Um Memorial, Uma Empresária e os Donos Disto Tudo

É um dos nossos maiores problemas estruturais neste  País: Não sabe uma noção de capital nem muitas vezes para servir. Perseguimos quem o tem até ao inferno se para preciso. Quem é um criminoso, criminoso porque se paga por dificuldades de tesouraria, ora mais uma multa, ou usa outros taxa. Se fechar? É por incompetência! Nunca porque o Estado não é um Monstro de consumir os recursos dos outros!

BLASFÉMIAS

Há algo neste país que urge mudar. Sempre que alguém diz ser  empresário não falta quem o associe de imediato à ladroagem,  à exploração salarial dos “pobres trabalhadores indefesos” para viverem “à grande e à francesa com contas offshores”. Ser empreendedor em Portugal acaba por ser  um acto muito mais corajoso do que assumir ser homossexual. As empresas são vistas  como  algo nocivo para a sociedade que é preciso castigar e por isso são fortemente penalizadas quer ao nível laboral quer fiscal. Tudo isto graças aos idiotas úteis de sempre  que se deixam manipular e comprar a troco de poder político. Mas cabe na cabeça de alguém que matando galinhas se continua a ter ovos?

Se houver uma insolvência, ainda é pior. Não se questiona as razões que levaram a deixar de poder honrar compromissos. Parte-se de imediato para o enxovalhamento na praça pública sem dó nem piedade.  A este…

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O RSI da “Pobreza Severa”

Os Partidos da Igualdade, da Inclusão, da “Junção” e de todas as fanfarronices politicamente correctas, querem dar dinheiro a quem o tem, os que não tem rendimentos que se lixem, mas quem tem um Mercedes é recompensado. Ohh Costa! Porreiro pah!

BLASFÉMIAS

O mesmo Governo que ainda não reverteu por completo o SIRESP por falhas criminosas, resolveu reverter mais uma medida do anterior executivo. Qual é ela? Aquela que limitava o acesso ao RSI de pessoas com carros, avionetas, barcos e contas bancárias com mais de 25000€. O que alegou então Vieira da Silva para reverter esta medida? Que estas condições não invalidavam a existência de “pobreza severa”. Muito bem. Dito isto ficamos a saber que pobreza severa também atinge quem tem bens e contas com milhares de euros. A sério? Não estou aqui a dizer que ficar sem trabalho não é dramático. É. Mas se eu ficar sem trabalho e tiver 25000€ no banco ou um bem nesse valor, eu não sou pobre. Estou, sim,  em dificuldades e isso é outra coisa. Ficar desempregado mas ter bens que me permitem dar a volta por algum tempo à minha situação, não…

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Portugal com Vida Suspensa à Beira de uma Paragem Cardíaca

Na minha última publicação falei de uma das graves falhas na comunicação social, o fetiche pelo ciclo de indignação-esquecimento. Hoje achei que deveria promover um tipo de jornalismo que não é suficientemente valorizado dado que não é mediático, é mais cerebral, requer trabalho. Existem investigações de grande qualidade feitas por programas como o Sexta às 9 da RTP, os vários trabalhos das Vidas Suspensas ou o Acha Que Conhece o Seu País? da SIC ou como outro exemplo, o último Repórter TVI sobre as Contaminações dos terrenos do Parque das Nações. Entre estas, por vezes também somos expostos a investigações titânicas por parte da SIC que demonstram pequenos exemplos das redes de corrupção e o alcance da podridão que corrói a sociedade portuguesa, como na queda do BES, a operação Marquês, o BPN, BANIF, etc etc.

Este tipo de reportagens não são inconsequentes, alias, necessitamos de um ressurgimento deste tipo de trabalho. Acho que merecemos, acho que precisamos e com muita, mas muita urgência.

Chegamos a uma era em que a transparência é cada vez mais nítida e a informação cada vez menos concentrada nas mãos da auto-intitulada elite. Essa transparência e esse acesso à informação são os principais inimigos de quem se enriquece às nossas custas e de quem faz de nós uns verdadeiros otários dia após dia.

Todas as sextas-feiras fico de boca aberta com a falta de rigor, profissionalismo e qualquer ausência de responsabilização por parte das entidades que sistematicamente desfazem famílias e lançam o caos perante os portugueses. O Sexta às 9 tem feito um trabalho exímio em reportar algumas grandes falhas do nosso sistema, e em alguns casos levaram a consequências e a pequenas reformas. Merecem o reconhecimento disto, mas infelizmente, ainda não é o suficiente.

Ao ver qualquer daquelas reportagens, seja na RTP, SIC ou TVI, chegamos à conclusão que não podemos confiar em quem está em posições de poder. Vivemos num país com mais de 600 mil funcionários públicos, uns com mais poder que outros, mas todos invariavelmente com o poder suficiente para afectar profundamente as vidas de cada um dos milhões de portugueses que vivem dentro e fora de Portugal. Se viver à margem da responsabilização e da supervisão não fosse o suficiente, ainda temos o resto da sociedade para enfrentar, o que me dá a distinta ideia que vivemos de facto num país muito perigoso. Um poder governativo sem supervisão e uma sociedade à viver à margem da lei não são bons ingredientes para garantir “a paz social”.

Podemos não ser alvo das ondas terroristas e xenófobas que esbarram pelo mundo fora, muito devido à nossa ausência de aventuras militares em países que não nos dizem nada e também devido à nossa história e cultura que tendencialmente é aberta a novas ideias e novos horizontes.

Podemos não correr estes riscos mais iminentes e podemos não sofrer destas ameaças à nossa democracia e liberdade, mas corremos perigo, disso garanto-vos.

Neste momento somos governados num ambiente em que nos é encafuado goela abaixo, que nem uns belos patos para fazer foie grás, que nada de mal se passa, tudo é fantástico, e tudo corre bem.

Vivemos bem para além do país das maravilhas e completamente alheios à realidade que suspende as vidas de milhares de portugueses todos os dias. Ignora-se o que é de facto sério para dar foco sem fim à política macroeconómica do país. Baixamos uma percentagem no défice, aumentamos outra no crescimento trimestral, mexe uma vírgula aqui, outra ali.

Passamos noticiários inteiros e programas de “debate” político a “comentar” quem é que tem o mérito da boa nova, porque assim quiçá o plebeu poderá aumentar, um poucochinho, a confiança neste ou naquele grupo de palhaços a orquestrar o próximo ato do circo que são as sessões parlamentares.

Distraem-nos com debates sem fim, sobre a grande obra e a grande luta que combatem, para ajudar os pobres, para combater a precariedade, para lutar contra o grande capital, para ir buscar o dinheiro a quem acumula e a quem foge à tributação. Gritam e batem o pé, e embora não façam assim grande coisa que se veja, ainda se congratulam com tudo o que é de bom. Seja o tetracampeonato do Benfica, seja o centenário de Fátima, seja o Salvador e a conquista daquela “coisa” como o próprio Sobral chamou o troféu da Eurovisão, tudo mas TUDO o que seja de positivo é de obra e mérito única e exclusivamente deles. E aí de vocês se não agradecerem todos os dias ao pai, ao filho, ao espírito santo e à sagrada geringonça por terem comida no prato. Ou neste caso, a engorda que nos eventualmente levará a um fígado bem gordo, pronto para a sua colheita.

Ontem nas Vidas Suspensas da SIC apresentaram uma história, que como todas as outras, me deixou a perguntar, mas que raio é que se passa aqui?

Resumidamente, contaram a história de um senhor que trabalhou a vida toda para construir a sua vida (como muitos), que no próprio dia em que a empresa informou os seus trabalhadores que teriam que trabalhar todos até uma hora mais tarde do que o programado, ele teve o desplante de informar que não poderia fazê-lo pois já tinha compromissos marcados que não podia falhar.

A empresa decidiu retaliar, retirando-lhe horas de trabalho extra, decidindo não pagar o trabalho de feriados e dos tempos extraordinários, e este senhor, mais uma vez, teve a audácia de se queixar ao tribunal do trabalho. Ora a empresa quando descobre, abre processo interno contra o senhor, inventa umas justificações fictícias para o por na rua, despedindo o mesmo, dizem eles, por justa causa.

O senhor no desemprego recorre à justiça que entretanto não lhe atribui advogado. Senhor perde o carro, a casa, a mulher e a família. Pede a múltiplos advogados para o representar, e teve a má sorte em quem aceitou representar, que o faz mal e porcamente. São indicadas 4 testemunhas para falar em defesa dele, só foram convocados 2 no dia antes do julgamento.

As testemunhas da empresa mentem em tribunal, e os dois colegas que tiveram o desplante de falar em defesa do seu colega eventualmente também saíram da empresa por “incompatibilidades”. O senhor tenta interpor recursos mas o advogado diz que não tem tempo pois esbardalhou-se pelas escadas abaixo, que se encontra em recuperação e não pode tratar do assunto. Ora o senhor estando no desemprego vê esse mesmo advogado fino que nem um figo nesse mesmo dia. Enfim. Está neste momento de vida suspensa pois a nossa sempre célere justiça trata estes casos, como tantos outros com a urgência que merece: ou seja, para eles, nenhuma.

E ficamos ali, a pensar que de facto, é mesmo assim. Que vivemos num país em que se te atreves a abrir a boca, a contestar o que for, a reclamar direitos ou no mínimo dos mínimos, dizer que não, então é bom que tenhas uma artilharia de cunhas, connects e amigos que possam ajudar a enfrentar as consequências que vierem.

Uma pessoa diz à sua gestão, que não é competente o suficiente para anunciar as suas escalas de trabalho com antecedência, que não pode trabalhar essa hora extra, e tungas, três funcionários vão para a rua, efectivamente dando cabo de três famílias. É nisto que vivemos, não podemos levantar a cabeça porque não temos quem olhe por nós. 600 mil funcionários públicos que deveriam ter sentido de estado, que deveriam saber que estão lá para nos servir, para nos proteger, para ter em mentes os nossos melhores interesses, querem lá saber dos restantes milhões de portugueses que pagam o ordenado deles. Querem é saber dos seus salários, das suas férias, das suas reformas, dos seus aumentos, do seu crescimento, das suas horas de trabalho, dos seus direitos, etc. E temos a governar-nos quatro partidos que são peritos em proteger esse seu público alvo de 600 mil eleitores, com a sua máquina sindical pelo meio, e é por isso que eles têm direito a tolerância de pontes que não existem e o resto de nós não.

O perigo que existe aqui, é que enquanto uns governam a olhar para o seu umbigo, o resto do país anda a ser categoricamente e consistentemente fodido (tipicamente não uso palavrões mas não havia outra palavra que melhor descrevesse o que sinto). Mas como pintam o ar de cor de rosa, parece que afinal as coisas não andam assim tão mal.

As coisas andam mal, e olhem que eu sou um optimista! As coisas andam mal: perguntem só aos moradores do parque das nações que andam a respirar benzeno, ou às famílias vítimas de técnicas da segurança social que pertencem a esquemas para preencher os orfanatos com crianças retiradas ilegitimamente aos pais, ou aos milhões de portugueses que sofrem todos os dias perante a grossa incompetência de funcionários públicos que querem é ir picar o ponto para ir para casa antes do resto dos plebeu poder sair do trabalho, horas depois, e sem direito a ordenado extra.

O perigo é claro e gritante, e com cada trabalho de jornalismo destes que desmonta um esquema e demonstra a bandalhada que por cá governa e gere o estado, o mais nos aproximamos daquele momento em que um Mohamed Bouazizi (senhor que se auto-imolou e foi estopim dos protestos dos protestos na Tunísia) destas bandas se suicida às portas da Assembleia da República devido à ausência de um estado que sirva para governar para além dos seus clientes imediatos, ou seja, eles. Tenham cuidado, comecem a reformar, e rapidamente pois a coisa não irá correr bem. Reformem e ponham-se a mexer que não estamos assim muito longe daquele momento em que perdemos a cabeça. O povo português é pacato e consegue aguentar muito, mas aguentar muito mesmo. Mas após 40 anos de andarmos a ser enganados e esmiuçados de milhares e milhares de milhões de euros para financiar todo um quadro de bandidos de primeira, já o Thomas Jefferson dizia, que para manter a democracia, eram necessárias revoluções todas as gerações. A próxima revolução não necessitará de tanques e soldados na rua, mas garanto que muita gente irá para a cadeia, porque não admito que os Salgados da vida passem a vida em bem, mas se eu roubar um pão para alimentar a minha família vou preso e custar ainda mais aos contribuintes.

Eu recuso-me a pagar outro resgate. Isso garanto. E vocês?

O Que Eles Querem é Aparecer

mar e cos

E lá estavam eles, Ferro, Costa e Marcelo, depois de fecharem a tasca à nação  mais cedo, a receberem o Papa Francisco com honras de Estado numa visita que não era de Estado. O Costa até alertou o cronista que só poderia ficar a tomar conta dos seus filhos ( que amoroso!) pela manhã porque depois seguia para Fátima. Não podia falhar o encontro (ele que nunca vai à missa).   Um gesto aliás muito bonito de propaganda mas que mais uma vez soou a marketing puro (que rica novidade!). Então e os outros cidadãos à rasca sem terem onde pôr os filhos? Só servem para pagar impostos? Quem pensa nesses? (ninguém, claro!). Mas pronto,  e lá foi ele…  até porque não sendo um “Papa selfie” como nosso querido Presidente, estar ao lado deste símbolo da fé cristã é bonito  e quem sabe arrasta mais uns votos extra (duvido muito!).

Marcelo que deveria ter sido o único a comparecer porque a ele lhe cabe esse papel,  com o entusiasmo de um verdadeiro crente e homem de fé, não conseguiu moderar o abanar do braço de sua Santidade que quase esgaça sob o ar algo incómodo de Francisco que muito provavelmente se perguntava em silêncio, “já paravas, não?”, de tanta emoção sentida. Sentimentos genuínos de um homem verdadeiramente crente e católico praticante.  Estava, esse sim, no lugar certo.

Os outros dois,  ateus, agnósticos, laicos, hereges e maçons assumidos, a governarem em coligação com comunistas (alguém se lembra dos ataques à Igreja no PREC?), que defendem por um lado um Estado laico mas expropriam friamente a privados para financiar com dinheiros públicos  (algo inédito e nunca visto em relação a outras religiões)  a construção de uma mesquita em Lisboa, e portanto ligados a tudo quanto é luta contra esta prática religiosa, mostraram sem o querer e numa dimensão astronómica,  o quanto o ser humano pode ser hipócrita para manipular e construir uma imagem à custa, neste caso,  da religião. Sabendo eles da importância do Papa na vida dos católicos, em lugar sagrado como Fátima, estenderam a máquina eleitoral transformando um evento espiritual num circo mediático só para aparecer. Um nojo.

Nasci numa família profundamente cristã que todos os domingos se vestia a preceito para ir à missa sem falhar uma. Estudei em escolas católicas no Canadá e cá num colégio de padres.  Fui várias vezes a Fátima e em todas, sem saber porquê, a emoção tomou sempre conta de mim. Contudo à medida que fui crescendo não consegui segurar esta minha natureza crítica de quem não se conforma com o vê. Apesar de ser uma mulher de fé e profundamente espiritual, passei a questionar sem obter respostas que me levassem a consolidar a minha crença. Se hoje não sou praticante é por culpa dos homens da Igreja que teimam em encher o mundo mais de palavras que de acções. E tal como na política, não aceito a inércia de quem tem todo o poder mas não o usa como deveria em prol dos outros. Contudo, continuo fiel aos ensinamentos católicos que aplico no meu dia a dia escrupulosamente abominando toda a hipocrisia existente nos que se dizem praticantes e são simplesmente umas bestas.

Por isso, se não suporto num cristão este comportamento dúbio, revolto-me ainda mais quando vejo os políticos de velinha na mão e nas missas do Santo Padre! Porque Fátima, meus senhores,  não é o lugar dos que passam o tempo a atacar os católicos, que gozam com suas crenças, que não respeitam a sua devoção. Fátima é um lugar de fé, de culto onde não há espaço para quem não sente e vive em Deus. Estar nos dois lados é estar em nenhum.

E sinceramente, se tivessem só um poucochinho de vergonha faziam de tudo para não aparecer.

Fátima

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Há quem diga que é uma farsa e que nossa Sra. só apareceu na cabeça de Lúcia, outros tem a maior fé no Mundo num dos maiores fenómenos católicos de sempre, também há quem diga que Fátima não é fenómeno Católico, mas o que interessa verdadeiramente é o factor união entre povos, raças, culturas e religiões diferentes num acontecimento que actualmente, ninguém viu, mas é tão poderoso que já transcende 100 anos. É bom relembrar aos mais esquecidos que Afonso Costa, Presidente da República de Portugal na instável Primeira República, disse que queria acabar com o Catolicismo em Portugal e que daqui a 3 gerações, deixaria de existir o catolicismo em Portugal. Afonso Costa era Maçon, inimigos permanentes do Catolicismo não admira o objectivo de Afonso, o País estava tenso e à beira de uma guerra civil, estando igualmente noutra guerra, a Primeira Guerra Mundial, lançar caos no próprio caos era a altura certa no ponto de vista dele.

O fenómeno de Fátima conseguiu salvar o País da guerra civil e eliminar certas tensões, não que individualmente Maria tenha feito algum acto de especial, mas o seu próprio aparecimento deu origem ao factor estabilização, afinal, não é todos os dias que a mãe de Jesus Cristo aparece em terras lusas, o fascismo de Afonso Costa era eliminado e a perseguição ao Catolicismo terminara, entretanto anos depois, vem a ditadura militar e a Ministro das Finanças António de Oliveira Salazar, que em 1932 diz que Fátima o queria no poder, óptima maneira de colocar o povo no mão, mas já aqui se via o tamanho do fenómeno.

Dos Papas que visitaram Fátima, dando mais credibilidade ao acontecimento, João Paulo II foi o mais marcante quer pelo seu carisma e afectividade quer pela sua ligação intensa e, que demonstrava, a Fátima, veio 3 vezes o que só demonstra que a Igreja Católica considerava e considera Fátima como um altar do Mundo, e o santuário Mariano mais importante. Com a vida de Francisco ontem e parte de hoje, a emoção foi a mesma, é difícil de explicar o amor a Fátima, seja crente ou não crente no catolicismo. Muitos gostam e não gostam de Francisco, como as pessoas do centro político, não sou carne nem peixe, não desgosto de Francisco, mas algumas declarações dele agradam-me outras fazem-me considera-lo um Papa socialista.

Mas deixando a parte política Papal, vamos descascar a nacional, esta não é uma visita de Estado. Quando muito, até se pode compreender e aceitar a presença de Marcelo, sem , como Presidente e Chefe de Estado da Portugal e na qualidade de católico. Mas as presenças de António Costa e de Ferro Rodrigues , são um acto da mais vil hipocrisia, pois são ambos ateus, agnósticos,  perante o catolicismo, e ambos maçons, sim maçons, que é uma organização considerada herética, e classificados como inimigos da igreja católica, considerando ainda o obscurantismo desta. E assim sendo, e porque oficialmente não se justificou estarem, ali em representação oficial da nação, só o fizeram como manobra abjecta e hipócrita do mais puro oportunismo populista, político e eleitoralismo. Falam do populismo Europeu da “Extrema Direita”, e a Extrema Esquerda? Não a faz? Dois pesos e duas medidas? O Papa Francisco teve um grande estômago.

Mauro Pires

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