Bloqueada no Facebook por mensagem de ódio que não é minha!

Acabo de ser bloqueada pelo Facebook sob a alegação de que proferi mensagem de ódio e que essa viola os princípios desta comunidade. Ora isto faria sentido se de facto o tal discurso de ódio tivesse sido proferido por mim. Mas não foi. A publicação que deu origem a este bloqueio é um vídeo (veja aqui) de um personagem que vomitava ódio contra os portugueses e disse textualmente isto: ” Tugas, vocês são uns merdas. Tugas vocês são uns merdas, não valem nada. Vocês são um lixo de pessoas. Estamos aqui para vos tirar tudo, o vosso trabalho, o vosso dinheiro, as vossas mulheres.”  Exactamente isto que acabam de ler. Este vídeo foi integrado num artigo  de um jornal online e eu… limitei-me a partilha-lo sem acrescentar mais nada. Resultado? A PIDE do Facebook, ao invés de meter o infractor autor deste vídeos na “solitária”, mete quem o denunciou. Faz sentido? Sim. Porque a censura voltou e com mais força que no Estado Novo.

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Enquanto eu sou bloqueada por denunciar e mostrar discursos de ódio produzidos contra a comunidade portuguesa, os meninos racistas e instigadores ao ódio do BE, Mamadou Ba e Joana Mortágua, andam aí livres e soltos, sem qualquer censura,  pela rede social,  a fomentar ideais radicais que fizeram tumultos e destruição por 5 dias consecutivos e sem fim à vista. Mais: os ataques são contra as autoridades de segurança e até bombeiros o que é gravíssimo. Mas tudo tranquilo neste país de bananas.

Mamadou Ba foi explícito quando chamou de “bosta da bófia” na rede social; Joana Mortágua foi explícita quando instigou contra as autoridades policiais sem inquérito prévio para apuramento dos factos. Ambos foram contra os princípios da comunidade facebookiana mas não têm acesso bloqueado à rede nem ao Parlamento. Digam lá se isto já não é uma anarquia, esse sonho molhado do BE?

A palavra de ordem é inverter valores. Na sociedade inteira. O que é correcto passou a ser condenado. O que é errado passou a ser louvado. Quem prevarica já não é quem instiga ao ódio, é quem o denuncia. E porquê? Porque querem provocar uma anarquia para que no meio do caos social surja um salvador que irá impor uma nova ordem social. Quem? Eles próprios, claro. É o plano já em marcha por décadas, iniciado por Gramsci e retomado pelas extremas esquerdas representadas aqui em Portugal pelo BE. São estes e só estes, que deixaram a luta revolucionária do proletariado e agora seguem a luta pelo marxismo cultural, essa peste que se infiltrou na sociedade através da escolas, jornais, revistas, as televisões, as rádios, para criar a sociedade ideal de “carneiros amestrados” incapazes de pensar por si e completamente dopados pela ideologia do pensamento único.

Mas não nos vão calar. Não vão conseguir essa sociedade podre sem valores nem ordem. Não vão! Cada vez que tentarem silenciar, ressurgiremos como uma fênix  com mais força, mais vontade, mais determinação para acabar com esta podridão que vegeta já por demasiado tempo no Parlamento. É hora de limpeza. E vamos limpar Portugal deste lixo!

Aguardem.  #NaoNosCalamos

Cristina Miranda

Via Blasfémias

 

 

Catarina Martins é Patética!

Catarina Martins, Mariana Mortágua, Joana Mortágua, enfim, toda a agremiação bloquista do Partido urbano dos intelectuais do tabaco e afins, tem um certo sentido refinado de humor. Vejamos. Catarina, a líder do bloco, a pequena, em estatura e não só, diga-se, tem uma capacidade de colocar o seu tom de voz num nível mais ou menos irritante, até para um comum mortal evoluído e que está a nível sonoro habituado a ouvir as cagarras quando piam numa noite em que Cavaco Silva não esteja por lá. Catarina gritou, vociferou, abriu os seus olhos, tornando-os quase que em bico, mas não o suficiente para parecer uma criatura amorfa dos seus acampamentos, contra Pedro Passos Coelho e o seu governo por serem:” Contra a liberdade”; ” Fascistas!”; ” De Direita Neoliberal”; “Insensíveis”; “Desumano” etc.

Catarina disse isto e muito mais contra a “direita” e contra Passos, disse naquele tom de voz arrogante, cheio de razão, mas de vez em quando com falhas de voz que roçavam algo esganiçado. O último Partido que pode chamar algo a outro é o Bloco, é um facto, o Bloco só actua, in loco, em Bloco, quando teve que se juntar a António Costa em Outubro de 2015 para impedir que Passos destruísse a esquerda a prazo. O Bloco é o último que pode falar porque deixou o seu neocomunismo de lado, engoliu as cativações neoausteritárias conjunturais insustentáveis, que estão a esmagar a saúde e quem depende ainda dos Hospitais Públicos por não terem liberdade de escolha e rendimento para algo mais, transformando a vida dos portugueses em algo mais infernal do que já é, sabendo a sobrecarga de impostos que temos ainda de suportar.

O Bloco é ainda o último partido que pode acusar o próximo, porque este, o tal partido “de verdade”, o partido anti-corrupção, o partido impoluto das esquerdas alternativas é como todos os outros, também quer o tacho governativo, o emprego para o parente e o amigo mais próximo. Por isso, camaradas, Catarina e a agremiações adjacentes, por favor, não sejam hipócritas, resumindo, não sejam Costa! Chamar Marine Le Pen fascista, estão no seu pleno direito, aliás é verdade, mas se Le Pen é fascista o Bloco também o é, estão exactamente bem um para o outro, socialistas com socialistas, só que Marine tem atitudes de senhora, enquanto uns, aqueles que falam com a liberdade na boca e depois cospem na de seguida, impedem outros de falar.

É de lamentar que o festival que é o WebSummit, sim festival, porque de evento tecnológico já o deixou de ser, tenha entrado na conversa dos caviares portugueses. A esquerda tem poder, não só na comunicação social, mas em muitas pessoas que se dizem capitalistas e amantes da liberdade mas que, afinal, não são mais que subsidio-dependentes do dinheiro estatal para manterem um evento de Lisboa que o resto do País não liga, porque cria riqueza e tem salários a pagar. A Irlanda, País com tecnologia de ponta e altos quadros, não renovou com a WebSummit… Por alguma coisa foi.

Talvez um dia, quando António Costa absorver o que resta do Bloco, já que é especialista nesses festivais de feitiçaria política, a Catarina, a pequena, volte para o teatro tentando expressar de modo mais ou menos patético a criatura que é, Avante Catarina!

Mauro Oliveira Pires

 

 

Jerónimo pode Chumbar o Orçamento

Dizia-se, em tempos, que o Governo de António Costa e os seus gnomos da corte eram uma Geringonça governamental, Costa mudou o jogo, hoje é a Matrioska governamental. Catarina foi engolida, Jerónimo foi a seguir, depois Costa neutralizou Arménio Carlos através dos botões auxiliares que tem no controlo remoto, guardado precisamente naquele famoso e bolorento casaco verde, que o Primeiro-Ministro usa em situações em que normalmente foge para destinos mais paradisíacos.

O objectivo do jogo é ganhar, qualquer um, seja pela via do mérito, ou então, pela via da usurpação, canal que António Costa ao longo dos seus 25 anos na Política(nunca fez nada para além de receber o nosso dinheiro), sempre usou e com orgulho, finalizando com um sorriso ardente de cinismo.

O objectivo era ser Primeiro-Ministro, atingindo tal coisa Costa tinha que usar as suar armas, neutralizando o PCP e o Bloco e dando uma palha ou outra, dizem que a Catarina gosta de rebuçados de mentol, votar PS era a mesma coisa que votar no PCP ou no BE, isto na perspectiva do eleitorado destes dois últimos partidos. Costa sabe que se sugar o eleitorado urbano, “chique”, das construções sociais, por outras palavras, o eleitorado do BE, estruturalmente o PS que já é dono do regime, passa a sê-lo mas de modo vitalício.

Aqui chega a hora de Jerónimo. Se por um lado o PCP tem um eleitorado estanque, que não passa dos 6-8% mas que ao menos não faz uma má figura eleitoral, o Bloco tende para o PS, é volátil, infantil e claramente inconstante, Catarina Martins vende-se por um qualquer cargo- já avisou que os quer- governativo, enchendo o aparelho de Estado com os seus amigos dos acampamentos. Jerónimo chumbando o Orçamento dá a maioria absoluta ao PS, não fazendo parte de mais nenhuma geringonça, Jerónimo coloca o BE numa situação de gritaria, esquizofrenia colocando Catarina Martins, Mariana Mortágua e afins de olhos em bico e em modo de esganiçadas, atitudes diárias que não lhes custa fazer.

Jerónimo perde o poder de pressão legislativa que tem hoje, algum pelo menos, mas não perde muito mais, o PCP controla parte do aparelho de Estado, controla maioritariamente os sindicatos portugueses e pára o País quando quer e quando lhe apetece, basta o caro leitor andar no metro de Lisboa e afins, para se perceber que Portugal continua com um Partido inconstitucional que pratica actos de terrorismo económico. Já Catarina, perde o vestido de noiva, perde o anel de diamantes e o sapatinho. Em resumo, fica insignificante, como sempre foi aliás, mas agora pode ser oficial. Coloquem rolhas nos ouvidos, vão precisar.

Por mais que Catarina queira os cargos, o aparelho, o Estado, se o PS ganha com maioria absoluta é um adeus efectivo, porque Costa não fará um terceiro mandato, ser Presidente da República é outro objectivo da nossa Naja de serviço. E, mais uma vez, Jerónimo sabe disso, a degradação da economia portuguesa começa a acentuar-se, não há reformas novas e as que foram feitas não houve seguimento, Costa sabe que tem que reformar é pragmático, daí os namoriscos à esquerda e à direita.

No fundo, Costa é bígamo, mas de casaco verde e com calinadas dignas de um Show televisivo do Jorge Jesus, parece me outra coisa, mas não me apetece referir, talvez a Catarina quando estiver solteira e voltar ao charro nos saiba dizer o que é.

Mauro Oliveira Pires