Cúmulo da hipocrisia: esquerda europeia culpa Israel por ter eliminado…um sanguinário terrorista!

1.A hipocrisia da Europa já não é defeito; é puro feitio. Um feitio irritante de uma realidade política e económica que se encontra completamente exangue, sem perspectiva de futuro e em profunda inquietação quanto ao presente. E como elemento agravante desta tragédia que estão impondo à sociedade europeia, os próprios líderes políticos admitem – sem rodeios, nem hesitações – o seu próprio falhanço: confronte-se as declarações do Presidente francês, Emmanuel Macron, antecipando o precipício iminente da Europa. O Sr. Europa – como Macron era apelidado até há bem pouco tempo – já só tenta sobreviver ao colapso deste projecto político de coordenação e amizade entre nações que a (sempre iluminada!) elite europeia tratou de condenar à morte. A França conhece exemplarmente o significado da guilhotina como símbolo de transformação- ruptura-decadência política: pois bem, esta elite europeia (a que Macron pertence, pese embora as suas tentativas de distanciamento crítico selectivo) impôs a guilhotina do politicamente correcto a todos nós, em benefício de alguns (poucos) e em prejuízo da maioria.

2.Já nem mesmo do ponto de vista da defesa do património axiológico a Europa se destaca. Os direitos humanos converteram-se, neste nosso continente, mera figura de retórica: palavras bonitas para maquilhar ideologias políticas chocantemente feias. Teorias filosóficas catitas para esconder a ideologia de morte e terror com que a esquerda política (com os seus amigos da extrema-direita) sonha incessantemente. A lógica dos “esquerdanetes” resume-se ao seguinte: amigo do meu inimigo, meu inimigo é. Donde, quem mata “yankees” e lança pragas (e rockets) contra Israel, quem jura pretender destruir os alicerces da civilização judaico-cristã – é o amigo mais popular e querido da esquerda portuguesa e europeia. Como há muito que a esquerda (dizer-se “esquerda radical” é hoje um pleonasmo) abraçou as doutrinas do relativismo moral, na sua perspectiva, em nenhuma situação da vida há certo e errado; apenas politicamente conveniente e politicamente inconveniente. Consequentemente, o terrorismo passa a ser positivo e salutar se se dirigir contra as “pessoas certas”, isto é, contra os inimigos ideológicos dos esquerdanetes. Acresce que há uma esquerda (e, infelizmente, uma direita) dos interesses que encara a esquerda ideológica radical como os idiotas úteis que é preciso estimar para dominar as estruturas de poder.

3.Neste contexto, a hipocrisia das elites europeias é facilmente explicável: por um lado, as estruturas administrativas são dominadas pela esquerda ideológica; por outro, a esquerda dos interesses e a direita dos interesses juntam-se, alimentando a esquerda ideológica, com vista a salvaguardarem os seus interesses egoísticos. Os direitos humanos perdem, destarte, o seu carácter de posições jurídicas ligadas à dignidade da pessoa humana, passando a identificar-se, tão somente, com meros artifícios retóricos de legitimação dos poderes (jurídicos, políticos e fácticos) vigentes.Um exemplo claro do que acabámos de expor prende-se com a cobertura mediática dos (tristes e lamentáveis) atentados contra Israel que a organização terrorista da Jihad Islâmica tem promovido a partir da Faixa de Gaza. Veja-se o caso do jornal de esquerda britânico “The Guardian”: segundo esta publicação – porventura já influenciada pelos laivos neo-marxistas totalitários do líder trabalhista, Jeremy Corbin – Israel “continua os seus ataques matando oito palestinianos”.

3.1. Mais adiante, no corpo da notícia, os jornalistas iluminados da referida publicação, já conquistada pela extrema-esquerda passadista de Corbyn, acrescentam que “ um total de 34 palestinianos, quase na totalidade civis, foram mortos” – isto apesar de os mesmos jornalistas admitirem, mais adiante no texto, que ainda não dispunham de toda a informação relevante para comprovar tal asserção. Um palpite, portanto, incluído numa notícia que deveria ser objectiva e imparcial. Já relativamente ao facto de a ofensiva de Israel ser uma reacção ao lançamento maciço de rockets, a partir da Faixa de Gaza, por membros da Jihad Islâmica, o “The Guardian” – tal como a generalidade da comunicação social europeia – ignorou ou remeteu a uma mero pormenor irrelevante. Ou seja: o culpado é quem se defende; não quem ataca violentamente, em primeiro lugar, lançando propositadamente foguetes, de forma indiscriminada, contra o território israelita. A narrativa de fazer de Israel o mau e de transformar organizações terroristas como a Jihad Islâmica em verdadeiros “heróis da libertação” é incompatível com qualquer exigência de rigor e VERDADE no tratamento noticioso dos factos.

3.2. Mais: alguns têm mesmo topete de afirmar que Israel é o culpado mor, porquanto teve a ousadia – hélas! – de eliminar, de uma vez por todas,  um dos terroristas mais procurados à face do globo, um assassino profissional, de seu nome, Baha Abu Al-Ata – nem mais, nem menos que o líder (felizmente, já deposto) da Jihad Islâmica. Isto é: para que não restem dúvidas, esta Europa, auto-proclamada pináculo da moralidade, está chorando a morte de um terrorista selvagem que…jurava vir semear o terror e a destruição na…Europa! Nós europeus – amantes da liberdade, da democracia e da segurança, sem a qual a liberdade é apenas proclamação lírica – devemos estar gratos a Israel por nos ter tão proficientemente ajudado a liquidar o brutalmente violento terrorista que era Baha Abu Al-Ata – evitando, desta forma, novos atentados terroristas em solo europeu. Parece, no entanto, que a esquerda radical (pouco) catita que domina as redacções dos jornais prefere chorar (lágrimas de crocodilo) a morte de centenas de europeus nas nossas ruas, cafés, salas de espectáculos – do que abdicar dos seus dogmas ideológicos fanáticos! 

4.E em Portugal? Em Portugal, a situação é igualmente perplexizante. A morte do assassino líder da Jihad Islâmica passou despercebida, não merecendo praticamente destaque jornalístico. Os mesmos “fazedores de opinião” (expressão com que vão insuflando os respectivos egos) que se indignaram com a decisão do Presidente Donald Trump de reduzir o contingente militar dos EUA na Síria – são exactamente os mesmos que ora desprezaram, ora criticaram (consegue acreditar?!) a iniciativa de Israel de matar um terrorista procurado pelas autoridades norte-americanas e…europeias! Verdadeiramente extraordinário!

4.1.Em jeito de conclusão, devemos confessar que a hipocrisia das elites políticas e mediáticas europeias já não nos surpreende, porque já é uma prática reiterada dotada, para elas, de consciência de obrigatoriedade. Em Portugal, ataca-se Israel, como se ataca as nossas forças de segurança, as nossas forças militares, os nossos empresários, os nossos trabalhadores que não se resignam perante o estado de impasse político e social em que vivemos. Numa palavra: nós sacrificamos o dogma à defesa da dignidade da pessoa; a esquerda sacrifica a pessoa à defesa do dogma. Dos seus dogmas radicais e autoritários.

4.2. Por nossa parte, deixamos aqui, em termos cristalinos, o nosso agradecimento a Israel – às mulheres e homens corajosos que servem este Estado, nosso aliado e amigo – por ter liquidado um monstro, como Baha Abu Al-Ata, que era um inimigo declarado das nossas liberdades. E uma poderosa mensagem, tão verdadeira, foi novamente reafirmada: não há lugar neste mundo para terroristas.

João Lemos Esteves 

O Ministério de Jesus

Já passaram mais de 2018 anos do seu nascimento, há quem diga que nasceu antes da data formalmente colocada como correcta, Jesus de Nazaré continua a despertar paixões, interrogações e por vezes um ódio de escárnio de quem não conhece a sua obra. Nem tudo o que o Novo Testamento coloca com certo, está correcto, as partes mais “picantes”, aquelas que descreviam a vida de Jesus mais ao pormenor enquanto adolescente e criança, estão no Antigo o censurado pela Igreja Católica. Quanto tinha perto de 5 anos, quando andava pelas ruas, o despertar de Jesus para a corrida da divindade eterna deu o seu primeiro passo, uma criança corria em velocidade progressiva e sem querer chocou com o futuro Messias, Jesus de seguida disse:” Daqui não passarás”, e a criança morre estatelada no chão.

Já em criança Jesus parecia controlar a vida e a morte, como é claro como água era criança, o controlo de psíquico de poderes sobrenaturais que transcendem ao seu controlo de tenra idade não podiam já ser controlados, mas já demonstravam o quão especial era Jesus de Nazaré. A batalha de Jesus no futuro foi ganha bem como a guerra, era um político de uma qualidade surpreendente, mas claro, no sentido nobre da palavra, palestrante convicto e sério, amante da paz, mas, o que lhe caracterizou foi a sua imensa autoconfiança no seu “eu” e a capacidade que tinha em transfigurar o próximo para que este se juntasse a si próprio rumo à queda da Oligarquia Romana em Israel. A batalha de ter renascido para se tornar eterno, ele sabia que era esse o seu destino, e a Guerra de juntar a Humanidade em torno dos seus valores, por mais que hoje estejamos cada vez mais afastados deles, infelizmente.

Jesus acreditava nas pessoas, na sua capacidade de realização, se o formos colocar na perspectiva de hoje em dia era um liberal:” A de César o que é de César, o que é de Deus é de Deus”, ou seja, a separação entre Estado e Igreja, Jesus já tinha essa noção. Mas, como nem tudo na vida são rosas brancas, Jesus tinha os seus defeitos. Não trabalhava, não tinha rendimentos, era financiado por mulheres, Maria Madalena era a principal figura, mas não é por isso que deixou de ter razão, de ser o irreverente, de ser ele próprio.

Subindo aos céus ou não, para mim isso é pouco relevante, os ensinamentos de Jesus estão bem espelhados, e são esses que interessam, ser Católico é isso mesmo, é confiar na nossa capacidade interna de ajudarmos nos a nós próprios e ajudarmos quem quer ser ajudado, num contexto de tolerância entre religiões e raças. Portugal nisso está de Parabéns, conseguiu juntar com sucesso católicos e muçulmanos em paz, os muçulmanos das ex-colónias Portuguesas são “muçulmanos católicos”, bebem, as mulheres andam de carro e trabalham. Não são muçulmanos Árabes com todos os defeitos que as autoridades máximas religiosas daqueles Países, incluindo os governos, que tem culpa, as pessoas tem medo, são seres Humanos, acreditam numa divindade diferente, o radicalismo Islâmico dos Governos do Médio Oriente e de tribos que vivem do Islão do passado mancham o Islão moderado.

Mauro Oliveira Pires