Autor: Nelson Correia Galhofo

Opinião: Fidalguias Comunistas

“Às vezes não sei o que queres e digo ok, às vezes não sei o que faço e tu está bem, às vezes fazes de propósito e eu sei, uma vez não são vezes e eu não digo a ninguém …” é isto. E assim começo mais uma vez a escrever um pequeno texto, desta vez com a ajuda de uma pequena melodia dos D.A.M.A, para conseguir “desmanchar” o Partido Comunista Português e a Câmara Municipal de Loures.

Após a grande reportagem da jornalista Ana Leal, da TVI conseguimos ver uma pequena parte daquilo que é o enredo e a falsidade do PCP em Loures e sobre tudo da Câmara Municipal. Para os mais distraídos, o nosso amigo e Presidente Bernardino Soares contratou por “ajuste directo” o seu melhor amigo e genro do “Presidente” do Partido. Bem… Isto podia não ter nada de mal se tudo isto, tivesse sido feito de uma forma legal, honesta, sincera, integra e sobre tudo dentro do bom senso e do respeito para com todos aqueles que votaram nas últimas eleições autárquicas no Partido Comunista em Loures.

Ali conseguimos ver um pouco daquilo que se passa em Loures, ainda mesmo que muito pouco. Bernardino Soares, um homem de óptimo humor soviético e um medíocre pluralista tenta enganar tudo e todos. Já se tem assistido que em Loures a pluralidade e a Democracia não é para todos, pois temos visto em vários Conselhos Municipais cobardia, falta de pluralidade e o valor antidemocrático de outros membros do Executivo Municipal Comunista. Exemplo disso é o amigo Paulo Piteira no Conselho Municipal da Juventude, que com inerência do Presidente Bernardino, é o Presidente do órgão, onde tenta por diversas vezes intimidar e coagir os membros mais jovens do Conselho Municipal da Juventude.

Mas falando do que interessa, quem é o genro do camarada e “amigo” Jerónimo de Sousa? Antigo talhante, também antigo empregado de balcão e agora trabalhador na aérea da manutenção eléctrica da Câmara Municipal de Loures a receber 11 mil euros por mês. Engraçado que com tudo isto as mentiras vão caindo e o Partido vai começando a tremer, por consequência os soviéticos começam a ficar frustrados. Há uns tempos, numa Reunião de Câmara, eu ouvia o camarada Bernardino a dizer que todos os trabalhadores da manutenção eram devidamente especializados nas áreas a que pertenciam. Pois afinal aqui parece que não, mas também pode ter sido só uma “excepçãozinha” ou cunha para o genro do amigo Jerónimo.

Agora eu pergunto com a esperança que alguém me consiga responder, afinal que fantochada é esta? Afinal o que é isto das fidalguias comunistas? Ao “amigo e camarada”, Jerónimo de Sousa, desejo um óptimo ano de 2019 e que neste novo ano tenha pedido vários desejos. Eu cá, fico à espera que um desses tenha sido a sinceridade… e ao outro a moralidade, pois isso foi uma coisa que perdeu ao longo dos tempos, tal como o Dr. Bernardino Soares.

Concluindo, acabo por perceber que a brutalidade que os Lourenses pagam de IMI, Imposto Municipal sobre Imóvel, serve (também) para pagar os 11 mil euros mensais ao genro do Tio Jerónimo de Sousa.

 

 

Nelson Correia Galhofo

A liberdade Trotskista

Amigos leitores, companheiros leitores ou só apenas leitores de conveniência, venho falar-vos hoje de um conceito importante nos dias em que vivemos, pois temos vindo a perde-lo minuto após minuto sem que tenhamos a mais pequena noção. Antes de começar a escrever pensei várias vezes se o deveria fazer e escrevi numa folha de papel “livre” os pontos que queria abordar para tentar não ser radical.

A Liberdade é uma palavra tão cara para pessoas tão trotskistas, tão arrogantes e tão pouco coniventes com o que é a sociedade do Séc. XXI, que vou tentar explica-la por miúdos. Liberdade é quando as pessoas se expressam de qualquer forma sem qualquer controlo de outrem, sem censura. Este expressar pode ser falando, com ações ou de infindáveis maneiras. Ser Liberal é também uma maneira de estar em liberdade e não atacar a liberdade de todos os outros.

O Trotskismo. O que é esta palavra que tem a letra “K” no meio?  O que a torna tão coitadinha? O trotskismo é uma doutrina marxista baseada nos escritos do político e revolucionário ucraniano Leon Trótski. É formulada como teoria política e ideológica, apresentada como vertente do comunismo por oposição ao stalinismo.

Oposição após oposição, coligação após coligação, não dá simplesmente para perceber, é algo demasiadamente tão infértil que ninguém acredita, ou não deveria acreditar.

Por último falo da Moral, o que é isto da Moralidade? Moral é o conjunto de regras adquiridas através da cultura, da educação, da tradição e do quotidiano, e que orientam o comportamento humano dentro de uma sociedade.

Foi fácil, desmanchar o Trotskismo com apenas três pontos fulcrais e explicando que eles “rompem” diariamente a Liberdade de todos aqueles que não são a favor do Trotskismo totalitário que executou milhões de pessoas. Não estando eu suficientemente contente por só falar de Liberdade, decidi também falar de outro aspecto que agora é muito falado, a falsa moralidade de alguém que como os Trotskistas tem cartazes na rua de anti despejos. É este o Karma de quem deseja o pior aos outros…

 

Boas Leituras,

Nelson Correia Galhofo

 

Chega de Marcelismo!!

Caros leitores, sei que tudo o que possa dizer em relação ao nosso Presidente da República será ignorado por todos vocês pelo simples facto de pensarem que o que vemos na “personagem” de Marcelo Rebelo de Sousa é digno de um Presidente.

Vamos começar pelo início, o que é um Presidente da República?

O Presidente da República representa a República Portuguesa, garante a independência nacional, a unidade do Estado e o regular funcionamento das instituições democráticas, e é o comandante supremo das Forças Armadas. O Presidente da República representa tanto o Estado português quanto a própria comunidade nacional, enquanto entidade histórica, política e cultural. Enquanto representante da República Portuguesa no domínio das relações internacionais, o Presidente da República nomeia e acredita os representantes diplomáticos de Portugal no estrangeiro, aceita as credenciais dos representantes diplomáticos estrangeiros, ratifica os tratados internacionais, declara a guerra e procede à feitura a paz.

Enquanto garante da unidade do Estado, o Presidente da República representa Portugal na sua totalidade perante os outros Estados, tem uma intervenção na dissolução dos órgãos das regiões autónomas, nomeia os respectivos representantes da República e garante a continuidade do Estado perante uma eventual dissolução da Assembleia da República e demissão do Governo. Na função de garante do regular funcionamento das instituições democráticas, o Presidente da República tem competência para solicitar a fiscalização da constitucionalidade das leis (tanto a título preventivo quanto sucessivo), dissolver a Assembleia da República, demitir o Governo (quando esteja em causa o regular funcionamento das instituições democráticas) ou exonerar o Primeiro‑Ministro, e para declarar o estado de sítio e o estado de emergência.

De uma forma clara percebemos que Marcelo é tudo menos um Presidente da República, ninguém é contra os beijinhos às peixeiras, os abraços para as fotografias ou as idas a Pedrogão para dizer que esteve nos incêndios, o que se percebe com tudo isto é que MRS é tudo menos aquilo que é necessário para um Governo de esquerdas encostadas.

É necessário um Presidente que não tenha medo de tomar decisões, que não se esconda por detrás dos problemas e que os deixe passar dia após dia, que seja assertivo e eficaz e sobretudo que não tenha zonas tão cinzentas como Marcelo tem.

Um pequeno exemplo, que não gosto de recordar, é o facto de após todos os falhanços de Pedrogão Grande, ser novamente possível, uma situação idêntica, em 2018: o incêndio em Monchique. Onde a suposta “vitória” assinalada pelo Governo foi não existirem perdas de vida.

E o Presidente da República? Nada faz. Sendo Marcelo o comandante supremo das Forças Armadas não tem uma palavra a dizer? Não pode Marcelo colocar o Exército e a Força Aérea nos extensos terrenos portugueses antes de ocorrerem os incêndios?

 

Nelson Correia Galhofo