As Cruzadas foram uma acção defensiva

A contra-informação está na ordem do dia. Reescrever a História é fundamental para perpetuar mentiras que convém aos poderosos. Criou-se a “islamofobia” (para justificar uma sociedade aberta a tudo, sem qualquer controlo nem crivo só para satisfazer uma agenda política) e com isso a perseguição a quem denuncia os abusos, os crimes, a invasão, a aglutinação de culturas que a ideologia em causa provoca nas sociedades. Ao catalogar, silencia-se os opositores e protege-se o que não é defensável tornando a questão intocável sob pena de ser considerado racista e xenófobo. Enquanto isso, eles, os “pobres oprimidos”, esfregam as mãos de contentes, sugando nossos recursos sociais  seguindo na sua missão sem constrangimentos: islamizar a Europa.

Mas como é que se pode ver “islamofobia” nos que denunciam o islão radical e não ver a “cristianofobia” existente no próprio islão? Mais: porque razão os islâmicos tolerantes não se juntam aos que lutam contra o islão radical e ajudam à denúncia e expulsão desses invasores intolerantes à cultura ocidental e outras religiões? Por acaso já viu alguma marcha desses muçulmanos tolerantes na Europa a demarcarem-se destes assassinos em defesa da imagem do “verdadeiro” islão?

Na verdade a História infelizmente repete-se mas desta vez com o consentimento de toda a Europa. Importamos o “cavalo de Troia” a troco duns milhões de euros matando a pouco e pouco o velho continente que está a descaracterizar-se em passo acelerado.  No passado valeu-nos as Cruzadas. E agora, quem vai pôr cobro a isto?

Para aqueles que teimam em mentir sobre a origem das cruzadas, fica aqui uma  cronologia de eventos desde a morte de Maomé até à proclamação da Primeira Cruzada feita por José Sousa, para reflectir:

Século VII
632: Maomé morre.
633: Mesopotâmia cai face à invasão muçulmana. Segue-se a queda de todo o Império Persa.
635: Damasco cai.
638: Jerusalém é capitulada.
643: Alexandria cai terminando assim 100 anos de cultura helénica.
648: Chipre é atacado.
649: Chipre cai.
653: Rodas cai.
673: Constantinopla é atacada.
698: Todo o Norte de África é tomado pelos muçulmanos. São apagados os vestígios de cultura romana.

Século VIII
711: Hispânia é atacada. O reino visigodo colapsa.
717: Os muçulmanos atacam Constantinopla de novo e são repelidos pelo Imperador Leão III.
720: Narbona cai.
721: Saragoça cai. Avistamentos de muçulmanos na França.
732: Bordéus é atacada e as suas igrejas queimadas. Carlos Martel e o seu exército detêm os muçulmanos. Os ataques na França continuam.
734: Avinhão capturada por uma expedição muçulmana.
743: Lyon é saqueada.
759: Os árabes são expulsos de Narbona.

Século IX
800: Começam as incursões muçulmanas na península itálica. As ilhas de Ponza e Isquia são saqueadas.
813: Civitavecchia, o porto de Roma, é saqueado.
826: Creta cai perante as forças muçulmanas.
827: Os muçulmanos começam a atacar a Sicília (sul da península itálica).
837: Nápoles repele um ataque muçulmano.
838: Marselha saqueada e conquistada.
840: Bari cai.
842: Mesina capturada e o estreito de Mesina controlado pelos muçulmanos.
846: Os esquadrões muçulmanos chegam a Ostia, na foz do Tiber, e saqueiam Roma e a Basílica de Sâo Pedro. Tarento, em Apúlia, é conquistado pelas forças muçulmanas.
849: O exército do Papa repele uma frota muçulmana na foz do Tiber.
853-871: A costa italiana desde Bari até Reggio Calábria é controlada pelos sarracenos. Os muçulmanos semeiam o terror no Sul de Itália.
859: Os muçulmanos tomam controlo de toda a Mesina.
870: Malta capturada pelos muçulmanos. Bari reconquistada aos muçulmanos pelo Imperador Luis II.
872: O Imperador Luis II derrota uma frota sarracena em Capua. As forças muçulmanas devastam Calabria.
878: Siracusa cai após um cerco de 9 meses.
879: O Papa João VII é obrigado a pagar aos muçulmanos um tributo anual de 25.000 mancusos (cerca de 625.000 dólares americanos modernos).
880: Os comandantes bizantinos conseguem uma vitória em Nápoles.
881-921: Os muçulmanos capturam uma fortaleza em Anzio e saqueiam as terras circundantes sem retaliações durante 40 anos.
887: Os exércitos muçulmanos tomam Hysela e Amásia, na Ásia Menor.
889 Toulon capturado.

Século X
902: As frotas muçulmanas saqueiam e destroem Demetrias, na Tesalia, Grécia central.
904: Tesalónica cai perante as forças muçulmanos.
915: Após 3 meses de bloqueio, as forças cristãs saem victoriosas contra os sarracenos entrincheirados na sua fortaleza no norte de Nápoles.
921: Peregrinos ingleses a caminho a Roma são esmagados por uma derrocada de rochas causada pelos sarracenos nos Alpes.
934: Génova atacada pelos muçulmanos.
935: Génova conquistada.
972: Os sarracenos são finalmente expulsos de Faxineto.
976: O Califa do Egipto envia novas expedições muçulmanas ao sul de Itália. O Imperador Oto II, que tinha o seu quartel general em Roma, consegue derrotar os sarracenos.
977: Sérgio, arcebispo de Damasco, é expulsado da sua sede por los muçulmanos.
982: As forças do Imperador Oto II são emboscadas e derrotadas.

Século XI
1003: Os muçulmanos de Espanha saqueiam Antibes, na França.
1003-1009: Hordas de saqueadores sarracenos provenientes de bases na Sardenha saqueiam a costa italiana desde Pisa até Roma.
1005: Os muçulmanos da Espanha saqueiam Pisa.
1009: O Califa do Egipto ordena a destruição do Santo Sepulcro em Jerusalém, a tumba de Jesus.
1010: Os sarracenos apoderam-se da Cosenza, no Sul da Itália.
1015: A Sardenha cai completamente em poder muçulmano.
1016: Os muçulmanos de Espanha saqueiam de novo Pisa.
1017: Frotas de Pisa e Génova dirigem-se à Sardenha e encontram os muçulmanos a crucificar cristãos e expulsam o líder muçulmano. Os sarracentos tentarão retomar a Sardenha até 1050.
1020: Os muçulmanos de Espanha saqueiam Narbona.
1095: O Imperador bizantino Aleixo I Comneno pede ao papa Urbano II ajuda contra os turcos.
1096: É proclamada a Primeira Cruzada.”

Por muitas verdades alternativas que se criem, a História é imutável.

Cristina Miranda

Via Blasfémias 

 

A opinião de cada escritor fica a carga de cada um, ou seja, para si próprio.

Aos jornalistas da SIC

Aos jornalistas da SIC que chamaram repetitivamente à manifestação de Chemnitz, na Alemanha, de neonazi e de extrema direita, umas palavras:

Mete nojo ver o jornalismo servir uma agenda política. Mete raiva perceber que não há qualquer intenção de informar. Dá náuseas ouvir classificar, vezes sem conta, gente pacífica a desfilar com fotografias dos seus filhos, pais, netos, irmãos, mortos barbaramente por criminosos fanáticos, fiéis a uma ideologia medieval e assassina, de nazis ou radicais de extrema direita, quando não passam cidadãos em sofrimento, desesperados, revoltados contra esta política de destruição dos valores ocidentais. Dá asco ver que se esqueceram de informar que no mesmo dia, radicais de esquerda foram provocar os manifestantes e que outro grupo de nazis aproveitaram para se juntar ruidosamente. Repugna ver que desinformar é a táctica para que possam depois rotular e condenar quem se impõe contra a agenda de migrações massivas sem controlo.

Aprendam que os alemães não são racistas muito menos xenófobos. São um povo extraordinário, muito inclusivo, muito respeitador das liberdades individuais, com uma cultura e educação invejável. Estive na Alemanha e vi multiculturalismo em grande escala a conviver saudavelmente com a cultura alemã. Vi negócios turcos, vi negócios chineses, vi negócios mexicanos, vi negócios indianos, brasileiros, africanos e tantos outros. Mas não vi manifestações de alemães a pedir expulsão de nenhum deles. Porque os alemães, meus caros jornalistas fraudulentos da SIC, gostam de pessoas integradas a contribuir para a economia do país, que pagam impostos, que trabalham independentemente da sua origem! Têm vergonha do seu passado que condenam e por isso convivem bem com outras culturas desde que respeitem o país de acolhimento. Se fossem jornalistas a sério e não jornaleiros, estariam no terreno a comprovar isso mesmo.

Mas não. Isso não interessa porque poria por terra toda a vossa exausta narrativa de que os cidadãos que contestam estas migrações massivas são xenófobos. No entanto, sabem bem chamar os “bois pelos nomes” quando são padres católicos apanhados na pedofilia. Aí já não chamam “perturbação mental” aos horrores praticados a inocentes nem escondem a religião a que pertencem. Nem tão pouco condenam ou acusam de discriminação quem se manifesta contra estes padres ou o Vaticano. Até batem palmas!

Esta fantochada hipócrita a que chamam de jornalismo é a base da revolta na marcha de Chemnitz e é por isso, também nas vossas mãos, que corre o sangue destas vítimas.

Porque é mais criminoso aquele que permite o assassínio sem o denunciar e condenar, do que aquele que o pratica.

Pensem nisso. Pois amanhã podereis ser vós, os próximos a desfilarem nas ruas com um cartaz de um familiar morto ao pescoço, às mãos destes “perturbados mentais sem religião”, onde não faltará gente como vós a chamar-vos de racistas xenófobos por se terem coibido de fazer o que vos compete: informar com isenção e seriedade.

Cristina Miranda

Via Blasfémias

Em terras da Sra. Merkel

Quando vi um comentário às minhas publicações durante as minhas férias na Alemanha vindo de alguém da ala do PSD e que se desunha para provar que sou “xenófoba”, pensei imediatamente que a melhor forma de colocar este tipo de pessoas no lugar seria escrever sobre a minha pequena passagem pelas terras da Sra. Merkel. Mais do que um dever cívico de testemunho real sobre o que por lá se passa, é desmistificar este conceito tão estúpido de que, quem se pronuncia contra as migrações descontroladas e  massivas de jovens que chegam sem documentação de todo o lado, e imposição da cultura e tradição islâmica aos ocidentais, são “racistas”. Isto tem de acabar.

Do BE, do PCP, do PS espero tudo. São correntes ideológicas fundadas a partir do marxismo onde a demagogia reina desde que Karl Marx a criou. Mas dos que se dizem sociais democratas ou de direita, espero coerência, bom senso, inteligência, capacidade de análise e objectividade e não mais do mesmo dos nossos camaradas. Por isso, quando essa criatura me perguntava se na Alemanha tinha encontrado e passo a citar:  “um país invadido por muçulmanos e assolado por guerras civis e violações em massa onde impera a Sharia que nos descrevem os sites de “notícias falsas” que tanto circulam nas redes sociais”, gelei. E eu a pensar que só os esquerdistas é que se saíam com estas pérolas!

Vamos lá pôr os pontos nos “is” de uma vez por todas: a Alemanha não está ainda invadida; as violações ainda não são em massa; a sharia ainda não está legalizada. Mas isso não quer dizer que as imagens e testemunhos reais que nos chegam de todo o lado em vídeos amadores, são falsos. De todo. Não é por eu viver neste cantinho a norte do céu lusitano que não existe Chelas em Lisboa, nem por ainda não ter nascido nem visto, que não tenha havido Holocausto ou Holodomor. Vamos ser sérios.

A Alemanha que encontrei ainda é um país ocidental. Claramente. Multicultural mas ocidental. Muitas culturas que convivem saudavelmente umas com as outras com base nos valores ocidentais. Em Colónia, onde estive umas semanas, apesar da riqueza cultural, sentimo-nos ainda em terras germânicas com uma predominância de alemães. Nitidamente. Mas esse sentimento aumenta ainda mais quando vamos para os arredores da cidade. Longerich por exemplo, é uma localidade simpática, sossegada, limpa, bonita, muito segura  onde as pessoas vivem tão tranquilamente que até deixam os carros e casas abertas. Não há registos de criminalidade naquela zona. Mas aqui praticamente só vive alemães. Coincidência?  O certo é que há zonas na cidade que, ao contrário desta, a paisagem muda. Mais feia, mais destruída e desleixada onde a predominância é claramente doutras culturas. Porque será?

Sempre ouvira falar dos alemães como sendo um povo frio ficando com a ideia até, de serem antipáticos e racistas. Nada mais falso. O povo alemão tem uma cultura e educação incríveis. É gente trabalhadora e focada que não se mete na vida de ninguém, não faz juízos de valor, respeita as liberdades dos outros, é civilizado, é inclusivo e de uma simpatia contagiante. Quiçá por um passado nazista que marcou profundamente a História, este povo é aberto e convive muito bem com as outras culturas. Mas ao fim de algum relacionamento, e sempre com muito medo de serem mal interpretados, sente-se o receio no ar. Fala-se por entrelinhas porque até o governo está atento aos discursos agora conotados de “xenófobos” e ninguém quer perder o emprego ou ser alvo de processo. Os noticiários são extremamente breves e a informação sobre o tema é pouca. Sabemos mais nós sobre eles que eles próprios. Nitidamente. É tabu falar de uma certa cultura. Mesmo com os atentados (ou tentativas) ali à porta na estação central de Bonn com malas descobertas com explosivos em 2012; mais malas com explosivos na estação central de Colónia em 2006; em Dusseldorf o ataque frustrado com bomba em 2011 e outros com colete de explosivos em 2016; os estupros junto ao Dom em Colónia na passagem ano em 2015 ou a prisão do terrorista que planeava um ataque químico em Colónia em 2018. É tabu falar.  São cautelosos. Relativizam. Porque os alemães andam “amordaçados” pelas “brigadas” do  politicamente correcto.

Só ficamos com uma real noção da transformação em curso quando nos deparamos com enormes manifestações islâmicas com milhares de indivíduos de preto (elas quase tapadas por inteiro) a desfilarem com bandeiras a exigirem sharia, como quando visitei Freiburg. Aí,  tomamos consciência da dimensão do problema. Alemanha também tem italianos, chineses, brasileiros, espanhóis, indianos, africanos e tantas outras culturas mas não as vemos a manifestarem-se para impor nesse país seus costumes e tradições. Todos vivem integrados dentro da cultura alemã. Porque será?

A questão, claramente, não é contra a imigração. A questão real é contra o crescimento de uma cultura invasiva que declarou através de alguns dos seus imãs (isto está devidamente documentado)  que quer a supremacia no ocidente. Ora, será isto aceitável quando nenhum ocidental consegue impor o mesmo nos países árabes? Quem está errado nesta história?

Ninguém está a dizer que esse povo não tem gente boa. Pelo contrário, é sabido que maioritariamente são pessoas de bem. No entanto não podemos ficar indiferente aos graves problemas trazidos por uma minoria de fanáticos políticos e religiosos. Porque tal como  as algas dum rio, benéficas para o ecossistema, que se não forem controladas expandem-se tapando a superfície impedindo a luz de atravessar, matando a vida que lá contém e o rio morre, sem o controlo desta tentativa de islamização há uma ameaça para a vida dos ocidentais. Curiosamente, em Colónia, um grupo de muçulmanos saiu à rua contra o terrorismo islâmico. Queria mostrar aos alemães sua revolta demarcando-se destas acções. Mas apesar de terem pedido o apoio da Associação de Mesquitas no país – a DITIB -, estas negaram-se a participar. Porquê? Não será este um claro sinal que temos de estar alertas?

Aprenda de uma vez que xenófobo não é aquele que se insurge contra a imposição da cultura islâmica nos países de cultura ocidental. Xenófobo é todo aquele que persegue os ocidentais para impor a cultura islâmica no ocidente.

E este meu “amigo” travestido do PSD é um deles.

Cristina Miranda

Via Blasfémias

O ISLÃO ESTÁ NA ALMA DE PORTUGAL

Tem o Presidente da Républica, constitucionalmente, o dever de garantir a unidade do Estado, sendo o seu mais alto dignatário. Ele é directamente eleito pelos portugueses, na única eleição nominal e universal do nosso sistema político pelo que a sua legitimidade democrática é inquestionável.

A eleição do Prof. Dr. Marcelo Rebelo de Sousa, distinto académico e homem de cultura, gerou uma enorme expectativa positiva para a generalidade da população e a forma como ele tem desempenhado o cargo tem confirmado, em absoluto, a bondade de tal expectativa.

Enquanto cidadão, com conhecimentos rudimentares da nossa história e pouco informado sobre o Islão, fico ligeiramente perplexo com dois acontecimentos protagonizados por Sua Excelência o nosso Presidente da Républica, pelo que decidi escrever este pequeno texto, em jeito de reflexão, na esperança de vir a ser esclarecido. São estes os acontecimentos a que me refiro: 1. A condecoração da Comunidade Islâmica com a Ordem da Liberdade e 2. A afirmação: “O Islão está na alma de Portugal

  1. CONDECORAR A COMUNIDADE ISLÂMICA COM A ORDEM DA LIBERDADE

Uma frase com as palavras “islâmica” e “liberdade” só é coerente se for negativa. Não é possível na minha opinião, haver concordância entre estes termos. Das duas uma: ou a comunidade é falsamente “islâmica” ou a condecoração é falsamente da ”liberdade”.

Pois se a comunidade é autenticamente islâmica, então:

  •  Não existe liberdade religiosa. A apostasia é crime. Ver quran 4:89:

if they turn back (from Islam), take (hold) of them and kill them wherever you find them”  

  • Não existe liberdade de expressão. Criticar o “profeta” ou o quran é punido com a degolação. Ver quran 33:57 a 33:61:

Lo! those who malign Allah and His messenger, Allah has cursed them in this world and the Hereafter, and has prepared for them the doom of the disdained.
Accursed, they will be seized wherever found and slain with a (fierce) slaughter.

  • Não existe liberdade política. O Islão é, para além de uma religião, um sistema judicial (com a lei da Sharia) e um sistema político totalitário (o califado).

“The vision of an Islamic state and the purpose of its political authority is to implement the divine law.  Thus, the ideal Islamic state is a community governed by the Law revealed by God.  This does not entail that such a state is necessarily a theocracy under direct rule of the learned men of religion, nor is it an autocracy that vests absolute power in the ruler.”

  • Não existe liberdade sexual. Um homem e uma mulher só podem usufruir de sexo se a mulher for sua esposa ou escrava (o que é quase exactamente o mesmo!).

“And if you fear that you cannot act equitably towards orphans, then marry such women as seem good to you, two and three and four; but if you fear that you will not do justice (between them), then (marry) only one or what your right hands possess; this is more proper, that you may not deviate from the right course.

Sendo ambos livres, a punição é de 100 chicotadas. Tratando-se de adultério, a punição é de apedrejamento até à morte:

The punishment for illegal sexual act with a woman is hundred lashes. The penalty of illicit sexual intercourse between a married woman and married man is stoning to death.”

Hazrat Imam Ja’far as-Sadiq

A homossexualidade é também condenável à morte:  os praticantes devem ser atirados de um edifício alto e apedrejados até à morte, caso sobrevivam:

“gays should be thrown from a high building then stoned if they are not dead when they hit the ground.”

https://www.haaretz.com/middle-east-news/breakdown-isis-islam-and-homosexuality-1.5395747

Aqui chegados, só podemos concluir que se a Comunidade é autenticamente Islâmica então é inapropriado que lhe seja atribuída qualquer condecoração relacionada com a liberdade!

Analisemos agora a questão da “condecoração ser falsamente da liberdade.”
Se por hipótese esta Ordem  já tiver sido atribuída a, por exemplo, assassinos e assaltantes de bancos, ela pode ainda ser considerada uma condecoração? Não me parece. Receio que o Presidente da Republica queira, sempre que a atribui, dar-lhe o sentido de condenação e não de condecoração. É a sua oportunidade de condenar, por exemplo, cidadãos flagrantemente assassinos e ladrões que os tribunais não condenaram. Ou ainda uma forma de punição adicional. Não me surpreenderia que, tendo os tribunais condenado um assassino na pena máxima, o Presidente da Republica, achando a pena insuficiente, o condene – cumulativamente – com a Grã-Cruz da Ordem da Liberdade! Parece-me injusto, por exemplo, que o Pedro Dias, que foi condenado em penas de prisão que somam 104 anos, só cumpra, por força do cúmulo jurídico, uma pena de 25 anos. Acho que devia levar também, depois de cumprida a pena, com a Grã-Cruz da Ordem da Liberdade – Fica a ideia!

  1. O ISLÃO ESTÁ NA ALMA DE PORTUGAL

Julgo que aquilo que Sua Excelência o Senhor Presidente da Republica queria de facto dizer, na sua imensa sabedoria e utilizando uma linguagem politicamente correcta, foi: “SOMOS UNS FILHOS-DA-PUTA DA PIOR ESPÉCIE”.

É certo (já disse que os meus conhecimentos de história são rudimentares?) que no Séc. VIII, este país a que hoje chamamos Portugal foi invadido por fiéis do Islão que chacinaram homens, violaram mulheres e raptaram meninas que se tornaram escravas no Norte de África, para onde foram levadas. Também é certo (não esquecer que os meus conhecimentos de história são fraquinhos) que muitos dos habitantes das regiões invadidas fugiram em direcção a Norte, abandonando as suas terras enquanto outros – os moçárabes – optaram por ficar

“sob a condição do pagamento do imposto especial “jizya” e que não causassem perturbação à ordem estabelecida pelo dar-al-Islam.”

Considerar que o assassínio, o roubo, a violação e a escravização estão na alma de Portugal parece-me manifestamente descabido. Acresce que a má-fortuna dos lusitanos, que continuam hoje a ser estuprados com impostos, não se iniciou com a invasão muçulmana – já os romanos o tinham feito – e ainda hoje perdura! Como é sabido “IMPOSTO É ROUBO”  e a “jizya”  tem a particularidade de ter de ser paga com “submissão declarada”, veja-se o quran 9:29
until they pay the Jizya with willing submission, and feel themselves subdued.”

o que faz da “jyzia” um roubo ecuménico em que a submissão do contribuinte deve ser total. Acontece – e lamento ter aqui de o dizer – que tenho visto muito menino, quando paga os seus impostos nas bombas de gasolina, a rosnar “cabrões” ou “chulos do caralho” e outras coisas que me abstenho de aqui referir e que infirmam, categoricamente, que o Islão esteja na sua alma – e “alma” é uma palavra de origem hebraica (esqueçam aquela regra de que todas as palavras começadas por “al” têm origem na permanência árabe por esta região.)

Não se vislumbrando como, históricamente, está o Islão na alma de Portugal, teremos de atentar nos comportamentos do português contemporâneo, para tentar perceber o fundamento da infeliz “boutade” do nosso querido líder.

Sendo certo que este tema será certamente objecto de teses de Mestrado – provavelmente de um dos muitos excelsos cursos da prestigiada  Universidade de Coimbra – vou só referir os tópicos que, provavelmente Sua Excelência, o Chefe Supremo das Forças Armadas, quis aludir quando referiu que o” Islão está na alma de Portugal”:

– porque somos uns mentirosos? De facto, a mentira é reprovada na cultura judaico-cristã. Levítico 19:11 https://www.bibliaon.com/versiculo/levitico_19_11/ João 14:6 https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jo/14/6  João 8:44 https://www.bibliaon.com/versiculo/joao_8_44/. A mentira é um dos 10 Mandamentos que Moisés revelou, o 8º. Respeitamos estes valores judaico-cristãos ou outros? No Islão a mentira é aceite – o quran dedica-lhe os versículos 2:225, 3:28, 3:54, 9:3, 16:106, 40:28 e 66:2 disfarçado com uma palavra nova “taqyia” – pode-se mentir se isso ajudar a propagar a fé islâmica! Argumento a favor: É verdade que alguns de nós mentem por tudo e por nada, sobre se a “vichyssoise” foi servida numa ceia ou se temos determinada habilitação académica.

– porque temos muita violência doméstica? Também esta é reprovada na cultura judaico-cristã. Colossenses 3:19 Pedro 3:7. A Bíblia instrói o homem a tratar com dignidade a mulher “porque sois, juntamente, herdeiros da mesma graça de vida,” Respeitamos estes valores judaico-cristãos ou outros? No Islão a violência conjugal é legítima. Ver quran 4:34:
“Men are the managers of the affairs of women for that God has preferred in bounty one of them over another, and for that they have expended of their property. Righteous women are therefore obedient, guarding the secret for God’s guarding. And those you fear may be rebellious admonish; banish them to their couches, and beat them. If they then obey you, look not for any way against them; God is All-high, All-great.” Argumento a favor: É verdade que alguns de nós agridem a mulher à cotovelada http://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/20150808_0124_lider_islamico_agride_mulher_a_cotovelada

– porque somos pedófilos? A pedofilia é reprovada na cultura judaico-cristã. Pois, lamento, não tenho nenhuma citação nem judaica nem cristã sobre o assunto. Tal ficará a dever-se ao facto de ser uma perversidade tão grande e inconcebível que qualquer pessoa de valores morais recusa liminarmente sem precisar que esta esteja escrita num livro sagrado. E no Islão? Pois, se tiverem capacidade de ver este vídeo, https://www.youtube.com/watch?v=nXw5oDuRZ7Q, sem vomitar, ficarão esclarecidos sobre a posição do “profeta” relativamente à legitimidade de sexualmente se consumar um casamento de um homem adulto com uma menina em idade pré-menstrual.

Em suma, caríssimo Presidente do Conselho de Estado da República Portuguesa, o Islão estará na sua alma e na de alguns outros escroques que parasitam este país, mas não está certamente na alma da esmagadora maioria dos descendentes dos companheiros de D. Afonso Henriques.

A Europa-Burka do Islão

Aqueles que defendem as populações locais são hoje apelidados de racistas e xenófobos.

O que vemos actualmente na Europa e o que se tenta fazer nos Estados Unidos da América (basicamente no que se pode considerar mundo ocidental), é a defesa cega das comunidades que vêm de fora, sejam eles imigrantes ou refugiados como é, por exemplo, a imposição massiva de imigrantes e refugiados tanto pela União Europeia como pela Organização das Nações Unidas (ONU).

Na declaração da ONU de Nova Iorque de 2016 sobre imigrantes e refugiados é reconhecida a existência de vagas migratórias motivadas por conflitos armados, fuga de situações climáticas adversas, terrorismo, fome, pobreza e a procura de melhores condições de vida.[1] Curioso que aquando a ocorrência do terramoto e do desastre nuclear no Japão não se tenha assistido a estas vagas migratórias. Ainda assim, o ponto 12 da introdução desta declaração ressalva a importância da diplomacia e da prevenção das situações que motivam estas vagas, o qual até considero o ponto mais importante deste tema.[3] Porém, o destaque dado a este assunto é o mesmo dado pela comunicação social quando a esquerda aumenta impostos em Portugal (nenhum, portanto).

São pontos intermináveis na defesa de imigrantes e refugiados: a sua protecção durante o percurso e na sua chegada, a capacidade de lhes ser providenciado apoio médico, a luta contra a discriminação e violência (das populações locais contra os imigrantes e refugiados, claro) chegando ao ponto em que é defendido o levantamento da restrição da entrada de imigrantes e refugiados com HIV. Obviamente. Porque não fechar os olhos à entrada de pessoas com elevados problemas de saúde, nomeadamente HIV? As mulheres violadas por estes indivíduos sentir-se-ão bastante melhor por saberem que estes individuos não foram discriminados com base na sua nacionalidade ou estado de saúde.

E as populações locais? Estes, não só têm a obrigação de empreender todos os esforços para a protecção dos refugiados, acautelar pelas suas necessidades e condições de vida, como assegurar o registo de nascimento de todas as crianças que nasçam no seu território ao providenciar toda a assistência relativa ao seu estatuto civil. Pensavam que ia falar das medidas que iriam ser tomadas para proteger as populações locais? Lamento, esta questão é resvalada para o ponto 8 da página 18 da mesma Declaração onde constam somente 3 alíneas que, na realidade, não têm como objectivo a protecção das populações locais, mas tão somente a sua preparação prévia para a recepção dos imigrantes e refugiados (pelos vistos 24 páginas não são suficientes).

Hoje a Hungria está a ser considerada um país ditatorial (particularmente por esquerdistas que consideram Chavez e Lula exemplos a seguir, note-se a ironia) por não aceitar a entrada desmesurada de estrangeiros apenas com base em ordens e critérios de organismos internacionais. A sua perspectiva de que a Europa está a ser invadida coloca-a solitária no espectro político europeu e internacional. Considera que a Velho Continente tem uma cultura judaico-cristã que choca com muitos valores trazidos pelas comunidades de imigrantes e refugiados; admite que estes teimam em não se integrar e não respeitar os valores, tradições e cultura dos países europeus, por isso, é um país considerado racista e xenófobo.

Querer preservar o actual ponto civilizacional europeu é desrespeitar a cultura e a religião que não descansa em nos invadir. Ainda me lembro de que maus eram aqueles que iam para o Médio Oriente supostamente subjugar tudo e todos à reles cultura ocidental. Pelos vistos, tal argumento só é válido quando utilizado pela esquerda.

É cómico e simultaneamente deprimente assistir ao descaramento do júri da União Europeia sobre o concurso da próxima capital europeia da cultura que rejeitou uma candidata húngara, a cidade de Székesfehérvár, por ser “demasiado branca e sem migrantes suficientes”?[4] O facto de aparecerem pessoas brancas e crucifixos durante 10 segundos num vídeo de mais de 3 minutos consternou demasiadamente o júri. Incrível como burkas a tapar mulheres são consideradas por alguns o epítome da liberdade religiosa. Qual a mulher que não quereria usar a burka no deserto?

A própria Polónia resvala para a mesma linha política e é ostracizada com ameaça de sanções pelos seus parceiros da União Europeia. Estamos a falar de um país disposto a prestar ajuda humanitária e financeira de cerca de 10 milhões de euros ao Líbano para a construção de habitações para refugiados sírios[5]. A parte negativa desta política polaca na óptica da máquina europeia? A Polónia considera que providenciar ajuda mais próxima daqueles que precisam é mais benéfico do que trazê-los para longe das suas terras-natais. Pelos vistos, isto é racista e xenófobo.

Os países e, por conseguinte, os estados, têm o dever de proteger os seus cidadãos. Se os seus cidadãos não estiverem em primeiro lugar, o estado não está a cumprir o seu dever. Discursar durante 8h como Nancy Pelosi do Partido Democrata o fez pelos dreamers norte-americanos[6] (que mais não são que imigrantes ilegais), quando não teve o bom senso de reconhecer, por exemplo, o mais baixo nível de desemprego de afro-americanos da história dos EUA durante o discurso do Estado da Nação, representa apenas tudo aquilo que actualmente está a ser defendido pela esquerda: a protecção dos imigrantes resvalando para segundo plano a vida e o futuro dos cidadãos nacionais.

Este objectivo de proteger quem vem de fora tem o propósito cruel de suplantar a sociedade ocidental com outras culturas e valores, muitas vezes não coincidentes, para ganhar votos e mão-de-obra barata. Objectivos mascarados de humanitarismo, empreendidos pelos próprios membros da sociedade ocidental que usam a liberdade de expressão para calar quem se atreve a discordar e para receber quem promete em aniquilar-nos.

Sara Albuquerque

Notas:

[1] New York Declaration for Refugees and Migrants – Resolution adopted by the General Assembly on 19 September 2016

[3] We are determined to address the root causes of large movements of refugees and migrants, including through increased efforts aimed at early prevention of crisis situations based on preventive diplomacy. We will address them also through prevention and peaceful resolution of conflict, greater coordination of humanitarian, development and peacebuilding efforts…”, New York Declaration for Refugees and Migrants – Resolution adopted by the General Assembly on 19 September 2016, pág 3, ponto 12.

[4] EU: Hungarian town can’t be European Capital of Culture because there are “too many happy white people”, Voice of Europe, 17 Fevereiro 2018

[5] Polish PM pledges $10 million aid to Syrian refugees in Lebanon, Fox News, 14 Fevereiro 2018

[6] Nancy Pelosi makes 8-hour marathon plea to help ‘Dreamers’, The Chicago Tribune, 07 Fevereiro 2018

A Europa tem culpa nos atentados

Foto: (Foto: AP Photo/Oriol Duran)

É muito fácil fazer-se de treinador de bancada e dizer o que corre mal e o que pode melhorar, mas temos todos o direito à opinião por mais disparatada que pareça. Enquanto já centenas de pessoas morrem na Europa devido a atentados terroristas Islâmicos, todos os governos dizem que é necessário uma estratégia conjunta…whiskas saquetas, que é preciso rezar por… whiskas saquetas e que não podemos ceder ao medo… WHISKAS SAQUETAS. O discurso é circular, amorfo e vai dar sempre ao mesmo sítio: A LADO NENHUM! Os políticos europeus sofrem um síndrome dos políticos portugueses: falam, desfalam e criam problemas tudo porque a língua é mais forte que alguma parte do cérebro que não lhes deixa actuar.

Neste momento precisamos de Estadistas, soluções e alguém que não tenha medo de tomar decisões difíceis chega de Pray for  e de patetices politicamente correctas! Temos crianças a morrer e famílias destruídas, tudo porque não se actua devidamente contra fundamentalistas ideológicos que tem severos problemas mentais. É bom ser multicultural, mas não podemos exigir multiculturalismo forçado, este só trás divisões e integrações falsas na sociedade. Quem quiser adoptar o estilo de vida Europeu, esse todos querem, mas essencialmente respeitar os nossos valores e modo de estar em sociedade muito bem, mas se um franja da religião Islâmica quiser impor os seus valores que roçam o fascismo podem voltar para onde vieram, a Europa não pode ter medo de defender a sua cultura judaico-cristã.

O Islão é uma religião que está numa fase em que o Catolicismo estava há 400 ou 500 anos, quem discorda vai para a fogueira, mas o catolicismo evoluiu e o Islão parece estar estagnado no tempo. As mulheres na Arábia Saudita não podem conduzir, tem que usar obrigatoriamente as vestes tradicionais, muitas vezes são vitimas de violência, isto é a liberdade Islâmica? Os valores tão proclamados pelo Sheik Munir de Lisboa que ainda por cima bateu na mulher? É uma religião a reformar, nem todos são iguais era o que faltava! Mas tal como a etnia cigana, em que os problemas estão no seio da sua cultura de clã, de afastamento da sociedade e de promover as baixas qualificações(não confundir as duas coisas, Islão é uma coisa etnia cigana é outra, comparamos os problemas que vem em comum mas sim na sua cultura), o Islão é neste momento uma religião fascista.

Se a Europa quer sobreviver, tem que pensar em primeiro nos seus para isso tem que de facto acolher refugiados mas formar campos de refugiados, como já existem, mas especificamente para os mesmos, são refugiados de guerra porque se vem para imigrantes económicos podem muito bem esquecer, porque se não arranjam trabalho exigem subsídios e já sabemos o que depois acontece… Manifestações. A Europa tem que se deixar de ladainhas e formar um verdadeiro exército europeu capaz de proteger as fronteiras e as zonas marítimas, o custo é alto mas o proveito será melhor, se queremos ser livre vamos colocar as mãos na massa, mas com esta classe política…

No atentado em Barcelona foi preciso uma mulher abater os terroristas em questão, se fosse em Portugal a polícia em questão estaria a ser interrogada e enxovalhada pela classe política, tudo porque não foi tolerante. Enfim.

Observação final: O Costa que lamenta morte de uma portuguesa em Barcelona é o mesmo que agora não quer permitir expulsão de criminosos estrangeiros.

Mauro Pires