ao poder não só por vontade própria, mas também por interesses externos à sua eterna parvalhice. Portugal é um País de gente ingénua, trabalhadora mas muita virada para a sua vidinha. Pode algum agente político assaltar-lhe a carteira com um cardápio de taxas que ninguém se chateia, ninguém fala e ninguém grita, só nas tascas de café.

Costa foi a jogo para dar de comer as Hienas esfomeadas, esfomeadas de dinheiro dos outros, de rentismo, da pobreza alheia e da mediocridade geral. Alimentar as clientelas é símbolo de reforço de poder do partido da bancarrota, mas é a queda de outros, é a queda do País, que anda a deriva numa caravela de remendos em que temos dois capitães de serviço: Um que continua a fazer buracos e outro que retira a água e remenda, mas o outro continua a esburacar mais esse é Costa. Quem remenda tem que ser atirado aos tubarões, Mário Soares lembra-se desta frase, só que o remendador, pedreiro e fascineiro tem nome, muitos gostam, outros detestam, outros são pragmáticos e vem que é o melhor para o País no meio de tantos anões das duas alas políticas.

Depois de atingido o objectivo de capturar o País, é a vez de deitar fora quem o pode salvar, Costa quer tirar Passos da liderança do PSD der por onde der, nem que tenha que utilizar e telefonar aos jornais do seu partido para que aumentem a propaganda e o barulho. Entre socialismo e alguém que tentou ser diferente do habitual da podridão instalada neste País prefiro quem inove, não em palhaçadas, mas que tente mudar o estado de coisas com seriedade e serenidade coisa que Costa não tem. Os derrotados tem medo de vencedores, é factual caros leitores é factual. Quem não incomoda deixa-se estar, quem incomoda é para criar barulho em volta do mesmo, a táctica é moribunda e cínica, tal como o comandante que executa tal estratégia, António Costa.

A culpa é de Passos Coelho se vier um tsunami . Podem cair meteoritos que a culpa é de Passos Coelho, o SIRESP falha a culpa é de Passos Coelho, a dívida pública sobre para níveis estratosféricos e a culpa é do Passos, o novo slogan para as Autárquicas de Costa é: ” A culpah é do Passus”, frase ortograficamente mal escrita, tal como todas as palavras gramaticalmente mal ditas do actual “Primeiro”- Ministro.

Passos Coelho não é espectacular, não é a última gota de água do deserto, mas volto a dizer o que digo há anos: É DECENTE. Digam-me um político DECENTE em Portugal nos últimos 43 anos à excepção de Sá Carneiro? É raro não é? Pois, conservemos a decência, ao menos isso! Porque neste momento é um bem que não existe nesta mixórdia governamental.

Mauro Pires

 

O grande favor de Ricardo Salgado a Passos Coelho

Ricardo Salgado utiliza a táctica de qualquer socialista moribundo: A Táctica do barulho. Todos tem culpa, até o sol, menos Ricardo Salgado, quem faliu o GES e quase faliu o BES foi o contabilista, Passos Coelho e o “coiso”, não Ricardo Salgado até aqui verificamos outra táctica: A táctica da demagogia e da parvalhice. Estamos a pintar um retrato de um socialista? Claro que sim! É isso que Salgado  é, pois criou e beneficiou de uma rede de contactos e negócios entre a banca, as empresas e o Mundo político que encheram os bolsos de muitos e armadilharam a economia portuguesa impedindo-a de inovar e crescer, pois antes, e ainda hoje, existem um grupo de lobbys e grupos de pressão que não deixam reformas estruturais avançarem pois isso mexeria com a sua fonte de dinheiro.

Ricardo Salgado pensava que uma das fontes de dinheiro, a governamental, ainda era farta e que bastava mexer cordelinhos para jorrar euros, mas Salgado pensava que estava a lidar com um qualquer Sócrates e socialista desta vida e levou um chute no rabo de Passos Coelho. Foi aqui que se cortou, espero eu, definitivamente, a principal teia de negócios entre a banca e a política, pelo menos entre a “direita” e a banca mas o usurpador Costa logo voltou aos negócios, entregando ao desbarato o Banif ao Santander. Salgado acusou Passos de que:” Passos Coelho não só chumbou a operação de financiamento (solicitada pelo Banco de Portugal) como publicitou essa recusa. Isto é o colapso final!” e que:” Qualquer outro governo com o mínimo de responsabilidade e sem intuitos populistas teria evitado a resolução de um banco com a dimensão do BES”.

Ou seja, vamos ver se percebi, arruíno um banco e venho pedir batatinhas para aquilo endireitar com o dinheiro dos outros, a pessoa que recusa é honesta e integra e recusa o pedido porque ia ser ruinoso para o País e ainda é acusado de destruir o BES. Ricardo Salgado, o Júlio de Matos é já ali. Agora entendem o porquê do amigo de Salgado, Marcelo Rebelo de Sousa, vulgo Marsefie, quer tirar Passos do PSD? Mexe-se com os amigos do Professor e com a Maçonaria tem o direito a levar, como diria Jorge Coelho.

Um dos problemas deste País é que, encontrar um político decente, é como encontrar um cérebro no crânio de António Costa, logo possibilidade zero, da esquerda à direita. Passos Coelho pode ter imensos defeitos, mas há um que não têm, é integro e decente e isso vale de muito, pelos menos para mim. Salgado ainda não se apercebeu que, indirectamente, disse que Passos era o melhor Primeiro-Ministro em democracia.

Aconselho internamento urgente do Dr.Salgado com uma réplica de um peluche do Engenheiro Pinto de Sousa, vulgo Sócrates. Porca Miséria.

Mauro Pires

O herói de Nuno Crato é o herói de muitos mais

PedroPassosCoelho

 

Pedro Passos Coelho é um Homem perfeito? Não longe disso, mas é o menos imperfeito Primeiro-Ministro deste o início da nossa era democrática. É controverso, pois não pertence as oligarquias de Cascais, maçonaria e do grupo Bildberg, mas acima de tudo, é uma pessoa com espinha dorsal, muito raro entre os políticos portugueses, que envergonham qualquer camaleão. É coerente nas suas ideias e no projecto que defende para o País, é o menos socialista dos políticos portugueses, é um Homem às “direitas” e que por não ser populista, irrita os nossos canhotos caviares, que são o verdadeiro hino e matriz para quem não tem mioleira dorsal. Pedro Passos Coelho é muita coisa, para a nossa camarada Catarina é todos os nomes possíveis e imaginários, afinal, só a trupe dela tem legitimidade para dizer, a direita não o tem. Para outros, Passos é um Homem determinado, corajoso, cheio de defeitos e reformador, eu e muita gente, aquela maioria silenciosa que fez Passos ganhar o que, certos “analistas”, diziam impossível, estamos incluídos nesse pacote.

Temos que infelizmente, que estar calados, porque senão os todos democráticos canhotos malham-nos em cima, é o País democrático que temos. Nuno Crato, o ex-ministro da educação de Passos, que já deixa saudades, deu uma entrevista ao Diário de Notícias, onde diz, e com coragem, que Passos é um Herói nacional. Até aqui nada de novo, muitos o subestimaram, incluo-me também neste pacote, mas mudei a perspectiva que tinha dele, nenhum outro político diz, desde 2011 até agora, que temos que cortar despesa pública ou que temos que fazer reformas estruturais,para potenciar o nosso crescimento económico e crescermos com mais “qualidade”. Outros preferem engendrar teatros de paz podre, pão e circo para a clientelas, e outros pensam no País. É a diferença entre um Estadista e um Estatista, a diferença entre um Homem sério e honesto com uma pessoa “hernesta” e ao sabor do vento como António Costa. Pedro Passos Coelho é especial por ser ele mesmo, ser único, pensar nos portugueses e no nosso futuro, é o político mais liberal do Mundo, não! Mas é o menos socialista, o pragmatismo impera, e para quem enfrentou a CGTP, a UGT, o PCP, a liderança Bicéfala do BE, o resgate mais duro de sempre, é Homem para tudo. O Marquês de Pombal acabou no asilo por ter reformado e enfrentado grupos sociais poderossisimos, Passos fez o mesmo, apesar de que podia ter ido mais longe, mas fez o essencial, não podemos cometer o mesmo erro, é o nosso principal activo para nos tirar das amarras do socialismo da actual troika social-fascista. Passos tem um deserto a percorrer, mas vai atingir a meta, já António Costa quando perspectivar o precipício, dá de frosques para Paris, e talvez vá estudar Economia, bem precisa. O quão é grande a diferença entre os dois!