Bolsonaro não é a solução, mas é a alternativa

O Brasil está a atravessar a sua pior crise existencial desde os tempos da hiper-inflação nos anos 80 e 90 aliado a um período orçamental e macroeconómico, semelhantes aos que Fernando Henrique Cardoso(FHC), encontrou antes das políticas de estabilização que teve de encetar para mudar estruturalmente a economia brasileira e colocar o País de novo na rota do crescimento. Algo que, claro, a esquerda brasileira, nomeadamente Luís Inácio Lula da Silva se aproveitou com todo o prazer- e muita modéstia- pois o PT, partido que colocou o Brasil actualmente de cócoras, como o nosso PS faz de 10 em 10 anos e outros agentes tem que limpar as suas borradas mais ou menos manhosas e com engenharias financeiras a roçar maquilhagem da Sra. Bobone, colocou a bandeira ao alto a dizer que a recuperação Brasileira se devia ao novo Messias: Lula, o homem do povo, o impoluto, o anti-corrupto, quando que, como já é apanágio esquerdista e de certa direita socialista, Lula apoderou-se do aparelho de Estado para enriquecer a si e aos seus, construindo uma teia muito bem oleada que foi linearmente posta em causa pelo Juiz Sérgio Moro.

Moro está como o ex-Juíz da operação Marquês em Portugal, Carlos Alexandre, estava para os grandes processos, incisivo, impetuoso e sem qualquer tipo de calafrios em explorar qualquer ponta solta de qualquer político. No Brasil choveram-lhe louvores e como consequência uma tentativa de afastamento por parte do establishment “petista”, coisa que foi evitada a bem do Brasil e do seu povo. Em Portugal, o caminho foi inverso, Carlos Alexandre foi praticamente eliminado pela dança da maçonaria que cujo “manto”, foi bem usado pelas engenharias Socráticas  para, desculpem a leveza do termo, safar mais uma vez a sua pele e abrir caminho à queda de outros processos. O Brasil aprende, Portugal não, os filhos vão se afastando da paternidade e fazem muito bem, Portugal deixou de ser exemplo faz 500 anos, não queiram ser a Venezuela em ponto rectangular meu caro povo Brasileiro.

Saindo do aparte- é sempre prazeroso comparar duas realidades dos dois países e ver que um já evolui em algum sentido, valha-nos isso- as eleições Brasileiras tem que ser olhadas com pragmatismo. O Brasil tem um povo que, quando chega a Portugal, especialmente os que tem menos formação, fazem o trabalho que os outros não querem, o que não é menos meritório, mas fazem-no da melhor forma possível, sempre com um sorriso cintilante no rosto e com aquele sotaque maravilhoso que nos leva às nuvens.

Estes e os antigos imigrantes Brasileiros não querem só estabilidade económica, querem uma palavra que se chama PAZ! Que depois se transfigura em Sossego! Tranquilidade! E que hoje, no Xadrez da política Brasileira, Jair Bolsonaro soube capitalizar e muito bem. Aproveitou ainda o lado “divino e espiritual” a que o povo Brasileiro socorre nos tempos mais difíceis e ainda ao discurso fácil, directo mas por vezes boçal, mas, tudo tem um “mas”, mais vale um não engravatado liberal malcriado, que um “democrata corrupto” que o João Miguel Tavares no Jornal no Público descreveu o candidato das eleições Brasileiras.

Bolsonaro apresenta ainda algumas vantagens face à vaga esquerdista dos outros partidos, à excepção de João Amoedo-candidato que apoio mas que na segunda volta Bolsonaro claramente levaria o meu voto- é o único se não a par de Amoedo que fala do ensino não “ideológico” nas escolas, o famoso bastião de formação e formatação de cérebros da esquerda, acumulando votos para futuro, e ainda algumas medidas liberais interessantes dos quais a boa preocupação com os gastos públicos.

Bolsonaro não é perfeito, longe disso, mas é o que há, e o que há parece menos corrupto que os outros, possivelmente vai “roubar” menos que os outros e parece genuíno. Se Jair ganhar na segunda volta das Presidenciais Brasileiras, o esquerdismo tem que respeitar, aliás, tem mesmo que cumprir o seu famoso juramento: ” O povo é quem mais ordena”, é só pararem de serem parolos malcriados e assumirem que não passam de fascistas desordeiros, é tão mas tão fácil, não é Maduro?

Mauro Oliveira Pires

Bolsonaro não é de extrema-direita

Rotular de “extrema direita” tudo o que se opõe ferozmente à agenda da esquerda globalista é agora a arma desesperada das criaturas marxistas algumas disfarçadas de jornalistas. Diz-se que a melhor defesa é o ataque e é bem verdade. Nunca  a ameaça à ideologia de esquerda esteve tão patente no mundo devido à loucura da abertura de fronteiras à imigração descontrolada de gente vinda de países com culturas anti ocidentais, prontas a destruir nossos valores e sociedade tal como a conhecemos, à corrupção e às bancarrotas, que condenam as nações à pobreza. Os povos, fartos de serem as cobaias, estão a reagir expulsando do poder as esquerdas. Estão no limite da paciência.  E isto não é opção pelo extremismo de coisa alguma, é a revolta das pessoas a exigir o regresso à ordem.

Esta semana tentaram matar Bolsonaro no Brasil como sempre fizeram os extremistas de esquerda para silenciar seus opositores. No passado, foram “só” 100 milhões, coisa pouca, às mãos do comunismo/socialismo,  onde nele se fabricou, os quatro maiores carniceiros de que há memória: Mao Tsé Tung, Lenine, Hitler (sim, Hitler era um radical Nacional Socialista e não de direita) e  Stalin.

Justificaram a tentativa de homicídio a este político como sendo uma resposta ao “discurso de ódio”  de Bolsonaro. Bem, se ser católico e  defender os valores da família, imigração controlada, um Estado social sustentável, ordem e disciplina, escola sem partido,  condenações pesadas para criminosos, combate sério à corrupção, querer um Brasil próspero, condenar o ensino da ideologia de género nas escolas a meninos de 4 anos, não ter objecção pela escolha sexual de cada um desde que não condicione a liberdade dos outros, defender que pobreza se combate com mais instrução e não mais dependência de apoios sociais, querer um país sem divisões entre hetero e homossexuais, entre brancos e negros, homem e mulher, entre ricos e pobres, um país  unido, sem violência e seguro,  é discurso de ódio e extremismo, bom, então parece-me que alguém tem de voltar à escolinha  e rápido para reaprender o conceito.

A ver se registam de uma vez que extrema direita é  “toda manifestação humana que possua orientação considerada exageradamente conservadora, elitista, exclusivista e que alimente ainda noções preconceituosas contra indivíduos e culturas diferentes das de seu próprio grupo”. Assim, expliquem lá onde se encaixa aqui Bolsonaro se ele não tem no seu discurso qualquer uma destas características?

No entanto, a esquerda que o rotula de radical, defende reformas radicais no sistema social politico e económico que visam igualdade social com desmantelamento dos estratos sociais;  o confisco da riqueza para distribuir por igual;   um Estado totalitário que decide tudo em nome do bem comum e controla em absoluto a economia;  que domina os meios de comunicação na defesa de um pensamento único e ainda persegue com violência quem se lhes opõe. Não é irónico?  Afinal quem é  extremista aqui?  Mais: a mesma esquerda que persegue Bolsonaro com ódio – sim, porque aquele ataque não foi por amor – idolatra o maior promotor de ódio jamais visto na América Latina, Che Guevara, esse carniceiro louco que todos estes radicais homenageiam com saudosas “t-shirts” como foi o caso do BE no Parlamento. Um sanguinário que matou a sangue frio crianças, mulheres, homens, negros, gays, jovens para impor sua ideologia! E ainda deixou para a prosperidade estas “maravilhosas” frases: “O individualismo deve desaparecer!”;  “Estou aqui nas montanhas de Cuba sedento por sangue”;  “Querido pai, hoje descobri que realmente gosto de matar”;  “Minhas narinas se dilatam quando aprecio o odor acre da pólvora e do sangue.  Louco de fúria, mancharei de vermelho meu rifle estraçalhando qualquer inimigo que caia em minha mãos!  Com a morte de meus inimigos preparo meu ser para a sagrada luta, e juntar-me-ei ao proletariado triunfante com um berro bestial!”; “Não tenho casa, não tenho mulher, não tenho pai, não tenho mãe, não tenho irmãos.  Meus amigos só são amigos quando eles pensam ideologicamente como eu”. Não é “lindo” e “inspirador”?

Este animal, hoje herói das esquerdas, foi ainda responsável pelo confisco  da poupança e propriedade de 6,4 milhões de cidadãos e transformou 20% da população de Cuba em refugiados numa nação que até então era  inundada de imigrantes e cujos cidadãos gozavam um padrão de vida  superior a metade daqueles que residiam na Europa. Criou gulags Guevaristas com trabalhos forçados e câmaras de tortura.  Ainda saqueou e ocupou a mais luxuosa mansão de Cuba obrigando o seu proprietário a fugir do país.   Só gente extremista doida varrida  idolatra um filho da mãe desta natureza. No entanto nós temo-los no Parlamento. E chamam-se PCP e BE.

Mas nosso querido Marcelo, sempre a passar esponja em tudo,  já veio dizer que em Portugal não existe extrema esquerda. Anda distraído? É ignorância? É má fé? Como pode afirmar algo que é mentira quando são eles próprios, BE e PCP, todos os dias a demonstrar que o são, com apoio aberto às ditaduras de Fidel e Che Guevara, Maduro, Kim Jong Un, Lenin e Stalin? Quando nas suas políticas defendem sem preconceito a perseguição ao capital, o controlo absoluto da economia e dos média  pelo Estado, têm um discurso constante de ódio contra a direita a quem chamam de fascistas e neoliberais!!! Brincamos com a inteligência do povo português, é isso?

Não,  não é Bolsonaro que é de extrema direita. São os opositores que o tentaram matar para o silenciar que são extremistas. Exactamente iguais aos de cá,  que um dia mataram com sucesso o incómodo Sá Carneiro e que ainda se passeiam por aí a fazer política.

Cristina Miranda

Via Blasfémias

Lula e Sócrates, a Mesma Luta

Nem o Omo lava mais branco.

O que a Comunicação Social não nos diz

Sobre o processo do Lula da Silva, devo esclarecer que a condenação e a pena de prisão de 12 anos, é relativa somente a um processo de “corrupção passiva” e “lavagem de dinheiro”.

Existem mais 6 processos, ainda a decorrer, contra Lula da Silva, relativos a uma multiplicidade de outros crimes, pelos quais foi investigado, e já foi ou irá ser deduzida acusação, e pelos quais ainda irá ter que ser julgado.

O que não falta pois, no currículo de Lula, é potencial matéria para ainda poder vir a ser condenado a mais umas dezenas de anos de prisão, em adicional à actual pena de 12 anos a que já foi condenado.

Mas sobre estes crimes, e estes processos, não se ouve uma única ou sequer uma pequena menção por parte da nossa CS, nem por parte dos membros dos painéis de comentadores e comentadeiras. Os eméritos e doutos paineleiros do regime.

É como se entre a CS e as nossas eminências pardas do regime, que são meticulosamente escolhidas, para virem para as TV`s apoiar, defender e tentar ilibar Lula da Silva, existisse um código de silêncio, para branquear, manipular e tentar reescrever a história.

Técnicas e procedimentos tão ao gosto dos manuais operativos dos regimes socialistas, como a própria história mundial exemplarmente nos tem demonstrado.

Os Boaventuras, os Louçãs os Rosas e os Danieis, os Jorges Coelhos e demais sapiências pensadoras, auto nomearam-se juízes do tribunal máximo das causas do regime, e de onde são emitidos acórdãos finais sem direito a recursos nem passíveis de serem contestados. As suas opiniões são para serem encaradas como veredictos e sentenças finais, verdades absolutas, e ponto final. E de aplicação com com efeitos rectroactivos, presentes e futuros, ou consoante o que lhes der mais jeito.

No caso de Lula, não só deve ser declarado inocente dos crimes pelos quais já foi julgado, como deverá já ser declarado inocente pelos crimes sobre os quais ainda nem foi julgado, e outros crimes futuros que nem sequer tenham ainda sido cometidos.

A justiça dos Boaventuras e dos Louçãs, só existe sobre quem, quando e como lhes agrade, e de aplicação à lá carte. Nada de estranhar, pois para estas figuras do regime, a democracia tb só existe quando são eles a mandar, e ditadura é quando outros mandam neles.

Mas mais grave que todo este processo de branqueamento, desinformação e manipulação, levado a cabo por todas estas figuras, é estarmos perante uma Comunicação Social, absolutamente dominada e em total disponibilidade ao serviço da propaganda do regime.

Sejam bem vindos à nova República Socialista Portuguesa, camaradas?
Nova, não, pois esta já leva 44 anos. Mas está cada vez mais refinada e enquistada.

Rui Mendes Ferreira