Republicação: O meu mundo não é deste reino de Maria João Avillez

Por vezes, alguém consegue colocar preto no branco, exatamente aquilo que penso sobre o nosso estado da nação. Por vezes nem vale a pena citar nem parafrasear nem recriar aquilo que foi dito tão bem. Por isso coloco aqui um dos textos que mais gostei de ler no últimos tempos, que muito diz, muito faz pensar e lança a questão: que fazemos?

O meu mundo não é deste reino de Maria João Avillez

1. Vigiam-nos. Estão atentos. Estão de serviço. Mobilizados pelo pensamento único, uma nova forma de vida. Nunca se cansam. São ferozes na vigilância, implacáveis na perseguição, sonoros na censura. A nova cartilha e os seus mandamentos não incluem desvios. A nobre arte de debater, a esgrima dos argumentos, a relevância da dúvida, o valor da discordância, estão proibidos pela própria natureza da subversão civilizacional em curso.

Os novos proprietários querem-nos fora de pé, ao largo de nos próprios, cortados pela raiz do que somos e representamos. Querem que nos transfiguremos noutros, atraiçoando o nosso “nós” individual e anestesiando o “nós” colectivo.

Querem-no com ferocidade, não usando de contemplação: o castigo terá apenas o limite da sua própria obscenidade: a intimidação, a denúncia, a manipulação, a mentira, o escárnio público, abater-se-ão sobre os prevaricadores, qual raio ou trovão. A extrema-esquerda, radical de seu nome próprio, é aliás exímia na aplicação destes instrumentos que manuseia com a habilidade ácida do ódio. Temo-lo visto. É preciso licença prévia para pensar e depois dizer alto o que se pensou.

Qualquer “forma mentis” que não encaixe no novo código de conduta está automaticamente banida do seu direito de cidade, privada do oxigénio da liberdade e da vitamínica possibilidade da interrogação e debate. Há uma guerra cultural em curso.

2. Os novos proprietários das mentes&costumes não valem grande coisa eleitoralmente, nunca governarão sozinhos, o seu número no país é inversamente proporcional ao eco mediático que os propaga mas para quem não estiver distraído nada disso tem porém grande importância. Não tem, porque não é disso que se trata. É mais substancial, mais fundo, mais grave. Por isso, eles valem pelo que os deixamos conseguir valer.

Valem pelo aparente êxito com que corroem os alicerces que sustentam o berço civilizacional de onde somos, valem pelo modo como vão calcinando o que conhecemos como nosso mundo. Valem porque exibem o fôlego e a mestria dessa demencial empreitada que é o determinarem-nos: formantando-nos as mentes, anestesiando–nos as reações, domesticando-nos o instinto, incutindo-nos o receio de destoar. De ser expulso do coro onde impuseram uma nota só.

E valem, claro, pela desenvolta segurança de quem se implantou – cá dentro e lá fora — com estratégia e método. Ocupando lugares chaves tão relevantes como a Academia e a Media, convocando a Ciência para o festim, não descurando parte dos sistemas partidários, não esquecendo as representações parlamentares, cuidando da propaganda e do espectáculo. Oficializando enfim um novo mapa cultural e um guia moral (?) desconexos, híbridos, convulsivos, sem raiz. Saídos do nada. Em nome de uma abstrata “culpa ocidental” abatem-se valores, padrões, referências, história, memória (mas saberão eles que não há organização social capaz de vencer sem valores e sem passado?). Abatem-se como árvores, em nome do repúdio pela herança civilizacional recebida. Os novos proprietários exigem-nos numa palavra, que mudemos de pele cultural.

A isto se chama uma guerra.

3. Lá fora tudo “isto” está em estado de mais adiantada convulsão mas é fraco consolo: algo nos separa – para pior — do resto da Europa democrática e dos Estados de Direito a que gostamos de dizer que pertencemos. Separa-nos uma fractura que agrava a vulnerabilidade da nossa condição face à dimensão da catástrofe: o caminho está livre (ou parece livre) para ela, não há entrave, nem resposta aos novos proprietários. Refiro-mo obviamente a esse imenso espaço (metade do país?) do PS para a direita. Pouco o representa, poucos dele cuidam a não ser partidos exaustos e envelhecidos e meia dúzia de respeitáveis (e resistentes) políticos ou intelectuais. Não há instituições que se reclamem desse espaço, há pouco vigor, são escassas as iniciativas doutrinadoras ou políticas por ele produzidas. A discordância é expressa quase em surdina e desastradamente, e basta pensar na CIP para só citar um exemplo. Quanto à Universidade, faz pagar caro a professores e mestres fora do reduto da esquerda e agora fora do jardim envenenado do pensamento único ou da tirania do politicamente correcto.

Desde 1974 que a “media” ignora, despreza ou suporta mal a “ideia” de direita ou mesmo de centro-direita, troçando ou destruindo os seus líderes e ajudando a acabar com eles, mesmo que o voto os legitime. Ao contrário da Espanha, França, Bélgica, Alemanha, Holanda, e etc., em Portugal nunca se impôs, com substância e carácter definitivo, um jornal ou algo de parecido com um órgão de comunicação social de centro-direita, conservador ou menos conservador. O qual, como sucede nos países citados, funcionaria também como catalizador/produtor de opiniões, ideias, movimentos, debates ideológicos, pensamento político. Mas nem isso: o espaço continua semi-orfão, inorgânico, mal-amado. É um mistério.

A sociedade civil é tão débil quanto isso? As elites tão frágeis? A dependência do Estado tão avassaladora? Há metade do país sem voz nem vontade? O comprometimento deixou de ter significado e perdeu poder de convocatória? Não sei mas a fractura é grande. Do outro lado da guerra cultural em curso há quase só anestesia, mutismo, distração, indiferença. E simpatia até, quem sabe?

Impressiona. Ou não?

4. Posso parecer um daqueles automobilistas que entram em contra-mão na auto estrada achando que todos os outros estão enganados. Mas, caro leitor, o pior de tudo seria achar que subitamente exibo um fatal pessimismo ou que exagero, ao dizer-lhe que o meu mundo não é deste reino (e o seu, é?). Que me deu para aqui e se calhar acordei mal disposta. Não se iluda. Não conduzo em contra-mão, não estou fora de pé, sempre pude com os inimigos e tenho-me livrado, graças a Deus, dos “amigos”. O que não é mais possível é acordar e constatar que aquilo que na véspera se tinha como normal afinal não é. Por decreto emitido pelos novos proprietários, deixou de ser.

Far-me-ia por isso alguma impressão não ser capaz de contribuir para um alerta vermelho de perigo. Perigo sério, porque isto é a sério.

 

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Sem cadastro, por favor!

Se a credibilidade da classe política não for recuperada rapidamente, podemos em poucos anos, ter um Estado irreversivelmente disfuncional.

Em Portugal, vivemos uma grave crise de confiança na classe política e se a credibilidade da mesma não for recuperada rapidamente, podemos em poucos anos, ter um Estado irreversivelmente disfuncional. Numa época em que os modelos de conduta se relativizaram, onde as instituições e os códigos sociais e morais já não influenciam estilos de vida, impõem-se mudanças estruturais.

É, pois, fundamental promover a renovação e a rotatividade dos agentes políticos e, para isso, estabelecer um limite de mandatos para qualquer cargo eleitoral. Vedar a possibilidade de os dirigentes partidários ou governantes, poderem diretamente empregar parentela ou indiretamente, exercendo influências com esse fim.

Familiares próximos do presidente do PS – Carlos César, foram nomeados para cargos públicos, designadamente a mulher, a nora, o irmão e mais recentemente a sobrinha. Embora se desconheça que tenham sido privilegiados em função da relação familiar, o facto é que se houvesse seriedade e transparência nas contratações provavelmente isto não teria acontecido.

Acabar com a possibilidade de se poder acumular um mandato como deputado com um cargo executivo local devia ser também uma prioridade de agenda.

Não seriam de evitar os conflitos de interesses que se podem gerar pelo facto de muitos políticos manterem contratos de consultoria com empresas que trabalham para o Estado?

A sociedade contemporânea oferece um estilo de vida cada vez mais livre e aberto, banalizando comportamentos outrora censuráveis como a violência, a corrupção e a indignidade na ação das instituições. Ao inverterem-se os valores, instala-se a crise e assumir como natural que alguém seja candidato a um cargo político depois de ter sido condenado na justiça e de ter cumprido pena de prisão, como é o caso atual de Isaltino Morais, demonstra bem a vacuidade do nosso quadro de valores éticos.

Ainda que estas sejam propostas inconvenientes para os caciques de interesses, há que ter a coragem de pugnar pela sua concretização legislativa a bem de todos e da sobrevivência do Estado de Direito.

Pedro Borges de Lemos

O Autor escreve segundo o acordo ortográfico. 

 

 

Fonte: Jornal Público

Decorem este número: 726 mil milhões de euros

Desde Novembro de 2015 que em Portugal não se discute reformas, aliás, para o Supra-sumo do reino Costa estas fazem-lhe: ” Alergia”. O problema é que a alergia de Costa nos está a custar caro no presente e no futuro custar-nos-à muito mais caro. Não podemos lidar com assuntos económicos com “paninhos quentes”, a função de um governo, por mais que não se goste da sua existência, ainda é de ajudar na correcção dos desequilíbrios económicos, ou macroeconómicos, como dizem os fofinhos da praça.

Portugal sempre teve um problema na produção de bens neste caso no seu valor acrescentado. O fraco incremento tecnológico, a utilização de máquinas insuficiente e o insuficiente capital humano continuam a estrangular o potencial da economia portuguesa. O Estado português tem culpas tremendas no cartório, é só somar impostos e taxinhas que uma empresa tem que pagar, além de IRC`S, derramas municipais, aos impostos no gasóleo e gasolina(dos mais elevados da Europa), bem como dos preços da energia mais elevados da Europa igualmente. Com tantos custos de contexto, como os políticos portugueses continuam a dizer que temos de ser mais competitivos mas todos os anos continuam a aumentar esses mesmos custos? E ainda por cima com um sorriso cínico da cara.

Com um crescimento mais forte neste momento, não se perspectiva a sua continuação com todos os problemas estruturais que temos e o governo não faz nada para o aumentar, simplesmente navega e distribui, uma prática de Estadista diga-se… Só que a manta de retalhos já não chega e os pés já estão a descoberto. Desde de 2012 que Portugal tem uma balança corrente e de capital, ou seja, um registo que contabiliza as nossas relações económicos com o resto do mundo, o que entra e o que sai em divisas, é positivo. Este nosso excedente externo é fruto do trabalho heróico da iniciativa privada portuguesa e das antigas reformas governamentais, que apesar de insuficientes, continuam a mostrar resultados. Já vamos no 5 º ano de excedente externo. Isto é importante pois permite reduzir a nossa dívida externa que vá vai, como disse em título, em 726 mil milhões de euros coisa pouca só 385,9 % do PIB.

O problema é que em termos absolutos, a nossa dívida externa(pública+privada), está em máximos e a contrariar o movimento descendente de 2015. No final do primeiro semestre de 2017, o endividamento externo situou-se em 726,0 mil milhões de euros, dos quais 317,7 mil milhões referentes ao setor público e 408,3 mil milhões ao setor privado. Face ao final de 2016,  o endividamento externo aumentou 10,9 mil milhões de euros, dos quais 9,9 mil milhões de euros respeitavam ao setor público e 1,0 mil milhões de euros ao setor privado. Não está tudo bem meus senhores, estamos a voltar a crescer com base em dívida, o que nos levou à explosão financeira de 2011. Se queremos uma explosão de maior tamanho é só continuar com o mesmo caminho só não nos façam é de parvos.

A somar a isto, voltamos ao défice externo neste 1º semestre de 2017 com a nossa balança comercial de bens a tornar-se cada vez mais deficitária e nem o cada vez maior excedente da balança de serviços(turismo), a compensar as perdas. Nos primeiros seis meses do ano, as balanças corrente e de capital apresentaram um défice de 685
milhões de euros, o que compara com um défice  356 milhões de euros observado no primeiro semestre de 2016.  Já a balança comercial total(bens+ serviços), até Junho, a balança de bens e serviços registou um excedente de 713 milhões de euros, menos 412 milhões de euros do que no período homólogo.

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Fonte: Banco de Portugal

Como se pode ver no gráfico 1, o cenário vai mudar(o verão ajuda sempre) e vamos acabar o anos com excedente externo, mas a situação está se a deteriorar e sem políticas que promovam uma redução dos custos de contextos e que promovam aumentos de competitividade não podemos sair da serpa torta. A culpa não é só do governo que não mexe nem deixa mexer, é de um povo inerte que só quer fazer a sua vidinha e não grita mais alto contra a oligarquia que destrói o País.

Mauro Pires

Cuidado com o excesso de optimismo

A função de qualquer analista é tentar explicar ás pessoas a realidade nua e crua, pelos menos os analistas decentes desse nome. Os políticos portugueses costumam vender banha de cobra, mas a qualidade deixa muito a desejar, aproveitam-se de um povo com baixas qualificações e farto, e bem, da classe política vigente não votando na manada bovinal que temos, depois sobram os militantes, os simpatizantes e a classe que está sempre a ser corrompida com futuros aumentos salariais, funcionários públicos, criando uma classe diferente das outras mas que cujo aumento de regalias futuras hipoteca-nos o futuro, da esquerda à direita todos a engordam, afinal, é da li que temos o voto “seguro”.

No meio de tanto mapa cor de rosa e fofura hippie em demasia, temos que olhar friamente para os números. O INE publicou na segunda feira os dados, ainda provisórios, do crescimento económico do 2º Trimestre de 2017. São dados que podem ser analisados de vários prismas, primeiro, que é um resultado sustentado pelas reformas de Passos Coelho, não temos que ter medo ou vergonha de dizer isto, é simplesmente a verdade, este Governo a única reforma que fez foram “devoluções”, afectos e incoerências de geometria variável. O crescimento de 2,8% podia ser muito maior, porquê? Se Passos tivesse aprofundado as reformas feitas no seu mandato, eram precisas muitas mais, e depois temos Costa que anda ao sabor do vento, não muda nada de estrutural e o bom crescimento que agora temos vai se esfumar ao longo do ano essencialmente porque:

  1. O crescimento do 1º Semestre de 2016 foi fraco, logo comparando matematicamente temos sempre um número mais favorável neste 1º semestre de 2017.
  2.  Houve uma aceleração do crescimento económico no 2º semestre de 2016 pois os empresários verificaram que o governo colocou a viola no saco e Centeno tinham continuado o corte de gastos públicos, vulgo austeridade, sim, Costa fez austeridade(era algo diabólico não é Costa?), e logo neste 2º Semestre de 2017 vamos ter um desaceleração a fundo do crescimento.

Com isto, podemos chegar a uma conclusão, que para diminuirmos a nossa dívida pública de 131% do PIB para níveis “aceitáveis”, temos que ter superávits orçamentais, não vai acontecer, e temos que ter um crescimento nominal( Crescimento do PIB real + Inflação), de pelo menos 4%. Isso pode acontecer este ano, mas nos anos seguintes não se perspectiva tal coisa, pois vamos voltar aos nossos crescimentos anémicos de 1,5 a 1,3% ao ano, porque quem não quer mudar nada de estrutural na economia portuguesa e anda a sabor do vento não augura nada de bom.

Se nem com ventos do BCE favoráveis, preço do petróleo baixíssimo e um enquadramento internacional bom não se faz reformas e se controla o orçamento, as várias bolhas internacionais seja no crédito, mercado monetário, obrigacionista(dívida) e de acções quando derem o estoiro não vamos aguentar o impacto, tudo por foguetório e uma mentalidade que nenhum governo deve ter: Curto prazo.

Este crescimento não é sustentável, nem existe um conjunto de medidas preparadas para que tal aconteça, não se reformou o Estado, culpa para Passos e Costa, não houve uma reforma na despesa pública por completo, continuamos com regulações e burocracias pornográficas, impostos a estrangular os empresários e a população. Em resumo, 2 anos de governação que exprimidos só saíram afectos, depois não se queixem. Não é ser masoquista ou desejar mal a alguém, aliás, preocupar-nos com o futuro do País e tentar que ele cresça mais mas com pés de ferro não de barro é que chegamos lá, meus caros já vamos na 3ª bancarrota, queremos o TETRA?

Mauro Pires

Costa, estás feito um ditador

O Dr.Costa, ou coisa parecida, é um verdadeiro fala barato. Diz, diz, continua a dizer e de conteúdo BOLA, pelo menos até aqui nada de transcendente e de anormal uma pessoa em si sem conteúdo não pode transmitir conteúdo nenhum, seria a lógica da batata se assim o fosse. Depois o Primeiro Ministro, custa dizer isto, usurpador, pode dizer qualquer tipo de disparate balofo mas ninguém liga, comenta, fala, esperneia ou encontra contradições. Com o Dr.Costa é tudo nas calmas, é Rei da bazófia e da comunicação social, logo pode estar descansado porque, no final de tudo, a culpa é “du Passus”, como diriam os estrábicos maçons do PS.

Se a comunicação social é um pilar, imaginem o que é terem uma estação televisiva, por inteiro, orquestrada por interesses e pela ideologia reaccionária fascista socialista. A TVI é uma estação respeitável, não se pode dizer isso é a muita gente que lá trabalha, começando em certos pivôts, “comentadores”, estes sim tem a cartilha” e até determinados directores amicíssimos de José Sócrates. Ora, propaganda barata, mesmo sem custos, o que é que se queria mais? Manda-se todas as culpas para a “direita”, para o “Passus” e está feita a debandada da manada socialista.

Só que eles deixaram rasto, pegadas, trio e cheiro. E o cheiro da aldrabice do Dr.Costa é inconfundível, aquele cheiro a vulcão prestes a explodir mas não o faz porque perderia a sua compostura cínica e com sorriso parvalhal. As culpas dos incêndios primeiro eram da trovoada seca, depois era do “Passus” e da direita neoliberal, depois foi do “coiso” e agora que a TVI vai deixar de ser órgão oficial do PS  Costa mostrou-se, revelou-se e aparvalhou-se deves. O peluche mais fofo de Portugal, com aquele sorriso esfíngico, transformara-se num Pirómano de disparos, não acertava em ninguém e agora quer acertar na Altice. Sei que ser um Khadafi é o que o Dr. Costa, quer, mas tem que ter mais requinte, mais fatos Armani, mais amigos com milhões para lhe emprestarem, assim não é Khadafi Socratiano,  é António Costa, criatura mais cínica e perigosa que este último, seu chefe de sempre, o Zé das medalhas, dos engenheiros domingais Sócrates.

Se Costa quer continuar a mentir sobre a incompetência do SIRESP, novamente adjudicado por si enquanto Ministro da Administração Interna, gastando perto de 400 milhões de euros, culpando os outros para desviar atenções e por um completa azia de comportamentos fecais devido à perda de poder num órgão de comunicação social… Costa, estás feito um ditador.

Mauro Pires

A Horta de Basílio

Cada político português tem a sua horta, agora é mais individual, ou melhor, nem é sua, apropria-se da horta verde do Zé, vamos fingir que não é dinheiro, e depois faz a festa típico do político caviar português, mais caviar de Camaleão, porque o Camarada Basílio conhece a prática camaleónica como ninguém, agora já não é partidária, o Basílio Horta tem o verde da Horta, mas entenda-se o verde por somos interessantes de €€€€.

Já estamos habituados ao desastre que é a política portuguesa, dos “lapsos”, dos “esquecimentos”, das culpas que são dos outros, a nova versão portuguesa que o Costa tanto gosta:” A culpah é du Passus”, ninguém quer assumir responsabilidades, porque além de não serem responsáveis não fizeram mais nada na vida além das jotas e da formatação típica partidária. Se, como falei, não querem saber do Isaltino, as praias é o que interessa, ninguém quer saber do Camarada Basílio, porque, além de ser uma criatura desinteressante, os tremoços falam mais alto. Não interessa se o Camarada Basílio teve um “lapso”, nas suas declarações de rendimentos entregues ao Tribunal Constitucional, se afinal não eram 5,6 mil euros mas era 5,6 milhões de euros só 100 vezes mais.

Não, o Camarada Basílio não fez por mal, foi tudo obra do vigário, esse já está morto, mas Basílio não, e ainda vai a tempo de desistir da sua candidatura a Sintra, talvez os cofres da Cidade não estejam assim tão seguros, bem, com nenhum socialista nenhum cofre está protegido, mas o Basílio é mais fofo, o fato de Camaleão fica lhe bem. Às armas Basílio!

Mauro Pires

As 100,000 razões para se ser politicamente incorrecto

Iniciei este projecto do PortugalGate sozinho. Como quase maioria das minhas ideias ,aparecem de rompante, aproveitei a deixa para criar algo diferente do panorama da Blogosfera nacional. A pessoa pensa efectivamente: O que posso dar de diferente? Como posso ser diferente? O que falta a um País que lhe batem na cabeça com um machado de impostos e taxinhas e ninguém se revolta? Decidi fazer dos blogs, senão o blog, mais politicamente incorrecto de Portugal. Chamar os chinos pelos nomes, desmascarar a falcatrua das jogadas de bastidores, analisar como a realidade o exige e o demonstra.

Cada blog tem a sua matriz de pensamento, eu tenho a minha e não abdico dela sou Liberal e acredito piamente na liberdade de iniciativa privada e na força de cada um, individualmente, contribuir para a resolução dos problemas da sociedade. Felizmente que, ao longo dos meses, já lá vão 5, consegui arranjar excelentes pessoas para este projecto e agradeço a cada um o seu esforço e a sua contribuição. Um abraço especial para a minha amiga Cristina Miranda, autora da carta mais polémica e verdadeira dos últimos anos neste País, contra o Imposto Mortágua, que tanto como autora e como amiga  nos tem feito de crescer de forma assombrosa. Portugal precisa de mais iniciativa, contra todos os governos socialistas de esquerda e de direita. Se exigimos direitos, temos que os pagar e pagar exige reforma estruturais na nossa economia, é o preço por anos a fio de irresponsabilidades e dos grandes grupos económicos, com pés de barro, que viviam e vivem de rendas garantidas e certas.

No PortugalGate, que espero que continue a informar com qualidade, já são 100,000 visualizações em 5 meses.

Sem Título
São hoje mais de 100,000 visualizações.

Se Portugal é hoje,um crime, pode ser absolvido, tem é que fazer fascina e começa na Assembleia da República. Começa com mais literacia e distinguir os pirómanos de votos dos responsáveis, porque a vida não é só pão e circo, coisa que este País já não sai desde há 400 anos.

Mauro Pires

A Brigada Anti-Racismo das Esquerdas Radicais

Sempre que se usa a mioleira, a extrema esquerda acusa de racismo. Sempre que alguém tem uma ideia diferente, a esquerda acusa de Satanás. Sempre que alguém pensa fora da caixa, a esquerda logo lhe chama de Neoliberal fascista. Enquanto uns trabalham e produzem riqueza, outros gostam de maconha e o que dizem serve só para encher melões.

P.S: Explicação de foto para quem não sabe Inglês: ” Tudo o que eu diga a esquerda chamará de racismo”.

BLASFÉMIAS

Sempre que alguém tem uma ideia divergente no que concerne a minorias sejam elas quais forem, vem logo uma “Brigada Anti-Racismo” para atacar ferozmente as vozes dissonantes. O ataque que mais parece de cães raivosos enlouquecidos é sempre carregado de mimos insultuosos onde se repete até à exaustão palavras como racista, xenófobo, homofóbico e outras tretas. O objectivo é transmitir ao interlocutor sentimentos de culpa por ousar questionar as pobres minorias que simplesmente por serem minorias são uns pobres coitados postos à margem por uma sociedade capitalista. Chegamos ao ponto de não poder comentar factos. Falar mal de  criminosos é socialmente aceite se o criminoso  for branco, heterossexual , cristão, ateu ou judeu. Mas se tiver  outra  cor de pele, tendência sexual ou religião a “Brigada Anti-Racismo” vai conotar-nos de racistas, xenófobos e homofóbicos. Quem ousar dizer que o Islão é uma religião dominadora/invasora como o comprova a…

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O RSI da “Pobreza Severa”

Os Partidos da Igualdade, da Inclusão, da “Junção” e de todas as fanfarronices politicamente correctas, querem dar dinheiro a quem o tem, os que não tem rendimentos que se lixem, mas quem tem um Mercedes é recompensado. Ohh Costa! Porreiro pah!

BLASFÉMIAS

O mesmo Governo que ainda não reverteu por completo o SIRESP por falhas criminosas, resolveu reverter mais uma medida do anterior executivo. Qual é ela? Aquela que limitava o acesso ao RSI de pessoas com carros, avionetas, barcos e contas bancárias com mais de 25000€. O que alegou então Vieira da Silva para reverter esta medida? Que estas condições não invalidavam a existência de “pobreza severa”. Muito bem. Dito isto ficamos a saber que pobreza severa também atinge quem tem bens e contas com milhares de euros. A sério? Não estou aqui a dizer que ficar sem trabalho não é dramático. É. Mas se eu ficar sem trabalho e tiver 25000€ no banco ou um bem nesse valor, eu não sou pobre. Estou, sim,  em dificuldades e isso é outra coisa. Ficar desempregado mas ter bens que me permitem dar a volta por algum tempo à minha situação, não…

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O PCP não merece respeito

Já se esperava a decisão do PCP sobre a Venezuela. Enquanto que, a maioria dos partidos condena o que acontece naquele País, deixe-se de fora “os amantes do fumo”, do Bloco de Esquerda, o Partido Comunista mais ortodoxo do Mundo continua na mesma linha de pensamento. Diz-se que o Partido Os Verdes são como a melancia, verdes por fora vermelhos por dentro, mas o PCP ao apoiar um regime actualmente sanguinário e a favor do proletariado, está a apoiar o fascismo e o passado assassino da sua internacional comunista. Acho que muitos se lembram das vítimas do comunismo ao longo destes mais de 117 anos, muitas vezes parece que se esquecem. Mas vamos a contas:

O comunismo só é eficaz a:
– Encher cemitérios (125 milhões)
– Genocídios (Ucrânia, Cambodja, China)
– Campos de concentração
– Fome
– Terrorismo (Europa e América Latina)
– Tráfico de droga (América latina com entreposto em Cuba);
– Corrida às armas
– Desastres ambientais e humanos  ;
– Milionários do nada (filha de Chávez a mais rica da América Latina, Isabel dos Santos a mais rica de África, Marido de Isabel um dos mais ricos onde mais de metade da população vive com menos de dois € por dia mas elite vem fazer compras a Lisboa ao fim de semana), Kirchner que multiplicou a sua riqueza em mais de 10 vezes, Lula e rebento um dos mais ricos da América do Sul.

Em resumo, são um gangue especializado. Não admira o PCP apoiar o genocídio Venezuelano, faz parte da sua génese, causar o caos e destruir para reinar. É pena que o todo bonzinho Jerónimo tenha pele de cordeiro, porque lá dentro não deixou de ser o mesmo Estalinista e Leninista de sempre. A Constituição da República Portuguesa proíbe partidos fascistas, logo o PCP devia estar nos canos de esgoto há muito tempo, não devia era de lá ter saído, já causou, causa ainda, estragos suficientes.

Camarada Jerónimo, junte-se à Catarina numa sessão espiritual de Marijuana sempre abre novas portas para um ” Mundo Novo” e mais “Confiança”, como diria o Doutor Costa nos seus tempos de moderado: ” É incrível como os esquerdistas não conseguem resolver um problema sequer a uma pessoa”

Mauro Pires