Decorem este número: 726 mil milhões de euros

Desde Novembro de 2015 que em Portugal não se discute reformas, aliás, para o Supra-sumo do reino Costa estas fazem-lhe: ” Alergia”. O problema é que a alergia de Costa nos está a custar caro no presente e no futuro custar-nos-à muito mais caro. Não podemos lidar com assuntos económicos com “paninhos quentes”, a função de um governo, por mais que não se goste da sua existência, ainda é de ajudar na correcção dos desequilíbrios económicos, ou macroeconómicos, como dizem os fofinhos da praça.

Portugal sempre teve um problema na produção de bens neste caso no seu valor acrescentado. O fraco incremento tecnológico, a utilização de máquinas insuficiente e o insuficiente capital humano continuam a estrangular o potencial da economia portuguesa. O Estado português tem culpas tremendas no cartório, é só somar impostos e taxinhas que uma empresa tem que pagar, além de IRC`S, derramas municipais, aos impostos no gasóleo e gasolina(dos mais elevados da Europa), bem como dos preços da energia mais elevados da Europa igualmente. Com tantos custos de contexto, como os políticos portugueses continuam a dizer que temos de ser mais competitivos mas todos os anos continuam a aumentar esses mesmos custos? E ainda por cima com um sorriso cínico da cara.

Com um crescimento mais forte neste momento, não se perspectiva a sua continuação com todos os problemas estruturais que temos e o governo não faz nada para o aumentar, simplesmente navega e distribui, uma prática de Estadista diga-se… Só que a manta de retalhos já não chega e os pés já estão a descoberto. Desde de 2012 que Portugal tem uma balança corrente e de capital, ou seja, um registo que contabiliza as nossas relações económicos com o resto do mundo, o que entra e o que sai em divisas, é positivo. Este nosso excedente externo é fruto do trabalho heróico da iniciativa privada portuguesa e das antigas reformas governamentais, que apesar de insuficientes, continuam a mostrar resultados. Já vamos no 5 º ano de excedente externo. Isto é importante pois permite reduzir a nossa dívida externa que vá vai, como disse em título, em 726 mil milhões de euros coisa pouca só 385,9 % do PIB.

O problema é que em termos absolutos, a nossa dívida externa(pública+privada), está em máximos e a contrariar o movimento descendente de 2015. No final do primeiro semestre de 2017, o endividamento externo situou-se em 726,0 mil milhões de euros, dos quais 317,7 mil milhões referentes ao setor público e 408,3 mil milhões ao setor privado. Face ao final de 2016,  o endividamento externo aumentou 10,9 mil milhões de euros, dos quais 9,9 mil milhões de euros respeitavam ao setor público e 1,0 mil milhões de euros ao setor privado. Não está tudo bem meus senhores, estamos a voltar a crescer com base em dívida, o que nos levou à explosão financeira de 2011. Se queremos uma explosão de maior tamanho é só continuar com o mesmo caminho só não nos façam é de parvos.

A somar a isto, voltamos ao défice externo neste 1º semestre de 2017 com a nossa balança comercial de bens a tornar-se cada vez mais deficitária e nem o cada vez maior excedente da balança de serviços(turismo), a compensar as perdas. Nos primeiros seis meses do ano, as balanças corrente e de capital apresentaram um défice de 685
milhões de euros, o que compara com um défice  356 milhões de euros observado no primeiro semestre de 2016.  Já a balança comercial total(bens+ serviços), até Junho, a balança de bens e serviços registou um excedente de 713 milhões de euros, menos 412 milhões de euros do que no período homólogo.

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Fonte: Banco de Portugal

Como se pode ver no gráfico 1, o cenário vai mudar(o verão ajuda sempre) e vamos acabar o anos com excedente externo, mas a situação está se a deteriorar e sem políticas que promovam uma redução dos custos de contextos e que promovam aumentos de competitividade não podemos sair da serpa torta. A culpa não é só do governo que não mexe nem deixa mexer, é de um povo inerte que só quer fazer a sua vidinha e não grita mais alto contra a oligarquia que destrói o País.

Mauro Pires

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Procura-se assistente para António Costa

Já estamos habituados ao teatro de vanguarda socialista, ora são camaleões altamente profissionais ,onde conseguem transformar um simples calhau, em algum diamante em bruto, ora são óptimos nadadores, saltando epicamente de algum navio em apuros. Quanto estão nesse barco, são ratos Costianos, roem tudo até ao tutano, o barco afunda e ainda tem a lata de dizer que foi o vizinho e não é nada com eles, são Santos… Santos Pirómanos.

Outra “qualidade” desta espécie, é conseguirem mentir com todos os dentes que tem na  boca e ainda assim ter um sorriso cínico Kafkiano y entoces dije: no pasa nada Hombre! Depois o povo do burgo, como só quer saber do futebol e das novelas, o seu radar não apanha nada, bola, simplesmente nicles! Pode Pedro Nuno Santos, Ministro do Governo Tricolor, dizer que: O PS não vai precisar(no futuro), do PSD para nada e a agora Costa dizer que o País precisa de pactos de regime com o PSD e ninguém aponta incongruências de discurso, de rumo nem o cinismo e aldrabice chico-espertal que isto representa. Em entrevista ao EXPRESSO, Costa diz que o País precisa  do PSD para o “novo ciclo” e para os fundos europeus(diga-se tachos).

O Costa não disse que não precisa do PSD? Agora quer pactos? Não aconselho a Passos pactos com o diabo, porque ele afinal já cá estava. Se Miguel Sousa Tavares, Paulos Baldais, Manuelas Ferreiras Leites entre outras charretes podres não apontam incongruências de discurso a Costa, alguém tem que apontar. Afinal, com que lata o diabo fala sem tomar os comprimidos? Acho que Costa precisa de acompanhamento, é melhor abrir vaga de enfermeira.

Mauro Pires

A Europa tem culpa nos atentados

Foto: (Foto: AP Photo/Oriol Duran)

É muito fácil fazer-se de treinador de bancada e dizer o que corre mal e o que pode melhorar, mas temos todos o direito à opinião por mais disparatada que pareça. Enquanto já centenas de pessoas morrem na Europa devido a atentados terroristas Islâmicos, todos os governos dizem que é necessário uma estratégia conjunta…whiskas saquetas, que é preciso rezar por… whiskas saquetas e que não podemos ceder ao medo… WHISKAS SAQUETAS. O discurso é circular, amorfo e vai dar sempre ao mesmo sítio: A LADO NENHUM! Os políticos europeus sofrem um síndrome dos políticos portugueses: falam, desfalam e criam problemas tudo porque a língua é mais forte que alguma parte do cérebro que não lhes deixa actuar.

Neste momento precisamos de Estadistas, soluções e alguém que não tenha medo de tomar decisões difíceis chega de Pray for  e de patetices politicamente correctas! Temos crianças a morrer e famílias destruídas, tudo porque não se actua devidamente contra fundamentalistas ideológicos que tem severos problemas mentais. É bom ser multicultural, mas não podemos exigir multiculturalismo forçado, este só trás divisões e integrações falsas na sociedade. Quem quiser adoptar o estilo de vida Europeu, esse todos querem, mas essencialmente respeitar os nossos valores e modo de estar em sociedade muito bem, mas se um franja da religião Islâmica quiser impor os seus valores que roçam o fascismo podem voltar para onde vieram, a Europa não pode ter medo de defender a sua cultura judaico-cristã.

O Islão é uma religião que está numa fase em que o Catolicismo estava há 400 ou 500 anos, quem discorda vai para a fogueira, mas o catolicismo evoluiu e o Islão parece estar estagnado no tempo. As mulheres na Arábia Saudita não podem conduzir, tem que usar obrigatoriamente as vestes tradicionais, muitas vezes são vitimas de violência, isto é a liberdade Islâmica? Os valores tão proclamados pelo Sheik Munir de Lisboa que ainda por cima bateu na mulher? É uma religião a reformar, nem todos são iguais era o que faltava! Mas tal como a etnia cigana, em que os problemas estão no seio da sua cultura de clã, de afastamento da sociedade e de promover as baixas qualificações(não confundir as duas coisas, Islão é uma coisa etnia cigana é outra, comparamos os problemas que vem em comum mas sim na sua cultura), o Islão é neste momento uma religião fascista.

Se a Europa quer sobreviver, tem que pensar em primeiro nos seus para isso tem que de facto acolher refugiados mas formar campos de refugiados, como já existem, mas especificamente para os mesmos, são refugiados de guerra porque se vem para imigrantes económicos podem muito bem esquecer, porque se não arranjam trabalho exigem subsídios e já sabemos o que depois acontece… Manifestações. A Europa tem que se deixar de ladainhas e formar um verdadeiro exército europeu capaz de proteger as fronteiras e as zonas marítimas, o custo é alto mas o proveito será melhor, se queremos ser livre vamos colocar as mãos na massa, mas com esta classe política…

No atentado em Barcelona foi preciso uma mulher abater os terroristas em questão, se fosse em Portugal a polícia em questão estaria a ser interrogada e enxovalhada pela classe política, tudo porque não foi tolerante. Enfim.

Observação final: O Costa que lamenta morte de uma portuguesa em Barcelona é o mesmo que agora não quer permitir expulsão de criminosos estrangeiros.

Mauro Pires

João Quadros, a moldura de uma comunicação social decadente

A comunicação social portuguesa é bastante inovadora, diga-se. Adora certas originalidades como fazer um debate entre dois oponentes de áreas políticas diferentes, muito bem, mas interrompe sempre os argumentos de uma certa área política, a direita. Sempre que se fala alguma coisa incómoda neste reino a cair aos bocadinhos, é para calar, silenciar, inventar factos e explodir em mentiras. Se temos um João Galamba em debate contra um Adolfo Mesquita Nunes, quem estará em vantagem? O Galamba! Porquê? Porque tem o colinho de sempre e a protecção das teias da comunicação social. Quem devia, em principio, estar em vantagem, era quem apresenta-se melhores argumentos e tivesse um cérebro em questão, não conste que o Galamba tenha Cérebro portanto, portanto o caro Adolfo estaria em vantagem para um debate contra o senhor Galamba e isso de facto acontece, quando alguém idóneo de qualquer área política desmonta o discurso da esquerda radical(PS+PCP+BE), os moderadores vão logo em socorro, de quem? Da esquerda caviar.

De Caviar podemos extrair daqui muita coisa, mas em termos políticos talvez piromania, parvoíce, malcriadez, javardice e incapacidade de contra-resposta ao ver que ficou sem pé. Esta descrição assenta muito bem numa criatura tacanha e que a comunicação social não diz nada nem muito menos expulsa, chama-se João Quadros. Este “senhor”, dispara em todas as direcções, é um atentado aos ouvidos das crianças e de quem tem mioleira, acusa os outros de racismo e xenofobia mas é o primeiro a praticar tais actos. Um exemplo muito recente mas que se podia enquadrar para qualquer outra coisa, foi João Quadros a praticar um acto completamente porco e vil, a criatura fez uma referência à mulher de Pedro Passos Coelho que nem o pior da ala do Júlio de Matos faria, passo a citar:” Eu a pensar que só havia uma cabeça rapada em casa do Passos”. Acho que todos os doentes com cancro e que já passaram por uma das piores doenças do mundo merecem um pedido de desculpas.

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Se a comunicação social não diz, não fala e nem lhe demite dos seus cargos de comentador, então quer dizer que acha bem os comentários a gozar literalmente com pessoas com doenças dolorosas e diabólicas. Ambos estão podres, os media e a criatura que se chama Quadros, que precisa de uma moldura com espelho para ver o monstro que é.

P.S: Temos que ter o máximo respeito por todos os doentes com cancro e o nível de exigência mental que isso comporta especialmente para quem o porta e cuida desse mesmo doente. Este artigo é para criticar um individuo  racista, xenófobo e sem valores que a comunicação social dita, progressista, tem nos seus quadros. Laura Ferreira e Pedro Passos Coelho devem estar longe de holofotes. As minhas desculpas se tal aconteceu com este artigo.

Mauro Pires

Cuidado com o excesso de optimismo

A função de qualquer analista é tentar explicar ás pessoas a realidade nua e crua, pelos menos os analistas decentes desse nome. Os políticos portugueses costumam vender banha de cobra, mas a qualidade deixa muito a desejar, aproveitam-se de um povo com baixas qualificações e farto, e bem, da classe política vigente não votando na manada bovinal que temos, depois sobram os militantes, os simpatizantes e a classe que está sempre a ser corrompida com futuros aumentos salariais, funcionários públicos, criando uma classe diferente das outras mas que cujo aumento de regalias futuras hipoteca-nos o futuro, da esquerda à direita todos a engordam, afinal, é da li que temos o voto “seguro”.

No meio de tanto mapa cor de rosa e fofura hippie em demasia, temos que olhar friamente para os números. O INE publicou na segunda feira os dados, ainda provisórios, do crescimento económico do 2º Trimestre de 2017. São dados que podem ser analisados de vários prismas, primeiro, que é um resultado sustentado pelas reformas de Passos Coelho, não temos que ter medo ou vergonha de dizer isto, é simplesmente a verdade, este Governo a única reforma que fez foram “devoluções”, afectos e incoerências de geometria variável. O crescimento de 2,8% podia ser muito maior, porquê? Se Passos tivesse aprofundado as reformas feitas no seu mandato, eram precisas muitas mais, e depois temos Costa que anda ao sabor do vento, não muda nada de estrutural e o bom crescimento que agora temos vai se esfumar ao longo do ano essencialmente porque:

  1. O crescimento do 1º Semestre de 2016 foi fraco, logo comparando matematicamente temos sempre um número mais favorável neste 1º semestre de 2017.
  2.  Houve uma aceleração do crescimento económico no 2º semestre de 2016 pois os empresários verificaram que o governo colocou a viola no saco e Centeno tinham continuado o corte de gastos públicos, vulgo austeridade, sim, Costa fez austeridade(era algo diabólico não é Costa?), e logo neste 2º Semestre de 2017 vamos ter um desaceleração a fundo do crescimento.

Com isto, podemos chegar a uma conclusão, que para diminuirmos a nossa dívida pública de 131% do PIB para níveis “aceitáveis”, temos que ter superávits orçamentais, não vai acontecer, e temos que ter um crescimento nominal( Crescimento do PIB real + Inflação), de pelo menos 4%. Isso pode acontecer este ano, mas nos anos seguintes não se perspectiva tal coisa, pois vamos voltar aos nossos crescimentos anémicos de 1,5 a 1,3% ao ano, porque quem não quer mudar nada de estrutural na economia portuguesa e anda a sabor do vento não augura nada de bom.

Se nem com ventos do BCE favoráveis, preço do petróleo baixíssimo e um enquadramento internacional bom não se faz reformas e se controla o orçamento, as várias bolhas internacionais seja no crédito, mercado monetário, obrigacionista(dívida) e de acções quando derem o estoiro não vamos aguentar o impacto, tudo por foguetório e uma mentalidade que nenhum governo deve ter: Curto prazo.

Este crescimento não é sustentável, nem existe um conjunto de medidas preparadas para que tal aconteça, não se reformou o Estado, culpa para Passos e Costa, não houve uma reforma na despesa pública por completo, continuamos com regulações e burocracias pornográficas, impostos a estrangular os empresários e a população. Em resumo, 2 anos de governação que exprimidos só saíram afectos, depois não se queixem. Não é ser masoquista ou desejar mal a alguém, aliás, preocupar-nos com o futuro do País e tentar que ele cresça mais mas com pés de ferro não de barro é que chegamos lá, meus caros já vamos na 3ª bancarrota, queremos o TETRA?

Mauro Pires

Costa, estás feito um ditador

O Dr.Costa, ou coisa parecida, é um verdadeiro fala barato. Diz, diz, continua a dizer e de conteúdo BOLA, pelo menos até aqui nada de transcendente e de anormal uma pessoa em si sem conteúdo não pode transmitir conteúdo nenhum, seria a lógica da batata se assim o fosse. Depois o Primeiro Ministro, custa dizer isto, usurpador, pode dizer qualquer tipo de disparate balofo mas ninguém liga, comenta, fala, esperneia ou encontra contradições. Com o Dr.Costa é tudo nas calmas, é Rei da bazófia e da comunicação social, logo pode estar descansado porque, no final de tudo, a culpa é “du Passus”, como diriam os estrábicos maçons do PS.

Se a comunicação social é um pilar, imaginem o que é terem uma estação televisiva, por inteiro, orquestrada por interesses e pela ideologia reaccionária fascista socialista. A TVI é uma estação respeitável, não se pode dizer isso é a muita gente que lá trabalha, começando em certos pivôts, “comentadores”, estes sim tem a cartilha” e até determinados directores amicíssimos de José Sócrates. Ora, propaganda barata, mesmo sem custos, o que é que se queria mais? Manda-se todas as culpas para a “direita”, para o “Passus” e está feita a debandada da manada socialista.

Só que eles deixaram rasto, pegadas, trio e cheiro. E o cheiro da aldrabice do Dr.Costa é inconfundível, aquele cheiro a vulcão prestes a explodir mas não o faz porque perderia a sua compostura cínica e com sorriso parvalhal. As culpas dos incêndios primeiro eram da trovoada seca, depois era do “Passus” e da direita neoliberal, depois foi do “coiso” e agora que a TVI vai deixar de ser órgão oficial do PS  Costa mostrou-se, revelou-se e aparvalhou-se deves. O peluche mais fofo de Portugal, com aquele sorriso esfíngico, transformara-se num Pirómano de disparos, não acertava em ninguém e agora quer acertar na Altice. Sei que ser um Khadafi é o que o Dr. Costa, quer, mas tem que ter mais requinte, mais fatos Armani, mais amigos com milhões para lhe emprestarem, assim não é Khadafi Socratiano,  é António Costa, criatura mais cínica e perigosa que este último, seu chefe de sempre, o Zé das medalhas, dos engenheiros domingais Sócrates.

Se Costa quer continuar a mentir sobre a incompetência do SIRESP, novamente adjudicado por si enquanto Ministro da Administração Interna, gastando perto de 400 milhões de euros, culpando os outros para desviar atenções e por um completa azia de comportamentos fecais devido à perda de poder num órgão de comunicação social… Costa, estás feito um ditador.

Mauro Pires

A Horta de Basílio

Cada político português tem a sua horta, agora é mais individual, ou melhor, nem é sua, apropria-se da horta verde do Zé, vamos fingir que não é dinheiro, e depois faz a festa típico do político caviar português, mais caviar de Camaleão, porque o Camarada Basílio conhece a prática camaleónica como ninguém, agora já não é partidária, o Basílio Horta tem o verde da Horta, mas entenda-se o verde por somos interessantes de €€€€.

Já estamos habituados ao desastre que é a política portuguesa, dos “lapsos”, dos “esquecimentos”, das culpas que são dos outros, a nova versão portuguesa que o Costa tanto gosta:” A culpah é du Passus”, ninguém quer assumir responsabilidades, porque além de não serem responsáveis não fizeram mais nada na vida além das jotas e da formatação típica partidária. Se, como falei, não querem saber do Isaltino, as praias é o que interessa, ninguém quer saber do Camarada Basílio, porque, além de ser uma criatura desinteressante, os tremoços falam mais alto. Não interessa se o Camarada Basílio teve um “lapso”, nas suas declarações de rendimentos entregues ao Tribunal Constitucional, se afinal não eram 5,6 mil euros mas era 5,6 milhões de euros só 100 vezes mais.

Não, o Camarada Basílio não fez por mal, foi tudo obra do vigário, esse já está morto, mas Basílio não, e ainda vai a tempo de desistir da sua candidatura a Sintra, talvez os cofres da Cidade não estejam assim tão seguros, bem, com nenhum socialista nenhum cofre está protegido, mas o Basílio é mais fofo, o fato de Camaleão fica lhe bem. Às armas Basílio!

Mauro Pires

Um regime a cair de podre

O País da bola de berlim, da Cerveja, dos tremoços, do deixa andar e de todos os “inhos” desta vida, já não tem muitas pontas por onde se lhe pegue. Muitas vezes amamos o nosso País, quase sempre, mas existem vezes em que sentimos certa vergonha do burgo à beira mar plantado. Num País dito “normal”, um candidato autárquico com o registo de Isaltino Morais não tinha sequer o direito de se candidatar a um cargo público, só num País de República das bananas é que o Zé tolera isto, o Isaltino? Epah é fixe, é fofo, roubou o seu e deixa andar, desde que haja jogos de futebol e discussões futebolísticas manhosas isto não interessa.

Caros leitores, vamos fingir que Portugal não é África, mas é impossível, um Homem que lesou os contribuintes portugueses, porque ” a obra” que fez em Oeiras caiu no colo aqui do Zé para pagar, devia estar na sua casinha bem quieto a pensar nos seus actos de chico-espertice e ter alguma vergonha na cara. Os camaradas Isaltinos de Portugal não se referem só ao Camarada Isaltino Morais, é muito mais vasto, largo e de tamanho intrinsecamente balofo o número de Isaltinos que este País tem. Isaltinos bem exaltados, mas nada que uma limpeza não resolva.

Eça de Queiroz falava nos Maias no ambiente de podridão que este País tinha, esse ambiente tornava-nos incompetentes e com uma inacção irritante digno dos maiores lerdas Mundiais, tinha toda a razão o nosso Eça. O povo foi educado para receber migalhas de pão e sorrir, não para o fazer, vender e depois comê-lo como recompensa. O sistema socialista português ensina que, para comeres pão, tens que pedir emprestado aos Neoliberais da Merkel e da Europa e fazer aqui a festa. Ao Pão, refiro-me aos BMW`s, aos Mercedes, ás férias a crédito e a todo o conjunto provinciano de coisas bacocas que o povo português insiste em fazer. Enquanto que não vivermos dentro das nossas possibilidades, aparecerão mais Isaltinos ávidos obras para enganar o Zé, persuadir o Zé e recolher votos do Zé, a conta.. Essa o Zé paga. Porquê? Porque é estúpido.

Mauro Pires

As 100,000 razões para se ser politicamente incorrecto

Iniciei este projecto do PortugalGate sozinho. Como quase maioria das minhas ideias ,aparecem de rompante, aproveitei a deixa para criar algo diferente do panorama da Blogosfera nacional. A pessoa pensa efectivamente: O que posso dar de diferente? Como posso ser diferente? O que falta a um País que lhe batem na cabeça com um machado de impostos e taxinhas e ninguém se revolta? Decidi fazer dos blogs, senão o blog, mais politicamente incorrecto de Portugal. Chamar os chinos pelos nomes, desmascarar a falcatrua das jogadas de bastidores, analisar como a realidade o exige e o demonstra.

Cada blog tem a sua matriz de pensamento, eu tenho a minha e não abdico dela sou Liberal e acredito piamente na liberdade de iniciativa privada e na força de cada um, individualmente, contribuir para a resolução dos problemas da sociedade. Felizmente que, ao longo dos meses, já lá vão 5, consegui arranjar excelentes pessoas para este projecto e agradeço a cada um o seu esforço e a sua contribuição. Um abraço especial para a minha amiga Cristina Miranda, autora da carta mais polémica e verdadeira dos últimos anos neste País, contra o Imposto Mortágua, que tanto como autora e como amiga  nos tem feito de crescer de forma assombrosa. Portugal precisa de mais iniciativa, contra todos os governos socialistas de esquerda e de direita. Se exigimos direitos, temos que os pagar e pagar exige reforma estruturais na nossa economia, é o preço por anos a fio de irresponsabilidades e dos grandes grupos económicos, com pés de barro, que viviam e vivem de rendas garantidas e certas.

No PortugalGate, que espero que continue a informar com qualidade, já são 100,000 visualizações em 5 meses.

Sem Título
São hoje mais de 100,000 visualizações.

Se Portugal é hoje,um crime, pode ser absolvido, tem é que fazer fascina e começa na Assembleia da República. Começa com mais literacia e distinguir os pirómanos de votos dos responsáveis, porque a vida não é só pão e circo, coisa que este País já não sai desde há 400 anos.

Mauro Pires

Costa e Sócrates estão mais que ligados

O actual Primeiro-Ministro, cínico na forma de o ser, mas usurpador na hora de o atingir, sempre teve certos tiques Khadafianos desde tenra idade. Era então o par perfeito para o animal feroz, o imperador(ex.), o todo maquiavélico e todo democrático José Sócrates. Estas duas criaturas coabitaram durante vários governos, sempre Costa como braço direito e esquerdo do Zé feroz. Com a prisão do Zé das medalhas(agora temos mais um), Costa encenou um afastamento do Zézinho, assim surgia o “novo” Costa, aquele que estava afastado dos interesses mais obscuros do PS. O problema, é que o cinismo de Costa não engana todos, e o Babush não mudou, basta ver a sua governação que é o maior hino ao cinismo, assente em cimento de egocentrismo puro em que o País é uma fava e ele o talher, o que interessa a Costa são os seus desejos Samaritanos o resto é paisagem para vaca voadora pastar.

António José Seguro avisou, disse a que missão vinha o António que dá à Costa e deu. Do SIRESP às suas negociatas mal feitas, ao trabalho inexistente como Ministro da Justiça e Administração Interna e a mediocridade enquanto Primeiro-Ministro. Fazer parte dos interesses dá força, é se parte de um todo muito maior que tem ligações mais vastas, fale-se com a TVI, o Seguro avisou, muitos o ouviram, é por isso que Costa não ganhou eleições mas a geringonça é só o primeiro passo para a queda de um País envelhecido, que não se quer reformar e tem um vulcão por baixo. É fácil dizer coisas fofas e bonitas e e distribuir flores, difícil é governar, coisa que Costa não faz. Costa não governa, gere a conjuntura para não borrar a maquilhagem, o problema é que esta já caiu e muita boa gente em Portugal já reparou quem é Costa.

O maior aviso deste Homem perigoso, foi formar um Governo Socrático, do passado,  bafiento e que não representa sinais de mudança. Se Costa está assim tão afastado de Sócrates, como diz a mandatária principal de Costa, a comunicação social, porquê tamanho Governo com tantos Ministros de um governação passada tão desastrosa? O que estes acrescentam de novo? É isto que Portugal, a parte obscura quer: Chico-espertismo, assaltar o orçamento de Estado, viver à pala, subsidiozinhos, parasitar e com a maçonaria a acompanhar. O regime está podre, é pena que o único que quis mudar, fazendo parte dele, seja dos Subúrbios de Lisboa, não vai de férias em momentos críticos para o País, sacrificou-se me prole dele e criou condições para usurpador gastar. Decência é o que falta ao quadro político, da esquerda à direita, mas Passos Coelho mostrou ser diferente. É pena que a mentalidade portuguesa seja tão pequenina.

A chico-espertice acaba um dia, e Sócrates é o expoente máximo disso. Costa, continua a gerir a conjuntura, mas desta vez, pela primeira vez, tu e o teu partido que a limpem depois.

Mauro Pires