Autor: Nelson Correia Galhofo

A liberdade Trotskista

Amigos leitores, companheiros leitores ou só apenas leitores de conveniência, venho falar-vos hoje de um conceito importante nos dias em que vivemos, pois temos vindo a perde-lo minuto após minuto sem que tenhamos a mais pequena noção. Antes de começar a escrever pensei várias vezes se o deveria fazer e escrevi numa folha de papel “livre” os pontos que queria abordar para tentar não ser radical.

A Liberdade é uma palavra tão cara para pessoas tão trotskistas, tão arrogantes e tão pouco coniventes com o que é a sociedade do Séc. XXI, que vou tentar explica-la por miúdos. Liberdade é quando as pessoas se expressam de qualquer forma sem qualquer controlo de outrem, sem censura. Este expressar pode ser falando, com ações ou de infindáveis maneiras. Ser Liberal é também uma maneira de estar em liberdade e não atacar a liberdade de todos os outros.

O Trotskismo. O que é esta palavra que tem a letra “K” no meio?  O que a torna tão coitadinha? O trotskismo é uma doutrina marxista baseada nos escritos do político e revolucionário ucraniano Leon Trótski. É formulada como teoria política e ideológica, apresentada como vertente do comunismo por oposição ao stalinismo.

Oposição após oposição, coligação após coligação, não dá simplesmente para perceber, é algo demasiadamente tão infértil que ninguém acredita, ou não deveria acreditar.

Por último falo da Moral, o que é isto da Moralidade? Moral é o conjunto de regras adquiridas através da cultura, da educação, da tradição e do quotidiano, e que orientam o comportamento humano dentro de uma sociedade.

Foi fácil, desmanchar o Trotskismo com apenas três pontos fulcrais e explicando que eles “rompem” diariamente a Liberdade de todos aqueles que não são a favor do Trotskismo totalitário que executou milhões de pessoas. Não estando eu suficientemente contente por só falar de Liberdade, decidi também falar de outro aspecto que agora é muito falado, a falsa moralidade de alguém que como os Trotskistas tem cartazes na rua de anti despejos. É este o Karma de quem deseja o pior aos outros…

 

Boas Leituras,

Nelson Correia Galhofo

 

Chega de Marcelismo!!

Caros leitores, sei que tudo o que possa dizer em relação ao nosso Presidente da República será ignorado por todos vocês pelo simples facto de pensarem que o que vemos na “personagem” de Marcelo Rebelo de Sousa é digno de um Presidente.

Vamos começar pelo início, o que é um Presidente da República?

O Presidente da República representa a República Portuguesa, garante a independência nacional, a unidade do Estado e o regular funcionamento das instituições democráticas, e é o comandante supremo das Forças Armadas. O Presidente da República representa tanto o Estado português quanto a própria comunidade nacional, enquanto entidade histórica, política e cultural. Enquanto representante da República Portuguesa no domínio das relações internacionais, o Presidente da República nomeia e acredita os representantes diplomáticos de Portugal no estrangeiro, aceita as credenciais dos representantes diplomáticos estrangeiros, ratifica os tratados internacionais, declara a guerra e procede à feitura a paz.

Enquanto garante da unidade do Estado, o Presidente da República representa Portugal na sua totalidade perante os outros Estados, tem uma intervenção na dissolução dos órgãos das regiões autónomas, nomeia os respectivos representantes da República e garante a continuidade do Estado perante uma eventual dissolução da Assembleia da República e demissão do Governo. Na função de garante do regular funcionamento das instituições democráticas, o Presidente da República tem competência para solicitar a fiscalização da constitucionalidade das leis (tanto a título preventivo quanto sucessivo), dissolver a Assembleia da República, demitir o Governo (quando esteja em causa o regular funcionamento das instituições democráticas) ou exonerar o Primeiro‑Ministro, e para declarar o estado de sítio e o estado de emergência.

De uma forma clara percebemos que Marcelo é tudo menos um Presidente da República, ninguém é contra os beijinhos às peixeiras, os abraços para as fotografias ou as idas a Pedrogão para dizer que esteve nos incêndios, o que se percebe com tudo isto é que MRS é tudo menos aquilo que é necessário para um Governo de esquerdas encostadas.

É necessário um Presidente que não tenha medo de tomar decisões, que não se esconda por detrás dos problemas e que os deixe passar dia após dia, que seja assertivo e eficaz e sobretudo que não tenha zonas tão cinzentas como Marcelo tem.

Um pequeno exemplo, que não gosto de recordar, é o facto de após todos os falhanços de Pedrogão Grande, ser novamente possível, uma situação idêntica, em 2018: o incêndio em Monchique. Onde a suposta “vitória” assinalada pelo Governo foi não existirem perdas de vida.

E o Presidente da República? Nada faz. Sendo Marcelo o comandante supremo das Forças Armadas não tem uma palavra a dizer? Não pode Marcelo colocar o Exército e a Força Aérea nos extensos terrenos portugueses antes de ocorrerem os incêndios?

 

Nelson Correia Galhofo