Autor: Cristina Miranda

Beijar os avós é violência?

Eu não quero saber o que um professor universitário faz na cama, só com um ou vários parceiros ao mesmo tempo, com cordas ou sem cordas. Eu não quero saber se gosta de mulheres, homens ou outros espécimes.  Não quero saber nem tenho nada que saber, porque não me diz respeito.

Mas quero saber e devem-me uma explicação, sobre o que faz um indivíduo destes doutrinar crianças, jovens ou adultos, de acordo com a sua ideologia,    sem o  conhecimento nem consentimento dos pais. Porque eu posso amar quem e como eu quiser, mas não posso impingir os meus gostos nem a minha visão da vida,  como agora estes  pseudo intelectuais o fazem, num lugar público, com responsabilidades públicas, com a maior desfaçatez possível. Ponto. A pergunta que todos os pais deveriam estar a formular neste momento, é: “Como chegamos até aqui?” porque é exactamente nesta resposta que temos a chave do “mistério” e da solução.

Não foi por acaso que numa ficha socio-demográfica distribuída às crianças do 5º ano, com 9/10 anos, numa escola pública, se pedia que dissessem por quem se sentiam atraídos: meninos, meninas ou outros. Há um ano que no nosso país, arrancou um projecto piloto do ensino da Teoria da Ideologia de Género nas escolas, que pretendem tornar obrigatório (veja aqui).  É nesse projecto que se  materializa o ensino de coisas tão estapafúrdias como, beijar os avós é violência   ou ninguém nasce menino ou menino porque é uma construção meramente social. Surpreendido? Não esteja. Você está a ser formatado pela ideologia que inventou esta asneirada toda, durante anos: o marxismo cultural. Quer saber como?

Quando António Gramsci, um filósofo italiano marxista, descobriu que a teoria de Marx, que defendia que o proletariado iria provocar naturalmente o conflito entre as classes e consequentemente destruir a sociedade capitalista, era um fiasco,  analisou o fenómeno e logo percebeu que, para fazer vingar o marxismo, era preciso usar outra estratégia.  Percebeu que as pessoas presavam mais Deus, o amor à família e nação do que davam importância à solidariedade de classes. Aí, deu-se a alteração da táctica: a revolução já não seria entre classes  mas sim,  uma revolução cultural através da qual se dominaria a mente, levando os indivíduos a subverter os valores e tradições que são a base da sociedade ocidental, desconstruindo-a até à sua destruição total. Com isto, cria uma geração de idiotas úteis, burrificados, escravos voluntários, que amam a sua servidão ao Estado sem o questionar. E assim, de forma pacífica, implantaria uma sociedade marxista sem verter um pinga de sangue, como sucedeu sempre, em todo o Mundo, com golpes de Estado,  para impor o marxismo.

Para que esta transformação social fosse possível, foi necessário colonizar devagarinho as instituições culturais. Entrar por dentro da educação, da Igreja, dos jornais e revistas, da literatura, da música, arte visual e por aí em diante, de modo a alcançar o controlo absoluto do pensamento e imaginação humana. Digam lá se isto não é brilhante?

Para tal, o processo passou por várias etapas. Primeiro infiltrou-se na Igreja onde os discursos politicamente motivados dão ênfase à justiça social e igualdade com base nas doutrinas milenares mas “modernizadas” segundo o padrão de “valores” marxistas. O actual Papa é disso exemplo. Depois, substituir a educação rigorosa e de excelência com base no esforço e mérito, por currículos escolares estupidificantes e politicamente correctos, com docentes de baixa qualidade académica. Segue os órgãos de comunicação social, que são usados como instrumentos de manipulação e descrédito das instituições tradicionais. Depois,  a perseguição à moralidade e valores do passado, que são literalmente ridicularizados.  Por fim, atacam-se todos os membros da sociedade que são tradicionais e conservadores classificando-os de fascistas, homofóbicos, racistas , por aí fora.

Assim, a cultura passa a ser um meio de destruição de ideias e não o suporte da herança nacional. Por isso, vemos o ataque cerrado à nossa História onde a tentam reescrever demonizando os actos heróicos dos nossos antepassados, que conotam de racistas, sexistas e hediondos,  para transformar em heróis modernos, as estrelas de Rock ou do cinema que denunciam estes “factos” na História. É a substituição da cultura tradicional cristã, que dizem ser repressora,  pelo multiculturalismo “libertador” que acolhe todo o tipo de culturas, até daquelas que, pela sua natureza,  não se integram, mas antes combatem o cristianismo e cultura ocidental,  para ser esse o novo modelo de sociedade. Isto é-lhe familiar?

Esta ideologia medonha entrou no nosso Parlamento em 10 de Outubro de 1999 quando o Bloco de Esquerda, com 132000 votos, conseguiu eleger 2 deputados “intelectuais”: Manuel Fazenda e Francisco Louçã. Foi aqui, nesse preciso momento, que Portugal abriu a “Caixa de Pandora”. Aqui começou todo um assalto ao pensamento e à palavra que permitiu que hoje, estivéssemos a ser confrontados com esta destruição social  que já chegou ao nosso ensino pré-escolar, às nossas crianças, sem que nos déssemos conta.

Aprenda de uma vez, que o marxismo é  o veneno que se administra aos cidadãos fazendo crer que é remédio, só porque na posologia está descrito que cura a desigualdade, a injustiça, traz mais liberdade, menos opressão, mais direitos, sem nunca referir, que os efeitos secundários são o efeito contrário da medicação, ou seja,  a morte da sociedade livre.

No combate, só há um antídoto: resistência. E com ele, nós educadores, tomarmos o poder na educação dos nossos filhos, transmitindo os valores e amor à nossa herança cultural, enquanto exigimos aos nossos políticos, uma atitude clara contra a estratégia Gramsciana de subversão cultural, com a promessa de os banir do Parlamento caso se recusem.

Beijar os avós é violência? Sim, se não for acompanhado de um grande abraço, seguido de um “gosto muito de ti avô e avó” ao ouvido.

Cristina Miranda

Via Blasfémias

O azar de Cristiano Ronaldo

Não, não vou fazer como a maioria que se antecipa sobre o processo judicial contra Cristiano Ronaldo. Acompanharei a evolução do caso com expectativa, esperando que a verdade, acima de tudo, se revele. Doa a quem doer.

Sem saber ainda da culpabilidade de cada interveniente, não deixo porém de me preocupar com um fenómeno, cada vez mais evidente, do perigo que é hoje ser homem, principalmente se for bem sucedido, multimilionário, jovem e bonito. Como pode um homem, muito mais nestas circunstâncias, proteger-se das armadilhas sexuais? Sim, porque não podemos negar que elas existem. Será no futuro, com contrato assinado e reconhecido no notário, antes de qualquer demonstração de interesse por uma desconhecida? É que, digam o que disserem, a maldade e ganância humana não tem limites e uma vez lançada a rede sobre a vítima, este crime é tão hediondo que destrói primeiro,  sem qualquer hipótese de ser travado, muito antes de se apurar o que realmente aconteceu. Para depois, muitas vezes, se verificar que era falso. E é exactamente o que estamos a assistir: a vida de Ronaldo já está toda a desmoronar, com cancelamento de patrocínios, queda abrupta das acções do Juventus e  jamais voltará a ser igual, mesmo que seja absolvido. Isto é assustador.

Os danos são irreversíveis numa sociedade que hoje, rapidamente vitimiza a mulher partindo logo  do princípio que ela nunca mente, porque ninguém mente sobre um caso monstruoso destes. Uma sociedade que agora, abomina e bem, a violência sobre as mulheres. Mas pergunto: serão as mulheres sempre vítimas sexuais? Serão os homens sempre os predadores?  A resposta é tão simples: não. E esse é o problema.

No entanto,  a devastação ciclónica, cai agora, em cima da vida dos homens. Porque a dúvida, quando se instala, é corrosiva e se antes pesava sobre a mulher, hoje pesa só sobre o homem. Não era suposto a sociedade evoluir e acabar com estas injustiças? Estamos a fazer aos homens o que os homens fizeram connosco, porquê? É isto a luta pela igualdade de género? Tirem-me deste filme porque sou mãe de um menino, caramba!

Depois vem os conceitos de “violação”. O que ontem não passava de uma mera persistência/desejo entre casal em que um, sugere de forma mais entusiasmada vontade, hoje é tido como uma “violação” no pior sentido da palavra. Agora pergunto novamente: quantos casais, não se “violaram” ao abrigo deste novo  conceito? Saberiam eles que estavam perante uma forma “cruel de violação” e por isso não exigiram seus direitos ou simplesmente não viram de todo nisso uma violação? É claro que um não é sempre um não. Mas há nãos que, durante o acto, são apenas “nims” porque simplesmente acabamos por deixar acontecer, sem nos levantar e sair dali imediatamente. Logo, mesmo não gostando muito do menu, anuímos ao continuar ali. Todas sabemos isto.

Mais: porque razão são sempre homens com muito dinheiro os maiores alvos deste tipo de  processos? Não há carteiros, motoristas, pedreiros ou empregados de mesa abusadores? Que relação tem o poder e o dinheiro nesta equação elevada de denúncias de abuso sexual? É que, sendo os homens remediados  em maioria, não se entende porque não há ocorrências destas todos os dias. E as mentiras que já conhecemos de mulheres desmascaradas anos mais tarde de supostas violações, não deviam obrigar a prudência na hora de acusar? E se fosse proibido revelar a identidade dos acusados até concluir o processo, haveria tantas denúncias sobre famosos?

Não, não estou a desculpar ninguém. Muito pelo contrário. Estou a levantar questões para reflexão porque urge parar para pensar. Serão os nossos filhos amanhã a passar por isto. Serão eles as próximas vítimas. Banalizar a violência sexual é regredir na luta contra estes crimes. Se a forma como se trata estes crimes não for alterada, protegendo a identidade do arguido até provar sua culpabilidade, terei como mãe de ensinar meu filho a proteger-se de um modo que jamais equacionaria num mundo civilizado. Mas infelizmente, esse será o caminho.

Porque quer queiramos admitir ou não, as dúvidas são imensas neste processo de acusação a Ronaldo. E algumas saltam à vista. Não se entende por exemplo:  o que faz uma mulher, casada nesse mesmo mês e ano da violação, completamente descontraída sem complexos, claramente a seduzir um homem, à vista de todos, numa discoteca em Las Vegas; o que a faz subir depois à suite, repito,  sem qualquer problema de ser vista, podendo comprometer seu casamento; como foi possível consumar o dito acto durante 7 minutos consecutivos, se basta que a mulher se recuse veemente e se erga de imediato,  para interromper ou para afastar a possibilidade de penetração  que por si, já não é fácil. Violência física? Mas essa não deixa marcas visíveis? E nessa luta não há objectos partidos ou gritos? Houve? E as três pessoas presentes não deram por essa agressividade? E o tal documento? Foi por via do que foi referido ou depois de consumado o acto consentido, uma chantagem para conseguir dinheiro que resultou num acordo de confidencialidade?

O azar de Ronaldo foi e é, ser o homem mais cobiçado e invejado do Planeta, por homens e mulheres. O suficiente para haver quem lhe queira ver a vida arruinada.

Perante isto, aguardemos que a justiça responda de forma célere a todas estas dúvidas e que sejam punidos os que aqui faltam à verdade pelo bem da credibilidade da  luta contra a violência sexual.

Cristina Miranda

Via Blasfémias

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Contra a Implosão do Prédio Coutinho!

O meu vídeo de hoje sobre a possível implosão do “Prédio Coutinho”, um prédio da minha cidade, Viana do Castelo. A Câmara quer deitar abaixo o prédio por mero capricho desalojando as pessoas que lá vivem, como explico no meu vídeo aqui no PortugalGate.

 

 

Cristina Miranda

Este país mete nojo!

Está na hora de começarmos a olhar para o nosso país doutra forma. Perceber que urge exercer a nossa cidadania para fazer uma purga a estes políticos corruptos, interesseiros, desonestos e criminosos. E rápido, antes que não sobre pedra sobre pedra e nos tornemos num Brasil ou numa fase mais adiantada, numa Venezuela.

É incrível como em menos de 4 anos foi possível destruir tanto em Portugal. Primeiro foi a economia, que agora, só vai de feição devido à conjuntura externa favorável e ao BCE (ainda), mas mesmo assim a abrandar perigosamente, porque cá dentro, a esmagar tudo o que mexe com novos impostos e subir escandalosamente os já existentes, asfixiou-se o mercado, assustou-se os investidores, instalou-se a desconfiança. E mais há de vir.

Depois foi o descontrolo das finanças públicas, com promessas eleitoralistas populistas irresponsáveis de gastos supérfluos com “boys” espalhados por todo o país, a reverter medidas de contenção na despesa pública sem sustentabilidade, a enterrar dinheiro de impostos nas empresas públicas falidas entre as quais o banco do Estado e bancos privados, que lapidaram os recursos financeiros do país num ápice, provocando a falência técnica de tudo o que está ligado e dependente do Estado.

E agora, como se não bastasse, “mataram” a Justiça que devia ser um departamento independente, sem interferências políticas, mas que aos olhos de todos, estes dias, vimos desmoronar, ao constatar que os governos, sempre que é do seu interesse, podem influenciar e muito, o rumo dos processos judiciais: foi a substituição de uma PGR que fez um trabalho extraordinário no combate à corrupção sem qualquer necessidade; um sorteio de um novo juiz para a Operação Marquês, cheio de irregularidades, mas que mesmo assim foi aceite o resultado!

Nos intervalos destas “escandaleiras” todas, temos um primeiro ministro que faz tudo o que lhe apetece, sem dar satisfações, sempre pela calada da noite – em compadrio com BE e PCP – sem transparência, sem prestar contas. Nada! E mente sem pudor! Não é que teve coragem de dizer ontem em horário nobre na TVI, que “a dívida tem vindo a descer de forma sustentável” ao mesmo tempo que a imprensa dava conta que em Agosto deste ano, subiu para 250 mil milhões de euros quando em Dezembro de 2015 estava em 231 mil milhões?! É claramente um “Maduro” à portuguesa!

Temos ainda, para nossa desgraça, um ex-primeiro ministro arguido em vários processos crime a rir na nossa cara, porque o afastamento dos principais perigos à sua liberdade estão já arrumadinhos a um canto, certo que vai ainda conseguir ser indemnizado pelo Estado por “calúnia” como ele tanta vez o disse, para continuar a viver de luxos à conta dos portugueses contribuintes. Um presumível inocente que tem visto TODOS seus recursos abortados, por todas as instâncias judiciais, provando assim que de facto há prova da sua culpabilidade e que não é nem um pouco perseguição do juiz Carlos Alexandre, mas sim, a justiça a funcionar uma vez na vida em Portugal para crimes de “colarinhos brancos”.

Para terminar com estilo, a Comunicação Social:

desonesta, parcial e completamente comprada pelo sistema, a propagar mentiras, a distorcer realidades, a embriagar a população de modo a mostrar um país inexistente, só para manter a narrativa do governo “gerigonceiro” marxista, a dar o empurrão final em direcção a uma estrondosa bancarrota e colapso social.

É triste ver que todos aqueles que têm o poder de construir um país melhor estão literalmente a matá-lo, a ele e seu povo, sem qualquer peso na consciência, sem qualquer receio sequer de virem a prestar contas por isso.

Este país mete nojo! Muito nojo! E se não formos nós, cidadãos, a acordar rapidamente, quando abrirmos finalmente os olhos, já será demasiado tarde.

Acorda meu povo!

Cristina Miranda

Via Blasfémias

Ivo Rosa, o Juiz “Arquivador”

Há meses foi-me dito em mensagem privada, que o Juiz Carlos Alexandre e a Procuradora Joana Marques Vidal iriam ser afastados dos processos que envolvem Sócrates e outros. Nessa altura, como o faço sempre, coloquei em dúvida essa possibilidade pela importância que estes processos têm e que, ao mudar de mãos, sem justificação plausível, iria destruir por completo a credibilidade da justiça portuguesa aos olhos da sociedade nacional e internacional. Ontem, ficamos a saber que afinal havia mesmo um plano e a última peça do xadrez foi jogada para xeque-mate! Tiro o chapéu!

O afastamento de Joana Marques Vidal foi por culpa do Presidente da República que jamais imaginaria ver colocar os  interesses da Nação no caixote do lixo ao aliar-se a Costa nesta decisão.  Agora, para a nomeação de um novo juiz,  foi  um sorteio electrónico para duas pessoas apenas, completamente viciado, onde só à quarta tentativa deixou de dar “erro”. É claro que o português comum e pouco informado não deu pela pirataria. Não sabe que basta colocar um algoritmo que rejeite o nome que não se pretende, sinalizando-o como “erro”, para assegurar o resultado pretendido. Não entende que não foram erros mas sim 4 tentativas para obter o que desejavam. O que eles não previram foi que por TRÊS VEZES o computador escolhesse o nome de Carlos Alexandre e por isso houve uma sucessão escandalosa de “erros”  que não o foram e com os quais ficaram desmascarados. Este programa informático devia ser imediatamente investigado sem demoras! Ficou clarinho a movimentação tentacular que já vem de trás para safar o peixe graúdo entalado  e bem, nas malhas da justiça.

Que nos espera então esta nomeação de um juiz que por ironia tem o apelido “rosa”? Bem, não é preciso pesquisar muito para saber. Este senhor já vem com um largo currículo de “safanços” de suspeitos de  corrupção. Pois é. Conhecido por não  gostar de apoiar as teses incriminatórias do MP sobretudo quando dizem respeito a caça grossa, Ivo Rosa ilibou 18 dos arguidos da “Operação Zeus”, processo relacionado com a corrupção nas messes da Força Aérea. No caso EDP retirou a  Manuel Pinho o estatuto de arguido mesmo com todas as evidências e suspeitas impedindo ainda  que a PJ fizesse buscas nas suas casas e ainda tivesse acesso às suas contas e movimentos bancários, por entender não haver indícios mínimos de corrupção  sem no entanto permitir a investigação esmiuçada para tirar as dúvidas. Ainda no caso das rendas da EDP, foi este mesmo juiz que impediu também o acesso às contas bancárias de António Mexia e Manso Neto, o que levou procuradores a pedir o seu afastamento do processo acusando-o de parcialidade.  Mas não ficamos por aqui: Ivo Rosa num processo em que a TAP era suspeita de lavar dinheiro de figuras da elite angolana, decidiu não levar nenhum dos suspeitos a julgamento destruindo todo um trabalho de investigação do DCIAP.  Mas calma, ainda há mais: este juiz, no caso do Gangue do Multibanco, um grupo de violentos criminosos responsáveis por mais de 100 assaltos e outros crimes graves, libertou 11 dos 12 membros. Valeu-nos o recurso do MP para um tribunal superior que reverteu por completo esta decisão e onde todos os arguidos acabaram por ser condenados a duras penas.

Por isso os advogados de Sócrates batem palmas! Por isso figuras do PS estão em êxtase! O juiz que mais safou gente ficou com o Processo Marquês. Dúvidas?

Eu não, não tenho depois do que vi ontem. Só certezas. A certeza que vamos regredir aos tempos de Pinto Monteiro e Cândida Almeida, que não viam corrupção em Portugal só “bons rapazes”.

Cristina Miranda

Via Blasfémias

Carta Aberta ao Sr.Presidente da República

Excelentíssimo Senhor

Presidente da Republica Portuguesa

Professor Marcelo Nuno Duarte Rebelo de Sousa

Assunto: Encerramento do Centro de Dia de Vila Facaia, contra a vontade expressa dos utentes e povo de Vila Facaia – Pedido de intervenção da Presidência da República para defender os interesses e serviços à população

Dirigimo-nos a Vossa Excelência solicitando algum tipo de intervenção ou apoio para evitar o encerramento deste serviço em Vila Facaia, como deverá saber, tão afectada pelos incêndios em Junho 2017, e, naturalmente, com uma população envelhecida que cada vez mais necessita deste tipo de infraestruturas e serviços de apoio.

Este Centro de Dia de Vila Facaia, pela urgente necessidade, foi uma obra conseguida pelo esforço da própria população, em 1996, e pela Junta de Freguesia de Vila Facaia que comprou terrenos. Houve também donativos de oferta de materiais de construção por um comerciante do sector da construção da zona.

O Centro de Dia de Vila Facaia, propriedade da Junta de Freguesia de Vila Facaia, que iniciou actividade a servir 6 utentes, e, actualmente serve 10 utentes, é um monumento à união e força de vontade do povo Pedroguense e de Vila Facaia, e está em risco iminente de ser encerrado definitivamente pelo seu explorador, a Santa Casa da Misericórdia de Pedrógão Grande, tendo sido necessária uma rápida intervenção, há alguns dias, de elementos da Junta de Freguesia de Vila Facaia e da população, para evitar o retirar de equipamentos do interior do Centro de Dia para assim acelerar o seu encerramento.

A justificação que nos é dada pela SCMPG é a despesa elevada, e que podem transferir os utentes para o seu centro de dia na Graça, que se localiza a 5km, mas sabemos que foram feitas diligências para que o C.D. de Vila Facaia, fosse doado pela JFVF à SCMPG, tal como aconteceu no caso do C.D. da Graça, há vários anos atrás. Não foram oferecidas quaisquer garantias que o Centro se irá manter aberto enquanto necessário. A população e Junta de Freguesia de Vila Facaia têm recusado esta proposta da SCMPG, e esta é a resposta a essa recusa.

Como antecedente, temos o Centro de Dia da Graça que tinha também sido construído pela população, que o terreno até tinha sido doado por locais à junta para construção de uma capela (mas ao invés foi construído um centro de dia, visto que existia maior necessidade deste). Após uns anos, foi tudo doado à SCMPG. Hoje este C.D da Graça, serve apenas 6 utentes, em comparação com o C.D. de Vila Facaia.

Temos também conhecimento que a Câmara Municipal de Pedrógão Grande, anualmente, transfere fundos de apoios sociais para a SCMPG e para os Centros de Dia, além do mais, os relatórios de despesas da SCMPG, demonstram que o saldo negativo do Centro de Dia de Vila Facaia é bastante inferior (menos de metade) do centro de dia da Graça, dificultando ainda  mais a nossa compreensão sobre o cenário que nos é colocado.

Correm, de momento, abaixo-assinados pela população em Vila Facaia, nas instalações da Junta de Freguesia, assim como por via digital, petição pública online.
Em baixo, o comunicado oficial que foi passado à população pela JFVF:
image.png
FONTE: Freguesia de P.Grande

Assim como o último relatório de Gestão, de 2017, pela Santa Casa da Misericórdia de
Pedrógão Grande:

image (1).png
FONTE: Relatório de Gestão de 2017

Pelo exposto, vêm estes cidadãos, através do Movimento Cívico Não Nos Calamos, aqui
representado por mim, solicitar a V.Exa. a providenciar as diligências possíveis que permitam ajudar a impedir o encerramento deste centro.

De V Exa

Atenciosamente,

Cristina Miranda

Andam a gozar com o povo de Vila Facaia

Já não bastava esta gente ter sido vítima dos maiores incêndios mortais de que há memória neste país. Já não bastava muitos deles terem sucumbido na tragédia, deixando pais e filhos órfãos. Já não bastava também, e para cúmulo, terem sido roubados nos donativos que lhes foram doados para ajudas à reconstrução das suas casas e negócios, depois dos grandes fogos! Não! Tinham, também, de lhes arrancar o pouco que ficou de pé e lhes vai dando alguma dignidade – se é que isso é possível a quem tudo perde na vida – à sua pobre velhice: o Centro de Dia de Vila Facaia!

É inacreditável! Depois de ver fracassado o seu pedido de doação daquele edifício pela Junta de Freguesia, o Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Pedrógão Grande, de forma unilateral e sem aviso prévio, ordenou o encerramento imediato daquele espaço e transferência dos idosos para a Graça, a 15 kms, alegando que o Centro dá despesa! Mas desde quando é que a assistência a idosos tem por base o lucro? Para que serve o dito Estado Social? Para que raio se desconta e paga impostos neste país?

Acontece que esse edifício foi erguido com donativos da população em materiais, equipamentos e mão de obra há mais de 20 anos. O terreno foi comprado pela Junta de freguesia, presidida à época por João Vaz,  aos populares. Todos na terra sabem disso. Foi com o esforço e vontade dessa gente que se criou aquele espaço indispensável à pequena população muito envelhecida de Vila Facaia. Com que direito, então, a Santa Casa da Misericórdia se tenta apropriar do que não é seu? Com que base legal este Provedor dá início, mesmo assim, a este processo tendo até, tentado proceder à desmontagem dos corrimões na zona de banho dos idosos? Algo aqui não bate certo.

Mas o mais bizarro ainda foi a actuação do Presidente da Junta que, depois de uma emigrante, Manuela Henriques, a residir a 2200kms do país, ter tomado conhecimento do plano do Provedor, e ter pressionado com fervorosa insistência para que impedisse o prosseguimento do processo, a menos de uma semana da data de fecho da unidade, ter colocado um edital anunciando o encerramento consumado do Centro de Dia no próximo dia 30/09! Como é possível a Junta de Freguesia não se ter insurgido contra esta acção, levada a cabo pelo Provedor da Santa Casa, que tudo leva a crer ser uma acção muito pouco transparente? Como pode o Presidente ceder tão facilmente à intenção do Provedor sem luta atempada pelos interesses da população de Vila Facaia, vindo apenas uma semana antes da data de encerramento, num edital, comunicar o mesmo, justificando não ser da sua responsabilidade. Foi apanhado também de surpresa? Só tomou conhecimento da situação no momento em que agiu? Isto não faz sentido.

Este Centro, que tem também apoio domiciliário, é muito mais do que um local onde os idosos passam os seus dias. É uma família. A única maneira de alguns terem companhia e apoio em momentos de aflição quando é por de mais sabido que o interior está completamente abandonado e entregue à sua sorte.

Há aqui qualquer coisa que cheira mal… Aliás, há muitas coisas que “cheiram mal”: seguramente os portugueses merecem melhor: sejam eles do interior, do litoral, do norte, do sul, do centro…ou emigrados: somos portugueses. Merecemos respeito, transparência, honra e dignidade. Compete-nos, a todos e a cada um, exigir o que merecemos. Ou o fazemos, ou somos cúmplices de um qualquer sistema que se foi instalando mas que temos conhecimento que existe: logo, a indiferença não pode ser a desculpa e a inércia não será, seguramente, a solução.

Por isso, já que aqueles que têm o poder fecham os olhos – falta saber porquê – às populações, nós, e em nome do Movimento Cívico que represento, mais uma vez Não Nos Calamos e sairemos em defesa desta gente denunciando, exigindo que a justiça seja reposta indo até onde for necessário para impedir tamanha crueldade contra indefesos.

Cristina Miranda

 

Via Blasfémias

Marcelo Presidente nunca mais!!

Conseguiram tudo. Primeiro com a reversão dos resultados eleitorais que deram ao PS uma estrondosa derrota. Lembram-se? A PAF acabava de obter uma maioria relativa, quando António Costa puxou de um acordo com as extremas esquerdas para governar. Agora, retiram do caminho aquela PGR que, ao contrário de Pinto Monteiro, demonstrou que não misturava a justiça com política. Se dúvidas houvesse sobre os objectivos desta “família socialista”, hoje ficaram todas esclarecidas.

Ninguém mexe em equipa vencedora. Ninguém! A menos claro, que se pretenda um final diferente. E que final é esse? Safar Sócrates, Vara, Manuel Pinho, Ricardo Salgado, Luis Filipe Vieira, Valdemar Alves e por aí fora. A “família” acima de tudo, acima do país. Não importa o quão criminosos foram. Importa fazê-los escapar, pelas malhas largas da lei , para os corruptos de colarinho branco, como tem sido tradição neste país.

Ainda vieram com a conversa para “boi dormir” de um “mandato único e longo”, para justificar a decisão tomada, já desde que assaltaram o poder (sim, salvar a pele deles foi uma das razões para assaltar o governo). Como se nós não soubéssemos que, o que eles mais defendem com unhas e dentes,  são lugares vitalícios desde que sejam da “família socialista”. Quantos deles já “nasceram” no Parlamento e arrastam-se até hoje como múmias? Quantos deles têm também familiares a “fazer carreira” na Assembleia da República, onde já fazem parte do  mobiliário? Quantos deles até já “criaram raízes” agarrados ao sistema durante décadas?  Mas que grande banhada de gozo com que esta gente nos presenteia!

Para não dar nas vistas e parecer uma decisão ponderada e séria, foram buscar uma mulher que, até ao momento, não fazia parte da lista proposta por Costa. Uma estratégia pensada ao pormenor no intuito de acalmar os ânimos. Ora, quem não vai ficar sensibilizado com o facto de a substituta ser outra mulher? Logo, os menos atentos até pensarão que por ser mulher, estará à altura da anterior apenas por associação de género. Boa táctica não haja dúvida. Este PS não brinca em serviço quando se trata de mascarar o cenário.

Acontece que, mesmo sendo uma mulher e  mesmo sem pôr em causa suas capacidades profissionais, esta magistrada quase não tem experiência na área criminal onde precisamente faz muita falta e  basta um pequeno erro para deitar por terra os processos complexos que envolvem ex-governantes e banqueiros. Investigou casos como o das viagens fantasma dos deputados que deu no que deu: nada. Trabalhou com a actual ministra da Justiça, Francisca Van Dunem, na procuradoria-geral distrital de Lisboa. É  ainda casada com Carlos Gago, que fez parte da PJ no tempo de Fernando Negrão e Luis Bonina, e que foi um importante membro do PCTP/MRPP.

Enquanto nos distraiam com “fake news” sobre a orientação sexual dos bonecos da Rua Sésamo no Jornal de Notícias ou a falsa recondução quase confirmada de Joana Marques Vidal pelo Presidente no Expresso, a panelinha ia sendo feita para apanhar todos de surpresa. Assim, não tivemos tempo de respirar nem de barafustar. Logo que anunciaram  na TV, já a decisão estava consumada e colocada no site da Presidência da República. Exactamente ao estilo Nicolás Maduro na Venezuela. Bravo! Esta foi de mestre!

O Presidente da República tinha todo o poder  nas mãos para interromper este regime ditatorial do Costa, que insiste em pisar as regras democráticas,  tratando o país como se fosse propriedade sua. Mas não. Mesmo podendo à luz da nossa Constituição reconduzir a mulher que notavelmente  trouxe de novo prestígio e confiança à nossa justiça doente, assinou a sua saída. Também ele a justificar que o mandato deverá ser limitado em homenagem à vitalidade da democracia (cof, cof, cof). Quanto apostam que se esta nova PGR se “portar bem” e na altura da renovação estiver o PS e um “Marcelo” no governo, a reconduzem alegando que um “bom trabalho” não deve ser interrompido? Lamento mas por muito que se esforcem em esconder, esta foi uma decisão  política por ser a que mais convinha aos dois intervenientes: Costa e Marcelo ambos com amigos entalados. Se assim não fosse, teriam deixado Joana Marques Vidal seguir seu excelente trabalho, doesse a quem doesse.

Acreditei sempre que o Presidente, apesar das muitas falhas a reboque de um populismo irritante, nos momentos cruciais do país, não falharia com seu dever de isenção pelo interesse superior da Nação que ele representa. Que saberia ser árbitro nos intervalos dos banhos no rio ou dos passeios pelas tascas. Enganei-me redondamente. E não me perdoo por ter contribuído mais uma vez, para a desgraça que vem aí.

Para mim, Marcelo Presidente,  nunca mais!

Cristina Miranda

Via Blasfémias

Catarina, vá pregar para Cuba!

Cara Catarina, a propósito da sua intenção de criar uma “taxa Robles”, permita-me que lhe diga o seguinte:

Durante mais de duas décadas geri e criei empresas para descobrir que este país é inimigo de quem empreende. Que maltrata todo aquele que tem coragem de investir. Aprendi que para ter as contas em dia é preciso sacrificar fins de semana, férias e família e mesmo assim todos os meses, andar à rasca porque o Estado é o maior caloteiro que existe na economia do país, tornando-a cancerosa. Que quem não foge aos impostos, tem de andar a pedir  aos bancos porque a carga fiscal é tão alta que fica sem margem para trabalhar. Que o banco público não serve sua função, porque não se interessa em apoiar pequenas e médias empresas, só se interessa pelos créditos habitação e empréstimos aos “Grandes Amigos Empresários” do Sistema a quem abre generosamente cordões à bolsa e depois vai sugar os impostos dos contribuintes. Que ser empresário é andar 24h por dia a se estafar para conseguir financiamento e quando o consegue, será em troco de “um porco por uma chouriça”. Que ser empresário por cá é ser-se masoquista, é ter prazer em andar sempre a mendigar, sempre na corda bamba, sempre a fazer contas para não falhar, tirar salário quando calha e mesmo assim falhar, porque falharam com ele. Para no fim, ver o Estado a condená-lo porque falhou, sendo o Estado o causador do falhanço.

Já criaram o Imposto Mortágua do qual, vós capitalistas caviar hipócritas da esquerda, logo arranjaram forma de se isentar. Agora querem uma taxa Robles depois de colocar vosso património a salvo. Porque não vai pregar vossas “maravilhosas” ideias de criação de impostos  para Cuba ou Venezuela que tanto precisam de “mentes brilhantes” para levantar o país da miséria em que o marxismo os colocou e nos deixa em paz?

Já chega de hipocrisia. Já chega de propostas que penalizam seriamente o país. Já chega de ensaios que faz dos  cidadãos, cobaias da vossa ignorância. Não conhece a lei da oferta e da procura? Não é criando e aumentando impostos que se regula o mercado. É aliviando a carga fiscal, diminuindo burocracias, criando estímulos à economia, estabilidade fiscal,  que se cria riqueza e assim  atrair investimento aumentando a oferta. Com mais oferta os preços baixam inevitavelmente. O Estado no seu papel de regulador até podia dar uma ajuda colocando seu património para habitação mais acessível em vez de o ter a cair de podre e vender depois aos “Robles” deste país a preço de uva mijona. O mercado regula-se a ele próprio quando os “assassinos da economia”, como vocês,  saem da frente. E sim, é  com mais riqueza, cara Catarina, que se combate a pobreza e não ao contrário. Porque sem os investidores, não há empregos, não há casas para vender nem alugar, não há bens para consumo, não há porra nenhuma!

Assuma de uma vez que são uns falhados. Que estão no Parlamento sem perceber patavina do que andam a fazer. Que não estão aí para  trazer prosperidade a esta terra mas antes capturar as pessoas na vossa ideologia opressora que aniquila a liberdade individual para a  transformar  numa sociedade fraca e dependente do Estado, que alimenta a vossa ganância  e garante o vosso poder.

Por isso, Catarina e companhia, façam um favor a esta grande Nação e saiam do caminho! Desapareçam! Usem sabão em vez de taxas para lavar vossa cara suja com o caso Robles. Fica mais barato ao país.

Portugal empreendedor, trabalhador e pró-activo agradece!

Cristina Miranda

Via Blasfémias

Bolsonaro não é de extrema-direita

Rotular de “extrema direita” tudo o que se opõe ferozmente à agenda da esquerda globalista é agora a arma desesperada das criaturas marxistas algumas disfarçadas de jornalistas. Diz-se que a melhor defesa é o ataque e é bem verdade. Nunca  a ameaça à ideologia de esquerda esteve tão patente no mundo devido à loucura da abertura de fronteiras à imigração descontrolada de gente vinda de países com culturas anti ocidentais, prontas a destruir nossos valores e sociedade tal como a conhecemos, à corrupção e às bancarrotas, que condenam as nações à pobreza. Os povos, fartos de serem as cobaias, estão a reagir expulsando do poder as esquerdas. Estão no limite da paciência.  E isto não é opção pelo extremismo de coisa alguma, é a revolta das pessoas a exigir o regresso à ordem.

Esta semana tentaram matar Bolsonaro no Brasil como sempre fizeram os extremistas de esquerda para silenciar seus opositores. No passado, foram “só” 100 milhões, coisa pouca, às mãos do comunismo/socialismo,  onde nele se fabricou, os quatro maiores carniceiros de que há memória: Mao Tsé Tung, Lenine, Hitler (sim, Hitler era um radical Nacional Socialista e não de direita) e  Stalin.

Justificaram a tentativa de homicídio a este político como sendo uma resposta ao “discurso de ódio”  de Bolsonaro. Bem, se ser católico e  defender os valores da família, imigração controlada, um Estado social sustentável, ordem e disciplina, escola sem partido,  condenações pesadas para criminosos, combate sério à corrupção, querer um Brasil próspero, condenar o ensino da ideologia de género nas escolas a meninos de 4 anos, não ter objecção pela escolha sexual de cada um desde que não condicione a liberdade dos outros, defender que pobreza se combate com mais instrução e não mais dependência de apoios sociais, querer um país sem divisões entre hetero e homossexuais, entre brancos e negros, homem e mulher, entre ricos e pobres, um país  unido, sem violência e seguro,  é discurso de ódio e extremismo, bom, então parece-me que alguém tem de voltar à escolinha  e rápido para reaprender o conceito.

A ver se registam de uma vez que extrema direita é  “toda manifestação humana que possua orientação considerada exageradamente conservadora, elitista, exclusivista e que alimente ainda noções preconceituosas contra indivíduos e culturas diferentes das de seu próprio grupo”. Assim, expliquem lá onde se encaixa aqui Bolsonaro se ele não tem no seu discurso qualquer uma destas características?

No entanto, a esquerda que o rotula de radical, defende reformas radicais no sistema social politico e económico que visam igualdade social com desmantelamento dos estratos sociais;  o confisco da riqueza para distribuir por igual;   um Estado totalitário que decide tudo em nome do bem comum e controla em absoluto a economia;  que domina os meios de comunicação na defesa de um pensamento único e ainda persegue com violência quem se lhes opõe. Não é irónico?  Afinal quem é  extremista aqui?  Mais: a mesma esquerda que persegue Bolsonaro com ódio – sim, porque aquele ataque não foi por amor – idolatra o maior promotor de ódio jamais visto na América Latina, Che Guevara, esse carniceiro louco que todos estes radicais homenageiam com saudosas “t-shirts” como foi o caso do BE no Parlamento. Um sanguinário que matou a sangue frio crianças, mulheres, homens, negros, gays, jovens para impor sua ideologia! E ainda deixou para a prosperidade estas “maravilhosas” frases: “O individualismo deve desaparecer!”;  “Estou aqui nas montanhas de Cuba sedento por sangue”;  “Querido pai, hoje descobri que realmente gosto de matar”;  “Minhas narinas se dilatam quando aprecio o odor acre da pólvora e do sangue.  Louco de fúria, mancharei de vermelho meu rifle estraçalhando qualquer inimigo que caia em minha mãos!  Com a morte de meus inimigos preparo meu ser para a sagrada luta, e juntar-me-ei ao proletariado triunfante com um berro bestial!”; “Não tenho casa, não tenho mulher, não tenho pai, não tenho mãe, não tenho irmãos.  Meus amigos só são amigos quando eles pensam ideologicamente como eu”. Não é “lindo” e “inspirador”?

Este animal, hoje herói das esquerdas, foi ainda responsável pelo confisco  da poupança e propriedade de 6,4 milhões de cidadãos e transformou 20% da população de Cuba em refugiados numa nação que até então era  inundada de imigrantes e cujos cidadãos gozavam um padrão de vida  superior a metade daqueles que residiam na Europa. Criou gulags Guevaristas com trabalhos forçados e câmaras de tortura.  Ainda saqueou e ocupou a mais luxuosa mansão de Cuba obrigando o seu proprietário a fugir do país.   Só gente extremista doida varrida  idolatra um filho da mãe desta natureza. No entanto nós temo-los no Parlamento. E chamam-se PCP e BE.

Mas nosso querido Marcelo, sempre a passar esponja em tudo,  já veio dizer que em Portugal não existe extrema esquerda. Anda distraído? É ignorância? É má fé? Como pode afirmar algo que é mentira quando são eles próprios, BE e PCP, todos os dias a demonstrar que o são, com apoio aberto às ditaduras de Fidel e Che Guevara, Maduro, Kim Jong Un, Lenin e Stalin? Quando nas suas políticas defendem sem preconceito a perseguição ao capital, o controlo absoluto da economia e dos média  pelo Estado, têm um discurso constante de ódio contra a direita a quem chamam de fascistas e neoliberais!!! Brincamos com a inteligência do povo português, é isso?

Não,  não é Bolsonaro que é de extrema direita. São os opositores que o tentaram matar para o silenciar que são extremistas. Exactamente iguais aos de cá,  que um dia mataram com sucesso o incómodo Sá Carneiro e que ainda se passeiam por aí a fazer política.

Cristina Miranda

Via Blasfémias