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Como o PS, se está a transformar, num Partido Comunista

Já vai o tempo, em que o PS, era um partido “moderado”, de “centro” e com algum ímpeto reformista. De vez em quando, suspeita-se, que tal partido era primo do Bloco de Esquerda através dos cogumelos mágicos é que, pelo menos parecia que Deus lhes devia alguma coisa na governação, mas os anjos caídos socialistas são benignos pelo menos julgam-se assim, nós é só preciso olhar para a folha salarial para ver se é benigno, e o resultado não é bonito.

Mas vamos ao que interessa. Há uns dias atrás, o ex-candidato Presidencial, Henrique Neto, deu uma entrevista ao Expresso. O empresário de 81 anos vai se desfiliar do PS, partido em que se filiou nos anos no final dos anos 80. Henrique Neto é daqueles Homens que está no partido errado desde o inicio, primeiro, cria riqueza e gera postos de trabalho e logo, é a favor da iniciativa privada e da “destruição criativa” que isso impõe, coisa que o Partido da Rolha, actualmente, gosta cada vez menos. Ser hoje socialista(como sempre foram), em Portugal e no Mundo, é ser corporativista, rentista, ter um familiar do César conhecido e ser mais “carteirista” que os próprios carteiristas. Portanto Henrique, fez muito bem em sair da nova agremiação social-comunista.

Já não podemos contar com o PS para nada, se é que um dia podemos contar, agora, já não ajuda em reformas nem as faz, só ele tem o direito “divino” de as fazer, se cai um meteoro na terra a culpa é de Passos Coelho, tem uma máquina de comunicação muito alargada, os protestos contra a PT não são por acaso, ficam sem um bastião socialista de comunicação. O que é hoje o PS? Um partido de tráfico de interesses? Um partido com avental rosa? O que quer o PS para o País se não assaltar o Orçamento de Estado? Pergunta rápida e sucinta: Existe em Portugal, um partido, sem ser socialista? Não basta haver um Homem decente num partido e o resto ser anão à sua volta para se fazer alguma coisa, é necessário(prioritário), uma união contra a nova ditadura comunista que, desta vez não é só vermelha, é tricolor.

Mauro Pires

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Gentil, Ventura e o Marxismo Cultural

A nossa Constituição é clara. No “Artigo 37.º” refere: “1. Todos têm o direito de exprimir e divulgar livremente o seu pensamento pela palavra, pela imagem ou por qualquer outro meio, bem como o direito de informar, de se informar e de ser informados, sem impedimentos nem discriminações. 2. O exercício destes direitos não pode ser impedido ou limitado por qualquer tipo ou forma de censura.” Assim, não há qualquer dúvida que nenhum cidadão pode ser perseguido por emitir opinião. Mas se não pode, porque razão os marxistas que passam o tempo todo a aludir à Constituição para fazer valer seus ideais, perseguem ferozmente quem se lhes opõe, transgredindo-a?

Para entendermos o que se está a passar hoje temos de recuar a Karl Marx esse iluminado burguês inútil que viveu literalmente às custas da sua mulher aristocrata. Achava ele que tinha descoberto uma ciência que poria fim às classes sociais, o Marxismo. Que a sociedade naturalmente iria colidir entre proletariado e o capital. Só que deu um tiro gigantesco no pé. A dita teoria, com o passar do tempo não se confirmava e vai daí, ajusta-a dizendo que afinal, não despoletaria de forma natural mas sim provocada, ou seja, era preciso instigar à rebelião. E é aqui que está o cerne desta questão. É que nem provocada deu os resultados pretendidos. Com chacinas em massa, depois de experimentada a dita teoria ideológica no Mundo, TODOS os países que se  viram prisioneiros do marxismo imposto, expulsaram o comunismo. Com tamanho fracasso mundial, as mentes perversas dessa ideologia logo encontraram outra forma de penetrar na sociedade revirando-a do avesso, provocando lutas de ódio entre grupos para voltar ao controlo ideológico –  O Marxismo Cultural –   que teve seu maior aliado no politicamente correcto de asnos que governam o Mundo. O que comprova que a ignorância é de facto a arma mais poderosa do marxismo.

Em resultado, a normalidade passou a ser considerada anormal. Pior, quem se opõe achando que a anormalidade não é normal, passa a ser rotulado, perseguido, ameaçado e amordaçado. Exemplos? Ora vamos começar por Gentil Martins, um conceituado médico que é linchado simplesmente porque disse a mais pura das verdades, sem ofensas, apenas com base em factos: “a homossexualidade é uma anomalia de desvio de personalidade”. Onde está a ofensa ou homofobia disto? Em lado nenhum. A natureza é perfeita. Concebeu dois géneros completamente distintos que se complementam com o objectivo da reprodução da espécie. No entanto, os desvios acontecem. Não há qualquer drama nisto desde que a maioria não fuja à norma para preservação da espécie. Porque se a norma passa a ser a homossexualidade, a raça humana extingue-se. Onde está a homofobia disto? O problema de Gentil é que esqueceu-se que a plateia é ignorante, outra propositadamente tendenciosa, que não sabe ou não quer saber,  que a palavra anomalia quer dizer ” aquele que se desvia da norma, da generalidade” logo, não é um termo ofensivo. Só o é se eu lhe der essa conotação INTENCIONALMENTE. Não foi de todo o caso. Por outro lado, veja-se a beleza das anomalias existentes quando pretos nascem loiros ou quando crianças nascem sobredotadas. A anormalidade não é sinónimo de aberração. É sinónimo de diferença.

Outro exemplo, é o caso Ventura.  Este senhor a quem tiro o chapéu por ter dito o que TODOS pensam mas não têm a coragem de o dizer, referiu e bem, nesta entrevista:“(…)Isto não é racismo nem xenofobia, é resolver um problema que existe porque há minorias no nosso país que acham que estão acima da lei (…) Há imensos bairros problemáticos, notícias de tiroteios… é impensável que não haja um sistema de videovigilância no concelho (…)Não compreendo que haja pessoas à espera de reabilitação nas suas habitações, quando algumas famílias, por serem de etnia cigana, têm sempre a casa arranjada(…) Tratando de igual forma estas etnias e os restantes cidadãos (…)achar que há determinados grupos que, por pertencerem a determinadas minorias, têm de ter um tratamento diferenciado.” Onde está o racismo aqui? Se eu disser que os meus vizinhos são uns malandros, que vivem de subsídios e venda de droga, sou racista? Claro que não. Até me vão dar razão. Mas se acrescentar que esses vizinhos meus são ciganos… alto lá e pára o baile! Estou a discriminar. Fiz-me entender?

Mas pior do que tudo isto é a hipocrisia dos que mandam silenciar as opiniões alheias acusando-os de xenofobismo, homofobismo e toda porcaria e mais alguma acabada em “ismo” que pela frente se desunham na defesa destas pobres minorias, mas usam o termo cigana de forma pejorativa no Parlamento, atacam o líder da oposição com termos injuriosos claramente racista, se recusam de enterrar alguém de etnia diferente, se referem à cor da pele para ridicularizar, a organização do Avante agredir e expulsar gays do evento ou quando um autarca socialista se queixava dos ciganos. Marxismo é isto: mostrar que se está pela defesa dos oprimidos e pelas traseiras, fazer exactamente o oposto para impor uma ideologia: a deles. Só a deles.

Para mim é um prazer ver que há por aí a despontar muita gente politicamente incorrecta, sem medo, capaz de fazer frente a este fundamentalismo ideológico que completamente derrotado, tenta impor-se culturalmente. Se forem cada mais, limparão a lixeira política que transpira há décadas na nossa democracia. Venham muitos “Venturas “e “Gentils”, porque a sociedade civil está farta da política e sociedades de faz de conta que destroem em vez de construir.

Porque quem opta por dizer a verdade independentemente das consequências, não morre politicamente nem socialmente aos olhos do povo. Ganha confiança. Algo extinto há 43 anos.

O camarada Arménio Carlos também é racista

A sociedade portuguesa está enrolada pelo maltrapilho do politicamente incorrecto. Quem sair dela, tem que levar com torpedos constantes de certa comunicação social amorfa. O caso mais recente foi do, candidato do PSD, à Câmara de Loures, André Ventura. O candidato proferiu as seguintes declarações:” Os ciganos vivem exclusivamente de subsídios”. Os canhotos apressaram-se logo, à moda da Tia “Katalina” espevitada, a chamar racista e xenófobo ao candidato do PSD. Ora, vamos nos deixar de tretas, a comunidade cigana em Portugal é tremendamente bem-vinda, tal como qualquer uma, se quiser trabalhar, acrescentar valor, criar riqueza e, individualmente, contribuir para o bem estar da sociedade. Nós sabemos todos, muito bem, a realidade da comunidade cigana em Portugal, índices de alfabetização muito baixos, entradas no ensino superior muito residuais e logo, precarização de toda uma comunidade e no fim, param na teia da subsidio dependência.

Se a comunidade portuguesa no exterior, seja na Suiça, Espanha ou Reino Unido tiver o mesmo tipo de comportamento, é mais que legítimo que a comunidade política local reaja da mesma forma, especialmente no rigor do norte europeu, no que toca a estas coisas. Existe subsidio dependência da comunidade cigana em Portugal não só por culpa dos próprios, mas por culpa Estatal também, o Estado paternal quer todos no seu colinho, mas a manta de retalhos já não tapa tudo, se fazem cativações no setor da saúde, façam o mesmo no RSI de quem não merece e se aproveita dos bolsos dos outros, o politicamente correcto já foi mais barato.

Mas vamos recordar uma coisa, muito inconveniente, mas vamos ao baú das recordações canhotas. O Camarada Arménio, braço direito, esquerdo e do meio do Douto Gerónimo, disse nos tempos da TROIKA que o senhor Abebe Selassie, um dos três chefes de missão do FMI em Portugal era um:” Mago Escurinho”. Allô!!! Arménio!!!! Isto não é racismo?!!! É carinho tricolor??!! Não me digas Arménio que não és um fofo geringonçopata! Mas não ficamos por aqui, por apoiar André Ventura, Passos Coelho foi chamado de racista e de promover o racismo pelos “progressistas” do PÉÉSE. Ora, além de Passos Coelho ser casado com Laura Ferreira, mulher de origens Africanas, os geringonços de serviços, há uns anos, chamaram Passos de:” O Africanista de Massamá”. Caros canhotos, não sejam hipócritas, racistas são os senhores, e com provas. A Troika social-comunista precisa de uma lição.

Mauro Pires

 

Desculpa-nos Venezuela

Todos, quase todos, os Países Europeus, vão aplicar sanções à Venezuela devido ao Governo fascista de Nicolás Maduro. Sim é um governo fascista, ditatorial sanguinário e não respeita as liberdades individuais dos seus cidadãos, por mais que a Venezuela seja um Pais “soberano”, precisa de ajuda internacional, especialmente para derrubar o regime fascista madurista. Todos parecem estar de acordo, mas existem três génios( do mal?), com três cabeças diferentes num único corpo mas que, afinal, tem o mesmo pensamento inconseguido: Apoiar o regime Venezuelano. Segundo o Jornal Espanhol El País de hoje, o Governo tricolor geringonçal não quer apoiar as sanções da Europa(apesar do Governo não ter confirmado), mas o Jornal Espanhol tem que ter uma base para a sua noticia, aliás, já conhecemos o Kamarada Gerónimo e a sua comparsa Káti Martins(A tia Catarina é a cabeça do meio), o seu pensamento teatral amorfo que abunda na espuma dos nossos dias.

Agora podemos dizer: Allô!! Káti e Gerónimo!!! Tem que assumir! Kamarada Costa faça o mesmo, as 3 cabeças do monstro geringonçal tem que se entender de vez, estão a favor da libertação da ditadura Venezuelana ou a favor da sua continuação? Querem a reposição das liberdades individuais de cada um, e que cada Venezuelano volte ao normal do seu quotidiano? Caros geringonços, deixem de ser reaccionários e hajam, temos perto de 100 mortes(oficiais e não oficiais podem ser mais), que já foram vítimas do holocausto proto fascista Madurista. A comunicação social podia começar a pegar mais no assunto, mas não vamos pedir muito, tem que pedir ao Dr.Kosta autorização.

Mauro Pires

 

Gentil Martins? E Ferro Rodrigues!?

Muito se tem falado, das polémicas declarações, do Professor Gentil Martins, cirurgião de profissão, sobre o método que Cristiano Ronaldo usa para ter filhos, neste caso, contrata barrigas de aluguer, pagando a peso de ouro, para ter os seus filhos. Ora, Gentil Martins diz que o que este faz é uma aberração, pois é contra natura e estamos a impedir crianças de terem o direito de conhecer a mãe. O professor tem a sua opinião, podemos discordar ou concordar, mas parece que a liberdade de expressão em Portugal é só para alguns, se Ferro Rodrigues que representa uma instituição como a Assembleia da República e, quando fala, é como se falasse por ela, devia ter mais recato, mas o que se espera de alguém que diz que se está: “Cagando para o segredo de justiça”, logo que se está “cagando” para a justiça, sendo ele, até, jurista?!

Se Gentil Martins, médico, que não tem nenhum peso institucional no que concerne às instituições do regime não pode simplesmente transmitir o que pensa, porquê que Ferro Rodrigues, o Presidente da Assembleia da República mais parcial de sempre, não pode ser criticado e nem é criticado pelas redes sociais, revistas, jornais deste regime bolorento? Onde está a imparcialidade do regime português? Dois pesos e duas medidas? Pode Ferro dizer mal da direita portuguesa? É esse o seu papel? Não é de juntar os grupos parlamentares numa perspectiva de trabalhos cordiais?! Um(a) Presidente da Assembleia da República tem que zelar pelo idoneidade do parlamento e pela sua credibilidade, é pena que quem a preside não tem nem uma coisa nem outra.

Ferro Rodrigues é para ser criticado também, não merece o lugar que desempenha, tem demasiadas “coisas” por trás, nós percebemos o que é, não é preciso falar muito alto, não é camarada Ferro?

Mauro Pires

Onde Pára a Ajuda Solidária?

Passou-se um mês. UM MÊS!! Tirando a ajuda fabulosa de voluntários com donativos generosos da população residente e não residente em Portugal, não há vivalma do lado do Estado a fazer o que lhe compete numa situação de calamidade (sim, não é tragédia é calamidade pública!). Continua por entregar a lista de famílias a apoiar e respectivo levantamento das necessidades por parte da Protecção Civil e Câmara Municipal. Enquanto isso os mais de 13 milhões angariados estão a render juros nas contas bancárias de 7 entidades! Como não há pressa nenhuma, também ainda não foi accionado o mecanismo de ajuda da UE. Entretanto, as famílias vão desembolsando   dinheiro que não têm (veja aqui uma carta de uma vítima) , endividando-se, para enterrar mortos, pedir ajuda psicológica, reconstruir casas, anexos e empresas. Sim, porque o ministro do planeamento e infraestruturas já avisou: até 5000 euros podem avançar com as obras TODAS que serão ressarcidos após comprovar a despesa! Ora, força aí a  dar prioridade aos galinheiros! Sim galinheiros!!! Se na minha casa um anexo para guardar lenha com 6m2 custou 700€ que pensam eles que se faz numa casa de habitação ou empresa afectada por um incêndio com 5000? Mas estão a brincar com a vida de quem?

A falta de vergonha não tem limites. Em Moita, Castanheira de Pera, uma empresa, a Serração Progresso, que empregava cerca de 50 trabalhadores ficou completamente destruída. Sandra Carvalho, a gerente, já foi visitada 4 vezes por entidades do Estado. Foi para lhe pedirem o levantamento detalhado e urgente do prejuízos que rondam os 5 milhões de euros? Foi para lhe comunicar que a verba iria ser disponibilizada já no final do mês? Não! Foi para saberem o que pensava ela fazer com os empregados dando-lhe orientações sobre despedimento colectivo!!! Sim, ouviram bem, despedimento COLECTIVO! O problema é que Sandra não quer despedir. Quer reconstruir para continuar com os mesmos postos de trabalho. Alguém quer saber disso para alguma coisa? Não. Só a Sandra que enquanto espera usa o fundo de maneio da empresa para pagar compromissos laborais. Até acabar.

Revoltada com esta situação criei o “Movimento Cívico – Não Nos Calamos” no espaço de uma semana ao qual já se juntaram milhares de pessoas (o número não pára de crescer). Fomos ao terreno tentar perceber o que se passava para ajudar as vítimas Pedrógão Grande intervindo onde fosse necessário. Precisamente no fim de semana onde fizemos visita ao “ground zero” do fogo para investigar as causas do mesmo,  visitamos a loja social onde fomos confrontados com uma situação inédita: um camião carregado de bens doados vindo de Espanha, não tinha ninguém à sua espera. Constatamos ainda,  a anarquia verificada no teatro das operações onde os bens eram guardados em tendas fechadas com cordas, à mercê dos amigos do alheio. Sem vigilância. Amontoados sem condições algumas. Muito útil a quem por trás destes cenários cria sempre uma oportunidade para que alguns de má fé façam negócios. É sempre assim. Quem não se lembra do que aconteceu às ajudas destinadas às vítimas das terríveis cheias ocorridas em Portugal há uns anos atrás?

Como se isto tudo não bastasse, e sem que os incompetentes nos comandos da ANPC fossem destituídos, SIRESP substituído, MAI responsabilizado, eis que a tragédia se repete. Alijó tem neste momento um incêndio incontrolável que já consumiu bens e pôs populações em risco! Ou seja, ainda não se resolveu  nem corrigiu ABSOLUTAMENTE NADA que levou à calamidade de Pedrógão e já estamos com outra tragédia em cima! Vai demorar muito até se varrer a escumalha incompetente e sistema de comunicações medíocre e assassino do comando das operações de socorro a incêndios?? Vai demorar muito a pôr equipas de vigilância preventiva nas  matas? Vai demorar muito a pôr todos os meios disponíveis (e são muitos c’um catano) ao serviço das populações mas de forma séria? E os meninos pirómanos? Vai demorar muito para condená-los deixando-os apodrecer na cadeia? 

Está na hora de agir, urgentemente, porque pela amostra já percebemos perfeitamente que se não for a SOCIEDADE CIVIL a arregaçar as mangas e limpar o lixo governativo que põe suas vidas sistematicamente em risco por inércia, estas e outras tragédias maiores irão repetir-se. #NaoNosCalamos

Onde pára, o fala barato chique?

Ainda num burgo, ou reino, não muito distante no tempo, havia dois príncipes (um sapo e uma melga), que saltitavam até mais não e espalhavam flores por esses campos fora. Até que, por culpa indirecta estatal, morreram mais de 64 pessoas e vários feridos num dos incêndios mais trágicos de sempre no País. O príncipe sapo, ou saltitão/Kosta, apanhou um nenúfar de cruzeiro até Maiorca, e derrepente, a peitaça peluda do sapo cósmico foi diminuindo, até se aperceber que a sua bazófia matinal com notícias boas era só fogo de vista. Derrepente, o todo poderoso e com sorriso esfíngico Kosta, já não consegue aguentar a postura sapal com notícias não menos boas, todo um governo para e vai de férias é como se fossemos governados por moscas, mas sem elas estarem presentes pois estão a rodopiar no seu casulo de imoralidades socialistas.

Já o príncipe Melga, vulgo Rei/Imperador/Fofura dos afectos, grande surfista das grandes ondas, não as sabe descer, diz-se que ficou preso numa qualquer onda pirómana de afectos, deve estar num estado intra-matinal de meditação ganzada. Allô!! Marselfie!!! Está ai alguém? Quero afectos também! Já não temos direito?! Queremos um livro de reclamações de modo urgente, é pena que Belém esteja em auto-gestão. Enquanto que agora temos uma geringonça que só funciona em part-time, só com noticias boas, apartir de agora a festa está garantida, as notícias da economia em 2018 prevejo que não sejam famosas e as diversas bolhas internacionais como no crédito, na bolsa e no mercado de obrigações pode deitar abaixo a mixórdia governamental. Rezemos para que Costa esteja ao leme, os socialistas ainda não limparam a porcaria que fizeram.

Mauro Pires

Desapareça doutor Costa, desapareça!

Mário Soares no seu tempo de Presidente peluche fofinho, versão desactualizada do actual Marselfie, disse a uns guardas o seguinte:” Oh Sr. Guarda desapareça!”, como era habitual naquele estilo monárquico e superior a nível moral de Mário Soares. O doutor Costa, designação mais fina que o Costa de Palma de Maiorca, pelo menos é o que lhe chamam no parlamento dos interesses, atacou a Altice, grupo de telecomunicações Francês que detêm a PT, supostamente devido à sua má gestão. Vamos por partes. O Sr. Costa não tem que criticar empresas cotadas em bolsa no parlamento, faz parte da ética democrática e não vemos Primeiros-Ministros a fazer, foi muito buçal da sua parte doutor Costa, mas também nada surpreendente, já é habitual.

O problema nisto, era perceber se Costa estava a atacar a Altice por problemas de gestão, ou se sabia de alguma coisa antes, que nós, comuns mortais, não sabíamos, e de facto Costa está assustado pela Altice comprar a Média Capital, empresa detentora da TVI que pertencia ao Grupo Espanhol Prisa com influência do Partido Socialista Espanhol. Agora, assustado porquê? Porque a TVI tem “instrumentos rotativos”, lá dentro, que fazem o que o Partido das Rosas e das bancarrotas ilimitadas querem, assim como muitos jornais. Isto já não é novo, José Sócrates fez pior, mandou a PT comprar a TVI em 2007 para calar a TVI, Hoje, o discípulo de ditador grita histericamente no parlamento porque vê uma estação com, determinadas pessoas, que lhe são favoráveis e não lhe criticam, porque comungam da mesma ideologia, o socialismo.

Que a Altice faça a limpeza necessária à estação socialista e que a torne uma verdadeira TVI: Televisão Independente. Porque agora, de independente não tem nada. O professor Marselfie chamou Balsemão para “falarem”, espero que não seja para ocupar o lugar da TVI, se for, o regime clientelar e corrupto em Portugal é mais forte do que pensávamos.

Mauro Pires

Sr. Primeiro Ministro, Não Somos Parvos!

Obviamente que não demite ninguém. Obviamente que não assume responsabilidades. Obviamente que não pede desculpas. Obviamente! Foi de férias tranquilamente e obviamente tranquilo, regressou com a narrativa óbvia de quem obviamente passa a vida a mentir.  Não se pode esperar mais de alguém que por deformação de carácter não vê os erros nesta conduta. É intrínseco. Logo assumir seja lá o que for não é para o Costa que continua convicto que é mais inteligente que o povo e por isso faz dele  parvo. 

Enquanto degustava de férias o seu mojito lembrou-se: “… já sei… chego lá reúno com o CEMGFA, inventamos que aquilo era sucata, não valia um “chavo”, era material para abate e que por isso, não há crise… fazemos depois  uma comunicação ao país com ar  muito sério e saímos fininho da história… Com Pedrógão insistimos na catástrofe natural que só foi pior por causa da operadora Altice (essa malvada que é preciso abater antes que compre a TVI) porque a outra esteve bem”. E está feito! Obviamente que pensando que o povo é parvo, não hesitou em seguir por esta via. Nem sequer ponderou a hipótese de cair no ridículo. Claro que não! Os parvos comem tudo cegamente. Então não tem sido assim ao longo dos anos?  E quem vai duvidar se a Comunicação Social dá cobertura à mentira?

O problema  é que até os parvos um dia deixam de o ser. Não é garantido que uma sociedade se mantenha cega e ignorante por tempo indeterminado. E por ser uma variável, muitos “Costas” acabam por cair no seu próprio lodo. Não é por acaso. Os embustes têm prazo. O problema é o tempo que muitas vezes é maior do que deveria até revelar a dura verdade e nesse intervalo, ser profundamente destruidor. Sem precisar de exemplos vindos de fora, veja-se o que 3 bancarrotas socialistas fizeram ao país. Contrariar isto é demencial.

O modus operandi desta gente está-lhes no ADN. Agem conscientemente convictos que na plateia a maioria é asno e a restante asseguram como clientela. Logo, devidamente “controlados” não hesitam em usar e abusar deste estratagema que já lhes rendeu muitos biliões nos bolsos dos camaradas. A técnica é sempre a mesma: primeiro é preciso dar, dar, dar, dar, dar sem limites. Agradar a uma sociedade de incautos crentes que o dinheiro do  Estado é inesgotável e não sai do bolso do contribuinte nem de credores a quem depois é preciso pagar (sim, ainda há gente que acha que o dinheiro do Estado é do Estado!!!). Aumentam depois os impostos dizendo que é para termos um Estado mais forte, mais social e mais justo mas… o dinheiro não chega nunca onde mais falta faz. E ficam bem na fotografia porque até ficarmos doentes ou morrermos incinerados numa estrada nacional, jamais saberemos que tudo não passa de fachada. Depois, acaba-se a festa, acusa-se a política externa, o Papa Francisco e os Marcianos, deixando um país completamente depenado para os seguintes resolverem. Com quê? Ora, com as medidas INEVITÁVEIS impopulares e injustas com que depois, ELES na oposição culpam o novo executivo por EMPOBRECER os portugueses!! E sabem que mais? Ainda há parvos que não vêem isto. E ELES sabem-no muito bem.

Porque além de serem políticos indecorosos sabem que temos um problema cultural muito sério. E é aqui o grande trunfo destes abutres.

Mudar isto leva tempo às vezes tempo de mais. Mas como todos os desafios que abracei na vida, não vou parar até conseguir retirar o maior número de pessoas possível desta letargia. Ajudar meu país passa em primeiro lugar por ajudar as pessoas a compreender como funciona a política e o que devemos mudar nela para depois melhorar Portugal. Dirão que sou louca, que ambiciono o impossível, que não vale o esforço. Eu respondo: na vida já vi o impossível acontecer e só aconteceu porque eu NUNCA desisti.

Tudo é possível até o impossível. Basta acreditar metendo mãos à obra e jamais desistir!

Porque não admito que me façam de parva! Muito menos um Primeiro Ministro!

O Homicídio da III República Pelos Cobardes da Classe Política

Há 3 semanas, ficamos horrorizados com o que se via na televisão: o caos, o inferno, o sofrimento, todo o terror de Pedrógão, num ciclo mediático interminável. O nosso horror perante os 64 mortos acumulou-se ao terror de descobrirmos que o nosso armamento está à mercê de quem quiser levá-lo. Num curtíssimo espaço de tempo percebemos que não temos um Estado, mas sim um repositório de gente inútil a quem chamamos políticos que vivem a boa vida à nossa custa. Parece que sempre que a cortina cai com situações difíceis como estas, vão até aos limites da terra para desvalorizar a tamanha vergonha que é a sua flácida gestão de recursos públicos e o quão impotente o seu desempenho quando as coisas correm mal.

Tenho tido algum receio em escrever este texto, mas o que se tem passado nas últimas semanas força-me a dizer o seguinte: a III República foi morta.

Para verificar este facto temos décadas de uma devastadora e multipartidária rede de corrupção, interesses, manipulações e gastos criminosos do erário público que levou o país a 3 bancarrotas; hipocrisia militante e desonestidade política desta classe de ditos elites é repugnante, ora hoje dizem uma coisa, ora amanhã dizem o contrário; escândalos sucessivos de prevaricação, favoritismo, branqueamento, abuso de poder, destruição de capital, de isto e daquilo, e por aí fora. A história dos últimos 43 anos não é uma que se possa definir como sendo um grande sucesso para a maioria dos Portugueses.

Após décadas de uma aberrante apatia para o bem geral dos portugueses, chegamos ao cúmulo no dia 17-06-2017, aonde 47 pessoas foram mortas numa estrada e outras tantas abandonadas à sua sorte para morrerem no inferno. Depois veio Tancos. Entretanto não há uma responsabilidade que se veja entre uma rede sem fim de falhas, seja no SIRESP, seja na GNR, seja na Proteção Civil, seja na coordenação do MAI, seja do exército, seja do Ministério da Defesa, seja do que seja. Tudo falhou, mas ninguém tem culpa. O sistema fracassou grotescamente, e não há uma alma que nos venha pedir desculpas.

Vou mais longe do que ontem no debate sobre o estado da nação. O Estado entrou em colapso é verdade, e com ela veio outra vítima. Sim, a III República morreu pois deixou efectivamente de haver qualquer gota de confiança, deixamos de acreditar e de confiar na plenitude do que nos dizem e as suas desculpas esfarrapadas e deturpações puxadas já nem sequer queremos engolir.

Sem confiança não há Estado logo sem confiança não há Governo. Sem confiança vemos o que de facto temos: uma aristocracia, gorda e anafada cuja principal preocupação é proteger-se a si própria, alimentada e sustentada por todos nós, o reles plebeu eternamente ingénuo que lhes enche os cofres e as suas grosseiras barrigas.

Nada por acaso, na semana passada dei por mim a reler a Declaração de Independência dos EUA (quem nunca leu, merece perder uns minutos a conhecer este texto todo) e logo no início do texto, encontramos esta frase:

“… a fim de assegurar esses direitos (vida, a liberdade e a procura da felicidade), governos são instituídos entre os homens, derivando seus justos poderes do consentimento dos governados; que, sempre que qualquer forma de governo se torne destrutiva de tais fins, cabe ao povo o direito de alterá-la ou aboli-la e instituir novo governo, baseando-o em tais princípios e organizando-lhe os poderes pela forma que lhe pareça mais conveniente para realizar-lhe a segurança e a felicidade.”

A principal razão para a independência está aqui, um pressuposto que é aplicável a qualquer nação deste nosso planeta: SEMPRE que um governo se torne DESTRUTIVO da nossa liberdade, das nossas VIDAS, temos o DIREITO, o DEVER de alterar ou abolir esta forma de governo. Se um estado não consegue criar as condições para nos sentirmos felizes e seguros, então não é estado que valha ser mantido. Temos que ser exigentes, tal como são connosco quando chegamos à hora de pagar impostos. Esperam tudo e mais algum de nós, exigem a nossa paciência infinita e depois rezam para que não nos lembremos das suas traições sucessivas que compõem a sua desgovernação continua.

E porque é que toleramos isto? Porque é que devemos passar por sucessivos governos a transferir os lucros do nosso trabalho para financiar falências de bancos e empresas e sucessivas bancarrotas de um Estado criminosamente gerido? Tanto doutore que por ai anda, tanta ciência política, mas ainda não vi ninguem a cienciar coisa nenhuma. Tal como fez a aristocracia durante séculos, estes agora andam a gozar com a nossa cara, e não é por termos eleições de vez em quando que temos democracia. Longe disso. Nós temos democracia porque existem consequenciais verdadeiras e palpáveis para quem viola e abusa do poder que é confiado a quem elegemos. Se não existem consequências, se não existe um sistema de justiça que se veja, se não há respeito pelos cargos que se ocupa, se não se tem noção da diferença entre politiquice e governação, ora então não temos democracia.

A meu ver, a partir do momento em que 64 pessoas foram mortas no inferno, houve uma 65ª morte: a Terceira República. E embora hajam responsabilidades pelas a apurar pelas mortes destas vítimas, os responsáveis pela morte da III República são óbvios. Sabem aquele feeling que têm tido no fundo do vosso estômago ao longo das últimas semanas? Aquele sentimento que algo está muito mal? É o que acontece quando nos deparamos com a realidade por detrás da cortina, a realidade que têm feito de tudo para se manter escondida.

Qual a diferença de outras calamidades? É que hoje em dia os meios de comunicação já não se resumem à televisão, à radio e aos jornais. Hoje temos meios que vão mais longe, que vão até ao terreno se for necessário, e a verdade pode ser exposta perante todo o mundo enquanto temos uma máquina inteira a tentar esconder o sucedido. E a principal diferença com Pedrógão? Houve quem desta vez dissesse BASTA, e essa voz é crescente e não se cala, não se esquece e não vai largar este tema: desta vez cruzaram uma linha e não há volta a dar.

Da comunicação social à classe política, andam a bombar ao máximo para esconder a morte da III República Portuguesa. O Thomas Jefferson dizia são necessárias revoluções de geração em geração, pois os valores naturalmente evoluem e creio que não estou sozinho em dizer que se antes não me revia neste sistema, então agora ainda menos. É elitista, é paternalista, é lento, é demoroso, é incompetente, é o oposto de profissional e pior, é cúmplice da morte dos nossos compatriotas.

Não percebo como é que é aceitável ter um Estado com a dimensão do nosso que funcione tão mal, que serva tão mal a grande maioria das pessoas. Não percebo como é que se despreza tanto quem inova, quem cria, quem trabalha, quem faz acontecer, e valoriza principalmente quem cala, quem obedece, quem concede, quem segue, quem baixa a cabeça. Não percebo.

A 3ª República é constituída por todo um sistema político e económico que não se aplica aos tempos que correm. Não entendo a necessidade de ter uma classe altamente profissionalizada numa única actividade, a política, que não exige experiência profissional para exercer cargos de alta responsabilidade e remuneração. A politica por si só não é razão suficiente para se exercer um cargo, e infelizmente, a grande maioria de quem governa, fá-lo pela sua competência política, e raramente pela sua competência profissional.

E isto trata-se de toda uma classe, que fora aquilo, que sabem eles fazer? Serem advogados? Serem professores universitários? Interpretes eruditos daquelas tretas a que eles chamam de “leis” que são eles que escrevem para posteriormente saber precisamente como furar em interesse deste ou daquele grupo económico?

Podemos e devemos exigir melhor, e temos que começar IMEDIATAMENTE a conceber a IV República. Chegamos a este ponto por alguma razão e deixar atrasar esta transição inevitável para um sistema que seja, de facto, justo, só nos aproxima cada vez mais a um país do terceiro mundo, ou na pior das hipóteses, conforme idealizam Jerónimo e as Mortáguas, a Venezuela.

Temos que garantir que este ciclo de poder que se fixa única e exclusivamente numa pirâmide invertida de corrupção e incompetência é quebrada de vez.

Andam todos a manter o pó bem alto para que não vejamos o cadáver que é a III República, mas um dia, o pó irá assentar, e por detrás desse cadáver, tal como aconteceu com as 64 vítimas dos fogos, estaremos nós. Porque quando a coisa aperta e o povo exige liderança, só podemos contar connosco. Os outros, é sabido, vão para longe, vão para Palma de Maiorca ou vão para a Assembleia da República insultarem-se uns aos outros. Efectivamente nada é feito, e não sentimos nem mais confiança nem mais segurança.

Sendo assim, digam-me, precisamos deles para o quê?