Abriu a época das promessas eleitorais

Abriu a época das  belas promessas de campanha eleitoral de tudo e mais alguma coisa explorando ao máximo os nichos temáticos da moda como o clima e os animais para atrair votos fáceis, sem qualquer responsabilidade, sem fazer contas, sem estudar profundamente os temas, tudo a granel como se de um campeonato de quem faz mais propostas “cool” se tratasse, sem coragem para fazer uma política de verdade. A pergunta que impera fazer é: mas vão fazer isso tudo como? Sim, porque o dinheiro não nasce nas árvores e se Portugal não ganhou o euromilhões e é sabido que todos os serviços estatais estão em ruptura,  como diabo se pode prometer sem dizer como e onde se vão financiar sem ser à conta do sacrifício dos contribuintes?

A  primeira medida  para Portugal que todos deveriam garantir antes de qualquer outra seria prometer  fazer um diagnóstico de norte a sul do país, com auditorias externas a  cada organismo estatal, ao milímetro,  para identificar e eliminar cada ponto crítico seja funcional seja financeiro do Estado – nesta fase é quando normalmente se descobre que há contratos para mudar duas lâmpadas por milhares de euros  ou se paga serviços de jardinagem para espaços sem jardins, institutos e observatórios sem actividade ao estilo da Grécia –  e depois avançar com uma reforma estrutural profunda na máquina estatal corrigindo esses erros de gestão para reverter o Estado  obeso, deficitário e falido num Estado eficiente, económico, mais leve, mais justo e com mais qualidade de serviços. Não se pode prometer aos cidadãos menos impostos, mais e melhores condições de vida, mais investimento nos serviços prestados pelo Estado sem curar primeiro o país doente que desperdiça recursos financeiros preciosos. Isso é enganar o eleitor.

Com a reestruturação feita, criar depois objectivos ambiciosos a todas as administrações públicas não permitindo que ano após ano apresentem prejuízos sem consequências. O mérito tem de ser compensado, a incompetência penalizada. E os prevaricadores expulsos do sector público, responsabilizados criminalmente com julgamentos de processos mais céleres,  penas pesadíssimas e responder  com património pessoal para dissuadir qualquer um a seguir o exemplo dos “chicos espertos”, proibindo inclusive ligações  de familiares nos governos e  pondo fim, assim,  à corrupção megalómana tentacular no erário público que é a principal causa da nossa desgraça há décadas.

Em paralelo liberalizar e desburocratizar  imediatamente toda a economia devolvendo-a aos privados tirando do caminho o Estado cujo o papel é de fiscalização e controle e não de agente económico.

Depois  da “casa” bem arrumada e gerida –  e nunca antes –  o Estado imediatamente começa a “ganhar oxigénio” e com contas equilibradas e superávits  já pode aliviar os impostos das famílias e empresas e em paralelo criar grandes estímulos fiscais aos investidores para fazer crescer o país e aumentar o nível de vida dos portugueses.

Mas isto implica coragem para fazer uma política de verdade. E dizer a verdade não atrai votos fáceis. Não é para político mole, farsante, fingidor que tanto se diz de direita de esquerda ou de centro consoante a “opinião pública” só para enganar papalvos – isto é recorrente à esquerda. Promete-se tudo sem qualquer estudo ou responsabilidade porque já se sabe que não é para cumprir. Que basta chegar ao governo e dizer “ah e tal isto está pior do que pensávamos” ou “vem aí uma crise internacional” e vamos por isso manter ou aumentar impostos. Enfim, a conversa de sempre.

Pelo caminho fica a credibilidade e a sensação do costume de que se está apenas a fazer propaganda porque estamos em ano de eleições. Lamento mas não é assim que se chega aos abstencionistas, a classe mais exigente dos eleitores. 

Se perdermos as eleições à direita não é porque aumentou as intenções de voto à esquerda é porque o abstencionismo de quem não se revê nesta  palhaçada,  aumentou. Porque o eleitor de esquerda vota sempre porque é o que vive ligado ao Estado, o da direita não. E são mais de 40% da população. 

Sem política de verdade não há transparência na mensagem, sem transparência não há confiança e sem confiança nenhum abstencionista vota. Porque é neste grupo que estão os desiludidos, fartos de trabalhar para aquecer enquanto outros vivem à sua conta: políticos, subsidio-dependentes, preguiçosos, vagabundos, criminosos.  É neste grupo que estão as pessoas que preferem emigrar a levar com mais política falsa de roubo fiscal. Mas também é este que manda à fava os políticos com mais facilidade  e quando não vê ninguém a dizer preto no branco como vai acabar com esta injustiça, revolta-se abstendo-se.

Nada é definitivo. A semanas das eleições todas as narrativas à direita podem ser ajustadas à verdade e transparência que se exige hoje mais do que nunca dos partidos que querem marcar a diferença. Basta dizer o que tem de ser dito de forma clara, objectiva e firme aos eleitores. Vamos a isso? Fica aqui o desafio.

Cristina Miranda

Via Blasfémias 

António Costa já engoliu 3 sapos

O actual primeiro-ministro tem dois problemas essenciais: um de legitimidade e o outro que se prende por flechas gramaticais mal disparadas, quer no tempo, quer no espaço. O problema de legitimidade colocou Costa numa posição privilegiada para ser  um ser rancoroso, vingativo e com um nível de razoabilidade táctica a nível político que chega para brincar na caixa de areia que é a política portuguesa, onde os índices de mediocridade são elevados e o ambiente de vitupérios anda pelo mesmo trilho. Perdeu as eleições em 2015 para o primeiro-ministro “masoquista”- palavras do próprio- pois a austeridade era “imposta por Bruxelas”. Costa, em 2016 entretanto, baixa a despesa pública com maior foque na despesa de capital, rúbrica onde se insere o investimento público,  por imposição de Bruxelas, colocando em xeque até hoje os serviços públicos com uma austeridade conjuntural de vistas curtas. Até aqui já engoliu 2 sapos, engolindo ontem o terceiro com a derrota da sua geringonça europeia.

É verdade caros leitores que, é com as derrotas que aprendemos, mas uma vez por outra ter uma derrota “forte”, que nos abale a nossa estrutura emocional e nos faça mudar estruturalmente as nossas atitudes para futuro. Costa tem derrotas e não muda, adapta-se ao contexto como uma lapa, adopta medidas e políticas orçamentais que eram contra o seu senso comum e dispara foguetes de festa e nós apanhamos as canas, aumentando a amplitude de cabelos brancos que com certeza eu e muitos dos meus leitores começam a ter.

Não há dúvidas que Costa é pragmático, que sabe que tem de reformar, mas colocar isso como o pilar da sua próxima governação era acabar com a base da sua estrutura eleitoral. Se Portugal quer, nos próximos anos, ter o que se chama de politica de consolidação orçamental, mas a sério, terá que baixar a despesa pública não no investimento público, que terá de ser reposto para níveis aceitáveis, mas baixar despesa corrente e estrutural que aplicado ao mundo das empresas chamamos de custos fixos mas que, em finanças públicas, chamamos de despesa corrente. É portanto importante rever o tecto salarial da função pública, que continua maior em média que o sector privado, reformular as funções do Estado e como o queremos enquadrar enquanto agente económico, rever o número de funcionários públicos o sistema de pensões público bem como a constituição da república, para termos uma reforma ampla e consensual.

Isto, é claro, no mundo onde as rosas nascem cravos. Isto acontecia com um PS responsável, mais “centrista” e com algum pejo de ética, o que não acontece. Com isto, e sem uma política favorável à iniciativa privada e para a promoção do investimento directo estrangeiro, Portugal não passará da cauda da Europa e continuará amarrado ao colo do PS, que nos estrangula há 45 anos. Talvez quando os portugueses deixarem António Costa resolver a sua própria bancarrota podemos mudar a mentalidade do estado de coisas.

Mauro Merali

As fake news do Costa

É de andar aos tombos a rir quando se assiste a esta preocupação por parte do PS e seus “muchachos radicais”,  os  maiores fabricantes actuais de notícias falsas, de  levar ao Parlamento a regulação das fake news. Estava visto que isto iria acontecer mais cedo ou mais tarde. Esta gente não gosta de concorrência (quer censura e controlo de liberdade). Ao estilo estalinista gosta de sentir tudo sob seu domínio e  as redes socais vieram estragar esses planos que já duram desde o aparecimento da imprensa.

Sob a falsa narrativa de que estão muito preocupados com a “intoxicação” da opinião pública, juntaram-se todos no Parlamento para discutir a problemática das fake news. Ora, isto é o mesmo que pôr raposas a guardar galinheiros. Não faz qualquer sentido.

A haver regulação nunca poderia vir desta gente. Porque esta gente usa o poder que tem para pressionar todos os meios de comunicação social na divulgação de mentiras que eles nem sequer se dão ao trabalho de disfarçar muito. Mentem hoje, desmentem amanhã, depois “cozinham” mais umas tantas em “lume brando” para depois as soltar como cortina de fogo para cegar ou iludir a opinião pública.

Foi assim quando  Costa promoveu a primeira grande mentira de que tinha ganho as eleições de 2015 quando na verdade  sofreu uma estrondosa derrota eleitoral com Passos Coelho a vencer por uma quase maioria absoluta (foi mesmo à tangente).

Foi assim com Pedrógão Grande onde Costa  jurava que todos os mortos já estavam contabilizados ao terceiro dia, truncando em 64 vítimas quando sabemos que entre directas e indirectas (estas últimas não foram contabilizadas),   nos hospitais morreram  posteriormente muitas mais; onde foi inaugurar casas novas reconstruídas com dinheiro dos seguros como se fossem por obra do Revita; onde insistiu que não houve responsabilidade do governo pelos  abusos e  erros nos apoios às vítimas onde se construiu casas sem terem ardido; onde afirma que não houve desvio de donativos quando sabemos que não só houve, como são milhares os donativos comprovados que simplesmente eclipsaram.

Foi assim quando Costa disse que não havia aumento da  despesa ao reduzirem  o horário da função pública para 35h no SNS e hoje temos um caos nos hospitais por falta de pessoal e dívidas hospitalares a disparar.

Foi assim quando Costa garantira em 2015 que não iria mais dinheiro para a banca e  logo a seguir à tomada de poder, vendeu  o Banif à pressa ao Santander (depois de um e-mail a denunciar telefonemas de Centeno e Vítor Constâncio pressionando para que fosse considerada oferta de Santander) pelo preço de uva mijona, 3 meses antes que fosse abrangido pela normativa de 2016 da UE que prevê que detentores de dívida sénior e depósitos acima de 100 mil euros sejam chamados a contribuir para compensar as perdas das instituições antes que qualquer dinheiro público seja usado;  injectou 5 mil milhões de impostos na a CGD e agora prepara-se para fazer o mesmo com Novo (velho) Banco.

É assim quando Costa repete incessantemente que repuseram os rendimentos aos portugueses mas o poder de compra não cessa de diminuir colocando Portugal no Top 6 dos países com pior poder de compra da zona euro e entre os países europeus com combustíveis mais caros que afecta substancialmente o preço dos bens essenciais

Foi assim quando Costa disse que não aumentaria impostos e na verdade além de aumentar brutalmente os existentes, criou mais uma série deles com a ajuda preciosa da frente de esquerdas radicais que amam sacar dinheiro a quem acumula porque se faz à vida e trabalha. Por isso em 2017 a carga fiscal já registava um aumento de 34% do PIB (o valor mais alto desde 1995) e em valores globais, desde 2015, só os impostos indirectos aumentaram 3 mil milhões de euros. 

Foi assim com as promessas de Costa aos enfermeiros e professores a quem tudo prometeu e nada cumpriu.

É assim quando Costa repete até à exaustão que a austeridade acabou mas deixa o Ronaldo das Finanças congelar mais despesa em três anos do que PSD e CDS na legislatura toda provocando o colapso de todas as instituições do Estado.

É assim quando Costa repete vezes sem conta que os  cortes, aumentos de impostos e privatizações, foram marcas do Passos quando na verdade são apenas da responsabilidade o PS quando Sócrates era primeiro ministro ao assinar com a Troika todas as medidas que o executivo seguinte  teve de cumprir na sua legislatura.

É assim quando Costa diz que a economia melhorou e ela é tão anémica que coloca portugal no quinto país da Europa que menos cresce.

É assim quando Costa diz que se vive melhor mas o desemprego real aumentou, a pobreza aumentou, os pedidos de subsídios de RSI aumentaram. Que os portugueses estão a voltar quando a emigração também ela… aumentou.

É assim quando Costa  diz que fomos o país com melhor execução de fundos europeus quando a  taxa de execução dos Sistemas de Incentivos do Portugal 2020 no final de 2017 “era apenas 28,5%”

É assim quando Costa repete que temos o melhor défice quando este é o maior embuste da História de Portugal, totalmente martelado para fingir junto da Europa uma saúde fiscal inexistente tal como fizeram para aderirmos ao Euro.

Ter mentirosos compulsivos que hoje são ministros mas andaram nos blogues com o “Abrantes” a criar verdades alternativas, políticos das frentes de esquerda que passam o dia todo a inventar factos para limpar a cara suja do partido que aprova tudo de cruz, um Costa que é um génio a  mentir,  a quererem regular as fake news no Parlamento,  é  de chorar a rir.

Cristina Miranda

Via Blasfémias 

 

O jogo mudou, caro António

António Costa tem características irritantes mas que, ao mesmo tempo, mostram a sua fraqueza. Por um lado, Costa tem um sorriso seráfico, manhoso, mentiroso, quase que projectando um homem de pedra ao nivel sentimental, o que lhe leva para “patamares superiores” no debate político, intimidando e cansando os seus adversários com uma mascara bem oleada. Por outro, essa mascara cai sempre que o primeiro-ministro é confrontado com a realidade, Assunção Cristas tocou num ponto normalíssimo- qual o plano de actuação do governo na área e se condenava os actos no bairro da jamaica- e, sabendo que a pergunta era incómoda, Costa refugiou-se num sound bite básico e etéreo como a “sua cor de pele”. Do maquiavélico estratega, ao cobarde capaz de verbalizar e usar o conceito minoritário étnico para se esconder de uma resposta que não sabia dar.

Este é o primeiro-ministro, não eleito pela vontade popular, que temos. Não só no campo de actuação do combate político, como no exercício pleno do uso dos seus poderes. Costa não usa o poder que lhe foi conferido pelos trâmites constitucionais, efectuando uma aliança contra natura, para gerar reformas que mudem a estrutura de crescimento da Economia Portuguesa a médio e longo prazo, usa o seu poder como um mero jogo táctico político de sobrevivência da sua própria espécie, que já mostrou aos portugueses que o seu mandato, não é passível de ser renovável por muito mais tempo, não só pela petrificação dos serviços gerais públicos, prejudicando quem não tem rendimentos de maior e liberdade de escolha por esse facto, como usar os próprios serviços como forma estrutural de consolidação orçamental, reduzindo o défice artificialmente para Bruxelas e povo verem.

Claro que o trabalho de Costa e dos seus ministros que cuja família se instalou no reino do assalto ao orçamento, não está terminado. A oligarquia socialista, as mesmas famílias de sempre que nos colocam pobres já faz umas décadas, tem que se perpetuar de vez na corte de Lisboa. Se Passos Coelho e Maria Luís Albuquerque, cortaram a fita de Salgado, o mesmo quer dizer que disseram um redondo não à oligarquia vigente que só funciona com dinheiro alheio, compadrio e não com recursos próprios, Costa quer voltar a colocar as mesmas peças de xadrez no mesmo sitio de sempre. E é isso que em Outubro de 2019 temos que impedir: Que Portugal fique outra vez nas mãos das famílias rentistas do regime, que criam impérios, rendas certas e garantidas bem como influência na gestão e contratos públicos que tanto lhes agrada.

Portugal tem que dizer sim ao que Passos Coelho fez, sim ao corte com os mesmos de sempre, sim à redução da intervenção do Estado que não deixa crescer pequenas e médias empresas com custos de contextos, impostos e pagamentos especiais por conta sufocantes, sim à liberdade de escolha entre sectores. Sim a um Portugal livre do socialismo clientelar de Estado.

Mauro Merali

 

 

Portugal não tem Primeiro-Ministro

O governo português está em plena “gestão”, desde final de  2015, a dois níveis: ético e planeamento estratégico do desenvolvimento do futuro económico e financeiro de Portugal. Praticamente temos o país suspenso e preso por “arames”, como já disse o ex-ministro Daniel Bessa, onde Costa subjuga tudo e todos para cumprir o seu ego que faz jus ao tamanho das chamuças de “pano”, que se vendem na D.João V em Lisboa. Primeiro a austeridade de Passos era contraproducente, num segundo plano já não era, Bruxelas colocou o governo Costa nas cordas com espinhos, que cuja picada levou Centeno e Costa a ficarem em sentido. Vendo também a súbida das taxas de juro das obrigações, a política financeira mudou e a austeridade de Passos responsável e equilibrada – os serviços públicos não chegaram ao ponto de saturação onde estão hoje- rapidamente se transformou num instrumento de gestão de navegação à vista para a “troika e bruxelas verem”. Aproveitando o máximo do ciclo de expansão económica de Passos, que se iniciou em 2013, Centeno conseguiu uma folga inicial que lhe pudesse distribuir num primeiro momento, mas sem contar com o futuro, política de vistas curtas que hoje se arrepende.

Não havendo homem ou político no verdadeiro sentido da palavra, ao leme do País, também não o temos no institucionalismo básico que qualquer Primeiro-Ministro deve ter em plena assembleia da república. António Costa há muito que passou dos limites do aceitável em muitas situações: Nos fogos, onde teve atitudes gélidas e maquiavélicas e em outros desastres governativos onde usou os seus ministros como bonecos de voodoo, usando-os contra espelho reflector da sua própria inaptidão para ser um ser, no mínimo, competente. A gota de água chegou hoje no debate quinzenal, onde Assunção Cristas pergunta a Costa sobre a situação do bairro da jamaica no Seixal. Costa responde do seguinte modo:” A senhora faz me essa pergunta, devido ao meu tom de pele“.

A táctica usada pelo Primeiro-Ministro é de uma ingerência e de um ar vitimizador brutal. Nem Sócrates, no seu pior, tinha declarações tão chocantes e hipócritas como o seu ex-ministro(sim, lembrem-se que Costa foi ministro de Sócrates). Refugiar-se em soundbites a baixo de cão para fugir à pergunta foi no mínimo, um erro de principiante político coisa que Costa não é, pelo contrário, é uma raposa velha, e a raposa meteu a pata na poça. Costa parece que só agora se lembrou ou soube da existência de um bairro problemático como o Vale de Chicaros(ou jamaica), onde temos tráfico de droga, falta de saneamento, ligações ilegais de comunicações ao nível da ligação por cabo.

Os senhores deputados, ministros e o próprio primeiro-ministro, enfim, a corte de Lisboa no alto da sua arrogância e pouco mundo, não resolveram o problema do bairro e claro, a nivel local a câmara muito menos. Tentativas frouxas e atitudes de receio dos moradores ilegais não são desculpa, são sim uma capa de invisibilidade que demonstra que não é afinal só interior que está ao abandono, as zonas que não são do “diâmetro” e área de influência, tudo o que saia do perímetro da capital é desprezado. António Costa foi ministro, secretário de estado um carreirista político chico-esperto. Não passa disso. Em 2019 ganhará por mera anestesia do povo português e nada mais. Em 2021, o povo português ajustará contas depois de sacudir o tapete do Sr. Primeiro-Ministro.

Mauro Oliveira Pires

 

 

 

O grande erro de Rui Rio é não defender o legado de Passos Coelho

Portugal, a nivel macroeconómico, está inserido hoje numa clara união económica e monetária com conteúdo político ao nível da política externa comum e a caminhar para o reforço da política interna, discutível a vários níveis, pois, uma Europa com culturas sociais e económicas diferentes, unida num só bastião governativo, é abrir uma caixa de Pandora com consequências imprevisíveis. O que une ainda mais a Europa, hoje, é a política responsável no que concerne à política financeira dos vários países que adoptam hoje o Euro, moeda forte que exige países com estruturas económicas flexíveis e viradas para a produção de bens transaccionáveis.

Pedro Passos Coelho foi o primeiro Primeiro-Ministro Português a governar neste contexto específico, de não poder usar moeda própria para desvalorização cambial, contribuindo para ganhos económicos de curto-médio prazo-aumentando as exportações e desvalorizando salários sem que as pessoas se apercebessem via efeito da inflação- mas que não eram estruturais, como no 2º resgate do período do bloco central, que cujas políticas foram meramente paliativas. Passos teve que não só restaurar a credibilidade externa do País e o crédito público, como tornar Portugal uma plataforma sensata e estável para o investimento externo privado, para que a nossa Economia crescesse de forma sustentada.

Tamanho projecto governativo era para mais de uma legislatura, a primeira era para apagar os fogos deixados por outros. Passos não só conseguiu o feito de dominar o défice orçamental  no contexto em que estamos, não só via condicionante de não ter moeda própria, mas especialmente porque enfrentou interesses poderosíssimos que em Portugal dá sempre direito a “chacina” e ao “afiar de facas”, quando o poder político está enfraquecido. Daí o golpe de António Costa, o filho do regime burguês de Lisboa, que quer o regresso ao passado, aos velhos vícios oligárquicos de manter o poder nos mesmos de sempre e nas mesmas famílias.

Um conluio de portas giratórias que domina a nossa vida de várias formas e em várias vertentes, seja no preço da energia- electricidade e preço dos combustíveis- a várias reformas que tinham que ser feitas para libertar o povo português das clientelas que o PS protege sempre para ganhar actos eleitorais. Daí Passos ser tão perigoso para este regime podre e a cair aos bocados. Não, não é Messianismo como certos puritanos gostam de abordar. É ser sensato, analisar os factos, e perceber que foi dos poucos políticos decentes que este País teve, com erros claros, muitos deles aumentados de forma desproporcionada por uma comunicação social entregue ao partido socialista, que logo voltaram ao “saco escuro”, onde eles escondem tudo e depois revelam  no “momento certo”.

O reformismo, o liberalismo, ainda que mediano, o deixar o “poder”, nas mãos das pessoas querendo que elas façam o que queiram do seu dinheiro, aumentando a liberdade de escolha em sectores da nossa vida-diminuindo o peso do Estado na economia e na escolha pública- é a bandeira do PSD. Ou devia ser. A matriz identitária de Sá Carneiro que muitos apregoam como social-democracia, eu chamo de liberalismo num contexto em que foi dos poucos que combateu o socialismo soviético com veemência. Respeitar Sá Carneiro e a sua memória é exigir que o PSD, partido de poder por excelência, ambicione construir um programa anti-socialista contra um PS cada vez mais irresponsável, maleável e táctico. Sim, Rui Rio não respeita a matriz do PSD como não respeitou o legado de Passos Coelho, tecendo no início do seu mandato elogios tímidos, quase para a fotografia. É socialista. E fala alemão. É a vida.

Mauro Oliveira Pires

Um Governo Irresponsável

José Sócrates mostrou apartir de 2007 ao que vinha: Instalar uma ditadura oligárquica socialista com ajuda das famílias de sempre do regime e de um controlo afinado da comunicação social.  Sócrates não o conseguiu na totalidade, apesar disso o PS instalou-se nas redacções dos jornais e estações de televisões como poucos, colocando as pessoas “certas” nos “lugares certos” para que a informação normal e imparcial produzida pelos órgãos de comunicação social passa-se a ser feita com tiques marxistas e esquerdistas, manipulando os eleitores e construindo uma máquina perfeita de propaganda. Assim funciona o PS, assim trabalha o partido do regime sempre olhando para o que mais interessa- fundos e cargos que lhe garantam a sobrevivência, e claro, sempre para o seu umbigo. Em 44 anos de democracia, o PS nunca olhou verdadeiramente para Portugal de forma estrutural, olhou sempre como um meio e é isso que António Costa faz, satisfaz o seu ego doentio e ao mesmo tempo que hipoteca o País para futuro.

António Costa faz o que chamamos em Economia de política conjuntural, ou seja, Costa não avista mais nada que um período temporal de mais de 1 ano. Costa passa mais tempo a definir uma estratégia comunicacional, o que inclui telefonemas para os amigos das redacções, do que a governar o País. Costa foi frio em termos emocionais numa altura em que Portugal precisava de mão de ferro, seja em Pedrógão ou nos incêndios de Outubro passado. Costa não sabe transmitir empatia para com o outro sem ser quando quer caçar o voto e, mesmo assim, fá-lo da pior maneira: Com um sorriso cínico no rosto que lhe caracteriza desde os tempos de juventude.

Nem a direita nem o próprio partido o enfrentam cara a cara. Tem medo, não sei de quê, mas tem. Ninguém no PS ousa em criticar António Costa, se o fazem é por trás, não enfrentam a cobra política com aço a ferver porque Costa distribuiu bem os cargos e todos sabem o que acontece quando se enfrenta um homem perigoso como o Primeiro-Ministro não eleito: saneamento. A direita desunida e tendencialmente socialista não fará cócegas a um camaleão tão maleável e táctico como Costa.

Só uma direita com um discurso incisivo, forte, prático, para o sector privado e para abstenção, com gente nova e empreendedora pode fazer frente ao monstro socialista, desenganem-se aqueles que o povo português fica satisfeito por escolher entre socialismo puro e socialismo inorgânico da direita, o povo português quer algo novo mas ao mesmo tempo credível e que seja capaz de resolver os problemas do País a prazo e que traga uma coisa que nos faz falta há 300 anos: Estabilidade e crescimento sustentado.

E não António Costa, não é com corporações sindicais em mãos do partido da foice e do martelo que podem colocar a AutoEuropa fora do País- é só uma empresa que vale 3,7% das exportações e 1% do PIB, coisa pouca- que vais atrair investimento externo reprodutivo, não é assim que os salários vão crescer sustentadamente, não é assim que o País cria riqueza para pagar os teus desmandos. Se, por tua inoperância, arrogância e falta de pulso em não enfrentar sindicatos, uma das empresas que ajudou a mudar estruturalmente a Economia Portuguesa dos anos 90 e adiante, se for embora, podes colocar o teu lugar à disposição. Como não o vais fazer terás a tua paga em Outubro de 2019.

Mauro Oliveira Pires

 

O 25 de Novembro é o Black Friday da Esquerda

Sim, no 25 de novembro a esquerda chique pode sair à rua comprar iphones, tablets, computadores ás gigantes tecnológicas mundiais ditas opressoras do “trabalho” e do “trabalhador”, que continuam com mesma consciência tranquila em mandar sound bites para um dia que hoje os permite fazer isso mesmo. Ao contrário do que a esquerda pensa, o 25 de Abril teve o mérito de nos trazer a liberdade, claramente, mas logo a esquerda se aproveitou e instalou uma ditadura, ainda que provisória, sobre a batuta de Vasco Gonçalves e com nacionalizações à mistura que hoje ainda se sente o efeito na ausência de muitas e grandes empresas que bem precisamos para gerar mais valor acrescentado, exportar mais e pagar melhores salários.

O verdadeiro dia da liberdade, portanto, não começa no 25 de abril, começa é no dia que se resgata a liberdade do 25 de abril e o seu conceito, mas no dia 25 de novembro, dia que claro, se tivesse começado com algum intelectual de esquerda, vinda dos cafés chiques de Lisboa, era já um dia adorado, quase de adoração. Como foi o general Jaime Neves, homem vertical, honesto e com princípios anti-fascistas que nos devolveu a democracia que o PCP não podia ver nem pintada de vermelho, Neves já não é colocado no pedestal onde estão Otelo Saraiva de Carvalho entre outros neo-socialistas que agora suspiram por Salazar quando que um dos principais problemas de Portugal começa no comunismo e acaba no socialismo.

O PCP, o BE e o PS hoje a nossa “Frente Vermelha”, ou a troika social comunista, agem como se fossem donos absolutos do regime, quase por sentimento divino que só aquelas criaturas com três cabeças sabem de onde vem. Mas, é claro, o verdadeiro e único dono do regime, chama-se partido socialista. Aquele que continua a controlar a comunicação social, as redacções, a educação entre outros pilares fundamentais do regime e de forma sempre minuciosa para ocupar os cargos que lhes permitam assaltar o orçamento de estado e depois deixar os cofres vazios para uma direita que não tem programa e que só faz de fascineira do regime.

Este 25 de novembro como outros que ai vem tem que ser lembrados da melhor forma possivel, tem que ser lembrados na forma como Portugal não caiu num comunismo quase que norte-coreano há 44 anos, tem que ser lembrados na forma como a União Europeia, mesmo com os seus defeitos de palmatória, nos salvou e nos continua a salvar de uma Venezuelização em curso. Este 25 de Novembro tem que ser lembrado ainda como um sinal de esperança que a direita portuguesa pode combater uma ameaça à democracia que se chama António Costa, um homem esguio, perigoso, fascista, ditador e sem um programa de reformas para o País. Ainda que não haja direita, ela vai aparecer, pois está a reformular-se, aos poucos a direita unida colocará um fim ao reinado despótico do discípulo de José Sócrates.

A único plano que a esquerda e o PS tem para Portugal e, para finalizar, é muito simples- Colocar as famílias do regime, as oligarquias de Lisboa e os vícios da sociedade portuguesa que Eça de Queiroz tanto criticava de volta à ribalta. Se é que já não estão outra vez e em força.

Claro que, como sempre, a histeria da esquerda em comentar a democracia que tanto preza cai sempre em saco roto. Os deputados do Bloco são de uma ignorância atroz. Os licenciados em ciências ocultas que revejam a cartilha.

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Mauro Oliveira Pires

 

 

As notícias falsas não nasceram nas redes sociais porque sempre existiram

Hoje chamam-lhe “Fake News” porque dá estilo  falar americanizado. Dantes eram designados apenas por boatos, a arte de descredibilizar e atacar o adversário, mais antiga do mundo. Lembrou  Carlos Abreu Amorim no facebook, e muito bem, que “a melhor e mais proveitosa “fake news”  aconteceu em 1383, quando “O Mestre de Avis e amigos foram ao Paço matar o Conde de Andeiro e puseram os pajens e o cúmplice Álvaro Pais a gritar pelas ruas de Lisboa:
– “Todos ao Paço que matam o Mestre! Venham que matam o Mestre que é filho de El-Rei D. Pedro!” Ou seja, o futuro D. João I e os seus, foram matar um inimigo político e, à cautela, puseram o povo em armas em frente ao Paço, já quase a arrombar as portas, porque espalharam a “fake news” de que eram eles que estavam prestes a ser assassinados”.  Onde está a novidade que tanto agita hoje governo e comunicação social? Simples:  é que hoje as falsas notícias já não são controladas por eles.

A arte de manipular é antiga. Mas foi com a imprensa que ela se tornou mais eficaz. Se um boato lançado boca a boca já corre várias cidades, um boato escrito na imprensa, faz uma volta ao mundo. Por isso Gramsci, depois de ver fracassado o marxismo da luta de classes pelo proletariado, virou-se brilhantemente para a “revolução” através das letras tendo dito: “Não tomem os quartéis, tomem as escolas e universidades; não ataquem blindados, ataquem ideias”. E ainda: “Os jornais são aparelhos ideológicos cuja função é transformar uma verdade de classe num senso comum, assimilado pelas demais classes como verdade colectiva – isto é, exerce o papel cultural de propagador de ideologia. Ela embute uma ética, mas também a ética não é inocente: ela é uma ética de classe”. Foi o marxismo cultural que ideologicamente deu o mote para transformar nossa sociedade numa incubadora de falsas verdades para desconstruir valores, conceitos e culturas. Criar um pensamento único em que a verdade é somente aquela que eles defendem e mais nenhuma.

Com este princípio posto em acção, silenciosamente, durante décadas, as sociedades sem se darem conta, foram sendo doutrinadas por um batalhão de gente que controla os meios de difusão das letras sob o batuque dos políticos que assim que se apoderam do poder, tudo fazem para controlar a notícia e a História  a seu favor. Uns de forma subtil outros completamente à descarada como foi o caso em Portugal de Sócrates que queria comprar a TVI para a silenciar e manipular a  informação.

Por isso, muito antes das redes socais sequer serem sonhadas por “Zuckerbergs”, já se ensinava falsamente nas escolas e universidades, entre tantas outras coisas:  que o 25 Abril foi uma luta pela liberdade quando na realidade aconteceu – dito pelo próprio Otelo Saraiva de Carvalho – pelo cansaço pela guerra colonial e por razões corporativistas quando os militares de carreira se viram ultrapassados nas promoções por antigos milicianos; que Che Guevara foi um herói da democracia e liberdade quando na verdade foi um assassino em massa, racista e homofóbico que queria impor uma ditadura; que o socialismo não é marxismo quando este deriva dessa ideologia; que o fascismo é de direita quando este é uma ideologia revisionista do marxismo; que a ideologia de esquerda é quem se preocupa com os pobres quando na verdade é a que mais pobres e dependentes cria; que os países comunistas/socialistas não fracassaram apenas não aplicaram o verdadeiro socialismo.

A chegada das redes socais não veio piorar esta situação já existente. Na verdade veio trazer mais transparência e escrutínio às falsas notícias e à doutrinação. Porque ao retirar o poder de controlo aos média e políticos, estes deixaram de ter influência absoluta sobre o que se escreve. O pensamento passou a ser mais livre, mais exposto, aberto a todo o cidadão, ligado mundialmente,  que analisa por si, questiona, interroga e faz contraditório. Nas redes, uma mentira não atravessa décadas como no passado. Bastam dias para que uma falsa notícia seja desmascarada por milhões de pessoas nas redes, desacreditando o órgão ou pessoa que a lançou. E é aqui que reside o medo dos governos, dos partidos e da comunicação social que vive acoplada a eles. Porque hoje, são as redes o crivo e não os jornalistas. São elas que detectam a falsidade e arrasam quem as cria.  

O Governo fingindo-se AGORA preocupado com esta problemática, ironicamente criada  também por ele – são os maiores difusores de “fake news” na rede – diz querer  legislar. Mas na verdade quer limitar a liberdade de expressãoQuer ter de novo o poder absoluto sobre tudo o que é divulgado.Porque sabe que sem isso:  não pode dizer que o país está melhor que nunca sem ser desmentido com números reais na rede;  que o OE2019 é um bom orçamento sem ser acusado de embuste; que o rendimento das famílias aumentou sem ser desacreditado por cidadãos atentos que provam que com os aumentos escandalosos dos impostos indirectos, perderam mais que ganharam. O governo quer o monopólio das “fake news”. Quer mentir à vontade sem contraditório. Essa é que é  a verdade.

A melhor forma de nos defender das notícias encomendadas,  é ter a verdade sempre  do nosso lado.  Só assim não nos contradizemos, não nos engasgamos com argumentos esfarrapados. A rede pela sua imensidão, regula-se a ela própria, denunciando em poucas horas, a mentira. A verdadeira democracia é assim.

Legislar é só uma forma encapuçada de ditadura ao pensamento livre. Um “lápis azul” mais azul que no passado, sob a falsa pretensão de defesa por uma sociedade mais livre e democrática. Já conhecemos esse filme ainda em exibição perto de nós,  e chama-se Venezuela.

Cristina Miranda

Via Blasfémias

António Costa é uma Criatura muito Incompetente

Num País mais, vá, digamos:”normal”, António Costa e a sua trupe não passavam nem para inspectores de Limpezas, muito menos para caixas de supermercado, não que tais profissões não sejam dignas, é que a prossecução motora e psicológica de um caixa de supermercado exige qualidades que António Costa não tem como: Sustentar a pressão num longo período de tempo, António Costa não consegue, é um individuo- sim de homem não tem nada- que foge dos seus compromissos como o diabo da Cruz- até podemos considerar António Costa o diabo e a Cruz as nossas finanças- adiante, tal criatura do mal foge para destinos mais ou menos paradisíacos no meio do Mediterrâneo onde mostra, e com orgulho, suponho eu, pelos com o tamanho e espessura da sua estupidez, resumindo, grandes, bem grandes.

Não querendo falar de tal repugnância fisiológica, passemos para o essencial, o povo Português gosta, e sempre gostou, em geral claro, de seres que representem a sua face mais chico-esperta, aquele ser que pule a cerca do modo mais brutal possível e que estes querem fazer, mas não conseguem. Costa é esse tipo! Maquiavélico, implacável, sem espinha dorsal, maleável, não dá o peito ás balas perante nenhuma situação catastrófica quer no nível social-ambiental- como incêndios que no seu mandato atingiram o auge- ou até no nível financeiro, com políticas orçamentais e económicas de bruxaria com olho raso, ou seja, de curto prazo, olhando para possíveis reeleições ou para um mandato calmo como Presidente da República.

Não interessa o quanto o insultemos, o quanto falamos mal dele, porque António Costa tem colinho, tem herança, herança essa que tem nome, berço e Oligarquia por trás, Costa tem um Partido mafioso, criminoso e que sustenta seres completamente desprovidos de sensatez mental, ser chefe da Máfia inclui ser trapaceiro, nada que o Primeiro-Ministro do segundo lugar das eleições de 2015 não saiba executar. Ter este “peso” por trás é ter costas quentes e reconfortadas, ainda por cima, com uma ajuda adicional de uma Comunicação Social nada marxista e incompetente igualmente, todos românticos, todos provincianos, sem Mundo talvez, letras a mais, matemática a menos, também não sei, mas sei que António Costa precisa de um curso de boas maneiras.

Em 900 anos de história de um Portugal não houve um governante que fosse tão repugnante como António Costa, Sócrates era fino, tinha maneiras, algum tacto, um conjunto de sociopatias e poder a mais fizeram lhe mal, mas Costa ultrapassa os limites do moralmente aceitável, falar em 2018, repito, PLENO 2018, ele e Marcelo atenção! Que tinham aprendido com os erros dos incêndios de 2017 e estes repetem-se em 2018, começando em Monchique propagando-se para Portimão, afectando o território e todo o conjunto sócio-económico envolvente, é mais uma prova que as cativações mestras de Centeno, a incapacidade da Protecção Civil e de um Governo que está de férias desde que começou o seu mandato, não quer saber do País.

costa
FONTE: Sapo

Sim Costa, tiveste um ano(1 ano!), para aplicação de recomendações, ouvires, implementares. Se não é incompetência, como sempre, tudo como antes, nada que Portugal não esteja habituado.

Mauro Oliveira Pires