Autor: Mauro Oliveira Pires

Catarina Martins é Patética!

Catarina Martins, Mariana Mortágua, Joana Mortágua, enfim, toda a agremiação bloquista do Partido urbano dos intelectuais do tabaco e afins, tem um certo sentido refinado de humor. Vejamos. Catarina, a líder do bloco, a pequena, em estatura e não só, diga-se, tem uma capacidade de colocar o seu tom de voz num nível mais ou menos irritante, até para um comum mortal evoluído e que está a nível sonoro habituado a ouvir as cagarras quando piam numa noite em que Cavaco Silva não esteja por lá. Catarina gritou, vociferou, abriu os seus olhos, tornando-os quase que em bico, mas não o suficiente para parecer uma criatura amorfa dos seus acampamentos, contra Pedro Passos Coelho e o seu governo por serem:” Contra a liberdade”; ” Fascistas!”; ” De Direita Neoliberal”; “Insensíveis”; “Desumano” etc.

Catarina disse isto e muito mais contra a “direita” e contra Passos, disse naquele tom de voz arrogante, cheio de razão, mas de vez em quando com falhas de voz que roçavam algo esganiçado. O último Partido que pode chamar algo a outro é o Bloco, é um facto, o Bloco só actua, in loco, em Bloco, quando teve que se juntar a António Costa em Outubro de 2015 para impedir que Passos destruísse a esquerda a prazo. O Bloco é o último que pode falar porque deixou o seu neocomunismo de lado, engoliu as cativações neoausteritárias conjunturais insustentáveis, que estão a esmagar a saúde e quem depende ainda dos Hospitais Públicos por não terem liberdade de escolha e rendimento para algo mais, transformando a vida dos portugueses em algo mais infernal do que já é, sabendo a sobrecarga de impostos que temos ainda de suportar.

O Bloco é ainda o último partido que pode acusar o próximo, porque este, o tal partido “de verdade”, o partido anti-corrupção, o partido impoluto das esquerdas alternativas é como todos os outros, também quer o tacho governativo, o emprego para o parente e o amigo mais próximo. Por isso, camaradas, Catarina e a agremiações adjacentes, por favor, não sejam hipócritas, resumindo, não sejam Costa! Chamar Marine Le Pen fascista, estão no seu pleno direito, aliás é verdade, mas se Le Pen é fascista o Bloco também o é, estão exactamente bem um para o outro, socialistas com socialistas, só que Marine tem atitudes de senhora, enquanto uns, aqueles que falam com a liberdade na boca e depois cospem na de seguida, impedem outros de falar.

É de lamentar que o festival que é o WebSummit, sim festival, porque de evento tecnológico já o deixou de ser, tenha entrado na conversa dos caviares portugueses. A esquerda tem poder, não só na comunicação social, mas em muitas pessoas que se dizem capitalistas e amantes da liberdade mas que, afinal, não são mais que subsidio-dependentes do dinheiro estatal para manterem um evento de Lisboa que o resto do País não liga, porque cria riqueza e tem salários a pagar. A Irlanda, País com tecnologia de ponta e altos quadros, não renovou com a WebSummit… Por alguma coisa foi.

Talvez um dia, quando António Costa absorver o que resta do Bloco, já que é especialista nesses festivais de feitiçaria política, a Catarina, a pequena, volte para o teatro tentando expressar de modo mais ou menos patético a criatura que é, Avante Catarina!

Mauro Oliveira Pires

 

 

Precisamos de Liberalismo rock “n” roll em Portugal

Portugal é um país tremendamente sui generis, tem um Partido Comunista agreste por fora, e, por dentro, afável nas negociações – o ex-ministro da Economia de Passos Coelho, Álvaro Santos Pereira, escreveu no seu livro que a CGTP, braço armado do PCP, nas negociações no tempo do resgate financeiro contribuía de bom agrado nas negociações laborais, e, quando abandonava a sala, alterava o seu discurso para agradar aos seus eleitores da luta eterna dos camaradas – portanto, um PCP com poder na estrutura do Estado, capaz de parar um país, e um povo (8%) que vota nisto! A Europa de leste sabe o que é o comunismo e não vota em ditadores disfarçados. Para além disso, temos um Bloco de Esquerda, do chamado “NeoComunismo”, onde tal partido é claramente a favor das liberdades individuais de cada um, e muito bem, mas depois banaliza-os com discursos histéricos, mal estruturados, de ódio, colocando as chamadas “minorias” e outros indivíduos de orientação sexual diferente numa situação ridícula.

Depois temos o partido do regime, que controla os pilares essenciais da nação: a comunicação política, social, a Maçonaria e as faculdades de pensamento económico, social do seu lado, marxizando o ensino e criando futuros robôts votantes de tal agremiação partidária, o PS. É o partido “impoluto” com toques de sagrado, pois arruinou a economia do país três vezes em 44 anos – com três pré-bancarrotas – permanecendo em modo vítima perante um povo que é claramente da área das humanidades e não das matemáticas. O partido da subtracção, do sumir, das contas de sumir, de sumir com as nossas vidas actuais e futuras hipotecando-as com contas de somar, somar em dívidas, impostos e menos liberdade económica de gerarmos recursos de modo livre em prol da prosperidade para Portugal.

Por fim, temos a “direita”, um conjunto de Partidos Sociais Democratas que pouco diferem do PS no modo de política económica, mas com uma política orçamental diferente, para melhor, mas ao mesmo tempo inconsistente. Uma direita que devia ter como pilares, ou como matriz fundamental, a propriedade privada, a liberdade do indivíduo e um Estado menor que nos consumisse menos recursos e que o pouco que fez foram paliativos, cujas mãos estavam igualmente armadilhadas no cerne da questão, a Constituição da República Portuguesa claramente socialista e apologista do sector público. A mesma que não deixou Pedro Passos Coelho seguir o seu caminho reformador na sua totalidade, mas, mesmo assim, deixando um património de credibilidade ao país que jamais outro em democracia deixou. Se não queremos o nosso País na corda bamba constante, ano após ano, com remendos ali e acolá, uns pós aqui e outros ali -não falo dos pós da Catarina – falo da maquilhagem, dos retoques orçamentais conjunturais que se fizeram e que se fazem actualmente.

Precisamos de redefinir o que queremos do Estado, porque com esta dimensão e imensidão não conseguimos financiar um monstro que é ineficaz por natureza, mas que por uma razão de pragmatismo tem que existir. Precisamos igualmente de um líder carismático, impoluto, de preferência que saiba o que é o calo do trabalho, que conheça o sector privado e as suas necessidades, que tenha meios – não é preciso ser rico – mas alguém que não surja no jogo político para arranjar os contactos necessários para chegar às empresas de maior dimensão, mas sim reformar o país de cima a baixo sem pedir autorização aos mesmos de sempre, à oligarquia vigente, às famílias do regime e ao partido da bancarrota, o PS.

Um líder político que seja liberal na economia, mas que ao mesmo tempo seja capaz de explicar o que é isto de liberalismo, um líder genuíno que seja capaz de levantar parte da abstenção e reerguer o orgulho de se amar a liberdade individual e económica. Um líder que não olhe para o liberalismo como uma ciência do passado, com filósofos à mistura, o povo não sabe, não quer e não tem a paciência para saber disso, as contas tem que se pagar ao final do mês, e as políticas socialistas do tira e volta a dar são jogadas caras de hoje e amanhã, o futuro constrói-se olhando para o coração das pessoas, não exaltando o pior delas, mas saber falar sem a cartilha de sempre.

O PSD de Rio não é solução, não por este ser uma má pessoa, é um homem competente no seu ofício, mas, aliado à falta de carisma, Rio nada difere de António Costa, zero! Cristas sabe a pouco, tem boas intenções e tem ao seu redor liberais interessantes, mas falta pimenta. Por isso, meus caros, em quem votar? Se Espanha deu oportunidade aos novos partidos, tendo como o Ciudadanos como exemplo, ou Macron em França – não gostando eu muito do senhor, mas adiante – parece-me que a Democracia21, a Iniciativa Liberal e o Partido Libertário são projectos a seguir de perto. Falar mal de políticos é fácil, difícil é agir, e a acção começa no voto.

Mauro Oliveira Pires

 

Os Portugueses estão Fartos de Políticos!

Os políticos, oligarcas, os media e o famoso:” Jet Set”, de Lisboa, vivem numa bolha incontrolável que se expande ao ritmo dos disparates que dizem no seu dia à dia sobre o País onde vivem mas, que cujo raio de alcance, começa no Terreiro do Paço e acaba ai mesmo. Portugal é muito mais do que a Avenida da Liberdade, é muito mais que os passeios matinais que fazemos da Margem Sul para Lisboa, onde maioria trabalha, é muito mais do que as polémicas, as intrigas e as fanfarras de determinadas pessoas que nasceram com “berço”, mas que hoje não tem dinheiro nem para comer nos cafés mais In de Lisboa, uma cidade, uma região maravilhosas cheia de famílias podres do regime e políticos que se conhecem desde a faculdade onde promovem hoje uma teia de promiscuidades de tamanho inimaginável, e que, só fizeram isso mesmo, política dura e pura, ou cargos que arranjaram com influências do “padrinho”, somos claramente governados por pessoas com um nível de arcaboiço a roçar o medíocre, sem visão e sem sentido de Estado.

A cada promessa de Marcelo, Costa, Cabrita e restantes políticos da capital, o povo tem sentimentos mistos, acredita no início, talvez pelo coração destroçado e ameaçado de morte, desdobrando sentimentos de raiva à medida que o tempo passa, porque simplesmente se apercebeu que os abraços, os beijos e as lágrimas no canto do olho são modas de ocasião, é conjuntural, não é estrutural, não cria raízes. O povo Português é isto mesmo, fabuloso! Tem os seus defeitos que o passado também ajudou a criar, como certo analfabetismo económico que não permite escolhas melhores a nível político e distinguir o trapaceiro do honesto, mas, por outro lado tem um espírito de abnegação como nenhum outro povo, lá no fundo está zangado, trancado em sentimentos malignos contra uma classe política que se faz de Deus, mas que nem para lavar os pés de Jesus Cristo serve, mas consegue fazer das tripas coração para continuar a sustentar a família emigrando, recomeçando tudo de novo, adaptando-se como ninguém, deixando Portugal à mercê do seu fado, o de sustentar os piores, os que não querem mudar: Os políticos que tem o Orçamento de Estado na mão.

Já ouvimos de tudo sobre fogos, eu, sou sincero, não percebo nada de fogos, gosto de números mas de outro tipo, portanto não sou o ideal para fazer de treinador de bancada que todos gostam ou gostaria que fosse, mas sei uma coisa fundamental, a prevenção nos incêndios é uma das chaves da resolução, não chega claro, mas a prevenção vai muito para além disso, começa na gestão de expectativas que certos políticos fazem das pessoas, começando já a actuar na pesca dos votos, eles reconfortam tudo e todos, anunciam a maior reforma da floresta desde D. Dinis e os resultados, o produto final, é sempre o mesmo, vidas devastadas, não pela morte desta vez é certo, mas o pão, o cordeiro, a ovelha, a galinha e a casa foram reduzidas a cinzas, toda uma vida, e esperar por apoios Estatais não é a melhor maneira de se melhorar emocionalmente.

Como diz António Costa, a inexistência de vítimas já é um sucesso. Eu digo outra coisa, a inexistência de uma comunicação social digna de seu nome é que me faz formigueiro, Passos Coelho já teria sido alvo de atentados monumentais de malcriadez de parte de Catarina Martins

Mauro Oliveira Pires

António Costa é uma Criatura muito Incompetente

Num País mais, vá, digamos:”normal”, António Costa e a sua trupe não passavam nem para inspectores de Limpezas, muito menos para caixas de supermercado, não que tais profissões não sejam dignas, é que a prossecução motora e psicológica de um caixa de supermercado exige qualidades que António Costa não tem como: Sustentar a pressão num longo período de tempo, António Costa não consegue, é um individuo- sim de homem não tem nada- que foge dos seus compromissos como o diabo da Cruz- até podemos considerar António Costa o diabo e a Cruz as nossas finanças- adiante, tal criatura do mal foge para destinos mais ou menos paradisíacos no meio do Mediterrâneo onde mostra, e com orgulho, suponho eu, pelos com o tamanho e espessura da sua estupidez, resumindo, grandes, bem grandes.

Não querendo falar de tal repugnância fisiológica, passemos para o essencial, o povo Português gosta, e sempre gostou, em geral claro, de seres que representem a sua face mais chico-esperta, aquele ser que pule a cerca do modo mais brutal possível e que estes querem fazer, mas não conseguem. Costa é esse tipo! Maquiavélico, implacável, sem espinha dorsal, maleável, não dá o peito ás balas perante nenhuma situação catastrófica quer no nível social-ambiental- como incêndios que no seu mandato atingiram o auge- ou até no nível financeiro, com políticas orçamentais e económicas de bruxaria com olho raso, ou seja, de curto prazo, olhando para possíveis reeleições ou para um mandato calmo como Presidente da República.

Não interessa o quanto o insultemos, o quanto falamos mal dele, porque António Costa tem colinho, tem herança, herança essa que tem nome, berço e Oligarquia por trás, Costa tem um Partido mafioso, criminoso e que sustenta seres completamente desprovidos de sensatez mental, ser chefe da Máfia inclui ser trapaceiro, nada que o Primeiro-Ministro do segundo lugar das eleições de 2015 não saiba executar. Ter este “peso” por trás é ter costas quentes e reconfortadas, ainda por cima, com uma ajuda adicional de uma Comunicação Social nada marxista e incompetente igualmente, todos românticos, todos provincianos, sem Mundo talvez, letras a mais, matemática a menos, também não sei, mas sei que António Costa precisa de um curso de boas maneiras.

Em 900 anos de história de um Portugal não houve um governante que fosse tão repugnante como António Costa, Sócrates era fino, tinha maneiras, algum tacto, um conjunto de sociopatias e poder a mais fizeram lhe mal, mas Costa ultrapassa os limites do moralmente aceitável, falar em 2018, repito, PLENO 2018, ele e Marcelo atenção! Que tinham aprendido com os erros dos incêndios de 2017 e estes repetem-se em 2018, começando em Monchique propagando-se para Portimão, afectando o território e todo o conjunto sócio-económico envolvente, é mais uma prova que as cativações mestras de Centeno, a incapacidade da Protecção Civil e de um Governo que está de férias desde que começou o seu mandato, não quer saber do País.

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FONTE: Sapo

Sim Costa, tiveste um ano(1 ano!), para aplicação de recomendações, ouvires, implementares. Se não é incompetência, como sempre, tudo como antes, nada que Portugal não esteja habituado.

Mauro Oliveira Pires

 

 

 

 

 

Não Comas a Sopa com o Garfo, Catarina!

Como diria uma personagem portuguesa bastante genuína e sui generis:” A complexidade da vida faz nos mudar”. Não vamos discutir quanto do calor da Arábia Saudita pode mudar Jorge Jesus, mas, uma coisa é certa, Catarina Martins, o Bloco e o PS não mudam, podem cair os estendais das casas de Alfama, pode a Sagres acabar no Bairro Alto e a Super Bock se extinguir no Norte, mas estas três personagens com ar de desenho animado, diga-se que o pensamento de tais criaturas não tem aplicação nem no Mundo da Patrulha Pata, são três carrascos que atrasam o nosso desenvolvimento económico e até, imagine-se, espiritual(A Catarina com aquelas maquilhagem assusta qualquer alma sem preparação física)!

Além disso, é de elementar importância que as três personagens já referidas, tenham um tratamento hospitalar de qualidade, passo a explicar, num passado recente o Bloco ou a agremiação de esquerda popular da maconha, coloca o seu tom estridente de voz rumo a uma sociedade socialista, fechada, com nacionalizações em massa, tudo do Estado a favor do Estado, em resumo, o Bloco quer alimentar o bebé grande com um biberon cheio de leite que cujo líquido esbranquiçado provém do nosso esforço diário. O Bloco tem um discurso focalizado e assente na inveja, no preconceito e elitismos urbanos com tons de arrogância de quem governa(ou é fantoche), um País.

Mas claro, o conceito esquerdista de qualquer Nação é sempre esse! Faz o que eu digo, não faças o que eu faço, Catarina fala mal do Alojamento local, Catarina é descoberta com um Alojamento local(e com bolor, que feio menina!). Robles é contra despejos, Robles despeja inquilinos(salvo erro comerciantes), do seu ex-prédio vendido pelo preço que se sabe. Engraçado que tanto Catarina como Robles tem atitude de croquete urbano, da série vamos limitar a tua liberdade individual de ganhares dinheiro, mas nós podemos ganhar, vamos limitar a tua liberdade individual de fazer o que queres e o que bem entenderes, mas são mais capitalistas que o Papa.

O Bloco é uma manta de retalhos, nasceu louco e acabará louco. António Costa aproveitou-se colocou a comunicação social a trabalhar, atacou o bloco e descredibilizou a sua camarada que sustenta o seu governo, nada que Catarina não engula pelo poder e pela sua manutenção aumentando o grau de tachos governativos, mas Costa conseguiu finalmente a sua vingança contra o Bloco, o eleitorado urbano do Partido da maconha pode-se virar para o PS de vês, afinal, se votamos em trapaceiros porque não votar em outros? Aliás, estes sempre são crónicos vencedores e detentores da verdade e hegemonia do poder do avental em Portugal.

Mais uma vez Catarina, a pequena, quando se dá um passo maior que a perna, ficas a comer sopa, é complexo, mas comes, com garfo, é complexo, a vida também o é, só que a complexidade da vida é para adultos, não para protótipos de mentirosos.

Mauro Oliveira Pires

Apagar Eça de Queiroz é dar aval ao Socialismo

O Ministério da Educação parece uma personagem dos desenhos animados muito famoso, o SpongeBob, claro que a personagem ficaria tremendamente ofendida com tal comparação macabra, mas caros leitores, pensem um bocado, a personagem de desenhos animados tinha no seu cérebro que, em determinado episódio se verificou e se viu o respectivo tamanho, pequeno, algo não diria minúsculo, mas comparável a um cérebro de José Sócrates que ganhava enquanto Primeiro-Ministro um salário líquido de 3900€ e tinha gastos que chegaram aos 20 milhões de euros em Paris, portanto um ser incrivelmente inteligente, um pós modernista com ideias bastante assentes de como se deve ser estúpido.

Regressando ao cérebro do Spongebob, a personagem tinha lá dentro(aquilo era um submundo dentro de um cérebro), como uma terra de algodão doce, chupa-chupas a dançar e outros doces a dançarem um tango, parecia um cérebro formatado por traumas sequenciais de uma infância cheia de bolos de chocolate e outras coisas incrivelmente doces, mas com um grau sofisticado de formatação. Coisa que o Ministério da Educação Português é, uma agremiação de criaturas que querem, estão e podem continuar a entupir os nossos alunos de marxismo, de socialismo e de doses de esquerdismo tentaculares.

Eça, no seu livro:” Os Maias”, afirmava no sua ironia habitual que o ensino português era um ensino ou educação( se generalizarmos), de cartilha, era o ensino do decorar não era o anglo saxónico de operacionalizar, praticar e do mérito, mas com doses excessivas e abusivas de chico-espertismo, do dar-se bem, do amiguinho que dá sempre uma ajudinha nos momentos mais difíceis. Eça descrevia o País que a sua obra é chapa 5 do nosso período actual no quadro económico, financeiro e social, é chapa do século XX inteiro e do seu período de tempo.

Se a obra de Eça é intemporal não se deve só a genialidade do escritor, à bravura e coragem de pensamento, que era diferente do da corte instalada, mas também porque o Portugal político, o Estado, não o Portugal do sector privado, mas sim o Estado, esse sim, pouco mudou, melhor! Nada mudou! Continuamos a bater recordes europeus de défices orçamentais por período mais longo, já lá vão 44 anos de défices orçamentais consecutivos, já lá vão 44 anos com tendência de crescimento abrupto da dívida pública portuguesa e já lá vão 44 anos que continuamos a emigrar devido à criancice da nossa classe política que nem em circos trabalhariam(com respeito aos circos).

Eça consegue um enorme feito, em 700 páginas, nem é tanto quanto isso, Eça descreve  Portugal inteiro, em costumes erráticos, vícios doentios, uma mentalidade-ou falta dela- precária e um povo apático, porque sente que não consegue fazer frente a um Estado cada vez mais “poderoso”, e com cada vez mais tendência concretizadora em se meter na vida de cada um de nós em taxas, impostos e outros impropérios que impedem que nós famílias usemos o nosso rendimento como queremos, quer as empresas de elaborar um plano de investimentos a longo prazo.

Nós não podemos ser o País dos deslumbrados à primeira vista, o País do padrinho, ou o País que não percebe que não existe dinheiro público, mas sim que o dinheiro é de cada individuo que trabalha e o Estado retira coercivamente a cada mês que passa dinheiro da sua conta bancária. Portugal precisa de liberdade, mas acima de tudo libertar-se do Estado e coloca-lo no seu canto, a INSIGNIFICÂNCIA! Nós somos capazes e sempre fomos de nos desenrascarmos sem a criatura tentacular, não é agora que não o conseguiríamos!

Dos poucos livros que fala dos nossos problemas com algum humor, e falar de socialismo com humor não é complicado mas causa urticária aos oligarcas, era dar aval a gente como António Costa que fez no passado e agora no presente actos criminosos a nível da gestão financeira do Estado, não esquecendo da falta de reformas económicas que deem corpo ao crescimento, e que continuam a enganar a carneirada em Portugal, sim carneirada, porque votar num partido que levou Portugal à maior desastre financeiro em 900 anos de história devia ser punido com uma votação residual a tender para zero.

Como se vê, Eça tinha razão, é de lamentar que ninguém continue a história de “Os Maias” mas numa versão mais coqueluche como- ” Os Pândegos”

Jerónimo pode Chumbar o Orçamento

Dizia-se, em tempos, que o Governo de António Costa e os seus gnomos da corte eram uma Geringonça governamental, Costa mudou o jogo, hoje é a Matrioska governamental. Catarina foi engolida, Jerónimo foi a seguir, depois Costa neutralizou Arménio Carlos através dos botões auxiliares que tem no controlo remoto, guardado precisamente naquele famoso e bolorento casaco verde, que o Primeiro-Ministro usa em situações em que normalmente foge para destinos mais paradisíacos.

O objectivo do jogo é ganhar, qualquer um, seja pela via do mérito, ou então, pela via da usurpação, canal que António Costa ao longo dos seus 25 anos na Política(nunca fez nada para além de receber o nosso dinheiro), sempre usou e com orgulho, finalizando com um sorriso ardente de cinismo.

O objectivo era ser Primeiro-Ministro, atingindo tal coisa Costa tinha que usar as suar armas, neutralizando o PCP e o Bloco e dando uma palha ou outra, dizem que a Catarina gosta de rebuçados de mentol, votar PS era a mesma coisa que votar no PCP ou no BE, isto na perspectiva do eleitorado destes dois últimos partidos. Costa sabe que se sugar o eleitorado urbano, “chique”, das construções sociais, por outras palavras, o eleitorado do BE, estruturalmente o PS que já é dono do regime, passa a sê-lo mas de modo vitalício.

Aqui chega a hora de Jerónimo. Se por um lado o PCP tem um eleitorado estanque, que não passa dos 6-8% mas que ao menos não faz uma má figura eleitoral, o Bloco tende para o PS, é volátil, infantil e claramente inconstante, Catarina Martins vende-se por um qualquer cargo- já avisou que os quer- governativo, enchendo o aparelho de Estado com os seus amigos dos acampamentos. Jerónimo chumbando o Orçamento dá a maioria absoluta ao PS, não fazendo parte de mais nenhuma geringonça, Jerónimo coloca o BE numa situação de gritaria, esquizofrenia colocando Catarina Martins, Mariana Mortágua e afins de olhos em bico e em modo de esganiçadas, atitudes diárias que não lhes custa fazer.

Jerónimo perde o poder de pressão legislativa que tem hoje, algum pelo menos, mas não perde muito mais, o PCP controla parte do aparelho de Estado, controla maioritariamente os sindicatos portugueses e pára o País quando quer e quando lhe apetece, basta o caro leitor andar no metro de Lisboa e afins, para se perceber que Portugal continua com um Partido inconstitucional que pratica actos de terrorismo económico. Já Catarina, perde o vestido de noiva, perde o anel de diamantes e o sapatinho. Em resumo, fica insignificante, como sempre foi aliás, mas agora pode ser oficial. Coloquem rolhas nos ouvidos, vão precisar.

Por mais que Catarina queira os cargos, o aparelho, o Estado, se o PS ganha com maioria absoluta é um adeus efectivo, porque Costa não fará um terceiro mandato, ser Presidente da República é outro objectivo da nossa Naja de serviço. E, mais uma vez, Jerónimo sabe disso, a degradação da economia portuguesa começa a acentuar-se, não há reformas novas e as que foram feitas não houve seguimento, Costa sabe que tem que reformar é pragmático, daí os namoriscos à esquerda e à direita.

No fundo, Costa é bígamo, mas de casaco verde e com calinadas dignas de um Show televisivo do Jorge Jesus, parece me outra coisa, mas não me apetece referir, talvez a Catarina quando estiver solteira e voltar ao charro nos saiba dizer o que é.

Mauro Oliveira Pires

Obama, Catarina Martins e os Cogumelos

Ontem à noite fui obrigado, de modo solene até, o sono já batia à porta, em ver desenhos animados com cães a voar, só faltava a vaca, mas salvo erro tinha um pinguim(Não é diferente do Marcelo..), adiante, tal bonecada fez me lembrar os novos acampamentos do Bloco de Esquerda que tinham já as novas inovações de ponta com os laboratórios de ideias do PS e, claro, com ideias mais ou menos assentes sobre determinadas posições sexuais para os novos géneros criados com as incubadoras de erva da Catarina.

Não me perguntem porquê, mas ver pinguins a voar também me fez recordar os discursos vagos de Obama e Catarina Martins, passo a explicar, imagine que o pinguim vendia à sua plateia de leões carne assada, estes votam no pinguim para Presidente da Câmara e consolida o seu poder sobre a fábrica de gelo mais produtiva. O pinguim tem ideias geringonçais na cabeça, uma espécie de plano secreto de conquista do Mundo livre, fabrica um antídoto qualquer com o gelo e altera o clima da cidade, região e País onde se insere.

Depois, vários Países convidam o Sr.Pinguim para falar de alterações climáticas, o pinguim viaja de Jacto, fica em Madrid, mas dá a conferência no Porto, tudo pelo ambiente, claro, temos que poupar combustível. Depois come sardinhas e bivalves que estavam embalados em plástico, um claro ambientalista à Bloco de Esquerda, se não fosse o pinguim o Sr. Obama.

O Pinguim lá recebeu o seu peso em ouro pelo sorriso mais ou menos cínico, tipo:” É sorrir e acenar rapazes, sorrir e acenar”, recebeu caviar do bom, com gordura abdominal do Sr.Costa, como elementos mais residual da composição claro, e lá regressou mais gordo para casa. Já o Sr.Obama recebeu notas verdes, bastantes, um homem licenciado em direito fala do clima, o Mundo avança e a Catarina não para de fumar cogumelos.

Por falar em cogumelos, é de estranhar que o Sr. do PAN, a sua parceira das construções socais mais à esquerda, resumindo, tais criaturas amorfas do reino do rectângulo, não foram convidados para nos dar mais uma lição de mudanças climáticas. Talvez fique para uma próxima, mas deixo sugestão! Catarina, André, Jerónimo( E Heloísa?), Costa e família do Carlos César, transformem a festa do Avante num mega acampamento, construam a máquina dos cogumelos mágicos, olhem para o céu e verifiquem o aquecimento global, ou esquentamento, escolham vocês!

Mauro Oliveira Pires

De salientar que é um artigo humorístico, o autor tem a sua posição sobre as alterações climáticas mas prefere guardar para si uma vez que não tem argumentos técnicos para construir um artigo de base. 

Passos Coelho é a Alternativa

Vasco Pulido Valente, em entrevista ao Expresso, aborda um tema tremendamente interessante que tenho já desenvolvido aqui e que pessoas mais perto do meu círculo de leitores e amigos mais atentos já conhecem: Passos é o futuro do PSD. É um tema que não largo pela importância em questão da pessoa, Pedro Passos Coelho é tratado pela esquerda caviar e muita gente da “direita”, como se fosse mais um, ou aquele palito que se perdeu na palha que a cor é tão próxima que ninguém consegue mergulhar em tamanha carneirada de palha.

Mas, lá está! Passos não é igual à “manada”, foi tão diferente, irreverente e com um pensamento estruturado para o futuro do País que ninguém lhe perdoa tal indelicadeza de não fazer parte da família Oligarca Socialista vigente. Ser diferente em Portugal paga-se com isso, inveja, jogadas de bastidores, traição e falsos sorrisos. A facada final a Passos foi a mistura disso tudo e tão concentrada que o veneno se virou contra o feiticeiro.

O veneno, esse, as tais facadas, viraram se contra Rio, se o PSD de Passos estava “amorfo”, “acabado” e o de Rio iria trazer os tais ventos de esperança, saiu talvez dos maiores flops de sempre desde Santana e Marcelo.

Rio não tem carisma, não faz oposição a Costa que é mais fácil do que se imagina, pois, para além de tamanhas calinadas gramaticais do Primeiro Ministro, digno de um ser mais recôndito e estranho lugar do planeta, Rio tinha ainda dados orçamentais que este Governo inverteu toda a sua estratégia desde o inicio da sua governação, Centeno cativou em vez de gastar, Centeno elaborou a mais restrita mão de ferro desde Salazar nas Finanças em 1928, Centeno controla todos os outros ministros e Centeno faz o que precisamente Vitor Gaspar fazia em anos de Troika, mas que Costa rejeitou absolutamente nas eleições de 2015 e com o apoio público que deu ao Syriza.

Tudo isto porque a direita em comunicação, em arranjos conjuntos e Marketing vale, como se diz na Amadora, BOLA! Por oposição a este PSD, ou PS II, como queiram chamar, o PSD de Passos Coelho tinha capital político quer se gostasse ou não, tinha o símbolo da resistência e garantia de independência face aos interesses, tinha o capital da credibilidade de ter salvo o País da pior crise financeira de sempre e que muitos hoje falam pouco, mal e como se tivesse sido fácil gerir com pinças um País de aventais e parasitas no poder.

Por isso, não são Sebastianismos, não é falar mal por falar, não é fazer de Maya e elaborar previsões da volta de Passos, é simplesmente constatar o óbvio, a “direita” é socialista, a “direita” não é a alternativa, porque não tem discurso, é politicamente correcta, é enfadonha e pobre de espírito. Pobres ainda mais são os seus eleitores por não terem em quem votar.

Passos agregava os votos dos Liberais, alguns do centro, do CDS e até dos votantes do PS do Norte, tudo porque:” Ele até me retirou o subsidio de natal, mas levou o barco para onde quis, ou seja para bom porto“. Todos subestimaram o efeito da sua saída, até gozaram, hoje é o que se vê, um PSD a caminho de Alcácer Quibir(Obrigado Vasco!).

A estratégia de Costa é tornar-se absoluto no poder no plano interno da governação. Depois da passagem a Primeiro-Ministro, Costa quer enfrentar Marcelo ou substituir-lhe. Este é o medo de Marcelo. Este devia ser o medo de todos nós, perpetuar o poder a um homem perigoso, de mentalidade ainda mais perigosa que só pensa no seu ENORME ego. É pena que o PSD deitou fora o único que o derrotou, sim derrotou, Passos derrotou António Costa por mais geometrias e matemáticas que façam.

Para terminar. Se reparem meus caros, Catarina Martins tinha ataques de gritos semanais, diários ou até à noite com Passos, a Jerónimo até lhe cresciam mais rugas com tanta mão e punho ao ar contra Passos. Já com Rio, esse para eles é uma Jarra e não falam dele, e quando falam são uns minutos. Um líder quando incomoda é porque tem valor e,  como veem, Passos tinha-o.

E não, Passos não é passado, Passos é o futuro, é liberal, acredita na liberdade individual, e também é pragmático, porque sabe que num País com mais de 40 anos de socialismo a cassete não se muda assim, Portugal é um caso à parte da Europa como sempre foi, e não é agora que deixaria de ser tanto para o lado positivo como para o negativo. Não vamos encontrar outro assim,  a não ser que conheçam alguém anti-sistémico e liberal ao mesmo tempo com dotes carismáticos pelo meio. Apontem me se faz favor, é que não encontro.

Mauro Oliveira Pires

 

Galo de Marcelos

Marcelo faz me lembrar aqueles Pombos cheios de carraças que precisam de atenção, não por festinhas no bico, mas por qualquer tipo de migalha ambulante que lhe apareça à frente. Se o Pombo tem fome, Marcelo tem necessidade extrema de mostrar o seu egocentrismo exacerbado perante as Câmaras, com tons de pavão e de pinguim fofos mas, como sempre, a imprensa Norte Americana pouco ligou, nada a apontar portanto.

O outro grau de provincianismo de Marcelo reside na sua incapacidade de dar beijos técnicos bem feitos, veja-se este exemplo, quando Marcelo visitou a Rainha de Inglaterra Isabel II e lhe deu beijinhos(fora do protocolo) e ainda lhe chamou velha(!), ao vivo dizendo que se recorda muito bem dela a quando da sua visita a Portugal nos tempos do Sr Salazar. Além de uma indelicadeza antropomórfica com a senhora, o ar gélido e distante de sorriso amarelo da Rainha disseram tudo, tal como a reacção de Trump ao Pavão de Belém.

Trump mostrou-se completamente indiferente(What Else?!), com os bocejares da picareta falante. Sabem quando estamos a falar com uma pessoa, ela está a ser super chata, temos que ser simpáticos e dizer:” Isso mesmo, Ok!” e abanar a cabeça cordialmente? As atitudes de Marcelo cansam meio Mundo, mas ninguém lhe diz, quando Marcelo cai do pedestal lá vem a gastroenterite não lhe digam nada.

E claro, uma pessoa rodada como Marcelo, que é um Mestre na arte da comunicação e do maquiavelismo quando está de cabeça fria, devia saber que estar perante as câmaras com o Presidente Norte Americano é um excelente palco de oportunidades para deixar mensagens políticas sublimes e práticas, aquelas jogadas de sorrisos amarelos e mini facadas que os políticos fazem, Marcelo nem isso fez.

Um dos temas a abordar e que está na ordem do dia, era o tema dos refugiados de guerra e dos imigrantes económicos dos Países do Norte de África que querem a Europa para o que sabemos(falo dos imigrantes económicos), Marcelo preferiu falar de Ronaldo, do Vinho da Madeira e de patetices agudas. O povo aplaude, talvez por ser tão provinciano e com a mesma mentalidade pequena do Sr. Presidente, é a verdade e o povo sabe disso.

Além disso, não consigo olhar para Marcelo, amigo dos amigos de sempre das clientelas do regime  e das oligarquias como Ricardo Salgado, de um País socialista e invejoso, como exemplo, prefiro olhar para alguém que gera emprego, produz valor acrescentado e sabe o que é passar dificuldades(Trump já ficou falido) e soube-se reerguer perante as adversidades. Mas o povo aplaude o Pavão, porque diz que o País é bom e até fica todo altivo com tais declarações, mas um País que sabe que é “bom” e tem auto-confiança em si próprio não anda aos sete ventos a dizer que é, simplesmente sabe que é, cala-se e trabalha para ser mais.

Mais uma vez, os emigrantes Portugueses foram humilhados. Os Portugueses em Portugal não se importam, 3 bancarrotas em 44 anos e ninguém se chateia, tem o que merecem.

Mauro Oliveira Pires