Coisas do Submundo e de Shangri-la

Portugal não tem muito jeito para ser estável num horizonte temporal longo, sempre que as águas tentam acalmar num ponto de equilíbrio, mais ou menos entre um precipício dos credores internacionais e uma mascara de oxigénio de curto prazo, o PS chega sempre como o primeiro e agora não único, elefante branco na loja de porcelana chinesa que é hoje a Economia Portuguesa, não dando espaço para quem quer investir e que tenha capital nos traga investimento reprodutivo, mais e melhores salários, como nos coloca numa posição de País dependente de estupefacientes alheios e de joelhos perante o resto do mundo, mendigando os restos para que a sua oligarquia vigente perdure e ainda tenhamos de aturar as crónicas peludas da Fernanda Câncio escritas numa cama perto de si na Ericeira.

A inércia imutável da realidade portuguesa não se estende somente à permanência de um governo social-comunista ,que tem uma troika de partidos que querem armadilhar o aparelho de Estado para os seus interesses próprios, estende-se também a uma comunicação social que pouco escrutina António Costa e seus muchachos e que deixa passar ao descoberto contas públicas insustentáveis, maquilhadas com cosmética barata comprada no Intendente, um sistema de saúde que está a ser contorcido com a maior da veemência, atrasando pagamentos às farmacêuticas e outros fornecedores, financiando despesas correntes hospitalares e aumentos de salários irresponsáveis, e ainda um governo com tiques de nepotismo, colocando a filha, o sobrinho e o periquito da loja da Dona Amélia num governo suado, acabado e sem rumo.

Costa e Centeno escolheram alocar os recursos, que são escassos por norma económica, num cesto, enquanto que outros estão vazios e com equipamentos hospitalares a perderem valor a cada ano que passa, sem substituição que estes precisam, diminuindo a “barriga artificialmente”, mas não preparando os cortes certos para que, quando no momento de “expiração”, esta atinja o cinto, este não arrebente.

O ciclo económico mudou. O Mundo inteiro sabe e maior parte dos Países europeus fizeram o seu trabalho de casa doméstico no campo orçamental. Portugal ficou para trás porque quis, porque o ego supremo de um individuo ultra narciso assim o quis. Assim vai o País das fantasias do arco da velha que cujos hábitos que se repetem de modo cíclico nunca são alvo de eliminação. A realidade é dura, e nem Shangri-la ou outra terra do mundo esotérico nos salvaram do próximo colapso económico.

Mauro Merali

Os Comunistas são os novos capitalistas

O título deste artigo é como se fosse um charada, ou como se fosse escrito por uma Catarina Martins em estado de transe depois de ter inalado a canábis da empresa do qual o ex-presidente da Assembleia da República, Jaime Gama, é consultor. Ou ainda, talvez por um Jerónimo de Sousa que cujos casquilhos cerebrais não tenham sido substituídos pelo seu genro ou afilhado do Carlos César. Mas, ainda assim, o título não deixa de ser o quadro mais realístico da surrealidade que é a política portuguesa desde que o reino da vaca voadora teve início nos tempos idos do final de 2015.

Vamos por partes para que os genros da comunidade política do Avante percebam de modo mais ou menos aprazível. Jerónimo de Sousa, recusou ter qualquer envolvimento ou ainda conhecimento das actividades do seu genro com a câmara de Loures. Mas, Bernardino Soares, Presidente da Câmara do concelho já mencionado, diz em comunicado que de facto houve trabalhos do genro de Jerónimo para a Autarquia e feitos a “preços de mercado”. Tanta sonoridade para chegarmos à conclusão que o comunismo pratica “preços de mercado”, portanto paga consoante o que o mercado paga para este tipo de trabalhos. Marx dá voltas ao túmulo como a Fernanda Câncio dá voltas na poltrona que Sócrates tem na sua casa na Ericeira.

Entretanto o PCP ainda nos diz que:” a reportagem da TVI “uma abjeta peça de anticomunismo sustentada na mentira, na calúnia e na difamação”, acusando aquele canal de televisão de sucumbir à “mercenarização do papel jornalístico”. Se fosse alguém da direita a fazer o mesmo Jerónimo aplaudia de pé e com tachos emprestados pela mãe do Carlos César, como a careca do secretário geral do PCP foi descoberta qualquer peça jornalística, e estamos em democracia claro, que tenha o pudor de investigar o partido português que detém o património imobiliário mais extenso e valioso deste País, dando festas com isenção de imposto, é considerada de extrema-direita e a “Democracia”, tal nome pomposo que reluz da boca dos camaradas, passa do pedestal para a lama em milésimos de segundo.

O problema da extrema-esquerda em Portugal é que a democracia só é considerada democracia, pelo menos aos olhos e sensibilidades deles, quanto esta lhes favorece e lhes amplia o poder de actuação. Tudo o que ponha em causa o poder tentacular do PCP ou outro partido de extrema esquerda em Portugal é um abuso, um devaneio como se fossem donos de uma democracia que foi criada depois de uma tentativa da manutenção de uma ditadura do PCP de Vasco Gonçalves em 1974. O problema não é Jerónimo ter conhecimento ou não do caso, o problema é Jerónimo de Sousa, líder de um partido português que se diz anti-fascista, tecer comentários fascistas contra a liberdade de informação e expressão como: insinuações, boatos e infâmia.

E claro, o genro de Jerónimo não fala com o sogro. É mudo, e também deve ser surdo. O nervosismo de Jerónimo quando lhe perguntaram sobre o tema diz  tudo, bem como a atitude prepotente e autoritária que teve, de certeza com inspiração dos grandes líderes assassinos que apregoa. O genro de Jerónimo também com certeza que não deixou cair nenhuma lâmpada e não comentou com o sogro. Jerónimo não sabia de nada, dizia ele. Não tinha conhecimento, dizia ele. Depois já sabia e a colagem a “cunha” era infâmia, insinuação e boato. A esquerda portuguesa é bastante democrata, é já um facto consumado. A próxima trabalho do genro de Jerónimo é a manutenção da estátua de Hugo Chávez na Amadora. É certo.

Mauro Oliveira Pires

Obama, Catarina Martins e os Cogumelos

Ontem à noite fui obrigado, de modo solene até, o sono já batia à porta, em ver desenhos animados com cães a voar, só faltava a vaca, mas salvo erro tinha um pinguim(Não é diferente do Marcelo..), adiante, tal bonecada fez me lembrar os novos acampamentos do Bloco de Esquerda que tinham já as novas inovações de ponta com os laboratórios de ideias do PS e, claro, com ideias mais ou menos assentes sobre determinadas posições sexuais para os novos géneros criados com as incubadoras de erva da Catarina.

Não me perguntem porquê, mas ver pinguins a voar também me fez recordar os discursos vagos de Obama e Catarina Martins, passo a explicar, imagine que o pinguim vendia à sua plateia de leões carne assada, estes votam no pinguim para Presidente da Câmara e consolida o seu poder sobre a fábrica de gelo mais produtiva. O pinguim tem ideias geringonçais na cabeça, uma espécie de plano secreto de conquista do Mundo livre, fabrica um antídoto qualquer com o gelo e altera o clima da cidade, região e País onde se insere.

Depois, vários Países convidam o Sr.Pinguim para falar de alterações climáticas, o pinguim viaja de Jacto, fica em Madrid, mas dá a conferência no Porto, tudo pelo ambiente, claro, temos que poupar combustível. Depois come sardinhas e bivalves que estavam embalados em plástico, um claro ambientalista à Bloco de Esquerda, se não fosse o pinguim o Sr. Obama.

O Pinguim lá recebeu o seu peso em ouro pelo sorriso mais ou menos cínico, tipo:” É sorrir e acenar rapazes, sorrir e acenar”, recebeu caviar do bom, com gordura abdominal do Sr.Costa, como elementos mais residual da composição claro, e lá regressou mais gordo para casa. Já o Sr.Obama recebeu notas verdes, bastantes, um homem licenciado em direito fala do clima, o Mundo avança e a Catarina não para de fumar cogumelos.

Por falar em cogumelos, é de estranhar que o Sr. do PAN, a sua parceira das construções socais mais à esquerda, resumindo, tais criaturas amorfas do reino do rectângulo, não foram convidados para nos dar mais uma lição de mudanças climáticas. Talvez fique para uma próxima, mas deixo sugestão! Catarina, André, Jerónimo( E Heloísa?), Costa e família do Carlos César, transformem a festa do Avante num mega acampamento, construam a máquina dos cogumelos mágicos, olhem para o céu e verifiquem o aquecimento global, ou esquentamento, escolham vocês!

Mauro Oliveira Pires

De salientar que é um artigo humorístico, o autor tem a sua posição sobre as alterações climáticas mas prefere guardar para si uma vez que não tem argumentos técnicos para construir um artigo de base. 

Volta Galamba, que estás perdoado

Em 2011 e em 2013, durante o consulado do anterior governo, ficaram célebres as seguintes frases, proferidas por Victor Gaspar, Ministro das Finanças de então, e por Luis Morais Sarmento, Sec de Estado do Orçamento:

«Não há dinheiro. Qual é a parte desta frase que não entende?» e “qual é a parte de não há dinheiro que não entendeu?”.

A resposta do PCP, e do BE, de então, foi basicamente a seguinte: “se não há dinheiro parem de cortar na despesa e deixem derrapar o déficit”.

Traduzindo: “se não há dinheiro a solução é gastar mais e depois enviem a factura para outros pagarem”. Bem demonstrativo da profunda ignorância e demagogia destas gentes.

Mas, à parte das respostas do BE e do PCP, ficaram igualmente famosas as reações do deputado João Galamba, o então rottweiler de serviço do PS, das quais destaco só algumas:

– “Governo é um “bando de irresponsáveis”
– “o Governo com o congelamento da despesa, está a parar o país e a sequestrar toda a administração pública”.
– “o despacho de Victor Gaspar de congelamento da despesa no Estado, é uma birra do Governo”
– “o congelamento da despesa do Estado, traduz o desnorte total do Governo”
– “o congelamento da despesa no Estado, é uma desconsideração a “a todos os portugueses, e toda a administração pública”
– “atitude inaceitável”, que mostra a prepotência e “terrorismo” deste Governo”
– “Paralisar o país inteiro, como está o governo, não é aceitável”
– “o Governo “não tem ideia do que fazer ao país, a não ser destruir o país”.
– “uma vendeta, uma “irresponsabilidade” e uma demonstração que estamos entregues a um bando de irresponsáveis, que não tem outro objectivo que não seja cumprir orientações da União Europeia”.

Chegados a 2017 e a 2018, após a famosa “viragem da página da austeridade. que nos levou há mais alta carga fiscal de sempre, e a termos já os combustíveis e a energia mais cara do mundo, eis que António Costa, nos brinda com as seguintes frases:

“A ilusão de que é possível tudo para todos, já não existe”
“Não há dinheiro”
“Não tenho os 600 milhões que os professores exigem”
“não temos dinheiro, que quer que faça?”

Até aqui, nada de novo, pois apesar da maior receita fiscal de sempre, o país continua com um deficit nas contas públicas e a dívida pública acumulada não para de crescer.

É o resultado das actuais políticas que têm feito crescer, uma vez mais, as despesas fixas dentro da administração pública, das quais se destacam as despesas salariais no sector público, as pensões das reformas mais elevadas, e as subvenções a políticos e a partidos políticos.

O que é novo, é o silêncio hipócrita do PCP e do BE, ainda que já esperado, pois hipocrisia é algo a que já nos habituaram.

Mas novidade mesmo, é o total e absoluto silêncio, desaparecimento até, do camarada Galamba, e logo agora, quando as suas palavras do passado, tanto se justificavam.

Por onde andas camarada Galamba? Volta, que por mim, já estás perdoado.

Rui Mendes Ferreira

Catarina Martins e os Macacos do Nariz

Vamos rebobinar a cassete para tempos da banha de cobra em mistura com pozinhos de maconha, não foi assim um tempo tão longínquo quanto isso caros leitores, mas façamos em conjunto o esforço emocional de tal charada cognitiva.

Vamos recuar ao Orçamento de Estado de 2016 precisamente há dois anos quando a Troika Social fascista estava já no seu assento de modo confortável e, claro, de modo divinamente usurpador.

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FONTE: DN 2016

A Catarina, a Grande, o Vozeirão parlamentar constante, devidamente oleado de olhos soberbos  que atraem gaivotas do Tejo, não queria austeridade, era a sua linha vermelha que meses depois se transformou na areia do deserto da margem sul, Mário Lino dixit, onde as Instituições Europeias guardaram devidamente a areia cerebral da Catarina desta vez, a pequena, num pote de charadas emocionais. Vamos rebobinar ainda mais…

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FONTE: Expresso, 2016

Mas, atenção, tudo começa aqui, a táctica orçamental e as econometrias de Centeno  saíram furadas na execução do OE de 2016, a receita sobreavaliada e a despesa a registar valores acima do Orçamentado, levaram a um défice em constante derrapagem,  aumentava então a fúria Europeia com a Geringonça Governamental, Catarina, a Grande, passava a Catarina a Beata por pragmatismo do tacho. O Bloco sem António Costa é o eterno Partido das causas, da intriga, do fútil e não do Estrutural, do longo prazo, dos acordos que salvem o Regime falido da III República.

Catarina e o Bloco, a pés juntos, ajoelharam-se perante o Monstrengo, o Monstro da NeoAusteridade Cativacionista de António Costa, ajoelharam perante a NÃO Reestruturação da dívida, ajoelharam-se pelo poder Autárquico, nulo até agora, e alguns cargos para futuro num Governo verdadeiramente tricolor, o futuro governo social comunista caso Costa não vença as eleições por Maioria Absoluta. Catarina belisca Costa, Costa retribui-lhe com chinelada, as comadres querem à força toda separar-se, mas o arranjo casamenteiro tem que ser consensualmente uma farsa aos olhos do grande público, Costa, o Social Democrata pragmático, quer Catarina num posso qualquer, Jerónimo num Museu de dinossauros e Rio como afluente principal. A táctica de António Costa é de génio, resta saber quanto nos custa.

Se a esquerda se converteu aos mandos das políticas orçamentais restritivas, ou austeridade, como lhe queiram chamar, os eleitores do Bloco, PCP e PS devem estar confusos, talvez uma direita liberal com pujança e sem medo de enfrentar fascistas seria o ideal, é que actual é bafienta que chegue.

Mauro Oliveira Pires

O Artista, é um Bom Artista

“o artista, é um bom artista, mas não havia neshechidade”
(Diácono Remédios dixir)

Sócrates na TVI a comentar o processo e a prisão de Lula da Silva, é o mesmo que ouvirmos falar:

O Sheik Munir sobre casos de violência doméstica e em defesa das mulheres vítimas de maus tratos.

O Jorge Ritto a falar sobre e contra a pedófilia.

O Ferro Rodrigues sobre a defesa do “segredo de justiça”.

O Armando Vara sobre os efeitos nefastos do “tráfico de influências”.

O João Soares a falar contra o tráfico internacional de diamantes e marfim.

O Salgado a defender o combate à Gestão Bancária fraudulenta e penas duras para os seus praticantes.

Ou a Erika Fontes em defesa dos benefícios da virgindade.

Algumas definições de “Burlão:

Ardiloso, aldrabão, artista, burlista, burloso, batoteiro, bandoleiro, biltre, canalha, caborteiro, charlatão, criminoso, crápula, desonesto, doloso, desavergonhado, dissimulado, escroque, embusteiro, embromador, estelionatário, espertalhão, enganador, falaz, falacioso, farsante, falcatrueiro, fingidor, fraudulento, farisaico fictício fingido, golpista, hipócrita, impostor, intrujão, iludente, invencioneiro, ladrão, larápio, ludibriador, logrador, maroto, matreiro, maquiavélico, mentiroso, manhoso, meliante, patife, pantomimeiro, pandilheiro, patranheiro, pulha, safado, solerte, sacana, sem princípios, sem carácter, sem honra, salafrário, tratante, trampolineiro, trapaceiro, trapalhão, trambiqueiro, tracambista, trapacento, traficante , traiçoeiro, troca-tintas, tuno, tramoieiro, tratista, vigarista, vigaro, velhaco, vagabundo…

Rui Mendes Ferreira

Os Socialistas São Cordeirinhos

Em nome dos pobrezinhos, e agora tb de Deus.

Ainda não encontrei um governante socialista, que não diga que governa para os pobres. Aliás, gostam tantos deles que é por isso que os multiplicam.

Gostam tanto deles, que enquanto governam, supostamente para eles e em em nome deles, para além de os multiplicarem, aos pobres e à pobreza, como mais ninguém no mundo o tem conseguido fazer, também se esforçam por os manter perpétuamente nesse estado, pois é aí que recrutam os seus eleitores.

Tirar um pobre da pobreza e criar uma sociedade em que o cidadão deixe de necessitar de viver na dependência do Estado e das esmolas controladas pela mão de um politico socialista, é criar cidadãos independentes, livres, não manipuláveis. Algo que manifestamente não interessa a nenuhm político socialista.

Claro que nem tudo numa governação socialista gera pobreza, pois enquanto vão multiplicando pobres e pobreza, em paralelo tb vão conseguindo criar alguns novos milionários. Curiosamente, ou não, todos eles socialistas. Eles proprios incluidos.

Quanto mais um socialista diz que está ou esteve envolvido na governação para os pobres, maior o nível de riqueza que acumulou, para si e para os seus.

Mas se enriquecer de forma ilícita é crime, não o deveria ser nunca, quando feito em nome dos pobrezinhos. Pelo menos, para um socialista.

E os não socialistas ricos? Bom, sendo um não socialista, deverá arder no inferno, mesmo que tenha enriquecido de forma lícita, pois é sabido que qualquer enriquecimento que não seja realizado por um socialista, e mandatoriamente em nome dos pobrezinhos, é um pecado mortal.

E acumular riqueza, para um não socialista, de acordo com a Mortágua, dá automaticamente um bilhete só de ida, para o purgatório, aqui mesmo na Terra.

Já quanto ao céu, se é um não socialista, é para esquecer, pois as notícias que tenho para lhe dar tb não são nada animadoras.

É que o céu, agora também já é pertença dos socialistas. Foi confiscado, pelas esquerdas, pois já não havia espaço suficiente na Terra, onde acomodar tanto santo socialista.

Rui Mendes Ferreira

Os Portugueses Gostam de Ser Enganados

Existe uma linha que separa os políticos que estão no pedestal deles e um povo que faz a sua vida no dia à dia, que é completamente ostracizado com todo o tipo de taxas maquiavélicas e impostos que, por definição, são coactivos, portanto não podemos fugir do inferno fiscal a que nos submetem. Há uma linha que separa os Políticos de Lisboa, o sapato Armani, a gravata do último grito que são o prato do dia e os carrinhos da BMW que igualmente andam livremente pelas ruas da capital, na Alemanha andam de transportes e não temos Secretários de Estado, do Empresário que quer criar riqueza e vê um monte de burocracia impeditiva, em Portugal pensamos no consumo primeiro em vez da poupança, primeiro pensamos em como consumir e não como criamos riqueza para executar o consumo.

Mas, infelizmente, é isto que ensinam nas faculdades de economia, maioria Keynesiana no Pensamento Económico e marxista na actuação, convidam os “doutos” da Esquerda Caviar como o líder “sombra” do BE, Francisco Louçã, a intelectual feminina da esquerda, a Senhora Mestrada-Doutora Professora e Camarada Fernanda Câncio. As faculdades preferem o discurso de quem foi aos melhores cafés, que frequentaram os lugares mais boémios e mais “IN”, eles tem que ter o Pedigree das grandes famílias do regime, se forem de Massamá e terem aqueles “fatos repetidos”, que a Grande Câncio não gosta nem um bocado porque não foi comprado na Burberry, então temos a caldeira entornada, já não pode o individuo dar aulas, aquele que deu o litro pelo País levando que a Camarada Câncio hoje possa elogiar o Camarada Costa, esse não, não tem o direito concedido pelos deuses magrebinos da esquerda.

Claro, meus caros leitores, o filósofo de Paris, aquele potentado da ciência económica, o engenheiro dos domingos, aquele que fez as cadeiras tão rápido quanto o Jorge Jesus come a pastilha, esse sim, tem todo o direito do Mundo para falar de Economia numa Faculdade que perdeu o prestígio, a Universidade de Coimbra está a ficar igual às de Lisboa no Marxismo de pensamento, o que antes distinguia Coimbra era o “Iluminismo” de pensamento, era a verdadeira escola da vida, porque qualquer individuo de qualquer sector ideológico era bem vindo. Como o povo é carneiro, a sinceridade dá me para estas coisas, vão todos atrás, especialmente os Estudantes hoje maioria militantes do Partido chique do Bloco de Esquerda, esse cimento de união de ideias fofas e miraculosas do mal alheio.

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Isto acima, até tem as cores dos coadjuvantes da mixórdia governamental bem misturadas, claro, BE e o Partido do Regime, o grande PS. Vamos lá descortinar isto camaradas! Ora:” Acreditamos que a estratégia que ele desenvolveu para sair da crise deve ser transmitida aos estudantes“, reparemos e respiremos por uns instantes, Sócrates pode falar em público? Pode tem todo o direito a isso, mas direito da família era mais apropriado a esta situação, especialmente para se perceber os métodos Socráticos de como convencer um amigo em lhe comprar as obras todas e gastar milhares de euros, eu não tenho amigos assim, nem acho que 99,99% dos Portugueses tenham, Sócrates nasceu com os planetas certos alinhados, talvez seja isso.

Mas vamos ainda mais a fundo, se considerarmos esta declaração de Fernando Teixeira dos Santos em Março de 2011 ao Negócios, assim sim, já podemos verificar com exactidão o que o Engenheiro e ex-Primeiro-Ministro pode transmitir aos Jovens do Bloco de Esquerda Aka Estudantes de fatiota.

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Fonte: Jornal de Negócios, Março de 2011.

Sabem como acabou o Reinado do Engenheiro que vai ensinar a sua “experiência” em deixar o maior pântano económico e financeiro em 900 anos de História de Portugal?

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Sabem qual vai ser a resposta da esquerda? Grândooolaa!!!! Vilaaa Moreena!!!!

Mauro Oliveira Pires

 

A Toupeira

Qualquer pessoa é dona do seu corpo, é dona do seu rendimento, do seu trabalho, do seu nariz como costumo dizer. Qualquer um pode ser ateu, católico, muçulmano, budista ou adorar 10.000 deuses indianos e ler a Mahabarata Indiana, ninguém tem nada a ver com isso, simples cada um é como é.

A Joana do Bloco de Esquerda está em fase de morte das suas águas, o conteúdo cerebral já não é o que era, os tempos da outra Joana, a Maria, atormentam por demais qualquer acção da senhora deputada que é vereadora de uma cidade que acabou de insultar. Sim, a senhora vereadora de Almada pelo Bloco de Esquerda insultou o Cristo Rei, insultou um símbolo da cidade que lhe paga o salário, insultou um símbolo para o catolicismo, insultou um Homem que acreditava no ser individual, que acreditava em cada um de nós.

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Jesus Cristo via no oprimido, no “aleijado”, no deficiente motor, no cego, a energia, a capacidade, ele sentia que cada um tinha o poder de mudar o Mundo, Jesus foi o expoente máximo disso mesmo, não interessa se subiu aos céus ou se está em algum mausoléu, não interessa se Jesus Cristo é filho de Deus ou não é simplesmente, eu enquanto católico, sou seguidor do seu exemplo, o exemplo em que cada um de nós consegue fazer frente à Oligarquia instalada, aos poderes dos bastidores.

Jesus acreditava no ser Humano, a Joana não acredita, a Morte da Água acredita “prelenamente”, como diria o Camarada Costa, no Estado, nessa entidade megalómana que quer controlar o individuo, taxando, controlando as contas bancárias, os saldos, os movimentos, a respiração. A Joana não acredita em si própria, não acredita no seu potencial de se libertar do marxismo paleolítico de esquerda caviar prefere ser a eterna funcionária do parasitismo e da imoralidade da concordância da nossa desgraça, restringido as nossas liberdades económicas e de costumes.

Mas claro, como qualquer bloquista que gosta de feitiçaria e de métodos avançados do Professor Karamba, Jesus já serve para divulgar as “causas fracturantes” da sua agremiação facciosa não é camaradas?

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Para isto o Bloco já gosta de Cristo. Mas vá, não levantemos ondas, são assuntos de “forno interno” como se diz em lugares da conspiração Amadorense. Cada um é livre de casar com quem quer, de adoptar e fazer do seu corpo o que quiser, pelo menos na minha óptica, o que eu não admito é a hipocrisia canhota de usar o que lhe convêm sem levar nas orelhas, é o meu feitio, temos pena Joaninha.

Mauro Oliveira Pires

 

A Parolice Em Pessoa

O insulto de António Costa à inteligência do povo Português atingiu o seu pico, depois de uma boa temporada do Primeiro-Minúsculo em Palma de Maiorca, no passado Verão, mortífero a todos os níveis, não só mortais mas também éticos, onde um dos dirigentes máximos do Estado Português mostrou toda a sua habilidade cínica de fugir aos momentos mais fulgurantes e frustrantes de um povo, ou seja, ele povo verificar que o Estado não cumpre uma das suas funções mínimas que é criar condições de protecção e segurança aos seus, os Portugueses ficaram a saber que o seu Primeiro-Ministro não eleito, logo não cumpre os requisitos éticos, mas cumpre os constitucionais, gosta de  peúgas verdes e óculos à Lili Caneças com uns toques de Paula Bobone pelo meio.

Os Oligarcas de Lisboa, ambiente onde o António Costa, Primeiro-Minúsculo, é sempre bom recordar, de profissão, cresceu, não conhecem o País, só conhecem a capital que cujos limites de Belém ao Parque das Nações não permite que as elites, que não sabem produzir e nem sabem como isso se faz, enxerguem o outro Mundo, o Mundo das formiguinhas, do trabalho, dos circuitos que nunca param e que tem de planear, executar e pensar no dia de amanhã, daqui a 1 mês outro ano, não, eles só sabem é gastar o dinheiro dos nossos impostos contribuintes, dinheiro privado, que foi extorquido da riqueza que todos nós criamos, o Primeiro-Minúsculo não pensa no País, pensa no seu Ego, e lá está, pensa na sua auto-promoção de parolo junto de outros parolos.

Quem é da corte Lisboeta, dos seus meandros, das terras afortunadas de Cascais, quem não é “In” não é Português, é um ser do outro Mundo paralelo, do Mundo do “Zé” como eles lhe chamam, no Mundo do Zé não se pode ser Professor Universitário quando se sai do Governo, porque quem não segue as regras estritas do Palácio de São Bento que temos de ir para as empresas do regime, dos amigos, dos aventais, somos auto excluídos da sua subtileza arrogância, é essa a sina de Passos Coelho, o problema deste é viver em Massamá, numa casa dita normal, num apartamento, Costa vive num palacete em Sintra, esse sim! É digno de ser português de classe, da modernidade, um Português à Magalhães como diria o Camarada Sócrates sempre à frente do seu tempo de filósofo de Paris.

Meus caros leitores, digo isto do meu plural pensamento, eles pensam que nós somos mansos, até somos, não de natureza, porque ao longo dos tempos nos habituaram aos “respeitinho”, e eles políticos não merecem nem o respeitinho nem muito menos o nosso respeito, somos livres de querer outro regime, um regime que queira a verdadeira liberdade, não a ditadura da dívida que a Oligarquia nos impôs devido à falta de conhecimento de aritmética simples. Terceira República, estás podre.

Mauro Oliveira Pires