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O GOVERNO DAS DESCULPAS

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Ora bem vivemos numa época governativa, para ser mais concreto, há dois anos para cá que não passa de um mero Governo de incapacidade e incompetência que muitas das vezes “roça” a negligência. Ultimamente tem-se sucedido situações que nem no Governo do “companheiro e honesto” amigo José Sócrates aconteciam. Mas certamente aconteciam outras situações que neste momento não acontecem, ou pelo menos, até agora ainda não acontecem e espero que não venham a acontecer e por consequência a descobrir-se mais tarde…

Neste momento temos um Governo de pedidos de desculpas e de desculpas. Ou seja por qualquer situação que aconteça pedem desculpa pelo ocorrido, mas como se não bastasse a ocorrência ainda fazem uma coisa à qual eu chamo de cobardia, que é não assumirem as responsabilidades e dizerem que a culpa era do anterior Governo.
Visto esta situação então vamos ver se percebo, comecemos pelos acontecimentos de Pedrógão Grande onde 65 pessoas perderam a vida e perto de 254 pessoas ficaram feridas, entre muitas outras pessoas que perderam as suas casas, terrenos e até o seu próprio sustento. E esta Geringonça, (porque chamar governo a “isto”, é ofender os verdadeiros Governos), pede desculpas pelo sucedido e diz que a culpa foi da anterior governação. Entretanto são apuradas responsabilidades, a Ministra da Administração Interna nem sabia muito bem o que andava lá a fazer e ficou tudo como se diz em bom Português, em “Águas de bacalhau”. Continuamos sem ter esta situação resolvida, as populações continuam à espera de uma actuação do Estado e a mesma não existe!

Passado pouco tempo da tragédia de Pedrógão Grande, voltamos a reviver uma tragédia ainda maior e pior que a de Pedrógão, nos dias 14 e 15 de Outubro nas zonas Norte e Centro do Pais “deflagraram” novos pontos de incêndio resultado de 44 perdas de vida e 70 feridos. Esta situação voltou a acontecer após o episódio de Pedrógão, o que é inadmissível. O Governo voltou novamente a pedir desculpa pela situação e a desculpar-se com o Governo anterior. Onde a “tia” Constança Urbano de Sousa se acabaria por demitir por incompetência, situação esta que já tinha sido pedida pela mesma após a tragédia de Pedrógão.

Como tudo isto ainda era pouco e para ficar “bem na fotografia” e não perdendo a oportunidade de desculpar a incompetência da “Tia” Constança, o Ministro da Administração Interna recém-eleito fecha a mítica discoteca de Lisboa, K Urban Beach após as agressões dos seguranças da discoteca a 2 jovens.

Com todas estas perdas de vida, o Governo tinha que conseguir fazer uma comemoração. Comemoração essa que foi um jantar no Panteão Nacional junto dos mortos, não junto das vítimas dos incêndios pois os cemitérios Municipais não são tão “finos” como o Panteão Nacional. O que viria a acontecer depois seria ainda mais engraçado, o Primeiro-ministro de Portugal viria a dizer na comunicação social que anteriormente já se tinha feito outros jantares no mesmo local. Lá sai mais uma desculpa do homem que nos governa.

Para finalizar, os 51 casos afectados pela bactéria Legionella que com a brincadeira das desculpas, causaram 5 perdas de vida … O que é que o Governo diz? Pede DESCULPA, pelas 5 perdas de vida.

Ora bem caro ex-presidente da Câmara Municipal de Lisboa, actual Primeiro-ministro e futuro arguido num caso como o do amigo Sócrates, Dr. António Costa, chega de desculpas, o Pais precisa de pessoas competentes a governar e que não tenham medo de tomar responsabilidades e decisões! Precisamos de pessoas que não se desculpem com os anteriores governos! Precisamos sobretudo de seres humanos e não de indivíduos que sejam Ministros para receberem o resto da vida uma pensão! Chega!!!

 

Nelson Correia Galhofo

A GANÂNCIA DOS MERCADOS E OS SEUS ACTORES

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Quando alguns políticos se referem à “ganância dos mercados”, muitas vezes secundados por reputados “doutores” em economia, utilizando a figura de estilo literário conhecida por personificação ou prosopopeia (atribuição de um sentimento humano a um ser ou entidade dele desprovido) mostram simplesmente não ter percebido em que consiste o mercado.

Para se falar em Mercado com inteira propriedade teremos presentes os requisitos de Liberdade, Capacidade e Conhecimento. A Liberdade de intervir na negociação e de acordar um preço é naturalmente o primeiro dos requisitos. A Capacidade de pagar o preço, de entregar o produto, de o diferenciar do produto concorrente, etc é o segundo dos requisitos. E por último, mas não menos importante, o Conhecimento – de que o comprador reconhece a utilidade esperada do produto, a alternativa à sua não-posse e que o vendedor conhece o esforço necessário para o repor.

Quem contrata um empréstimo, tem a vida imensamente simplificada pela natureza do bem que contrata – incomparavelmente mais simples do que comprar um cavalo, ou uma casa… Tratando-se de um bem não diferenciado, a commodity por excelência, o seu preço resultará unicamente do Mercado. Claro que, antes disso, teremos de saber a que Mercado nos referimos. Se contratamos um empréstimo num país com um numero muito restrito de bancos autorizados a realizar a operação, em regime de oligopólio, oberemos condições menos vantajosas, para essa operação do que as que se obteriam caso existisse um numero de bancos mais alargado.

Ora, no caso das OTRV (Obrigações do tesouro de Rendimento Variável), instrumento por excelência de captação de recursos que a República Portuguesa utiliza para se financiar, compete ao IGCP definir casuisticamente quem participa nesse mercado.

É o IGCP quem, nos termos do Dec. Lei 200/2012 no seu Artº 7º Atribuições, nos termos da alínea

m) Publicitar o calendário dos leilões de instrumentos de dívida pública e as respetivas condições, bem como definir as condições de aceitação das propostas, nomeadamente no que diz respeito às taxas de juro ou de rendimento dos títulos;

E quais as entidades que participam nesses leilões?

No seu site, aqui, a resposta é clara:

A colocação das OT em mercado primário é assegurada por um conjunto de instituições financeiras a quem está atribuído o estatuto de Operador Especializado em Valores do Tesouro (OEVT) ou de Operador de Mercado Primário (OMP). De acordo com este estatuto, cabe aos OEVT especiais obrigações em matéria de assegurar a liquidez das OT em mercado secundário.

E porquê essas e não outras? Que requisitos especiais tem de ter alguém que tem dinheiro para emprestar à nossa amada República? Pois, fique a saber aqui, que não basta ter dinheiro e querer prestar esse nobre serviço de financiar quem tantos planos tem de bem-fazer a todos nós,

“A atribuição dos estatutos de OEVT e OMP é feita com base na avaliação da capacidade das instituições financeiras para colocarem e negociarem, de uma forma consistente, os valores representativos de dívida pública portuguesa em mercados de dimensão internacional, europeia ou nacional, assegurando o acesso a uma base regular de investidores e contribuindo para a liquidez dos respetivos instrumentos em mercado secundário.”

Em síntese, temos uma instituição pública com o monopólio da procura – Joan Robinson chamou-lhe um Monopsónio – que cria um mercado, definindo o momento, os montantes, as características nominativas e escolhendo os intervenientes.

Quem brada contra a ganância do mercado (que o IGCP, uma instituição pública, define até ao seu mais ínfímo detalhe) poderá querer atingir a competência ou honorabilidade dessa instituição pública. Não é certamente essa a intenção de quem utiliza a expressão que aqui tenho vindo a tratar.

Mas não podemos deixar passar a ideia de que o Estado se financia numa selva de predadores, para onde vai nu.  Não, isto é tudo feito em ambiente controlado.
(Não sei se tomaram boa nota aqui da prosopopeia, não…? muito bem!)

Tão controlado que me repugna, enquanto libertário: Acho que essa função podia e devia ser feita (com vantagem) por instituições privadas, sem qualquer regulamento ou estatuto privilegiado…

Mãe? Pai? Vou mudar de sexo!

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Existem situações inacreditáveis e esta é uma das quais não consigo compactuar de forma alguma. Um rapaz ou rapariga aos 16 anos puder mudar de sexo/ género no registo civil por vontade própria é algo que não é admissível, ainda com a possibilidade de existir um processo judicial para os progenitores caso eles se oponham à situação absurda.

Antes de mais dizer que esta cientificamente provado que um homem nunca irá conseguir ser uma mulher assim como uma mulher jamais conseguirá ser um homem, seja fisicamente e até mesmo psicologicamente.

Infelizmente hoje em dia temos muitos rapazes que são homossexuais assumidos e que se tentam passar pela figura feminina, usando os mesmos gestos, mesmas maneiras, as mesmas formas de estar, entre as mais infindáveis situações mas isso como já tive a oportunidade de dizer a alguns não é ser mulher mas sim ser qualquer coisa como uma “bicha”! Assim tal como existem inúmeras raparigas que tentam também de alguma forma ser o mais parecido possível com os rapazes o que repudio desde já. Cada um é como é, nasce como nasce e assim deve e tem que ser respeitado! Se é rapaz é rapaz, se é rapariga é rapariga!

Falo agora de uma das partes que me deixa mais preocupado, o que é que vai ser daqueles pais ao saberem que aquele filho quer mudar de sexo? Como é que aqueles pais que dão uma vida excelente, aos filhos para que eles possam vir a ser alguém no futuro se vão sentir? Na minha sincera opinião eu acho que qualquer pai ou mãe com “dois dedos de testa” se iria opor ao filho, até porque seria um péssimo exemplo para um outro filho mais novo que tivessem. E é certamente isso que vai acontecer e os pais jamais podem ser punidos por isso, onde é que já se viu um pai ou uma mãe ser punido por se preocupar com o seu próprio filho e com o seu futuro? É impossível concordar, que aos 16 anos os jovens já possam fazer uma “alteração” que os marcará para o resto da vida! Dizia até mesmo se calhar mais de 60% dos jovens aos 16 anos ainda vê desenhos animados, joga PC, PS3 e PS4. Não tem maturidade alguma para fazer uma “alteração” deste género.

Mas agora pergunto aos entendidos da Geringonça, se os jovens têm maturidade para fazer uma “alteração” destas que os marcará para a vida, como é que aos 16 anos ainda não tem maturidade certa para poderem votar? Isto é um ataque gravíssimo aos jovens. Pois é, aos 16 pode-se mudar de sexo, mas só aos 18 é que se pode votar… Meus caros sou muito franco, nem aos 18 anos deveria ser permitido mudar de sexo, como já disse anteriormente cada um nasce como nasce e é como é! Deixemos de viver em fascínios de videojogos das esquerdas e passemos a viver na vida real.

Outra das coisas com que mais me preocupo é a in aceitação por parte da sociedade, jamais a sociedade vai reconhecer um rapaz como uma rapariga ou vice-versa. Portanto para além toda a alteração que esse jovem vai ter que passar, ainda será mal visto pela sociedade como até mesmo vaiado e certamente será mais uma vítima de Bullying.

Mas calma ainda não é o suficiente as Geringonças querem ainda que exista o 3º sexo … O que é que é isto do 3ºsexo? Bem essa coisa do 3ºsexo não é mesmo nada. Não é do sexo Masculino, não é do sexo Feminino deve ser de um qualquer terceiro que as esquerdas irão criar… Devem do INDIFERENTE.

A minha questão é a seguinte, será que a líder do BE (Catarina Martins) alguma vez quis mudar de sexo e ninguém a deixou? Eu creio que sim…

Para se resolver um suposto “problema” que é o jovem querer mudar de sexo arranjamos 4 após a mudança…

 

Nelson Correia Galhofo

O problema disto tudo…

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Depois de toda a situação ocorrida na discoteca de Lisboa, K Urban Beach onde 2 jovens foram violentamente espancados por “6 homens vestidos de preto” ou seja seguranças a discoteca foi encerrada, até ai tudo certo. Esperemos justiça a estes 6 indivíduos que agrediram violentamente estes 2 jovens.

Agora relembrar que não é a primeira vez que acontece na discoteca em questão. Relembrar ainda que não é o único estabelecimento nocturno em que isso acontece!

Na rua Cor de Rosa, uma das ruas mais frequentadas da cidade de Lisboa esta situação é mais que frequente diria até mesmo “o prato do dia”. Rua Cor de Rosa que é também uma das ruas da cidade com maior policiamento… Estranho!? Pois é apesar do grande policiamento que existe nesta rua onde “espancar pessoas” também é uma situação habitual pelos “bombados do costume”, a polícia não vê! Não vê ou não quer ver? Será que compactuam? A resposta é sim, grande parte dos agentes de autoridade pensa no seu próprio “umbigo” antes de fazer qualquer intervenção policial. Falo da Rua Cor de Rosa, mas não me esqueço de Santos, do Bairro Alto onde estas cenas de espancamento são mais que habituais.

É sem dúvida um bom arranque para o Ministro da Administração Interna o encerramento do Urban Beach, mas esta situação vai continuar a acontecer quer seja em discotecas quer seja em bares.

O ponto fulcral não são os estabelecimentos nocturnos mas sim as empresas de segurança privada. A melhor decisão do MAI seria mesmo fiscalizar “a pente fino” todas as empresas de segurança privada, de outra forma isto vai ser apenas uma gota num oceano negro.

 

 

O lobo e a hiena – recensão

“O lobo e a hiena: o plano para a conquista da Europa”, de Rui Manuel Silva

Este é um livro cuja edição (Alêtheia, 2017) se saúda e cuja oportunidade se assinala pois ocorre no ano em que se “celebra” o centenário da que ficou conhecida por Revolução de Outubro, ainda que apenas diga respeito à frente leste na II Guerra Mundial, ou seja, à historiografia do épico confronto germano-soviético. Por um lado, dá a conhecer em português uma leitura interpretativa daquele conflito radicalmente diferente da veiculada em milhares de livros que se escreveram sobre o assunto e que constituem hoje o suporte à narrativa oficial – Hitler infligiu à “pacífica” União Soviética um ataque à traição com tal desproporção de meios que aos soviéticos não cabia outra alternativa senão ceder terreno para posteriormente suster o avanço alemão e partir daí para o contra-ataque; por outro, porque este volume não se limita apenas a difundir uma leitura revisionista já existente da IIRui_Silva_oloboeahiena Guerra Mundial, uma vez que assenta em pesquisa autónoma levada a cabo pelo próprio autor que permite expandir convincentemente, de forma documentada, a tese de Viktor Suvorov divulgada no Ocidente em 1990 em Icebreaker e posteriormente desenvolvida em The Great Culprit (2008) – o ataque da Alemanha à URSS em 22 de Junho de 1941 (Operação Barbarossa), numa altura em que a frente de guerra no Ocidente não está resolvida, ocorreu por antecipação à manobra ofensiva que Estaline preparara e estava prestes a dar a ordem de execução, isto é, atacar a Alemanha, e que ultimamente visava não só derrotar Hitler como assenhorar-se de toda a Europa e não apenas da Europa de Leste (como viria a acontecer).

Por outras palavras, nem Hitler – o lobo – nem o seu Estado-Maior eram loucos. Eles não escolheram voltar a ter uma guerra em duas frentes, não tiveram foi alternativa perante a mobilização de meios que sabiam estar a ocorrer do lado de lá da fronteira (recorde-se que em território polaco). Tratava-se da sobrevivência da Alemanha pois caso não se tivessem antecipado teria ocorrido um ataque maciço por parte da maior concentração de tropas e equipamentos da história que Estaline – a hiena – havia concentrado bem perto da sua fronteira oeste. Paradoxalmente, e porque todo este gigantesco conjunto de meios bélicos visava o ataque à Alemanha e, por conseguinte, se encontrava implantado no terreno com intenção ofensiva, residiria aí a sua principal fraqueza e a explicação para as monumentais derrotas que os soviéticos sofreram desde o primeiro dia da invasão (até serem detidos às portas de Moscovo nos finais desse mesmo ano). Desprovidos de planos defensivos, o comando operacional soviético praticamente desapareceu perante os exércitos alemães e os soviéticos fugiram em debandada nos camiões de transporte, abandonando milhares de tanques, canhões, obuses, combustível, etc. Quem se dispôs a resistir, foi cercado e metodicamente destruído. Mais de 2 milhões de soviéticos foram feitos prisioneiros. Uma das desculpas muitas vezes avançadas para esta hecatombe – a de que os alemães disporiam de material de guerra mais moderno que os soviéticos – não sobrevive perante a evidência disponível. Do ponto de vista de qualidade, o material soviético era do melhor, senão mesmo o melhor, que existia no mundo àquela data; relativamente à quantidade, os seus números eram maiores que o das outras potências todas somadas àquela data.

Uma palavra para saudar a utilização da ortografia pré-acordista; uma outra para lastimar o trabalho (?) de revisão do texto, facto que também tinha detectado, e me incitou a escrever um email de protesto à Alêtheia aquando da leitura da tradução de O Último Estalinista. Por último, num livro de 552 páginas e muitas referências, a falta de um índice analítico é notória.

Em suma, e apesar destes dois últimos apontamentos, O lobo e a hiena é uma obra muito interessante e substantiva, escrita de uma forma escorreita e não enfadonha. Com ela se ilustra, uma vez mais, que a História é uma disciplina bem viva mesmo quando muitos  dos seus agentes há muito morreram.

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Contra o estado de Bovinidade do Estado

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Ele, o Péssimo, prometeu acabar com a austeridade, foi meia chapa ganha, para os funcionários do Estado, a chapa distribuída, a de impostos, taxas e taxinhas e as complicações diárias de se ser trabalhador do sector privado em Portugal, continuam para as criaturas de sempre, os terráqueos, aqueles que tem que levar com os bovinidades do Estado e as suas teias destruidoras de riqueza e emprego alheio.

Ele, o Péssimo, fala exactamente como Passos Coelho durante o período da troika, fala agora de responsabilidade, de rigor, diga-se, Austeridade, de “racionar” e do o vocabulário socialista fofo que deturpa o sentido real das palavras e a sua impiedosa dor. Costa era um mito, uma lenda, uma estrela de rock, hoje nem tem rei nem roque, e mendiga o apoio de Trotskistas Cannabianos e Comunistas de foice e martelo.

Ele, o Péssimo, hipoteca o futuro de todos nós, mas continuamos na mesma, pouco protestamos, os comentadores de televisão tem a Cartilha e são todos vacas voadoras socialistas de direita e de esquerda.

Ele, o Péssimo, consegue passar a lógica da batata em alvo de discussão fútil e improdutivo, fala-se do Cannabis, dos porcos a entrarem em supermercados, do cão do PAN que tem que entrar no Restaurante mais IN de Cascais, mas não se pode falar do essencial, de como vamos reduzir a brutalidade de dívida que temos, sendo nós uma das economias mais endividadas do Mundo. Não vale a pena usar a táctica do choradinho, o que vale a pensa é arregaçar as mangas e retirar o Péssimo do poder, um Péssimo Primeiro-Ministro, uma Péssima Pessoa, um Péssimo Cidadão.

Ele, o Péssimo, é António Costa.

Mauro Pires

Prosa de Descontentamento, não é um artigo de grosso modo. 

O Bufo mor do reino, desta vez, tem razão

Marques Mendes continua a ser o peão giratório de Marcelo, os jantares semanais entre os dois elucidam, e muito, o nosso professor de direito, finanças, economia, defesa internacional, entre outros temas importantes da nossa actualidade, Marques Mendes a comentar a semana. Se Marcelo está incomodado com Costa, diz a Mendes, este bufa. Se Marcelo está de agrado com Costa, diz a Mendes, este bufa ao quadrado. Só assim se pode explicar as contradições do Professor Karamba do nosso burgo à beira mar queimado. Marques Mendes, ainda não faz muito tempo, disse efectivamente que o nosso camarada António Primeiro-Ministro, ou Minúsculo, como queiram, tinha habilidades “mágicas” de comunicação, era o Rei da Cocada Preta, ninguém lhe fazia frente, era só clicar no botão das habilidades que aquilo era chapa ganha chapa distribuída. Agora, para o Professor Karamba Mendes, o António, passo a citar está:” Andou literalmente aos bonés, parecia um cata-vento”, referindo-se ao Governo, mas um recado interessante de Marcelo a Costa pela voz do Woki Toki Mendes.

Se Costa antes era Rei Midas, agora é Rei chumbo, derrepente tudo corre mal, o PCP e o BE entalaram Costa na sua teia de promessas e mentiras, fizeram lhe assumir compromissos que não pode pagar actualmente chutando para futuro(onde já vimos isto?), se não se paga em 2017, paga-se um poucochinho em 2018, um poucochinho ao quadrado em 2019 e uma pancada em 2020. É este circo onde estamos metidos, nós somos os palhaços, sorrimos e acenamos, o Dom Costa é o chicoteador, ele bate nós saltamos, ele grita nos ajoelhamos. Estamos reféns de um ser tremendamente maquiavélico, calculista, perigoso, sem sentido de Estado nenhum e que não quer saber do País. Se quisesse, não atrasava pagamentos, não nos hipotecava orçamentos futuros com responsabilidades que não sabemos se podemos pagar, não deixava que existisse comida crua nas escolas, lá está… A falta de óleo, a não compra do mesmo… É a neo austeridade rosa, ou melhor, rigor orçamental Costista, do tipo:” Endivide-se agora, expluda depois”.

Mas dou a mão à palmatória ao Professor Karamba Mendes, num lapso de lucidez, Marques Mendes disse que:” Para o país ligado ao Estado, parece que a austeridade acabou. Relativamente ao outro país, o do setor privado, dos trabalhadores por contra de outrem, dos trabalhadores independentes, esses não veem essa melhoria”. Nada mais verdadeiro. Só demonstra uma situação à vista de qualquer comum mortal, Costa só quer saber da sua reeleição com maioria absoluta, agora impossível, devido aos sucessivos erros de cálculo e de estratégia do Toni. Afinal as habilidades não dão para tudo, não é Mendes? Não é Costa!

Agora está tudo bêbedo, em águas calmas, sem tubarões e remoinhos por baixo, mas não se esqueçam, a próxima desculpa será sempre a mesma: O MUNDO MUDA NUMA SEMANA.

Mauro Pires

Em abstracto Temos Direitos

Em abstracto todos as pessoas do Mundo deveriam ter direito a um bom salário com boas condições de trabalho e com período laboral reduzido. Porque as pessoas não são máquinas, têm vida pessoal e prazo de vida. Logo, a actividade profissional não deveria absorver a maior parte da sua existência nem ser escravizante. É para isso que uma sociedade deve evoluir. Porém, em concreto isso ainda não é possível. Porquê? Tão somente porque somos governados por um bando de incompetentes.

Os professores  estão em alvoroço por causa dos congelamentos de salários. Têm razão? Sim. Primeiro porque foi-lhes dado o direito às progressões automáticas, um sistema errado, injusto e inconstitucional (quem terá sido o idiota a inventar isto?), mas a culpa não é deles. Depois porque tendo sido congelados por Sócrates em 2011, foi-lhes dito que o país agora estava a crescer e que a austeridade acabou. Logo, se o país nunca esteve tão bem economicamente, não se percebe a razão de manter congelamentos, certo? Pois. Mas a verdade é que a Geringonça (que nome mais bem atribuído a este bando de incompetentes) MENTIU, mente e continuará a mentir sobre a real situação do país. E na verdade NÃO HÁ QUALQUER FOLGA ORÇAMENTAL. Há um alívio nas contas por via de uma economia que está a crescer graças essencialmente ao turismo que ironicamente querem matar. Só isso. Ora, se em simultâneo se aumentou colossalmente a dívida pública sem fazer nenhuma reforma estrutural séria, esse crescimento não só foi absorvido pelas dívidas como não chega “a meia missa”. Resultado: aumentamos as nossas idas aos mercados para pedir dinheiro… emprestado! Como é que se pode prometer benesses ao sector público com dinheiro dos outros e não com a riqueza criada? Em  abstracto, pode. Em concreto, não.

Se em vez de se governarem a eles próprios, governassem em prol do bem comum, facilmente se conseguiria uma sociedade mais equilibrada e justa, do sector privado e público, em termos laborais. Bastaria que o Estado em vez de perseguir quem cria riqueza, regulamentasse no sentido de estimular as empresas a investir em melhores condições de trabalho e salários. Como? Ora tão simplesmente oferecendo grandes contrapartidas fiscais a quem investisse na qualidade de vida dos seus trabalhadores e penalizadoras a quem seguisse caminho inverso. Assim, criavam um sistema de REDUÇÃO fiscal para contratação de pessoas seniores, para criação de espaços de lazer nas empresas, para redução de horários, transporte, cantina, prémios,  para salários acima do mínimo nacional, para contratação de pessoas deficientes e por aí fora. Por cada benesse introduzida no plano laboral, as empresas poderiam ver seus benefícios fiscais aumentar significativamente e assim, não hesitariam em apostar na qualidade laboral. Porque é sabido que quanto mais satisfeito estiver o trabalhador, mais produtivo é, com maior qualidade de serviço e mais comprometido com a empresa. Exemplos? A Google. Mas há muitos mais em menor escala. São factos. O problema é que para isso ser possível  teria de reduzir o sector público e isso não convém aos interesses instalados.

Ora se o Estado não produz riqueza não pode prometer o “céu e a terra” com o dinheiro privado arrecadado sem reformas profundas. A contenção deve ser a palavra de ordem porque está a gerir impostos arrancados ao orçamento doméstico e empresarial privado. Assim, como se explica que haja progressões automáticas? Como se pode permitir que pessoas sejam premiadas só por ter estado de corpo presente no trabalho? Como pode autorizar que os maus trabalhadores obtenham o mesmo prémio que os bons?  Isto é má gestão dos dinheiros públicos porque dá prejuízos avultados. Premiar a inércia não é economicamente viável. Logo constitucionalmente nunca deveria ser permitido.

Tal como em tantas outras coisas, a verdade é que se alimenta esta clientela a troco de votos atropelando a ética, a razoabilidade e responsabilidade governativa. Depois não se entende porque não há dinheiro para ter bons serviços públicos, para estimular a economia e o investimento. Se quase tudo que se colecta de impostos (ainda por cima elevados) são para alimentar o monstro do Estado, enfadonho e ineficaz, onde sobra para construir uma sociedade justa e com qualidade de vida? Em abstracto, sobra. Em concreto, falta.

Com um Estado que não reestrutura o sector público, que o deixa crescer incontrolavelmente, com regalias inesgotáveis e ainda a deixa seus milhares de funcionários progredir sem mérito, o país está condenado à miséria à boa maneira socialista/comunista.

Via Blasfémias

Cristina Miranda

Não queremos um Primeiro-Minúsculo em abstracto

O PCP vendeu o corpo e a alma ao diabo. Vamos por partes. O Diabo não precisou de aterrar em asas de Cristal e um qualquer ceptro malévolo, o Diabo chegou em Novembro de 2015 de seu nome António Costa. Esta é uma verdade, pelo menos na minha óptica, inquestionável, porquê? Se tens um Primeiro-Minúsculo não eleito que chega à governança do País, com mero intuito de preparar um plano de fazer de marionetas os seus coadjuvantes de esquerda para mero espectáculo eleitoral, depois, lá está, criam-se mitos à volta do Grande Imperador e negociador Costa, cuja palma da mão equivale a um Rei Midas de chumbo.

Não interessa ao País ter um conjunto de pernetas a desgovernarem o que é supostamente difícil de governar, só causam sentimentos de euforia generalizada como se de uma ingestão de marijuana se tratasse. Podemos estar com ironias, mas o País precisa, urgentemente, de reformas, não de uma criatura cínica que calcula todos os passos que dá mas, mesmo assim, tanta habilidade política não conseguiu gerir um crise de professores, pelo menos em abstracto. Em concreto António Costa sabe gerir o poder, mas em Abstracto não sabe gerir um País, uma coisa é ser se aprendiz de Primeiro-Ministro, outra é sê lo concretamente, não em abstracto.

Uma coisa são constantes jogadas de bastidores para ver quem fica com os méritos da medida mais populista e socialista da semana, outra é ter de aguentar um barco no meio da tempestade estando este cheio de buracos deixados por uma criatura pensante que se refugiou em Paris e Costa, estavas preparado para isto? Estás preparado para quando o teu amigo da Candonga, vulgo Camarada Jerónimo, te comesse a soltar os cães de fila? Estás preparado para aturar as pressões orçamentais do Partido do Estado e fazer equilibrismos orçamentais? É chapa ganha e chapa distribuída? Ou é chapa esfola e chapa mata? É que adicionares mais umas décimas ao défice é aumentares o tecto de endividamento, brutal, dos maiores do Mundo, que já temos. É engraçado e triste ao mesmo tempo como hoje se discute se podemos aumentar o défice, uma décima ou duas, se temos um stock de dívida de 132% do PIB! Devíamos estar a pensar em termos superávites orçamentais e reduzir a dívida para níveis sustentáveis, descendo impostos no futuro próximo, esta devia ser a nossa prioridade, não como podemos arrebentar os privados com mais umas taxinhas para satisfazer os mesmos de sempre.

Se Costa não é capaz de fazer e aprovar uma reforma para que serve este ao País? O PCP já está nas ruas a desgastar o seu amiguinho de conveniência, afinal a paz social não era um consenso comum entre a troika de esquerda, o consenso era Passos Coelho que era a cola de geometria variável canhota, esta é outra verdade. Há dois anos disse que, Passos uniu a esquerda para destruir, secalhar não está assim tão longe de o conseguir. A Paz social afinal era podre… Que Novidade!

Mauro Pires

O “incómodo pessimista” tem cada vez mais razão

Tentar ser analista económico no País do “coitadinho” é difícil. Porquê? Porque essencialmente quando a bebedeira está no seu efeito máximo ninguém quer saber dos avisos à navegação e, normalmente, um povo que recebe constantes más notícias nos últimos 43 anos, devido a políticos que nem para limpar escadas servem, estamos sempre num ciclo de uns anos, poucos, de águas calmas para depois as consequências das políticas populistas do período calmo nos deitar numa espécie de poço, de onde temos sempre que sair à rasca, mas saímos. Nós, Portugal, somos isto, trabalhamos para sair do poço, nunca para detalhar, preparar e apresentar políticas de longo prazo. Os nossos “governantes” parecem aquelas crianças rabugentas que destroem os castelos de areia que tanto trabalho deu a construir.

O Homem que refiro em título como: ” O incómodo pessimista”, é Henrique Medina Carreira. Ainda não fez um ano da morte deste grande Senhor que era um dos poucos analistas da praça que não devia nada a ninguém, nem a partidos, nem a jotas nem a estruturas partidárias vigentes, como muito menos a devia alguma coisa a “aventais”, era um Homem livre e íntegro, característica simples mas ao mesmo tempo muito escassa no País do chico-espertimo. Medina falava, insistentemente, e muito bem, do Partido do Estado. Não temos que ter medo de falar disto, por mais que seja impopular, e nos acusem de separação de “classes”. O funcionalismo público é necessário, temos que ser pragmáticos, mas uma coisa é o funcionalismo público transformado em arma de arremesso de voto, como se fossem galinhas onde deitássemos o milho e elas bicavam, o problema é quem faz o milho, esses trabalham, levaram cortes de salários também, estão há anos com salários congelados igualmente e tem que trabalhar e gerar riqueza para uma classe que não representa a maioria da população activa, e que estes continuam a exigir salários mais elevados sabendo que recebem, em média, mais 500€ que um trabalhador do privado.

O Partido do Estado são os funcionários públicos? Sim! São as clientelas à volta? Sim! São determinadas empresas rentistas do regime que andam como abutres à volta do orçamento? Sim! São pensionistas da Caixa Geral de Aposentações em que muitos descontaram o mesmo que o trabalhador do privado e recebem mais? Sim! Agora, estes tem culpa por si só? Não! Quem tem culpa são todos da esquerda à direita que alimentam ilusões de um povo que só quer normalidade, mas que no meio de tanto pândego político não a conseguem encontrar. Pensar que um País aguenta sustentar um Estado monstruoso desrespeitando o pequeno empresário, o pequeno empreendimento, taxando, regulando e espezinhando com todo o conjunto de custos à sua volta, é de uma parolice imensa.

Vamos a contas:

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FONTE: PORDATA

Do que é a Despesa do Estado, que se subdivide em corrente e de capital, aqui só temos a corrente pelas suas categorias económicas(ou classificações económicas em economês). Como podemos verificar, a despesa com salários dos funcionários públicos, despesa com pessoal, é a rubrica com segundo maior peso que em 2016 atingiu os 20.880,9 mil milhões de euros, qualquer coisa como 25% da Despesa Efectiva(Corrente+Capital) do Estado e 26% da Despesa Corrente do Estado. É este o custo do funcionalismo de Estado, é este o custo de termos uma despesa que se está a tornar cada vez mais rígida. Se Costa satisfizer os desejos dos professores, os polícias também vão querer e vai tudo por arrasto. Quem paga? É o Zé meus caros, é o mesmo de sempre! Não é mexilhão é ameijoa, vamos lá mudar de designação.

Se a despesa corrente tem tendência a aumentar, seja com a reposição de salários e transferências correntes, as despesas de capital também vão ter que aumentar, nomeadamente o investimento público, inevitavelmente, pois os serviços estão pela hora da morte, e desorçamentar não é a melhor opção. Estamos a empurrar com a barriga um problema que se resolve com acordos entre os três principais partidos PSD, PS e CDS, mas isso é num País normal.

Os políticos portugueses não podem estar reféns de nenhuma classe ou lobby, mas isso é uma miragem, alguém que coloque os interesses do País acima dos interesses pessoais e partidários já não se fabricam, é pena que o único decente vai embora em Janeiro…

Mauro Pires

 

A mãe de todas as falácias ambientais – as alterações climáticas

Tradução integral de um texto de Fernando del Pino Calvo-Sotelo de responsabilidade do editor deste post.

 

A mãe de todas as falácias do ecologismo actual, e de longe a mais perigosa, está nas  chamadas alterações climáticas, provavelmente a maior patranha político-ideológica de todos os tempos ou, se preferirem, “o pior escândalo científico da história”, nas palavras do Dr. Kiminori Itoh, especialista em Meteorologia Ambiental da Universidade de Yokohama.

As premissas pseudo-científicas da ideologia das alterações climáticas são quatro: o planeta atingiu valores máximos históricos de temperatura, a temperatura evoluiu determinada exclusivamente pelo CO2 produzido pela actividade humana, as consequências do aumento da temperatura serão catastróficas, e existe um amplo “consenso” científico a este respeito. As quatro são falsas.

No último milhão de anos da história climática do planeta Terra as glaciações alternaram com períodos inter-glaciares com temperaturas muito mais quentes (como o que agora, afortunadamente, nos encontramos). Desde a última glaciação (há uns 12.000 anos atrás) a Terra tem estado tão temperada como agora durante um período de talvez 4.000 anos, incluindo o máximo do Holoceno (no tempos do Antigo Egipto), e mais recentemente, o Período Quente Medieval (do séc. X até aos finais do séc. XIV). Durante o século XX, as temperaturas aumentaram até 1940, diminuíram de 1940 até 1975 (altura em que então o incipiente alarmismo ecologista assustava com a chegada de uma nova Idade do Gelo causada, como não… pela actividade humana), voltaram a aumentar de 1975 até 1998 e não variaram de forma significativa desde então (a chamada “pausa” no aquecimento). Os dados dos satélites mostram um aquecimento total na baixa troposfera de 0,4°C (a partir de 1979, um ano frio) e um ligeiro arrefecimento na estratosfera. Primeira pergunta: se o clima tem variado constantemente desde o alvor dos tempos, de que modo é que a industrialização é a responsável pelas variações climáticas? Se desde há milhões de anos e até meados do século XX o clima variava por causas naturais, como pode ele agora mudar, magicamente, devido à actividade humana?

O dióxido de carbono (CO2) escandalosamente estigmatizado pela propaganda ecologista como “contaminante”, é um dos pilares básicos da vida no planeta, alimento por excelência das árvores, das plantas e dos cereais com que nos alimentamos (de facto, graças ao aumento do CO2 a Terra está significativamente mais verde, como os satélites da NASA confirmam). O CO2 representa apenas 0,04% da atmosfera, do qual por sua vez só uns 3% é proveniente da actividade humana (ou seja, 1 molécula em cada 85.000). Cada vez que respiramos, de forma natural e inócua, expulsamos CO2 com uma concentração 100 vezes superior à que existe hoje em dia na atmosfera; logo, para os ecologistas, os seres humanos são contaminantes pelo mero facto de respirarem. O seu efeito de estufa é escasso; de facto, o gás de efeito de estufa mais importante (jamais citado como tal pela propaganda ecologista por ser difícil de demonizar) é o inofensivo vapor de água, com uma concentração 50 vezes superior ao CO2. Mais, os dados paleo-climatológicos indicam que, historicamente, o CO2 aumenta uns 800 anos depois do aumento das temperaturas, o que significaria, caso a correlação implicasse causalidade, que é o aumento da temperatura que causaria o aumento do CO2, e não o inverso. Portanto, pretender que o CO2 de origem humana é o principal factor explicativo da variação das temperaturas nega la evidência científica relativa ao CO2 e omite de forma interessada factores muito mais importantes e correlacionados como a actividade solar (fonte de calor da galáxia), as oscilações oceânicas ou as nuvens. Por tudo isto, a dita teoria “nem sequer é científica”, como afirma o físico e veterano de 35 anos da Agência de Protecção Ambiental norte-americana Alan Carlin, autor de Environmentalism Gone Mad. Na realidade, como esclarece o Dr. Tennekes, ex-Director de Investigação do Real Instituto Meteorológico da Holanda, “só compreendemos 10% das causas das variações climáticas”, um sistema complexo, não linear e caótico.

Sem o medo criado por uma ameaça apocalíptica, que corresponde a uma ameaça de morte, seria  impensável que a população aceitasse os três resultados das políticas anti-alterações climáticas, do que nunca se fala: um aumento do poder político, um substancial empobrecimento e uma perda significativa de liberdade. As consequências supostamente catastróficas do aquecimento não são mais que elucubrações fantasiosas sem qualquer valor científico que desafiam, de novo, os dados e a lógica. Sabendo que em cada ano o frio mata 17 vezes mais pessoas que o calor (The Lancet, 2015) e que a biodiversidade é obviamente muito mais rica nos climas mais temperados, porque teríamos que temer um ligeiro, paulatino e natural aumento das temperaturas neste pico milenar do ciclo interglaciar? Ultimamente, o catastrofismo ecologista retirou outro coelho da cartola. Recorde-se que inicialmente a senha mágica falava de “aquecimento global”, e que logo mudou para “alterações climáticas”, termo muito mais vago e amplo (chova ou não chova, faça calor ou frio, é sempre culpa do homem). Hoje a senha é o suposto aumento dos fenómenos meteorológicos extremos (furacões, inundações, secas, etc…). Isto é de tal modo falso que inclusivamente o enviesado e politicamente controlado Painel Inter-Governamental para as Alterações Climáticas da ONU (IPCC) se viu obrigado a reconhecer que “não existe nenhuma tendência de alta significativa na frequência de ciclones tropicais a nível global (…), nem há suficiente evidência quanto ao aumento de secas desde meados do século XX, nem tão-pouco quanto à magnitude ou frequência de inundações a nível global” (IPCC Assessment Report 5). Mas não obstante, a propaganda ecologista aproveita a extensa cobertura mediática de que sempre gozam os fenómenos extremos (ainda que sejam tão cíclicos como o El Niño ou os furacões) para continuar a ligá-los às alterações climáticas.

E que dizer do consenso? Nunca existiu tal coisa, antes uma campanha de intimidação inaudita para silenciar os milhares de cientistas escandalizados perante o sequestro da ciência perpetrado pelo ecologismo e pelo poder político. Permitam-me que lhes apresente um exemplo. Em 2014 o meteorologista sueco Prof. Bengtsson tinha aceitado fazer parte de uma fundação britânica, céptica à teoria do aquecimento global de origem humana. Teve que se demitir, como explicou por escrito, porque havia sido submetido “a uma pressão tão grande, tão virtualmente insuportável para mim, que a continuar serei incapaz de levar a cabo o meu trabalho e inclusivamente começarei a preocupar-me com a minha saúde e a minha segurança física”. Este foi o vergonhoso bullying imposto a um cientista com 79 anos de idade. Apesar disto, a evidência empírica está a abrir portas para a luz entrar frente à opressão política e só nos últimos dois anos emergiram mais de 1.000 estudos em publicações científicas defendendo que as variações do clima são fundamentalmente naturais e não fruto da actividade humana, como opina o Prémio Nobel de Física Robert Laughlin (“por favor mantenham a calma, não temos poder para controlar o clima, cuja variação é uma questão de tempo geológico que a Terra produz de forma rotineira sem pedir licença a ninguém nem dar explicações”) e o seu colega (também Prémio Nobel) Ivar Giaever (“sou um céptico; o aquecimento global converteu-se numa nova religião”).

Richard Lindzen, eminente físico atmosférico autor de vários livros e professor durante 20 anos no prestigiado M.I.T, é peremptório: “o aquecimento global tem a ver mais com política e poder do que com a ciência”. Com efeito, a verdadeira ameaça não é nenhum cataclismo futuro, mas sim uma perigosa ideologia totalitária que, encoberta por superstições pseudo-científicas, já está a doutrinar as crianças com os livros escolares e aos adultos com o constante martelar da propaganda mediática. Não se deixem enganar.

Empreender em Portugal? Só por Masoquismo.

É pró-activo? Tem uma boa ideia e vontade de criar negócio próprio? Então prepare-se para sofrer todos os dias 24h sobre 24h para aguentar sua empresa. É isso mesmo. Ser empreendedor em Portugal não é para fracos. Além de capacidade física para superar tudo o que lhe espera, gosto desmesurado pelo sofrimento, terá ainda de preparar os bolsos para os assaltos fiscais. É que por terras lusas só quem for masoquista, aguenta.

O sofrimento começa logo na constituição do seu negócio. Vão-lhe exigir tudo e mais alguma coisa. Papeis, papeis e mais papeis, burocracias aqui, mais burocracia ali. Se a sua ideia por exemplo for a criação de um espaço para criar animais ou abrir um talho ou indústria, saiba que as instalações que lhe vão exigir serão mais controladas que o Hospital Francisco Xavier. Ah! pois… Ou pensa que é só chegar e construir com qualidade um espaço? Naaaa… Isso é que era bom. Vai ter um sem fim de pareceres e vistorias de várias entidades pelas quais terá de esperar, esperar, esperar… Com alguma sorte, ao fim de um ano terá o alvará na mão. Repito: com alguma sorte.

Depois, começa a batalha das contratações de pessoal. Se pedir ao Centro de Emprego, é garantido que lhe vão enviar muita gente. Mas prepare-se. Porque só por milagre conseguirá toda a mão de obra que necessita e de qualidade. Porque a maioria, com subsídio de desemprego, não vão querer prescindir da sua prestação social para o aturar todos os dias das 8h às 18h. Só com a despesa que lhe vai dar de transporte, vão-lhe fazer um manguito alegando que o salário inicial que lhe quer dar, não compensa(em comparação com o subsídio). Claro que lhe vai dizer que esse salário poderá vir a aumentar consoante o desempenho demonstrado. Mas isso de pouco lhe servirá porque essa malta, habituada a ter tudo pelo Estado sem fazer nada, só aceitará com proposta que garante “salário alto, muitas regalias e poucas obrigações”.

Se conseguiu sobreviver a estas duas etapas sem desistir pelo meio, então já é um grande resiliente e está pronto para enfrentar o próximo GRANDE desafio: o assalto fiscal. Pois é. Por ser empresário será o alvo preferencial de toda a classe política que o vai ver como presa fundamental para alimentar a gula do Estado. E acredite que são mesmo famintos. Se o governo que estiver no poder for social democrata vai ser comido aos bocadinhos que é para não aleijar muito e poder continuar a alimentá-los. Com impostos indirectos e directos, vão lhe roubar mais de metade do seu rendimento mas vão fingir com pequenos apoios que o ajudam a manter-se de portas abertas e prolongar a sua morte lenta. Mas se for socialista/comunista prepare-se para ser devorado com uma dentada só. É que estes últimos detestam a sua classe e só vão sossegar quando conseguiram sugar-lhe tudo quanto tem. Atrás do aumento de um imposto virá mais outros tantos criados no momento para ir buscar mais e mais dinheiro a quem o tem acumulado. Porque poupar é pecado capital. Se o seu negócio não aguentar e morrer a seguir, pouco lhes importará. Depois de ficarem com a riqueza que criou, vão obrigá-lo a tornar-se dependente do Estado para que assim se torne mais controlável e não venha a ter mais poder que eles no governo, entendeu?

Vá… mas não desanime. Ser empreendedor em Portugal é um grande desafio de uma vida. Daquelas experiências inesquecíveis do tipo escalada ao Evereste que põe à prova os limites do ser humano.  Só os muito resistentes lá chegam mas quando chegam tem um sabor a vitória que em nenhuma parte do Mundo é igual.

Via Blasfémias

Cristina Miranda

Fascismo? Como queiram…

Na Polónia realizou-se uma manifestação nacionalista no dia do país, por se tratar de uma demonstração ideológica conotada com a direita nacionalista, os mesmos abutres de sempre atacaram. É visível que para a comunicação social demonstrações de patriotismo vindos da direita são logo equiparados a fações fascistas e de imediato repudiadas e noticiadas como um verdadeiro atentado.

Sabem porque é que isto acontece? Devido a órgãos de comunicação esquerdistas e ridículos que tanto apelam á liberdade de expressão e não compreendem que se os “Marxs” e os “Lenines” se podem manifestar livremente e beneficiar de uma tendenciosa comunicação social, chegando mesmo a parecer que em caso de manifestação comunista ou bloquista, todos os jornais e canais de televisão passam a parecer o jornal “Avante”, então as outras ideologias também devem ter o mesmo tratamento.

Pois bem, eu não pactuo com este tipo de “ermitas tendenciosos”, se há liberdade é para todos! Se eu sou forçado a assistir a noticiários e comentadores a enaltecerem e celebrarem grandes manifestações sob tutela da esquerda, quer em Portugal, quer no estrangeiro, então não tenho de observar uma tendência discriminatória cada vez que a direita, seja mais ou menos extremista, se manifesta. O abominável dos órgãos de comunicação social é que conseguem agarrar em expressões estalinistas de Jerónimo de Sousa e torná-las em algo democrático, porém são incapazes, não por falta de arte e engenho mas sim por sectarismo, em compreender a legitimidade de movimentos opostos à sua amada esquerda.

Estou farto, cansado e sinceramente revoltado com a facciosidade destes jornalistas soviéticos espalhados pelo Mundo. Uma manifestação nacionalista é logo noticiada às populações como fascista ou racista. Porque é que se olha para uma demonstração ideológica oposta à predefinida e se acusa e negativiza? É óbvio que a liberdade ideológica não é para todos, atualmente tudo o que dizemos é racismo, usar uma palavra ou fazer uma simples piada é racismo, dizer “maricas” é ser homofóbico. Culpo a esquerda, que nos quer incutir a sua imagem de defensores da total liberdade quando na verdade escondem uma censura pior. Só é legítima a liberdade daqueles que pessoas como a Dra. Catarina Martins defende, esses podem defender os seus direitos, mas nós, os de direita e até os mais extremistas, somos fascistas e racistas.

Agora digo-vos, a liberdade que tanto presam os tiranos da margem esquerda do rio que é a política é a mesma que permite que eu e todos aqueles que repudiam a esquerda expressem a sua opinião. Nós não somos hipócritas nem falsos liberais, somos fieis à nossa ideologia e não usamos máscaras.

Deixo aqui o meu apoio a todos os nacionalistas, patriotas e àqueles que não pactuam com a esquerda e a sua liberdade restrita. A manifestação na Polónia mostrou ao Mundo e principalmente à esquerda que nos quer ver calados e enterrados, que estamos vivos e não nos calaremos enquanto a liberdade de expressão não for também um direito nosso e enquanto a comunicação social continuar a sua distinção visível entre esquerda e direita.

A direita não é homofobia, não é racismo e não é ditadura. A direita é a oposição real e empenhada à esquerda tirana e que restringe ou tenta restringir quem não pactua com hipocrisias e com a sua ação degradantes na perca dos valores.

Com a minha mão ao peito cantarei o hino do meu país com o mesmo empenho e orgulho com que os polacos demonstraram o seu amor á sua nação.

Querem calar-nos? Nunca, mas nunca conseguirão. Por cada um de nós que cair muitos mais se levantaram e defenderão o passado e os seus valores conservadores.

Ricardo Lopes Reis

Fascistas? Como queiram…

Na Polónia realizou-se uma manifestação nacionalista no dia do país, por se tratar de uma demonstração ideológica conotada com a direita nacionalista, os mesmos abutres de sempre atacaram. É visível que para a comunicação social demonstrações de patriotismo vindos da direita são logo equiparados a fações fascistas e de imediato repudiadas e noticiadas como um verdadeiro atentado.

Sabem porque é que isto acontece? Devido a órgãos de comunicação esquerdistas e ridículos que tanto apelam á liberdade de expressão e não compreendem que se os “Marxs” e os “Lenines” se podem manifestar livremente e beneficiar de uma tendenciosa comunicação social, chegando mesmo a parecer que em caso de manifestação comunista ou bloquista, todos os jornais e canais de televisão passam a parecer o jornal “Avante”, então as outras ideologias também devem ter o mesmo tratamento.

Pois bem, eu não pactuo com este tipo de “ermitas tendenciosos”, se há liberdade é para todos! Se eu sou forçado a assistir a noticiários e comentadores a enaltecerem e celebrarem grandes manifestações sob tutela da esquerda, quer em Portugal, quer no estrangeiro, então não tenho de observar uma tendência discriminatória cada vez que a direita, seja mais ou menos extremista, se manifesta. O abominável dos órgãos de comunicação social é que conseguem agarrar em expressões estalinistas de Jerónimo de Sousa e torná-las em algo democrático, porém são incapazes, não por falta de arte e engenho mas sim por sectarismo, em compreender a legitimidade de movimentos opostos à sua amada esquerda.

Estou farto, cansado e sinceramente revoltado com a facciosidade destes jornalistas soviéticos espalhados pelo Mundo. Uma manifestação nacionalista é logo noticiada às populações como fascista ou racista. Porque é que se olha para uma demonstração ideológica oposta à predefinida e se acusa e negativiza? É óbvio que a liberdade ideológica não é para todos, atualmente tudo o que dizemos é racismo, usar uma palavra ou fazer uma simples piada é racismo, dizer “maricas” é ser homofóbico. Culpo a esquerda, que nos quer incutir a sua imagem de defensores da total liberdade quando na verdade escondem uma censura pior. Só é legítima a liberdade daqueles que pessoas como a Dra. Catarina Martins defende, esses podem defender os seus direitos, mas nós, os de direita e até os mais extremistas, somos fascistas e racistas.

Agora digo-vos, a liberdade que tanto presam os tiranos da margem esquerda do rio que é a política é a mesma que permite que eu e todos aqueles que repudiam a esquerda expressem a sua opinião. Nós não somos hipócritas nem falsos liberais, somos fieis à nossa ideologia e não usamos máscaras.

Deixo aqui o meu apoio a todos os nacionalistas, patriotas e àqueles que não pactuam com a esquerda e a sua liberdade restrita. A manifestação na Polónia mostrou ao Mundo e principalmente à esquerda que nos quer ver calados e enterrados, que estamos vivos e não nos calaremos enquanto a liberdade de expressão não for também um direito nosso e enquanto a comunicação social continuar a sua distinção visível entre esquerda e direita.

A direita não é homofobia, não é racismo e não é ditadura. A direita é a oposição real e empenhada à esquerda tirana e que restringe ou tenta restringir quem não pactua com hipocrisias e com a sua ação degradantes na perca dos valores.

Com a minha mão ao peito cantarei o hino do meu país com o mesmo empenho e orgulho com que os polacos demonstraram o seu amor á sua nação.

Querem calar-nos? Nunca, mas nunca conseguirão. Por cada um de nós que cair muitos mais se levantaram e defenderão o passado e os seus valores conservadores.

Ricardo Lopes Reis