Autor: ruimendesferreirarmf

Volta Galamba, que estás perdoado

Em 2011 e em 2013, durante o consulado do anterior governo, ficaram célebres as seguintes frases, proferidas por Victor Gaspar, Ministro das Finanças de então, e por Luis Morais Sarmento, Sec de Estado do Orçamento:

«Não há dinheiro. Qual é a parte desta frase que não entende?» e “qual é a parte de não há dinheiro que não entendeu?”.

A resposta do PCP, e do BE, de então, foi basicamente a seguinte: “se não há dinheiro parem de cortar na despesa e deixem derrapar o déficit”.

Traduzindo: “se não há dinheiro a solução é gastar mais e depois enviem a factura para outros pagarem”. Bem demonstrativo da profunda ignorância e demagogia destas gentes.

Mas, à parte das respostas do BE e do PCP, ficaram igualmente famosas as reações do deputado João Galamba, o então rottweiler de serviço do PS, das quais destaco só algumas:

– “Governo é um “bando de irresponsáveis”
– “o Governo com o congelamento da despesa, está a parar o país e a sequestrar toda a administração pública”.
– “o despacho de Victor Gaspar de congelamento da despesa no Estado, é uma birra do Governo”
– “o congelamento da despesa do Estado, traduz o desnorte total do Governo”
– “o congelamento da despesa no Estado, é uma desconsideração a “a todos os portugueses, e toda a administração pública”
– “atitude inaceitável”, que mostra a prepotência e “terrorismo” deste Governo”
– “Paralisar o país inteiro, como está o governo, não é aceitável”
– “o Governo “não tem ideia do que fazer ao país, a não ser destruir o país”.
– “uma vendeta, uma “irresponsabilidade” e uma demonstração que estamos entregues a um bando de irresponsáveis, que não tem outro objectivo que não seja cumprir orientações da União Europeia”.

Chegados a 2017 e a 2018, após a famosa “viragem da página da austeridade. que nos levou há mais alta carga fiscal de sempre, e a termos já os combustíveis e a energia mais cara do mundo, eis que António Costa, nos brinda com as seguintes frases:

“A ilusão de que é possível tudo para todos, já não existe”
“Não há dinheiro”
“Não tenho os 600 milhões que os professores exigem”
“não temos dinheiro, que quer que faça?”

Até aqui, nada de novo, pois apesar da maior receita fiscal de sempre, o país continua com um deficit nas contas públicas e a dívida pública acumulada não para de crescer.

É o resultado das actuais políticas que têm feito crescer, uma vez mais, as despesas fixas dentro da administração pública, das quais se destacam as despesas salariais no sector público, as pensões das reformas mais elevadas, e as subvenções a políticos e a partidos políticos.

O que é novo, é o silêncio hipócrita do PCP e do BE, ainda que já esperado, pois hipocrisia é algo a que já nos habituaram.

Mas novidade mesmo, é o total e absoluto silêncio, desaparecimento até, do camarada Galamba, e logo agora, quando as suas palavras do passado, tanto se justificavam.

Por onde andas camarada Galamba? Volta, que por mim, já estás perdoado.

Rui Mendes Ferreira

Marcelices

Mais marcelisses

O Marcelo diz estar “vexado” , muito incomodado até, com o que aconteceu na academia do SCP, e tudo indica, não irá estar presente no jogo da Taça de Portugal, porque, segundo dizem, não quer ser visto ao lado do presidente do SCP, Bruno de Carvalho.

Podia fazer algum sentido esta posição do Marcelo, não fora tudo isto vir de alguém que até hoje, nunca se disse sentir vexado por Duarte Lima, Isaltino, Dias Loureiro, Oliveira e Costa, José Sócrates, Armando Vara, Manuel Pinho, Penedos pai e Penedos filho, só para mencionar alguns, e até hoje nunca se disse arrependido nem sequer incomodado por em tempos, não muito distantes, ter estado sentado ao lado de todos eles.

Nunca até hoje, disse sentir-se vexado, com Ricardo Salgado, pessoa com quem chegou a partilhar férias e convivência de muita proximidade, nem o mínimo incómodo, por ter estado sentado ao lado daquele que é o maior ladrão burlão, autor da maior fraude financeira e económica, de que há memória neste país.

Desde a sua tomada de posse nunca lhe ouvimos dizer que se sente vexado, incomodado, com os brutais níveis de corrupção, o nepotismo, a incompetência, a impunidade, que grassa na política, nos governos, dentro da máquina do Estado.

Sobre esta matéria, as únicas palavras que lhe ouvimos dizer, foi que: “não entra em populismos”. Sim ouviram bem, o rei do populismo recusa assumir frontalmente o grave problema da corrupção entre políticos, governantes e dentro do Estado, alegando que fazê-lo, seria “populismo”.

Desde juízes, militares, polícias, serviços e servidores públicos, não há uma área do Estado que já não tenha dado sinais e sintomas de ter sido tomada pelos tentáculos da corrupção, de tal forma profunda que já são os próprios alicerces da democracia a apresentar sinais de profunda corrosão. Mas sobre isto, Nem um vexame, um incômodo uma palavra.

Nunca o ouvi dizer que se sente “vexado” e incomodado com os incompetentes autores do actos de incompetência, grosseira negligência criminal até, que causaram mais de 100 mortos em Pedrógão, e que ele mesmo andou a ajudar a esconder do povo português. Sobre isso, tb nem vexame, nem incômodo, nem uma palavra.

Tb não lhe ouvimos uma palavra de incômodo nem sentimento algum de vexame quando o Costa abandonou o país para ir de férias, enquanto vastas áreas do território ardiam descontroladamente, e morriam portugueses carbonizados, pelas chamas, e pela incompetência e incúria de quem governava,

E eis que subitamente, lhe despertaram os sentidos, e passa a sentir-se “profundamente vexado e incomodado” com uns desacatos que meia dúzia de garotos foram fazer a um campo de treinos de futebol, basicamente por causa de uma bola ter ou não ter entrado numa baliza.

,E de imediato, o Marcelo decreta que o culpado de todos os males da nação, é o Bruno de Carvalho, e não o nojo da classe política – ele incluído – que nos têm andado a governar ao longo dos últimos 44 anos. Tão conveniente.

Sobre Bruno de Carvalho, confesso, é pessoa por quem não nutro qualquer simpatia, quanto mais não seja porque sou benfiquista, mas tb porque não lhe aprecio o estilo, nem a postura, que considero não ser a melhor forma de comunicar.

Porém, apesar da sua errada forma de comunicação, estilo e postura, o conteúdo do seu discurso, muitas vezes tem estado correcto. está errado. Muitas têm sido são as vezes, em que fala o que deve ser dito.

Será pois uma mera questão de forma e de estilo, o maior maior pecado de BdC. Mas sejamos sérios, no mundo da bola, BdC não é caso único. Há outros iguais ou até piores, e que andam por lá há muito mais tempo.

Questões de clubística à parte, e regressando à análise da postura do PR que diz não querer estar sentado ao lado de Bruno de Carvalho. Pois muito bem, se é essa a sua decisão, então justifica-se perguntar o porquê.

O Bruno matou alguém, ou cometeu algum crime hediondo? Tem cadastro de criminoso? Andou por aí a oferecer fruta ou café com leite a alguém, ou a subornar juízes ou funcionários do ministério público? Foi apanhado a roubar e já foi julgado e condenado por isso?

É pedófilo ou supeito de o ser? Bateu na mulher? Andou a roubar ou a burlar o Estado em milhões? Deu desfalques de milhões, a empresas e a trabalhadores? Andou por aí branquear capitais ou a sonegar milhões ao fisco? Fez parte de algum governo corrupto? Tem apartamentos em Paris, ou algum amigo a sustentá-lo?

Andou envolvido nos esquemas que contribuíram para levar o país à bancarrota? Andou por aí a comprar Kamovs e Siresps por milhões que valem tostões? Esteve envolvido ou foi responsável por mortes dos incêndios de Pedrógão? Ou por mortes resultantes de um outro qualquer acto de grosseira negligência? Ou em última análise, e portador de alguma doença contagiosa?

Vamos até imaginar que eventualmente BdC seja alvo de suspeita, ou de algum envolvimento em algo menos correcto, será que a presunção de inocência até julgamento e condenação só é válida para politicos e para amigos de Marcelo?

São estas as bitolas da ética e da moral, e os parâmetros do vexame e do incómodo de Marcelo? Tudo assim o indica, e estamos esclarecidos.

O presidente de todos os portugueses, incluindo o Sócrates, e o Salgado, ou de qualquer presidiário de Custoias, é presidente de todos…. exceptuando, claro está, o Bruno de Carvalho, esse proscrito, facínora, já oficialmente declarado por Marcelo, como sendo o culpado de todos os males da nação.

Não sou sportinguista, sou até um adversário, e muitas vezes até um grande crítico de BdC, mas espero sinceramente que BdC se sinta vexado e incomodado por eventualmente ter que te sentar ao lado do Marcelo e demais gentes de igual calibre.

Eu sentiria incomodo, vexame, e vergonha de me sentar ao lado de alguém como o Marcelo. E se necessário, diria publicamente o porquê. Já chega de alimentar marcelisses. Espero, sinceramente, que o BdC não as alimente.

Claro que há necessidade de dizer basta, ao que se está a passar no mundo do futebol, sem dúvida que há, mas não me parece que termos um PR a dizer que se recusa sentar ao lado de um presidente de um clube de futebol, seja uma boa forma de pacificar o mundo do futebol. Nem um bom cartão de visita para um PR.

Se formos por este caminho, então já há muito mais tempo que se justifica dizermos basta a Marcelo e às suas marcelisses.

É que apesar do mau jeito de comunicar de BdC, este tem seguramente uma conduta, as mãos, e uma folha bem mais limpa que a maior parte daqueles que presentemente se sentam ao lado do Marcelo, e bem mais limpa que a de muitos com quem Marcelo andou metido no passado.

O BdC é meio idiota e por vezes dá mostras de não jogar com o baralho todo? Sim sem dúvida, não há como o poder negar. Mas estamos a falar de meros assuntos de um clube de futebol, e nada mais que isso, e compete só aos sócios do scp pronunciarem-se e decidir o que querem para o seu clube.

Não estamos aqui perante um caso de lesa pátria, de soberania, de algo que esteja a abalar o Estado de Direito, ou os alicerces da nação, nem que represente uma ameaça às liberdades e garantias dos cidadãos. É uma coisa da bola, e um simples caso de polícia, e nada mais que isso, porra.

Marcelo é um idiota bem maior, e bem mais perigoso, pelo cargo que ocupa, pelas funções que tem, e as suas idiotices, andam a causar estragos bem mais graves e onerosos à nação que as de um qualquer presidente do futebol.

Mas o que vemos, é um povo e muita da classe política a vir a público revelar a sua insurgência contra as idiotices de um presidente de clube de futebol, e a ficarem em silêncio perante as idiotices do seu Presidente da República, que são bem mais graves e andam a ficar bem mais caras para a nação. Algo que que revela bem a matriz do povo que somos.

Haja pois paciência para o idiota mor da nação, para as idiotices da maioria da classe política, e generalidade do povo português, pois eu há muito que a perdi.

Rui Mendes Ferreira

É o Socialismo, seus Idiotas!

Foram revelados hoje os números sobre o crescimento económico registado em todos os países da UE, referentes ao primeiro trimestre de 2018.

Portugal, face aos sinais e aos indicadores económicos que já andávamos a registrar em trimestres anteriores, apresenta uma significativa redução da taxa de crescimento, e é sem surpresa, que passa a ocupar a posição de economia com o pior desempenho em toda a UE.

Com a melhor conjuntura mundial e a melhor envolvente macroeconómica externa de sempre, Portugal, entra numa senda absolutamente contrária à de todos os outros países, e consegue voltar aos tempos de ser a pior economia e de apresentar o mais miserável crescimento de toda a UE.

Já vimos este filme antes. Já aqui estivémos. Foi muito duro e muitos os esforços que fizemos para sair dessa posição, mas eis que a ela fizemos questão de regressar.

Mas desta vez, não chegámos aqui por culpa externa, nem por culpa de outros, como aliás também nunca o foi nas outras vezes.

É por absoluta opção, por total culpa nossa e nada mais que isso. Tudo o que digam em seu contrário é a mais absoluta mentira, falácia e conversa da treta, para enganar o Zé Povinho.

Contrariamente ao que alguns pensam, em economia não há milagres.Há somente os resultados e as facturas das opções, das políticas e das medidas que se vão tomando e que se tomaram em anos anteriores.

Mas nada disto é algo que não fosse expectável, face aos caminhos que escolhemos voltar a trilhar e face às políticas do actual governo.

Será que acham que sermos o país com uma das maiores dívidas públicas do mundo é obra do acaso? Ou de sermos o unico país no mundo que em pouco mais de 30 anos foi levado por 3 vezes à falência? Ou que é por mero acaso que em tempo de crises somos sempre o país que mais fundo se enterra nelas e somos sempre o país que mais dificuldades tem em sair delas? Ou que em tempos de vacas gordas somos sempre o país que menos cresce e o que pior desempenho económico tem em comparação a todos os restantes?

Não,nada disto é o resultado do acaso, nem é culpa de outros, nem resultante de causas externas. É exclusivamente resultado de 44 anos de socialismo económico interno.

Voltamos aos tempos da morte lenta, e insistimos em manter a via. Quanto ao povo da nação, como gosta de ser enganado, merece ser enganado. Pois então, que continue a ser enganado.

Sigamos pois, camaradas.

A Vergonha Dos Sem Vergonha

Só um pequeno apontamento…

A forma como os que até há bem pouco tempo, eram os amigos e fiéis de Sócrates, subitamente descobriram o sentimento da “vergonha”, após tantos anos sem nunca terem dado sinais sequer de sentirem nenhuma, nem um qualquer incómodo, por mais pequeno que fosse, só vem demonstrar que não passam, todos eles, de grandes desavergonhados.

Tão desavergonhados são, que nem um pingo de vergonha têm, pela forma tão desavergonhada, com que tentam fazer de todos nós parvos.

Em menos de 48 horas, todos eles, transitaram do grupo das gentes com muito pouca ou nenhuma vergonha, e nenhum incómodo, para o grupo das gentes com súbita vergonha e total incomodo. O que, traduzindo tudo isto, diz bem é que são uns enormes desavergonhados sem vergonha alguma.

Mas para além da rapidez com que o fizeram, é igualmente merecedor de destaque, o à vontade, desfaçatez e absoluta impunidade com que o fazem. Nasceram claramente já predestinados pra “coisa”, e por isso tudo isto lhes vem com naturalidade.

Dizem também agora que já estavam a sentir incômodo com a situação de Sócrates. Pois até pode ser, mas tal incômodo agora demonstrado, não é com toda a certeza gerado pelo facto de Sócrates ser um corrupto ladrão aldrabão. Pois isso já todos nós sabemos que ele é já ha vários anos.

Não é um incômodo por ele ser ladrão, mentiroso compulsivo, mas somente por ele se ter deixado apanhar, no desempenho dessas finas artes.

É um sentimento de “incômodo” originário na falta de vergonha demonstrada por Sócrates, pois com a falta de vergonha deles próprios, não foi, nem é, nem será nunca, com toda a certeza.

Após tudo isto, permanece a dúvida de sempre: será que é por nascerem assim sem vergonha, que estas criaturas se tornam socialistas, ou é por serem socialistas, que ficam todos uns sem vergonha?

Rui Mendes Ferreira

Mudam os ladrões, ficam os roubos

Disse o Rui Rio que os milhões dos impostos que foram confiscados aos contribuintes para serem despejados na CGD, um banco público, para tapar os buracos dos roubos lá feitos por todos os governos e governantes, anteriores a Passos Coelho, dariam para muitos, e bons aumentos da função pública.

Nobre discurso, não fora dar-se o caso dos mais de 10 mil milhões que já nos custou até hoje os roubos na CGD, feito por políticos e governos do PS ao PSD, terem sido resultantes de confisco aos contribuintes do sector privado (trabalhadores, empresas e empresários), e resultantes de empréstimos externos.

Ou seja, para Rui Rio, todo esse dinheiro que foi retirado à força aos contribuintes e às empresas, e os montantes provenientes dos credores, não fora a existência dos buracos na CGD, ao invés de serem devolvidos aos bolsos de quem foi confiscado, ou para pagar a quem foi pedido emprestado, o destino que levaria, seria para entregar nos bolsos do funcionalismo.

Um país que tem a terceira maior dívida do mundo, a mais alta carga fiscal de toda a Europa, e da OCDE, que tem uma factura de juros de dívida pública de mais de 8 mil milhões, anualmente, um país que que continua ainda a registar um deficit na contas públicas, e por conseguinte continuam a aumentar diariamente a sua dívida pública acumulada, e em que a primazia das suas elites políticas e governantes, é dada à defesa de mais aumentos dos custos salariais no sector público, é um país em que os esses políticos revelam mais interesse em comprar votos, recorrendo a dinheiro roubado a uns, e pedido emprestado a outros, perpetuando um um crônico endividamento da nação, do que qualquer interesse em rectificar os erros de governação, do passado e do presente.

De todos os partidos da esquerda aos supostamente da direita ( e digo supostamente, pois partidos de Direita é coisa que não existe em Portugal) roubar o sector que produz, confiscar e endividar o país, para alimentar as clientelas e as corporações do regime, \é o modelo de governação, por excelência, de toda a classe política que temos.

Desde o PCP, BE, PS ao PSD. e CDS. sem excepção, todos revelam sintomas infecciosos de socialismo, e só diferem nas doses e nas formas de o injectar nas veias da nação e do povo português.

Não se ouve a Rui Rio, único discurso, uma única frase, ou palavra, a defender que se devolva a quem se confiscou, mediante redução de impostos, ou que se pague a quem se deve, reduzindo o endividamento da nação e por essa via os custos com a factura de juros anuais, ou que se reduza a despesa pública, para deixar de ser necessário o continuou confisco daqueles que trabalham e criam riqueza,. Nada, nem uma única palavra.

Até hoje, tudo o que lhe ouvimos falar e defender, representa é mais despesa, mais defict, mais dívida, mais impostos, mais confisco, e mais roubo a quem trabalha, produz, e paga impostos.

Ouvir este discurso, pela boca de Rui Rio ou na boca de um qualquer Galamba, um Jerónimo ou de uma qualquer Mortágua, não se encontrará a menor diferença. O que diz bem qual é a matriz de pensamento que move Rui Rio.

Comprova-se, assim, e uma vez mais, que nos nossos partidos políticos, só vão mudando os ladrões, mas os roubos, os seus métodos, os objectivos, os fins, e o socialismo em doses maciças e industriais, mantêm-se sempre inalterados.

Triste sorte a dos portugueses. Triste sorte a de Portugal. E triste PSD.

Rui Mendes Ferreira

Ana Gomes Ressuscitou dos Mortos

Um PS sem socialismo nem socialistas

A eurodeputada do PS, Ana Gomes, disse que o PS é um partido de “corruptos e criminosos”, acusou o PS de se prestar a ser um “instrumento de corruptos e criminosos, disse que em matérias de corrupção o partido opta por “esconder a cabeça na carapaça da tartaruga” e quer que no próximo Congresso do PS, se faça um “mea culpa” e uma limpeza dos corruptos e criminosos que existem no partido.

A camarada Ana Gomes, precisou de 44 anos para finalmente ter percebido, que o partido socialista, é pouco mais que uma agremiação de malfeitores. Mas vale mais tarde do que nunca.

Mas quanto a querer fazer a tal “limpeza” de corruptos e da bandidagem que existe dentro do partido, haja alguém que explique a esta senhora, que tal tarefa é uma missão impossível.

Oh camarada Ana, há quatro fortes razões para a impraticabilidade do que sugeres:

Primeira: se expulsares todos os bandidos, incompetentes, artistas, vigaristas, chico espertos, corruptos, chulos, ladrões, parasitas, bandidos, e oportunistas, o PS ficará um partido sem militantes. O partido simplesmente deixará de existir.

A segunda: o PS não se prestou a ser um mero instrumento dos corruptos e dos bandidos. O PS é por si só, o instrumento, de excelência, da corrupção e da bandidagem.

A terceira: como é que podes esperar que o teu partido faça um mea culpa quanto a corruptos e criminosos que roubaram e esbulharam dezenas, centenas, milhares de milhões de euros, dos contribuintes, se até com coisa pouca como é o roubo de 500 euros semanais em alguns subsídios de deslocações, vocês não só se recusam a fazer “mea culpa” como as vossas elites do partido ainda sairam foi em defesa desses mesmos ladrões?

Como vês, camarada Ana, sejam montantes elevados, ou meros cêntimos, o roubo e o acto de roubar, constitui parte integrante do ADN e da matiz socialista. Condenar roubo e ladrões, no PS, seria pedir a condenação, de socialistas, entre socialistas. Seria renegar o próprio socialismo. Uma impossibilidade.

E a quarta razão: porque é impossível coexistir um partido socialista e gente séria. O próprio conceito, só por si, é uma contradição, sem solução técnica possível. Eu explico-te, cara Ana:

– Ou se é socialista, ou se é sério, honesto, ético, e moralmente são. Ou uma ou outra, pois uma, obrigatoriamente impede a outra. O que tu falaste, é como querer a existència de vigaristas honestos. Não dá para ser ambas as coisas em simultâneo. É uma das imutáveis regras da natureza e da condição humana.

Cara Ana, aquilo que tu queres, um partido socialista limpo, sério, honesto, trabalhador, competente, sem corruptos nem corrupção nem parasitas, nem oportunistas, seria um partido socialista, sem socialismo e sem socialistas.

Rui Mendes Ferreira

O Regresso Das Manjedouras do Regime

Jorge Coelho está de regresso à Mota Engil.

A Mota Engil, conhecida como uma das empresas do regime, sempre foi um bom albergue para ex governantes e políticos.

Cargos de alta direção oferecidos do nada, a ex governantes, era prática generalizada dentro desta empresa. Desde oriundos do PS passando pelo PSD, até ao CDS, todos ali têm encontrado guarida., Mas no saldo geral, os oriundos do PS levam alguma dianteira.

A variação da origem da fauna acolhida, aparenta estar ligado ao tempo a que cada partido tem estado no governo. Sendo o PS o partido que mais anos tem estado no poder, é normal que tenha tb mais lugares e mais tempo sentados nas manjedouras do regime.

E como as gentes do PS, enquanto no governo, são sempre mais generosas no esbulho e na despesa, mais adeptas de grandes obras, faraónicas e muitas vezes inúteis, ou de baixa utilidade, mais amigos dos ajustes directos, mais laxistas nos orçamentos e nos controles de custos e nos cumprimentos dos orçamentos dessas mesmas obras, tudo isto lhes tem dado um melhor currículo para terem acesso a lugares sentados às mesas das manjedouras do regime.

Mas com a vinda da Troika, com as grandes obras do regime canceladas, grandes contratos com o Estado vigiados ou congelados, e com a necessidade de colocar as contas públicas em dia, a Mota Engil deixou de poder ser uma das prateleiras douradas do regime.

Sem as grandes obras públicas a serem atribuídas à Mota Engil, secou-se a torneira dos dinheiros públicos que a alimentavam. E sem dinheiros públicos a alimentar a empresa, começou a escassear alimentação na manjedoura.

E sem alimento na manjedoura, os lugares à mesa deixaram de existir ou deixaram muito simplesmente de ser atractivos.

E quando começaram a faltar as “cenouras” os coelhos abandonaram a toca, e contrariamente ao que ali era habitual, não vimos outros “coelhos” a entrarem para aqueles mesmas tocas.

A ME até então sempre tão desejada, passou a ser uma noiva sem um “dote” apetecível.

Mas agora tudo mudou. O PS regressou ao governo, a Troika foi embora, vêm aí novos fundos da UE, o PS já se entendeu com Rui Rio para a partilha do bolo das grandes obras públicas que se alinham no horizonte, e do nada, a Mota Engil volta a tornar-se numa “noiva” muito apetecível.

Noutros tempos, ainda recentes, também já estaríamos a ver o GES e a santa família a salivar-se com as novas obras, e a recrutar activamente entre as elites do regime e em algumas sedes partidárias.

Mas, com muita pena e dor de alguns, esta foi uma das prateleiras do regime que se desmoronou. E agora há menos mesas, menos gamelas e menos lugares sentados para distribuir. E com menos cadeiras por onde poder escolher, e sem possibilidade de grandes rotações, resta voltarem às cadeiras e às mesas do passado.

O dinheiro público irá voltar a correr nas torneiras, e como esperado, muito dele irá correr para a canalização da Mota Engil, e a manjedoura irá voltar a estar farta e esplendorosa de “alimentos”.

E, como é de longa tradição neste país, onde existir uma boa e farta mesa, com uma manjedoura bem alimentada por dinheiros públicos, haverá com toda a certeza um bom socialista, ou vários, a ela sentado.

Bem vindo de novo à manjedoura, perdão, à Mota Engil, Jorge Coelho. A empresa e o PS já estão de novo a precisar de ti.

NOTA:: Estou curioso por saber se a equipa do Rui Rui lá irá ter lugar à mesa, e se desta vez a Catarina e o Jerónimo também irão ter direito a alguma cadeira ou pelo menos a algumas migalhas. Quanto ao CDS, não se preocupem pois o camarada Portas, tratou de lá assegurar a sua cadeira, ainda no tempo das vacas magras.

Portas ter ido trabalhar para a ME em tempo de vacas magras, implica obrigatoriamente ter mesmo que trabalhar no duro. E só por isso, é digna de louvar a atitude corajosa do rapaz.

Rui Mendes Ferreira

Uma Casa Muito Mal Frequentada.

Aquela que devia ser a casa da democracia, dos valores da da ética, da moral e de um Estado de Direito em justa defesa dos interesses superiores da nação, do bem comum, dos interesses dos cidadãos, onde só deveriam entrar como nossos representantes, os mais bem formados, os portadores dos mais elevados padrões de conduta e valores morais e éticos, onde só deveriam entrar os melhores entre os melhores de todos nós, afinal não passa de um enorme covil de ladrões, de traficantes de influências e interesses obscuros, lesivos da nação, e de gente sem escrúpulos, sem ética, nem quaisquer valores morais.

A nossa Assembleia da República, é comprovadamente, uma casa muito mal frequentada. Uma autêntica guarida de associações de malfeitores.

Quando um representante do povo chega ao ponto de considerar o roubo ao erário público e a chulice aos contribuintes, uma prática corrente, perfeitamente normal, moral e ético, é um claro indicador de que a AR está infestada por gente da pior espécie. Para não lhes chamar outros nomes. Merecidos.

E quando temos um presidente da AR a vir defender essas práticas, e quem as pratica, isto diz bem do estado a que chegou a república e a nossa democracia.

Que estamos claramente na presença de gente de um nível muito baixo , e absolutamente desprovida de quaisquer valores, já há muito que se sabia.

Mas ainda assim, faziam um esforço para o encobrir, e para não ser algo tão pronunciado e tão facilmente apercebido. O disfarce ali era o modus operandi, e que fazia escola entre todos os seus membros.

Mas que agora o façam de forma pública e tão despudorada, e que ainda façam questão de demonstrar tão veemente não serem portadores de um mínimo de vergonha, é que é algo novo. Ou pelo menos não era muito usual.

Pedir algum pudor e alguma vergonha a quem não tem, nem uma nem outra , é pedir a alguém aquilo que não tem para dar.

E se esperar isso de uma esmagadora maioria de deputados, políticos e governantes, já é uma expectativa de difícil concretização, já esperar isso de alguém como Carlos César, é comprovadamente uma missão impossível.

Rui Mendes Ferreira

foto: HenriCartoonPT

O Lugar dos Ladrões Ainda é Na Cadeia?

O lugar de ladrões ainda é na cadeia?

Os deputados da AR, eleitos pelas Regiões Autónomas, exceptuando uma jovem deputada do PSD, nobel honra lhe seja feita, foram todos eles apanhados a cobrar ao erário público, custos de viagens que nunca fizeram, ou a debitar e a receber, tais custos em duplicado.

Entretanto, após uma semana de silêncio entre todos os partidos, sendo quebrado unicamente para virem dizer que tudo isto é correcto e não representa problema algum, veio agora um deputado do BE, que tb foi apanhado no esquema, apresentar a sua demissão.

Alegando que o estava a fazer, porque reconhecia que teria procedido de forma errada e chegando até a pedir públicas desculpas por ter cometido tais actos.

Atitude absolutamente inédita, entre membros do nosso parlamento e que seria digna de louvor.

E digo “seria digna de louvor”, não fora o caso de entretanto se ter descoberto que a sua suposta demissão e o seu comunicado não ter passado de um acto da mais pura e vil hipocrisia.

Soube-se agora, que este seu pedido de demissão, que alegou ter apresentado agora, afinal já tem data de Março, e já tinha sido por ele comunicada em início de Fevereiro a sua intenção de abandonar o cargo de deputado para ir assumir outras funções. Nada teve a ver com a situação em que está implicado, como agora, quer ele quer o BE nos tentaram fazer crer.

O que tivemos da parte do deputado e do BE, ao invés de um acto de alguma dignidade, mais não foi que um acto encenado de mentira embuste e falácia, para mais uma vez tentarem enganar o povo português.

O que pensava ter sido uma demonstração ética e moral de arrependimento e de assumpção de culpa, mais não foi que uma mera e farisaica tentativa de aproveitamento político para realizar alguns dividendos. O normal e habitual nestas gentes. Bem me parecia que era um acto de ética, bom demais, para ser verdade.

Já entre os restantes deputados e os restantes partidos, ninguém assume o acto de roubo, nem sequer de conduta imprópria e imoral, nem a necessidade de demissões.

Mas demissão só não chega. Há que os obrigar a devolver TUDO o que roubaram ao erário público, até ao último cêntimo e serem objecto de um processo na justiça.

Estas gentes sabiam bem a natureza do que andavam a fazer. Andaram a roubar, e andaram a fazê-lo de forma intencional e consciente.

Estamos a falar de deputados da nação, que foram eleitos, para nos representar em defesa dos mais altos valores éticos, morais, das leis da república, e do superior interesse da nação. Gente de quem se exige e se espera uma conduta irrepreensível e práticas da mais alta ética e moral.

Não estamos a falar de um grupo de crianças ou de alguns garotos, sem formação, sem conhecimento, sem capacidades de discernimento suficientes para saber diferenciar entre o bem e o mal, e entre o certo e do errado. Por certo que não estamos a falar de um grupo de crianças, que precisam de constante vigilância “parental” e que necessitam que os pais lhes estejam sempre a lembrar o que é o bem e o queé o mal, e o que podem e o que não podem ou não devem fazer.

Ou talvez em boa verdade estejamos perante um grupo de crianças e garotos inimputáveis, pois as suas condutas, claramente assim o dão a entender.

Mas então se não conseguem diferenciar o bem do mal e o correcto do incorrecto, e não sabiam que o que andavam a fazer era um roubo ou era algo imoral e nada ético, então também é gente desprovida de capacidades suficientes, e sem condições para poderem ser deputados e representantes da nação, e como tal, só isso já é por si só motivo mais que suficiente para serem todos eles imediatamente demitidos.

Demissão ou demitidos, com devolução obrigatória do tudo o que roubaram, é o que se exige. É, face à gravidade dos factos e da forma como estão a decidir lidar com tudo isto, a única via possível.

Se não o fizerem, um grupo de cidadãos livres, em nome dos contribuintes, e da nação, deviam apresentar uma queixa crime junto do MP, por roubo ao erário público, contra todos estes ladrões.

Entretanto, Carlos César presidente do Partido Socialista, como já é seu hábito, já veio dizer que “nada de errado foi feito” que “está de consciência tranquila”, que tudo isto não representa qualquer problema ético, moral, nem legal, e que esta é uma “situação normal e corrente”.

Termos um presidente de um partido, que tb tem assento como deputado na AR, a dizer que deputados roubarem a nação e os contribuintes é uma situação normal e corrente, (já o sabíamos) e dizer que não representa qualquer problema ético nem moral, (o legal deve ser deixado para a justiça e os tribunais) diz bem da natureza destas gentes, e explica bem o estado a que esta pobre nação chegou. E tb diz bem quem é e o que é o Carlos César.

Em tempos idos, a máxima .”lugar de ladrão é na cadeia” – era algo que imperava como um dever, quer na sua aplicação pela justiça, quer como um dever moral perante a sociedade e pelos os valores condutores que dela emanava.

O acto de roubar, muito mais que um crime, era considerado um comportamento moralmente grave, repulsivo, sordido e degradante. E motivo de vergonha e opróbio público.

E os seus praticantes, quando apanhados em tal acto, na maior parte dos casos, sentiam genuina vergonha.

Tinham mais medo do sentimento da “vergonha” e do opróbio, do que das penas, duras, da justiça. O sentimento de desonra e de perda de dignidade pública, era receado e considerado um humilhação pessoal.

Entretanto, com o tempo, tudo isto mudou.

Se ainda resistem alguns grupos e cidadãos onde tais valores e princípios são considerados fundamentais, seguramente que já há muito tempo que deixaram de o ser, em muitos outros sectores e entre muitos outros grupos da sociedade.

Dentro da Assembleia da República, entre os seus membros, e no mundo sórdido da maior parte dos partidos, dos políticos e dos governantes, o sentimento de desonra e de dignidade, há muito que já deixou de existir ou de ser receado. Ali não só se convive bem com a mais abjecta ausência de honra, dignidade, ética, e moral, como é esse o caldo cultural normal e dominante.

Ali, nos dias de hoje, entre a maior parte destes, a máxima e o padrão de conduta seguido, praticado, e aceite, já há muito que passou a ser: – “rouba o que puderes, e enquanto puderes”. e “só estarás a errar se fores apanhado”.

E se fores apanhado, basta dizer: “estou de consciência tranquila” e “não considero que tenha feito algo de errado”, ou “o regulamento é omisso”.

Dizia um antigo ditado: “vergonha não é roubar mas ser apanhado a roubar”.

Mas, fica cada vez mais claro, que hoje em dia, entre grande parte dos membros da Assembleia da República, dentro dos partidos, e entre muitos dos governantes, titulares de cargos públicos por eleição ou nomeação, já nem ser-se apanhado a roubar, é considerado vergonhoso. Pois o roubar, “per si” já há muito tempo que tb não o é.

Curiosamente, o PS, o PSD e o PCP, não não só não pediram aos seus deputados que foram apanhados a roubar, que se demitam, como até ao momento, tb não consideram que estejamos perante um roubo à nação, nem perante um grupo de ladrões, conscientes e intencionais. Nem tão pouco consideram estarmos perante um acto absolutamente imoral.

O que diz muito dos partido políticos que temos. Aliás, diz tudo.

Claro podem dizer que não são todos os deputados que são ladrões, corruptos, ou gente sem ética nem moral. Ou que não foram todos os deputados que foram apanhados a roubar o contribuinte.

Pois não. Nem todos são deputados residentes nos Açores, com necessidade de viajar de forma recorrente para esse destino. Mas o que não faltam são exemplos de outros deputados que foram apanhados em outros esquemas, com os mesmos fins e os mesmos resultados: defraudar o erário público e roubar os contribuintes.

Quantos não foram já apanhados no esquema de dar falsas moradas, para receber subsidios de renda e deslocações estando a residir em Lisboa?

Claro que tb podem dizer que não foram todos apanhados a dar falsas moradas, Pois não. Mas desse “sérios”, quantos vieram a público condenar tais práticas?

Quantos deputados vieram a público demarcar-se de tais práticas, e condenaram publicamente os seus colegas da AR, ou mesmo os do seu próprio partido, que recorrem a tais práticas?

Quantos deputados vieram a público exigir que tais deputados se deveriam demitir, mesmo sendo do seu próprio partido? Quantos?

De facto, se o lugar de ladrões antes era na cadeia, agora tb o é na Assembleia da República. E quanto à vergonha, só a pode sentir quem a tem.

Rui Mendes Ferreira

O Artista, é um Bom Artista

“o artista, é um bom artista, mas não havia neshechidade”
(Diácono Remédios dixir)

Sócrates na TVI a comentar o processo e a prisão de Lula da Silva, é o mesmo que ouvirmos falar:

O Sheik Munir sobre casos de violência doméstica e em defesa das mulheres vítimas de maus tratos.

O Jorge Ritto a falar sobre e contra a pedófilia.

O Ferro Rodrigues sobre a defesa do “segredo de justiça”.

O Armando Vara sobre os efeitos nefastos do “tráfico de influências”.

O João Soares a falar contra o tráfico internacional de diamantes e marfim.

O Salgado a defender o combate à Gestão Bancária fraudulenta e penas duras para os seus praticantes.

Ou a Erika Fontes em defesa dos benefícios da virgindade.

Algumas definições de “Burlão:

Ardiloso, aldrabão, artista, burlista, burloso, batoteiro, bandoleiro, biltre, canalha, caborteiro, charlatão, criminoso, crápula, desonesto, doloso, desavergonhado, dissimulado, escroque, embusteiro, embromador, estelionatário, espertalhão, enganador, falaz, falacioso, farsante, falcatrueiro, fingidor, fraudulento, farisaico fictício fingido, golpista, hipócrita, impostor, intrujão, iludente, invencioneiro, ladrão, larápio, ludibriador, logrador, maroto, matreiro, maquiavélico, mentiroso, manhoso, meliante, patife, pantomimeiro, pandilheiro, patranheiro, pulha, safado, solerte, sacana, sem princípios, sem carácter, sem honra, salafrário, tratante, trampolineiro, trapaceiro, trapalhão, trambiqueiro, tracambista, trapacento, traficante , traiçoeiro, troca-tintas, tuno, tramoieiro, tratista, vigarista, vigaro, velhaco, vagabundo…

Rui Mendes Ferreira