Também quero quotas “raciais”para gente como eu

Desde que me conheço que luto arduamente para ter alguma coisa na vida. E quando digo arduamente é mesmo isso. Nada me foi facilitado. Se quis “independência” cedo,  tive de me agarrar ainda com 16 anos a um trabalho nas férias da escola numa fábrica. Se quis seguir estudos, tive de concluir o secundário à noite enquanto de dia “comia pó” a carregar camiões. Se quis depois entrar para o superior tive de estudar como o caraças para ter boa média. Se quis depois concluir o curso, tive de trabalhar até às 17h/18h e seguir directo de Ponte de Lima até ao Porto para assistir às aulas que podia, ficar muitos fins de semana fechada em casa a “marrar”  para as frequências e mesmo assim aguentar com as frustrações de não passar a inglês (apesar do meu 16 no secundário) só porque era uma cadeira que não podia frequentar por chegar sempre tarde. Mesmo assim, não desisti e com mais um ano  em cima pelas dificuldades criadas por certos professores, lá concluí o curso.

Mas a saga não acabou aqui. Se quis dar aulas tive de ter boa média para ficar bem colocada. Se quis mudar para gestão de empresas tive de sobreviver a um mundo maioritariamente de homens que por ser novinha (com 25 anos) e mulher, punham em causa as minhas capacidades  dificultando todos os meus passos, obrigando a uma maior afirmação que qualquer outro mortal para conseguir objectivos. Se quis depois empreender tive de ir buscar coragem ao diabo para fazer frente a todos os lobbys que se atravessaram no meu caminho para me atirar borda fora daquele ramo de actividade. Se quis recomeçar tudo de novo e renascer das cinzas,  depois de uma luta desigual contra interesses instalados, tive de vestir uma bata para limpar casas, passar a ferro para fora, guardar crianças e idosos porque aos 40 somos velhos demais  para trabalhar e ninguém nos quer.

Porque ser branco, mulher/homem, de meia idade, de estrato social baixo, sem grandes apelidos, sem conhecidos em lugares importantes, heterossexual, com carro de baixa cilindrada com cerca de 20 anos,  não dá quotas de borla e impede que consigamos sequer um lugar na política – onde prospera gente sem competências nem conhecimentos do  país real apenas dotados de currículos académicos extensos e pomposos – cujo o status quo é mais importante do que qualquer experiência  profissional comprovada no terreno.

Se é para estabelecer quotas raciais por que motivo nós os remediados deste país que contam tostões ao fim do mês por não ter “amigos” influentes, sem cor na pele nem tendências sexuais da moda, não podemos também ter o privilégio de deixar de ter de lutar como mouros  por aquilo que desejamos?

Diz o artigo 13 da nossa Constituição:

Artigo 13.º – (Princípio da igualdade)

1. Todos os cidadãos têm a mesma dignidade social e são iguais perante a lei.
2. Ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica ou condição social.

Como podem estes pseudo-políticos atropelar os direitos previstos na nossa Constituição sobre igualdade? Quando impomos quotas estamos claramente a colocar grupos em situação privilegiada em detrimento de outros sem qualquer respeito pelo mérito. E isto é  racismo.

Não há lei nenhuma neste país que impeça que qualquer indivíduo alcance o que quer que seja pela sua condição.  Por isso cabe a cada um lutar por conseguir o que deseja na vida. Se não for bem sucedido não é por causa cor da pele porque se assim fosse, António Costa não era ministro de Portugal; Van Dunem não era ministra da Justiça; Mamadou Ba não se sentava no Parlamento a viver do erário público; Narana Coissoró não tinha sido deputado; a candidata negra do LIVRE não se tinha formado na universidade; não haveria pessoas de todas raças e etnias a estudar no superior;  Hirondina Costa, uma  habitante do Jamaica que tenho a honra de conhecer, não seria uma profissional de sucesso completamente integrada na sociedade com dois estabelecimentos comerciais. Algum destes precisou de quotas para chegar mais longe do que muitos de nós? Não. O que impede realmente alguém de subir na vida é sua determinação, sua vontade e para voos mais altos, seu estrato social (infelizmente). Mais nada.

Anda-se a inventar um país racista que nunca o foi só para legitimar a acção de associações pouco transparentes e com legalidade dúbia, agremiações de antifas (anti-fascistas) perigosos debaixo de uma capa partidária que faz perseguição criminosa por divergência de opinião. Eles alimentam-se destas agendas e não perdem uma oportunidade para as intensificar. Porque é disso que vivem. (Veja aqui neste vídeo o próprio Mamadou a afirmá-lo.) 

Foi o caso do artigo de opinião Fátima Bonifácio. Por que razão a primeira não pode ter liberdade de expressão e tem de ser crucificada na praça e  em relação à instigação ao ódio   e violência – clara e inequívoca –  de Mamadou e as Mortáguas contra os bófias, os tugas, os nazis imaginários e pedido de  morte ao Bolsonaro, já pode ao abrigo da liberdade de… expressão? Mas voltamos ao fascismo, é isso?

Sobre liberdade de expressão diz nossa Constituição:

Artigo 37.º – (Liberdade de expressão e informação)

1. Todos têm o direito de exprimir e divulgar livremente o seu pensamento pela palavra, pela imagem ou por qualquer outro meio, bem como o direito de se informar, sem impedimentos nem discriminações.
2. O exercício destes direitos não pode ser impedido ou limitado por qualquer tipo ou forma de censura.
3. As infracções cometidas no exercício destes direitos ficarão submetidas ao regime de punição da lei geral, sendo a sua apreciação da competência dos tribunais judiciais.
4. A todas as pessoas, singulares ou colectivas, é assegurado, em condições de igualdade e eficácia, o direito de resposta.

Quando tentamos silenciar opositores e não olhamos a meios para o conseguir, não restam quaisquer dúvidas que não se trata de um Estado de Direito mas sim o princípio claro  de  instauração de uma ditadura.  Com as quotas raciais  o princípio é exactamente o mesmo.

Cristina Miranda

Via Blasfémias

Deve ser pela cor da minha pele

Ser jornalista hoje, salvo algumas excepções, não é relatar factos com isenção e seriedade. É aldrabar, manipular, distorcer, contornar, fabricar “verdades” alternativas. Só não vê quem “usa palas”. Qualquer cidadão atento tropeça diariamente neste lixo jornalístico que promove agendas políticas ligadas ao sistema mas diz-se independente. Tropecei esta semana em vários textos execráveis de tão falaciosos que são. Sobre o quê? Racismo, pois está claro, o tema favorito dos partidos que promovem o vitimismo como meio de subsistência.

O primeiro tropeção foi com Fernanda Câncio essa pérola jornalística que se contorce mais que as minhocas sempre que quer fazer valer um ponto de vista mesmo que sem pontas por onde se pegue. No seu texto “45 Anos de negação” conta a história do “pobre e indefeso” Helder Amaral deputado do CDS que em entrevista lhe revelou ter sido alvo de “racismo” e das implicações que isso teve na sua vida. Sem colocar em causa o depoimento de Helder Amaral, esse mesmo testemunho, poderia ser de qualquer outro cidadão de outra cor qualquer, de outra religião qualquer, com deficiência física, com óculos graduados, pobre, com obesidade ou magreza. Qualquer um. Mas, claro está, o que importava à jornalista era fazer passar a mensagem de que em Portugal temos “muito racismo”. Porém, e para quem não sabe, esta mesma jornalista tinha entrevistado Camilo Lourenço sobre o mesmo tema. Mas este, ao contrário de Helder Amaral, não se vitimizou pela cor. Referiu apenas que os ataques que sofreu não foram por racismo mas por estupidez humana e que essa estupidez existe em todo o lugar. Deve ter sido por isso que Câncio não o quis mencionar neste seu texto. Pois claro, estragava a narrativa vitimista que se pretende e assim  não dá para crucificar os portugueses. Pois é, mas o facto é que:  Helder Amaral é deputado; António Costa é primeiro ministro; Van Dunem é ministra da Justiça;  Quaresma joga na primeira liga; PS tem uma deputada cigana; Patrícia Mamona é atleta medalhada no atletismo;  Anselmo Ralph vende milhões de discos; Mamadou Ba é assessor no Parlamento!!!! E tantos tantos outros!!! Se houvesse racismo em Portugal, jamais teriam chegado tão longe.  

O segundo tropeção foi no texto do Daniel Oliveira no Expresso, outro obcecado em mostrar racismo em Portugal à força toda. Diz ele no seu texto ” A Bosta do racismo” : (…)Mamadou Ba permitiu que este país, que o Estado Novo ensinou que era excepcionalmente tolerante, exibisse finalmente o seu racismo sem filtro. Ou seja, entende esta criatura que as reacções ao comentário de Mamadou onde incita ao ódio e rotula os policiais de “bosta da bófia” mostram “racismo” e são despropositadas porque coitadinho até nem quis insultar, “nós” é que empolamos as coisas. Esqueceu-se claro, de dizer que enquanto alguns reagiam às declarações deste assessor do Parlamento de forma efusiva (em resposta às palavras execráveis do Mamadou), do outro lado da barricada, jurava-se morte aos portugueses e dizia-se textualmente”  Tugas, vocês são uns merdas, não valem nada. Vocês são um lixo de pessoas. Estamos aqui para vos tirar tudo, o vosso trabalho, o vosso dinheiro, as vossas mulher” multiplicavam-se comentários nas redes deste género contra os portugueses.Também se ignora que Mamadou em suas palestras fez exactamente o mesmo com nosso legado histórico e cultural e exigiu o fim da GNR e PSP. Daniel só mostra o que lhe convém porque também ele trabalha para o sistema.

Depois veio o terceiro tropeção. No texto de quem? Só podia ser do tio Anacleto Louçã que no Expresso (este jornal colecciona-os a todos!) entrou a correr salvar Mamadou  no texto “A política suja contra Mamadou” onde passa uma esfregona nos factos para tornar este senhor numa vítima. De quê? Ora de racismo, claro. Está na moda e traz votos às  extremas esquerdas marxistas mentirosas.

Porém, na África do Sul, os brancos não têm sequer acesso a cuidados hospitalares, nem podem possuir bens, são desprovidos de quaisquer direitos humanos. Isto sim, É RACISMO e praticado por NEGROS. Mas Câncio não vê interesse em falar sobre isto. Nem Daniel Oliveira, nem Louçã, nem o Expresso porque é racismo sobre brancos.

Fica assim claro que,  sobre este tema, só falam meias verdades. E meia verdade não é uma verdade. E o jornal Expresso promove este “jornalismo independente” de forma consciente. Ainda esta semana publicou um artigo intitulado   “Mulher negra alvo de violência no metro na Suécia” onde não teve qualquer problema em fazer destaque da cor e da violência. Mas esqueceu-se de destacar que se tratava de alguém que se recusava a pagar e a sair da carruagem obrigando ao uso da força. Mas já noutro artigo “Trinta suspeitos furtam artigos desportivos em centro comercial do Carregado”omitiu a cor e teve o cuidado de referir que no furto à loja não houve agressões nem ameaças aos funcionários. Portanto, fizeram passar a mensagem de uma actuação agressiva das autoridades sobre uma negra, no primeiro artigo e um assalto de 30 pessoas, sem cor,  “muito pacíficas”, no segundo. Este jornal deve pensar que comemos gelados com a testa.

Enquanto isso, eu que sou branca e portuguesa desde que nasci,  trabalhei ao volante de um empilhador numa fábrica de blocos,  nas limpezas,  ainda a domiciliar a idosos, passei a ferro para fora,   guardei crianças e que para ter o que tenho tive de fazer muito calo desde os 17 anos ( que ainda se vê nas minhas mãos), até hoje,  nunca tive a “sorte” de ter um lugar altamente destacável, altamente remunerável sem mexer muitos músculos, como essas “vítimas de racismo” – Mamadou Ba e Helder Amaral – em Portugal.  Deve ter sido pela cor da minha pele.

Cristina Miranda

Via Blasfémias 

Bloqueada no Facebook por mensagem de ódio que não é minha!

Acabo de ser bloqueada pelo Facebook sob a alegação de que proferi mensagem de ódio e que essa viola os princípios desta comunidade. Ora isto faria sentido se de facto o tal discurso de ódio tivesse sido proferido por mim. Mas não foi. A publicação que deu origem a este bloqueio é um vídeo (veja aqui) de um personagem que vomitava ódio contra os portugueses e disse textualmente isto: ” Tugas, vocês são uns merdas. Tugas vocês são uns merdas, não valem nada. Vocês são um lixo de pessoas. Estamos aqui para vos tirar tudo, o vosso trabalho, o vosso dinheiro, as vossas mulheres.”  Exactamente isto que acabam de ler. Este vídeo foi integrado num artigo  de um jornal online e eu… limitei-me a partilha-lo sem acrescentar mais nada. Resultado? A PIDE do Facebook, ao invés de meter o infractor autor deste vídeos na “solitária”, mete quem o denunciou. Faz sentido? Sim. Porque a censura voltou e com mais força que no Estado Novo.

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Enquanto eu sou bloqueada por denunciar e mostrar discursos de ódio produzidos contra a comunidade portuguesa, os meninos racistas e instigadores ao ódio do BE, Mamadou Ba e Joana Mortágua, andam aí livres e soltos, sem qualquer censura,  pela rede social,  a fomentar ideais radicais que fizeram tumultos e destruição por 5 dias consecutivos e sem fim à vista. Mais: os ataques são contra as autoridades de segurança e até bombeiros o que é gravíssimo. Mas tudo tranquilo neste país de bananas.

Mamadou Ba foi explícito quando chamou de “bosta da bófia” na rede social; Joana Mortágua foi explícita quando instigou contra as autoridades policiais sem inquérito prévio para apuramento dos factos. Ambos foram contra os princípios da comunidade facebookiana mas não têm acesso bloqueado à rede nem ao Parlamento. Digam lá se isto já não é uma anarquia, esse sonho molhado do BE?

A palavra de ordem é inverter valores. Na sociedade inteira. O que é correcto passou a ser condenado. O que é errado passou a ser louvado. Quem prevarica já não é quem instiga ao ódio, é quem o denuncia. E porquê? Porque querem provocar uma anarquia para que no meio do caos social surja um salvador que irá impor uma nova ordem social. Quem? Eles próprios, claro. É o plano já em marcha por décadas, iniciado por Gramsci e retomado pelas extremas esquerdas representadas aqui em Portugal pelo BE. São estes e só estes, que deixaram a luta revolucionária do proletariado e agora seguem a luta pelo marxismo cultural, essa peste que se infiltrou na sociedade através da escolas, jornais, revistas, as televisões, as rádios, para criar a sociedade ideal de “carneiros amestrados” incapazes de pensar por si e completamente dopados pela ideologia do pensamento único.

Mas não nos vão calar. Não vão conseguir essa sociedade podre sem valores nem ordem. Não vão! Cada vez que tentarem silenciar, ressurgiremos como uma fênix  com mais força, mais vontade, mais determinação para acabar com esta podridão que vegeta já por demasiado tempo no Parlamento. É hora de limpeza. E vamos limpar Portugal deste lixo!

Aguardem.  #NaoNosCalamos

Cristina Miranda

Via Blasfémias

 

 

O racismo do SOS Racismo

Vamos ser claros: Portugal não é racista. Num estudo recente, o nosso país lidera as listas com as menores taxas de violência e vitimização motivadas pelo racismo: 2%. Mais ainda,  lidera também nos índices sobre a inclusão no mercado de trabalho (Fonte Renascença). Mas temos uma “Associação” que se diz do lado das vítimas de racismo a “lutar activamente” (já sinto o suor daqui) contra o “racismo” que identifica em tudo o que mexe. Ah! ainda identifica “racismo” nos outros países mostrando “preocupação” com a violação dos direitos humanos. O problema está, claro, neste paradoxo de ver racismos onde não os há, e ter  cegueira profunda onde ele existe e mata indiscriminadamente. Vamos à prova dos nove?

Comecemos pelas preocupações desta malta com os “racismos” fora de Portugal. Houve ingerência nas eleições de Bolsonaro e  de Trump por os considerarem racistas, xenófobos, misóginos, homofóbicos e tudo mais. Ora, como se viu e vê, nem Bolsonaro nem Trump,  puseram ainda em marcha seus planos de “genocídio racista” que eles tanto propagandearam.

Porém, não se pronunciam quando se trata da África do Sul, onde neste preciso momento, fazendeiros brancos estão a ser chacinados (sim! chacinados!)  com um teor de malvadez indescritível.  Onde não se limitam a matar: arrancam as unhas; colocam crianças em água a ferver; espancam até à morte; estrangulam  com cinto; arrancam olhos.  Onde  aos que sobrevivem, cospem, estupram, batem, impedem acesso a cuidados hospitalares, negam ajudas sejam de que tipo for.    Onde o governo  promete persegui-los com violência até tirar tudo o que têm adoptando o slogan racista “Black Fisrt, Land Fisrst”.  Quando se trata também da perseguição aos judeus pelos islâmicos , dos cristãos pelo Boko Haram em África, da   violação dos direitos humanos na Venezuela, nem uma palavrinha sequer!

Por cá, a mesma atitude. Onde estava esta “associação” quando dois indivíduos de etnia cigana quase mataram um rapaz em Coimbra que apenas quis apaziguar uma disputa? Onde estavam quando uma família de ciganos atacou um casal homossexual também em Coimbra? Onde estavam quando um polícia foi agredidogratuitamente por africanos?  Porque não reclamam da força policial sobre claques de futebol? Porque não se sensibilizam com o uso de violência sobre “coletes amarelos”? E por falar em ciganos, viram-nos a acompanhar o processo dos 200 candidatos ciganos a militantes do PS que continuam bloqueados? Claro que não. Eles querem lá saber.

Mas bastou um vídeo amador (incompleto) no Bairro da Jamaica, que alegadamente incriminava a actuação policial, mas que já foi desmentido por uma testemunha local (veja aqui), para imediatamente e sem inquérito prévio concluir que houve abusos de violência policial motivados por racismo. Logo a seguir,  a ofensa directa e explícita aos agentes de autoridade a quem Mamadou Ba apelidou de “bosta da bófia” instigando ao ódio e divisão social contra as autoridades. A resposta a este apelo não se fez esperar: manifestações violentas, carros, autocarros e caixotes do lixo incendiados, cocktail molotov contra esquadras, ameaças explícitas em vídeo racistas  dirigidas à polícia a aos portugueses.

Na verdade, o SOS Racismo não passa de um departamento do bloco de esquerda para servir de marketing de imagem e colher junto dos desfavorecidos, que eles alimentam ideologicamente, votos. Não lhes interessa resolver nenhum problema destas pessoas. Tanto que é outra associação de moradores a “Associação para a Defesa e Integração das Minorias Étnicas” que nos últimos anos conseguiu levar a questão do realojamento  do Bairro da Jamaica à Assembleia da República com apoio da bancada parlamentar  do PCP. Isto porque aos extremistas do Bloco (muito mais perigosos que o PCP) interessa-lhes eternizar estas condições que são a incubadora perfeita para a promoção do caos e divisão social, feita à conta da falsa retórica do racismo. Não lhes interessa resolver a situação  destas famílias porque onde há integração das comunidades,  lei e ordem,  não existe anarquia essencial à sobrevivência do BE.  Conscientes do desastre que é o comunismo com a revolução do proletariado de Marx,  disfarçam-se agora de protectores de minorias para depois aparecer como salvadores da pátria impondo sua nova ordem.

Mamadou Ba é militante do BE que recebe remuneração por “prestação de serviços de assessoria técnica” no Parlamento. A associação que preside não apresenta seus membros nem balanços sobre a pouca actividade que promove (como se pode constatar no site) mas recebe generosos fundos públicos sendo o último para promoção de uma… festa (uau!!). Valor? Mais de 26 000 euros saídos dos bolsos dos portugueses!

O mais curioso disto tudo é o facto desta comunidade que apoia Mamadou Ba nos seus discursos de ódio e racismo contra quem não é negro, depois de terem expulsado de seus países  os portugueses a quem apelidaram de “colonizadores racistas” e que lhes deixaram toda a riqueza e desenvolvimento que produziram,  estar agora toda a vir para Portugal exactamente a pátria dos “racistas colonizadores”! Quem é que no seu perfeito juízo, acreditando que os portugueses são mesmo racistas, vem para cá meter-se na “boca do lobo”? A razão é óbvia: porque sabem que a questão do racismo é falsa e aqui vive-se melhor que nas suas terras onde reina a ditadura socialista e corrupção.

Os bairros como o da Jamaica são barris de pólvora não por racismos mas por rivalidades entre gangues ligados ao tráfico de droga e roubo. E independentemente de ter muita gente boa, honesta, trabalhadora e lutadora, existe outros “profissionais” que  são hostis com as autoridades e tudo fazem para os afastar do local porque lhes estraga os negócios. Tão simples quanto isto.

Agora a pergunta para um milhão: O que está verdadeiramente por trás desta “associação” afinal? Bem, numa pequena pesquisa, encontrei um manifesto de 2017, subscrito João Delgado, Kitty Furtado, Mamadou Ba e Sadiq S. Habbib  onde preto no branco (ups! será esta expressão racista?) é pedido no ponto 2: “A desmilitarização imediata da polícia, e o fim imediato das operações do CIR (Corpo de Intervenção Rápida) nos nossos bairros, como primeiro passo rumo à abolição total da PSP e GNR, e sua substituição por mecanismos de garantia da segurança colectiva, baseados nas comunidades”. Querem mais clareza que isto quanto ao real objectivo de desacreditação dos nossos policiais?

Perante isto, não restam dúvidas que no Parlamento existem infiltrados extremistas da esquerda radical, assessores e deputadas, com uma agenda clara de instigação ao ódio e  divisão social que não respeitam o Estado de direito nem as  autoridades policiais. Para quando a saída imediata desta gente ao abrigo da nossa Constituição? Ontem já era tarde.

Cristina Miranda

Via Blasfémias 

PCP e BE são extrema-esquerda

Lembram-se da ida de Mário Machado à TVI? Recordam-se da hipocrisia monumental que aqui neste meu texto  denunciei acerca deste tema? Pois bem. Não levou dias a que, tanto o BE como o PCP, fizessem jus às minhas acusações. Obrigada desde já aos dois por me ajudarem fabulosamente nesta “árdua” tarefa de os desmascarar. A eles e aos comentadores e jornalistas que os bajulam.

Então não é que logo após as eleições da Venezuela, Jerónimo de Sousa em nome do PCP e de “todos os portugueses” (que grande lata), em carta felicitou o ditador Maduro, que está literalmente a matar à fome o povo venezuelano – entre o quais mais de 500 mil portugueses – e gere o país debaixo de uma forte ditadura onde nem sequer as eleições foram democráticas, tendo usurpado, isso sim, a “vitória”? Sim. Isto foi mesmo verdade. Diz ele: “… em nome do Partido Comunista Português envio-lhe as calorosas saudações  (tão amigos que eles são!) por ocasião da sua tomada de posse como Presidente da República Bolivariana da Venezuela para o mandato 2019-2025, em conformidade com a vontade do povo venezuelano (que vontade se as eleições foram manipuladas por Maduro?) expressa  nos resultados da eleição presidencial de 20 maio último e a ordem constitucional venezuelana…”. E prossegue:” … face à agressividade das campanhas de desinformação (os vídeos de pessoas a morrer de fome é campanha da oposição?), guerra de desestabilização e perigosas ameaças das escalada intervencionista do imperialismo e seus servidores, é de crucial importância expressar a solidariedade para com a defesa da soberania e independência (defender este ditador assassino é defender soberania?) nacional da República Boliveriana da Venezuela e o direito inalienável do povo venezuelano a determinar o seu caminho de desenvolvimento (o caminho escolhido pelo ditador é de desenvolvimento?) livre de ingerências e ameaças externas. Convicto de expressar os sentimentos de amizade do povo português para com o povo venezuelano reafirmo a firme solidariedade dos comunistas portugueses  (solidariedade para com um ditador assassino?) para com a resistência e luta do povo venezuelano (a resistência e luta é contra Maduro que os mata à fome, brincamos?) para vencer as dificuldades e desafios actuais (para vencer as dificuldades actuais que foram criadas por Maduro?)  e prosseguir o caminho libertador (este caminho só é libertador para quem foge ou morre) aberto pela Revolução Bolivariana.” Alguém se indigna com este líder extremista do PCP por estas declarações e exige sua saída do Parlamento? Claro que não.

Estes indivíduos da extrema-esquerda portuguesa não têm vergonha na cara. Num país  como a Venezuela onde se morre literalmente à fome, onde a inflação é galopante, onde se tortura e persegue pessoas por se oporem a esta miséria, donde se  foge da  morte certa, onde 85% dos medicamentos estão em faltarelembrando tudo o que foi vivido com Lenine e Estaline na ex-URSS, que matou milhões de seres humanos por imposição de uma ideologia, é de facto chocante. Mas está tudo caladinho. Não é?

Maduro é o novo Estaline do século XXI. Foi a doutrina política de Chávez  acelerada depois por Maduro que levou a Venezuela à ruína. Exactamente como na ex-URSS. Começou  com as estatizações de toda a economia empobrecendo-a. Em 1998 operavam 12000 fábricas,  hoje há menos de 7000. No ano 2000 começaram as expropriações de grandes propriedades rurais. Resultado: hoje falta tudo nos supermercados. Depois em 2006 o descontrolo nos gastos. Um crescimento exponencial da despesa pública onde se gastava mais do que se tinha usando os recursos que entravam da exportação de petróleo, para conceder subsídios generosos só para manter artificialmente o baixo preço dos alimentos e combustíveis.  Depois a promiscuidade entre empresas estatais e política tendo colocado a petrolífera PDVSA a distribuir alimentos (tinha uma rede de 159 supermercados), construir casas sociais e executar obras de restauração urbana para as elites. Com tanta despesa não inerente à actividade, o negócio do petróleo foi afectado. Depois, preços tabelados pelo governo que ao não serem suficientes para cobrir as despesas de quem produz ou presta serviços, levou ao abandono dessas actividades e à  deterioração dos serviços de quem resiste. Depois, o câmbio controlado  que dificulta a troca de bolívares por dólares levando a que se encerre empresas por falta de matéria prima porque não conseguem comprar fora do país. Para piorar isto, Venezuela tem o pior regime no que respeito aos direitos de propriedade levando ao afastamento total dos investidores.   Como se isto já não fosse suficiente, em 1999 Chávez mudou a Constituição por forma a aumentar os seus poderes.

Esta doutrina aplicada por Chávez e continuada por Maduro, é marxista. A mesma doutrina do PCP e BE. É uma ideologia que comprovadamente NÃO FUNCIONA e só provoca miséria, fome e morte. Mas, temos “meninos” extremistas   no nosso Parlamento a defender isto.

Catarina Martins veio a público toda ofendida (coitadita) porque considera insulto que lhe chamemos de extrema esquerda porque “Extrema-esquerda está associado a totalitarismos, a perseguição, a ódio – não encontram absolutamente nada disso no BE com certeza” – diz ela (ah! ah! ah!). Mas  esta senhora lidera um partido que é apoiante de Chávez e aprovou 4 votos de pesar pela morte deste no Parlamento, o ditador responsável pela situação da Venezuela actual. Venera Che Guevara, um assassino sanguinário que matava por ideologia indiscriminadamente. Saúda a memória de Fidel Castro, outro assassino ditador que “encarcerou” e condenou seu povo à miséria. Solidariza-se com o terrorista Cesare Battisti condenado a prisão perpétua. Cuspiu todo o seu ódio sobre a canção israelita apelando ao seu boicote no Festival da Canção confirmando que o Bloco de Esquerda é o partido mais xenófobo e racista do sistema político português. 

Não, de facto o PCP e o BE ” não são” extremistas de esquerda. Só apoiam ditadores e doutrinas extremistas. Faz “sentido” sim senhor!

Cristina Miranda

Via Blasfémias 

Pimenta no cu dos outros é refresco

A geringonça social comunista, com iniciativa do BE e do PCP, conseguiu agravar a taxa do imposto municipal sobre imóveis(IMI), de 1% para 1,5% para imóveis com valor superior a 2 milhões de euros. É mais um prego na asfixia fiscal de António Costa. A Geringonça continua a olhar para o plano orçamental como um menu, uma espécie de carta de intenções ás eleições legislativas de 2019, onde tenta não agitar as águas para passar calmamente sobre elas, sempre com um mordomo ao lado com guarda-chuva-Rui Rio- e outros seres mais pequenos mas igualmente cúmplices do próximo pântano orçamental. Com isto, Costa faz de Marajá Mor do reino, o gestor político primordial do regime, onde todos tem que obrigatoriamente passar para serem “ouvidos” e serem “alguém”.

O IMI é talvez dos impostos mais injustos- como se o imposto em si fosse justo- que a fiscalidade portuguesa tem. É o imposto que vem depois de todos os outros. O problema é que todos nós- calma, nem todos- temos que o pagar, uma vez que o seu não pagamento implica ter problemas com a autoridade que se sabe, que tem os poderes que tem e que a PIDE hoje teria um orgulho enorme em bater palmas. Quem não o paga chama-se PCP, BE, PSD, PS e CDS(entre outros partidos menos relevantes), claro que tudo dentro da legalidade e, como se sabe, a lei assim o permite. Permite mas de modo errado, há partidos com um património imobiliário extenso, alargado, que depois manda tributar o património dos outros sem tributar o seu primeiro, chama-se a isso hipocrisia.

O PCP é o partido mais rico do País, o que pode ser visto de vários prismas do ponto de vista financeiro. É o partido com maior capital próprio, ou seja, todos os activos que detém em balanço(podemos designar activo de modo muito simplista como o conjunto de direitos que a empresa tem e que se espera que estes gerem valor para futuro, como um prédio por exemplo), subtraídos ao passivo( ou seja todo o conjunto de obrigações, portanto dividas, que este tenha e que no futuro faça com que haja saída de dinheiro da sociedade quando é saldada), fazem com que o património líquido do PCP seja o maior dos três partidos. Além disso, é o partido que detêm o maior activo de todos os partidos, dos quais se destaca uma rubrica muito interessante que se chama activos fixos tangíveis e que podem ver abaixo na foto:

Balanço PCP
FONTE: Tribunal Constitucional, contas anuais dos partidos

Um activo fixo tangível representa isso mesmo- algo tangível, que se pode tocar, portanto se comprarmos um apartamento ou um prédio, isto sempre na óptica empresarial, isto é registado como activo tangível em balanço. Portanto, maior parte do activo tangível do PCP é património imobiliário. E, se formos rigorosos, nem todo o património imobiliário do PCP tem um valor individual acima dos 2 milhões de euros, mas com certeza aquele prédio que tem na Avenida da Liberdade vale isso, e é uma pena que não pague imposto, é sempre menos receita que o PCP não contribui para ajudar, por exemplo, os pobres que tanto fala e tanto esperneia e grita.

Ser hoje camarado ou camarada do PCP, é difícil, admito que tenho pena dos militantes do PCP que não saibam que fazem parte de um partido que quer ser “justiceiro” tributando o património dos outros não olhando para o seu e para os 14,7 milhões em imóveis que tem em balanço no final de 2017. Sim Jerónimo, pimenta no cu dos outros é refresco.

Mauro Oliveira Pires

 

 

Catarina Martins é Patética!

Catarina Martins, Mariana Mortágua, Joana Mortágua, enfim, toda a agremiação bloquista do Partido urbano dos intelectuais do tabaco e afins, tem um certo sentido refinado de humor. Vejamos. Catarina, a líder do bloco, a pequena, em estatura e não só, diga-se, tem uma capacidade de colocar o seu tom de voz num nível mais ou menos irritante, até para um comum mortal evoluído e que está a nível sonoro habituado a ouvir as cagarras quando piam numa noite em que Cavaco Silva não esteja por lá. Catarina gritou, vociferou, abriu os seus olhos, tornando-os quase que em bico, mas não o suficiente para parecer uma criatura amorfa dos seus acampamentos, contra Pedro Passos Coelho e o seu governo por serem:” Contra a liberdade”; ” Fascistas!”; ” De Direita Neoliberal”; “Insensíveis”; “Desumano” etc.

Catarina disse isto e muito mais contra a “direita” e contra Passos, disse naquele tom de voz arrogante, cheio de razão, mas de vez em quando com falhas de voz que roçavam algo esganiçado. O último Partido que pode chamar algo a outro é o Bloco, é um facto, o Bloco só actua, in loco, em Bloco, quando teve que se juntar a António Costa em Outubro de 2015 para impedir que Passos destruísse a esquerda a prazo. O Bloco é o último que pode falar porque deixou o seu neocomunismo de lado, engoliu as cativações neoausteritárias conjunturais insustentáveis, que estão a esmagar a saúde e quem depende ainda dos Hospitais Públicos por não terem liberdade de escolha e rendimento para algo mais, transformando a vida dos portugueses em algo mais infernal do que já é, sabendo a sobrecarga de impostos que temos ainda de suportar.

O Bloco é ainda o último partido que pode acusar o próximo, porque este, o tal partido “de verdade”, o partido anti-corrupção, o partido impoluto das esquerdas alternativas é como todos os outros, também quer o tacho governativo, o emprego para o parente e o amigo mais próximo. Por isso, camaradas, Catarina e a agremiações adjacentes, por favor, não sejam hipócritas, resumindo, não sejam Costa! Chamar Marine Le Pen fascista, estão no seu pleno direito, aliás é verdade, mas se Le Pen é fascista o Bloco também o é, estão exactamente bem um para o outro, socialistas com socialistas, só que Marine tem atitudes de senhora, enquanto uns, aqueles que falam com a liberdade na boca e depois cospem na de seguida, impedem outros de falar.

É de lamentar que o festival que é o WebSummit, sim festival, porque de evento tecnológico já o deixou de ser, tenha entrado na conversa dos caviares portugueses. A esquerda tem poder, não só na comunicação social, mas em muitas pessoas que se dizem capitalistas e amantes da liberdade mas que, afinal, não são mais que subsidio-dependentes do dinheiro estatal para manterem um evento de Lisboa que o resto do País não liga, porque cria riqueza e tem salários a pagar. A Irlanda, País com tecnologia de ponta e altos quadros, não renovou com a WebSummit… Por alguma coisa foi.

Talvez um dia, quando António Costa absorver o que resta do Bloco, já que é especialista nesses festivais de feitiçaria política, a Catarina, a pequena, volte para o teatro tentando expressar de modo mais ou menos patético a criatura que é, Avante Catarina!

Mauro Oliveira Pires

 

 

Jerónimo pode Chumbar o Orçamento

Dizia-se, em tempos, que o Governo de António Costa e os seus gnomos da corte eram uma Geringonça governamental, Costa mudou o jogo, hoje é a Matrioska governamental. Catarina foi engolida, Jerónimo foi a seguir, depois Costa neutralizou Arménio Carlos através dos botões auxiliares que tem no controlo remoto, guardado precisamente naquele famoso e bolorento casaco verde, que o Primeiro-Ministro usa em situações em que normalmente foge para destinos mais paradisíacos.

O objectivo do jogo é ganhar, qualquer um, seja pela via do mérito, ou então, pela via da usurpação, canal que António Costa ao longo dos seus 25 anos na Política(nunca fez nada para além de receber o nosso dinheiro), sempre usou e com orgulho, finalizando com um sorriso ardente de cinismo.

O objectivo era ser Primeiro-Ministro, atingindo tal coisa Costa tinha que usar as suar armas, neutralizando o PCP e o Bloco e dando uma palha ou outra, dizem que a Catarina gosta de rebuçados de mentol, votar PS era a mesma coisa que votar no PCP ou no BE, isto na perspectiva do eleitorado destes dois últimos partidos. Costa sabe que se sugar o eleitorado urbano, “chique”, das construções sociais, por outras palavras, o eleitorado do BE, estruturalmente o PS que já é dono do regime, passa a sê-lo mas de modo vitalício.

Aqui chega a hora de Jerónimo. Se por um lado o PCP tem um eleitorado estanque, que não passa dos 6-8% mas que ao menos não faz uma má figura eleitoral, o Bloco tende para o PS, é volátil, infantil e claramente inconstante, Catarina Martins vende-se por um qualquer cargo- já avisou que os quer- governativo, enchendo o aparelho de Estado com os seus amigos dos acampamentos. Jerónimo chumbando o Orçamento dá a maioria absoluta ao PS, não fazendo parte de mais nenhuma geringonça, Jerónimo coloca o BE numa situação de gritaria, esquizofrenia colocando Catarina Martins, Mariana Mortágua e afins de olhos em bico e em modo de esganiçadas, atitudes diárias que não lhes custa fazer.

Jerónimo perde o poder de pressão legislativa que tem hoje, algum pelo menos, mas não perde muito mais, o PCP controla parte do aparelho de Estado, controla maioritariamente os sindicatos portugueses e pára o País quando quer e quando lhe apetece, basta o caro leitor andar no metro de Lisboa e afins, para se perceber que Portugal continua com um Partido inconstitucional que pratica actos de terrorismo económico. Já Catarina, perde o vestido de noiva, perde o anel de diamantes e o sapatinho. Em resumo, fica insignificante, como sempre foi aliás, mas agora pode ser oficial. Coloquem rolhas nos ouvidos, vão precisar.

Por mais que Catarina queira os cargos, o aparelho, o Estado, se o PS ganha com maioria absoluta é um adeus efectivo, porque Costa não fará um terceiro mandato, ser Presidente da República é outro objectivo da nossa Naja de serviço. E, mais uma vez, Jerónimo sabe disso, a degradação da economia portuguesa começa a acentuar-se, não há reformas novas e as que foram feitas não houve seguimento, Costa sabe que tem que reformar é pragmático, daí os namoriscos à esquerda e à direita.

No fundo, Costa é bígamo, mas de casaco verde e com calinadas dignas de um Show televisivo do Jorge Jesus, parece me outra coisa, mas não me apetece referir, talvez a Catarina quando estiver solteira e voltar ao charro nos saiba dizer o que é.

Mauro Oliveira Pires