Fascismo? Como queiram…

Na Polónia realizou-se uma manifestação nacionalista no dia do país, por se tratar de uma demonstração ideológica conotada com a direita nacionalista, os mesmos abutres de sempre atacaram. É visível que para a comunicação social demonstrações de patriotismo vindos da direita são logo equiparados a fações fascistas e de imediato repudiadas e noticiadas como um verdadeiro atentado.

Sabem porque é que isto acontece? Devido a órgãos de comunicação esquerdistas e ridículos que tanto apelam á liberdade de expressão e não compreendem que se os “Marxs” e os “Lenines” se podem manifestar livremente e beneficiar de uma tendenciosa comunicação social, chegando mesmo a parecer que em caso de manifestação comunista ou bloquista, todos os jornais e canais de televisão passam a parecer o jornal “Avante”, então as outras ideologias também devem ter o mesmo tratamento.

Pois bem, eu não pactuo com este tipo de “ermitas tendenciosos”, se há liberdade é para todos! Se eu sou forçado a assistir a noticiários e comentadores a enaltecerem e celebrarem grandes manifestações sob tutela da esquerda, quer em Portugal, quer no estrangeiro, então não tenho de observar uma tendência discriminatória cada vez que a direita, seja mais ou menos extremista, se manifesta. O abominável dos órgãos de comunicação social é que conseguem agarrar em expressões estalinistas de Jerónimo de Sousa e torná-las em algo democrático, porém são incapazes, não por falta de arte e engenho mas sim por sectarismo, em compreender a legitimidade de movimentos opostos à sua amada esquerda.

Estou farto, cansado e sinceramente revoltado com a facciosidade destes jornalistas soviéticos espalhados pelo Mundo. Uma manifestação nacionalista é logo noticiada às populações como fascista ou racista. Porque é que se olha para uma demonstração ideológica oposta à predefinida e se acusa e negativiza? É óbvio que a liberdade ideológica não é para todos, atualmente tudo o que dizemos é racismo, usar uma palavra ou fazer uma simples piada é racismo, dizer “maricas” é ser homofóbico. Culpo a esquerda, que nos quer incutir a sua imagem de defensores da total liberdade quando na verdade escondem uma censura pior. Só é legítima a liberdade daqueles que pessoas como a Dra. Catarina Martins defende, esses podem defender os seus direitos, mas nós, os de direita e até os mais extremistas, somos fascistas e racistas.

Agora digo-vos, a liberdade que tanto presam os tiranos da margem esquerda do rio que é a política é a mesma que permite que eu e todos aqueles que repudiam a esquerda expressem a sua opinião. Nós não somos hipócritas nem falsos liberais, somos fieis à nossa ideologia e não usamos máscaras.

Deixo aqui o meu apoio a todos os nacionalistas, patriotas e àqueles que não pactuam com a esquerda e a sua liberdade restrita. A manifestação na Polónia mostrou ao Mundo e principalmente à esquerda que nos quer ver calados e enterrados, que estamos vivos e não nos calaremos enquanto a liberdade de expressão não for também um direito nosso e enquanto a comunicação social continuar a sua distinção visível entre esquerda e direita.

A direita não é homofobia, não é racismo e não é ditadura. A direita é a oposição real e empenhada à esquerda tirana e que restringe ou tenta restringir quem não pactua com hipocrisias e com a sua ação degradantes na perca dos valores.

Com a minha mão ao peito cantarei o hino do meu país com o mesmo empenho e orgulho com que os polacos demonstraram o seu amor á sua nação.

Querem calar-nos? Nunca, mas nunca conseguirão. Por cada um de nós que cair muitos mais se levantaram e defenderão o passado e os seus valores conservadores.

Ricardo Lopes Reis

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Fascistas? Como queiram…

Na Polónia realizou-se uma manifestação nacionalista no dia do país, por se tratar de uma demonstração ideológica conotada com a direita nacionalista, os mesmos abutres de sempre atacaram. É visível que para a comunicação social demonstrações de patriotismo vindos da direita são logo equiparados a fações fascistas e de imediato repudiadas e noticiadas como um verdadeiro atentado.

Sabem porque é que isto acontece? Devido a órgãos de comunicação esquerdistas e ridículos que tanto apelam á liberdade de expressão e não compreendem que se os “Marxs” e os “Lenines” se podem manifestar livremente e beneficiar de uma tendenciosa comunicação social, chegando mesmo a parecer que em caso de manifestação comunista ou bloquista, todos os jornais e canais de televisão passam a parecer o jornal “Avante”, então as outras ideologias também devem ter o mesmo tratamento.

Pois bem, eu não pactuo com este tipo de “ermitas tendenciosos”, se há liberdade é para todos! Se eu sou forçado a assistir a noticiários e comentadores a enaltecerem e celebrarem grandes manifestações sob tutela da esquerda, quer em Portugal, quer no estrangeiro, então não tenho de observar uma tendência discriminatória cada vez que a direita, seja mais ou menos extremista, se manifesta. O abominável dos órgãos de comunicação social é que conseguem agarrar em expressões estalinistas de Jerónimo de Sousa e torná-las em algo democrático, porém são incapazes, não por falta de arte e engenho mas sim por sectarismo, em compreender a legitimidade de movimentos opostos à sua amada esquerda.

Estou farto, cansado e sinceramente revoltado com a facciosidade destes jornalistas soviéticos espalhados pelo Mundo. Uma manifestação nacionalista é logo noticiada às populações como fascista ou racista. Porque é que se olha para uma demonstração ideológica oposta à predefinida e se acusa e negativiza? É óbvio que a liberdade ideológica não é para todos, atualmente tudo o que dizemos é racismo, usar uma palavra ou fazer uma simples piada é racismo, dizer “maricas” é ser homofóbico. Culpo a esquerda, que nos quer incutir a sua imagem de defensores da total liberdade quando na verdade escondem uma censura pior. Só é legítima a liberdade daqueles que pessoas como a Dra. Catarina Martins defende, esses podem defender os seus direitos, mas nós, os de direita e até os mais extremistas, somos fascistas e racistas.

Agora digo-vos, a liberdade que tanto presam os tiranos da margem esquerda do rio que é a política é a mesma que permite que eu e todos aqueles que repudiam a esquerda expressem a sua opinião. Nós não somos hipócritas nem falsos liberais, somos fieis à nossa ideologia e não usamos máscaras.

Deixo aqui o meu apoio a todos os nacionalistas, patriotas e àqueles que não pactuam com a esquerda e a sua liberdade restrita. A manifestação na Polónia mostrou ao Mundo e principalmente à esquerda que nos quer ver calados e enterrados, que estamos vivos e não nos calaremos enquanto a liberdade de expressão não for também um direito nosso e enquanto a comunicação social continuar a sua distinção visível entre esquerda e direita.

A direita não é homofobia, não é racismo e não é ditadura. A direita é a oposição real e empenhada à esquerda tirana e que restringe ou tenta restringir quem não pactua com hipocrisias e com a sua ação degradantes na perca dos valores.

Com a minha mão ao peito cantarei o hino do meu país com o mesmo empenho e orgulho com que os polacos demonstraram o seu amor á sua nação.

Querem calar-nos? Nunca, mas nunca conseguirão. Por cada um de nós que cair muitos mais se levantaram e defenderão o passado e os seus valores conservadores.

Ricardo Lopes Reis

A QUEDA DO PSD

Já passaram largos anos desde que Francisco Sá Carneiro, Pinto Balsemão e Magalhães Mota fundaram, no ano de 1974, o PPD (Partido Popular Democrático) que a partir de 1976 se passaria a designar por Partido Social Democrata. Após vários anos de alternância no governo com o Partido Socialista, o PSD encontra-se hoje num grande impasse e uma enorme indefinição em torno do seu futuro. A questão que se põe é uma das mais badaladas atualmente: Santana Lopes ou Rui Rio? Quem toma o lugar de Pedro Passos Coelho na liderança da Social-democracia?

Pedro Santana Lopes apresenta desde logo a sua grande vantagem: o seu nome, os seus feitos e o apoio de notáveis do partido. Porém carrega pesados fardos. O seu curto percurso como Primeiro-ministro e o seu desempenho como Presidente da Câmara de Lisboa podem vir a contrariar a questão dos “afetos” e tornar-se o seu grande entrave pela ausência de algo novo para o país.

E Rui Rio? O ex-autarca do Porto apresenta a sua grande vantagem no seu trabalho na respetiva CM, todavia afirmo sem qualquer dúvida que Rui Rio é uma enorme ameaça à política portuguesa. É visível que o PSD é um partido que, ao longo do tempo, veste a pele de um camaleão, mudando ou alternando a sua orientação política. A social-democracia (que é de centro-esquerda) muitas vezes se confunde com a direita e muitos dos seus líderes não sabem identificar a orientação do próprio partido. Porém, o Dr. Rio sabe bem o que pretende, o “Centrão”! A união entre PS-PSD num panorama político de dois partidos iguais, um de centro esquerda e o outro visivelmente de esquerda. E Santana? É o mesmo! Em 2005 os programas de PSD E PS eram em demasia semelhantes e esquerdistas, digo mesmo que, se Sócrates não obtivesse maioria absoluta, Santana dar-lhe-ia todas as condições para que governasse, gastasse e “enterrasse” o país da mesma forma que o fez sozinho.

Estariam estabelecidas as condições para uma “Mega Geringonça”. E a alternativa? E aqueles que são verdadeiramente de direita e não pactuam com alianças marxistas? Aqui aparece a única alternativa viável, o CDS. Um partido que se assume como a mudança e a oposição á geringonça de caráter marxista que em breve terá mais um membro, o PSD.

Como olho o futuro do panorama político português? Observo uma verdadeira tendência para a esquerda e do outro lado do “ringue”, uma força política em crescente que não teme o afastamento do PSD. Já diziam os nossos avós, antes só que mal acompanhado, ou adaptando, antes só que mal coligado.

O que concluo? Que tanto Santana como Rui Rio irão assumir o caráter de centro-esquerda de Sá Carneiro, deixando uma única alternativa aos portugueses. Está-se a estabelecer um caráter “bi-ideológico”, Geringonça e CDS.

E agora? Iremos continuar a pactuar com o mesmo? Ou por uma cruz na mudança…

 

Politica e Jovens

É opinião de um número elevado de jovens que a política é algo desinteressante e monótona. Os jovens revelam cada vez mais desinteresse e prestam muito menos atenção ao que se passa á sua volta e aos aspetos que compõe a verdadeira definição de cidadania. A ausência de conhecimento político é algo preocupante para a sociedade, afinal de contas, os jovens de hoje são os líderes de amanhã e os eleitores no futuro. Daí ser fundamental realizar o armistício entre jovens e política.
A responsabilidade, na sua totalidade, não é dos jovens. É certo que o desinteresse é algo interno a cada indivíduo, porém cativar e alertar os indivíduos não é algo que parta de nós. Tenho assim de reforçar a ideia de que instituições que são próximas e até mesmo fundamentais no desenvolvimento cognitivo dos futuros adultos, têm o dever de os educar para serem cidadãos mais preparados e dotados de maiores capacidades de análise e pensamento crítico da sociedade e dos órgãos que os governam. Começo por referir as escolas, quer sejam públicas ou privadas, devem fomentar e criar esse interesse e esse sentido de dever cívico nos seus estudantes, incentivando-os a votar nos atos eleitorais e criando a mentalidade que promova o ato de exercer os seus deveres cívicos. Sou um claro defensor da criação de núcleos de debate político nas escolas, muitos jovens não têm acesso ao mais primário dos elementos políticos, o debate e a troca de ideias que é fundamental para a formação de ideia próprias e maior capacidade de argumentação. A culpa dessa falta de acesso reside nas instituições de ensino que transmitem a ideia de que discutir política é tabu e pouco aconselhável. Estará isto correto? Não! Os jovens têm de abrir a sua capacidade cognitiva para a política mas não da que são “forçados” pelos mecanismos estatais para aprender correntes filosóficas de autores de séculos passados ou para decorar formas matemáticas. A política e a cidadania que a completa devem ser encorajadas e não incutidas, realizando debates escolares e promovendo a criação de núcleos que o premiram.
No seu caráter individual não critico, apenas deixo um apelo aos jovens. O futuro está nas nossas mãos, hoje podemos não ter a voz que outros têm mas amanhã certamente teremos, mas o amanhã começa-se a construir hoje. Usem um pouco do vosso tempo e capacidade de raciocínio e vejam noticias e não se limitem a observar, critiquem e marquem uma posição, seja ela de esquerda ou de direita, liberal ou conservadora, tenham uma voz! O futuro do país depende da próxima geração, e essa geração tem de ser capaz de criticar e pensar sobre aquilo que os rodeia, bem como debater leis e medidas tomadas por governos e outros órgãos. A iniciativa tem em parte de ser dos jovens, a política não é um tabu, nem é um tema aborrecido, a política é tudo o que nos rodeia e é mais do que um conjunto de ideologias opostas. A política é o benefício do cumprimento do dever cívico de todos nós.
É tempo de preparar o futuro, é tempo de cada um se focar nos seus deveres cívicos. Aos que têm o poder de preparar a nova geração deixo o apelo de ajudarem a criar cidadãos capazes e preparados. Aos jovens deixo a minha esperança num futuro liderado por cidadãos preparados, capazes e atentos.

O Futuro e os Jovens

É opinião de um número elevado de jovens que a política é algo desinteressante e monótona. Os jovens revelam cada vez mais desinteresse e prestam muito menos atenção ao que se passa á sua volta e aos aspetos que compõe a verdadeira definição de cidadania. A ausência de conhecimento político é algo preocupante para a sociedade, afinal de contas, os jovens de hoje são os líderes de amanhã e os eleitores no futuro. Daí ser fundamental realizar o armistício entre jovens e política.
A responsabilidade, na sua totalidade, não é dos jovens. É certo que o desinteresse é algo interno a cada indivíduo, porém cativar e alertar os indivíduos não é algo que parta de nós. Tenho assim de reforçar a ideia de que instituições que são próximas e até mesmo fundamentais no desenvolvimento cognitivo dos futuros adultos, têm o dever de os educar para serem cidadãos mais preparados e dotados de maiores capacidades de análise e pensamento crítico da sociedade e dos órgãos que os governam. Começo por referir as escolas, quer sejam públicas ou privadas, devem fomentar e criar esse interesse e esse sentido de dever cívico nos seus estudantes, incentivando-os a votar nos atos eleitorais e criando a mentalidade que promova o ato de exercer os seus deveres cívicos. Sou um claro defensor da criação de núcleos de debate político nas escolas, muitos jovens não têm acesso ao mais primário dos elementos políticos, o debate e a troca de ideias que é fundamental para a formação de ideia próprias e maior capacidade de argumentação. A culpa dessa falta de acesso reside nas instituições de ensino que transmitem a ideia de que discutir política é tabu e pouco aconselhável. Estará isto correto? Não! Os jovens têm de abrir a sua capacidade cognitiva para a política mas não da que são “forçados” pelos mecanismos estatais para aprender correntes filosóficas de autores de séculos passados ou para decorar formas matemáticas. A política e a cidadania que a completa devem ser encorajadas e não incutidas, realizando debates escolares e promovendo a criação de núcleos que o premiram.
No seu caráter individual não critico, apenas deixo um apelo aos jovens. O futuro está nas nossas mãos, hoje podemos não ter a voz que outros têm mas amanhã certamente teremos, mas o amanhã começa-se a construir hoje. Usem um pouco do vosso tempo e capacidade de raciocínio e vejam noticias e não se limitem a observar, critiquem e marquem uma posição, seja ela de esquerda ou de direita, liberal ou conservadora, tenham uma voz! O futuro do país depende da próxima geração, e essa geração tem de ser capaz de criticar e pensar sobre aquilo que os rodeia, bem como debater leis e medidas tomadas por governos e outros órgãos. A iniciativa tem em parte de ser dos jovens, a política não é um tabu, nem é um tema aborrecido, a política é tudo o que nos rodeia e é mais do que um conjunto de ideologias opostas. A política é o benefício do cumprimento do dever cívico de todos nós.
É tempo de preparar o futuro, é tempo de cada um se focar nos seus deveres cívicos. Aos que têm o poder de preparar a nova geração deixo o apelo de ajudarem a criar cidadãos capazes e preparados. Aos jovens deixo a minha esperança num futuro liderado por cidadãos preparados, capazes e atentos.