Autor: Cristina Miranda

O povo está a acordar

Não vale a pena tentar travar este fenómeno chamando, a todos aqueles que se insurgem contra o marxismo cultural globalista que tomou conta , ao longo de muitas décadas,  da nossa sociedade, desconstruindo-a nos seus valores, na sua identidade religiosa e cultural, de “extrema direita, populista, fascista, xenófobo, racista, homofóbico” e outras tantas palermices para intimidar e silenciar. O povo está a dizer basta! e nada mais o impedirá de seguir seu objectivo: acabar com o  socialismo globalista.

O “tsunami” americano Trump deu o mote. Seguiu-se, à sua imagem,  o “terramoto ” italiano Salvini. Depois o “furacão” brasileiro Bolsonaro.  França acorda e fica a ferro e fogo. “Ventos ciclónicos” em Espanha com o Vox e Ciudadanos,  limpam esquerda da maioria. É o princípio do fim do socialismo a ser substituído pela direita.

Os partidos e líderes novos entenderem a mensagem da maioria silenciosa que desesperadamente procurava identificar-se com um projecto político que os resgatasse destas políticas socialistas/marxistas/globalistas. Responderam prometendo colocar os interesses dos cidadãos e do país acima de tudo, devolvendo segurança, melhorando economia, baixando impostos, acabando com as ideologias desconstrutivas da sociedade, protegendo a cultura e valores ocidentais. E a reviravolta não se fez esperar.

Anda tudo farto e sem paciência para políticos “choninhas”, completamente submissos aos Soros, aos Bildebergs e Rockefellers, às imposições duvidosas de  pactos migratórios da ONU  que defendem perda de soberania dos países da UE em prol dos direitos (pouco) humanos, para preparar um futuro governo mundial global.   Tudo decidido nas costas dos cidadãos sem serem consultados sobre as questões que lhes alteram profundamente a qualidade de vida. Fartos! Fartos! Fartos!

Nenhum político globalista saiu da sua zona de conforto onde vivem protegidos por muros e segurança privada,  para ver no terreno as “maravilhas apoteóticas” da aplicação prática das suas políticas progressistas.  Nenhum se dignou em percorrer os países que já experimentam na pele essa “fantástica” integração cultural. Nenhum político passou sequer uma noite nos guetos ou tomou lá café com sua esposa e filhos.  Nenhum se passeou pelos mercados de Natal agora designados por mercados de Outubro com árvores de betão a servir de barreiras – não vá um camião maluco lembrar-se de acelerar sozinho contra a multidão –  ou pelas escolas que já não festejam  a época natalícia com actividades ou símbolos de Natal. Nenhum foi falar com mulheres vítimas  de estupro colectivo ou crianças vítimas de bullying na escola por serem loiras de olhos azuis. Também nenhum foi ver o sucesso da integração na sociedade ocidental de gente que culturalmente pratica a bigamia por isso tem 4-5 mulheres e respectivos filhos – uma média de 3-4 por cada uma –  a viverem do Estado Social tranquilamente em casas cedidas pelo país de acolhimento. Nenhum foi ver o sucesso das políticas de integração no mercado de trabalho com a maioria a recusar mexer um músculo e a aprender a língua, ou aceitar as leis do país receptor. Nenhum político foi apreciar o sucesso do aumento exponencial da criminalidade sobre mulheres, homens, crianças, homossexuais, cristãos e judeus. Nenhum quis saber o que pensam os contribuintes do aumento brutal dos impostos para suportar estas políticas. Nenhum quis saber o que os cidadãos pensavam sobre os DOIS pactos que vão ser assinados em Marraquexe e Nova Iorque sobre entrada livre, ordenada, regular e massiva de imigrantes!  Nenhum! Nenhum!

Era uma questão de tempo até ao nascimento de movimentos como os coletes amarelos saltarem para as ruas impondo um “basta” sonoro! Mas os senhores “ditadores” que se julgam acima do povo só porque foram eleitos ou não eleitos, como foi nosso caso, menosprezaram-nos por se acharem poderosos e invencíveis. Acham que ocupam um lugar que lhes pertence e por isso não têm satisfações a dar nem contas a prestar. Pensam que o povo é idiota e come todas as mentiras que lhes contam a toda a hora a troco de uns cêntimos a mais no bolso. Pensam,  mas enganam-se.

A revolta começou na França, estendeu-se à Bélgica, atravessou a Holanda e chegou à Suécia. Chegará a todo o lado por contágio. O povo está a acordar mais depressa do que se previa. E agora ninguém o vai parar até voltarem a sentir que quem lidera os destinos do país, fá-lo pelo seu povo e não para agradar às agendas globalistas que só almejam dinheiro e poder para si próprios.

Cristina Miranda

Via Blasfémias

As Cruzadas foram uma acção defensiva

A contra-informação está na ordem do dia. Reescrever a História é fundamental para perpetuar mentiras que convém aos poderosos. Criou-se a “islamofobia” (para justificar uma sociedade aberta a tudo, sem qualquer controlo nem crivo só para satisfazer uma agenda política) e com isso a perseguição a quem denuncia os abusos, os crimes, a invasão, a aglutinação de culturas que a ideologia em causa provoca nas sociedades. Ao catalogar, silencia-se os opositores e protege-se o que não é defensável tornando a questão intocável sob pena de ser considerado racista e xenófobo. Enquanto isso, eles, os “pobres oprimidos”, esfregam as mãos de contentes, sugando nossos recursos sociais  seguindo na sua missão sem constrangimentos: islamizar a Europa.

Mas como é que se pode ver “islamofobia” nos que denunciam o islão radical e não ver a “cristianofobia” existente no próprio islão? Mais: porque razão os islâmicos tolerantes não se juntam aos que lutam contra o islão radical e ajudam à denúncia e expulsão desses invasores intolerantes à cultura ocidental e outras religiões? Por acaso já viu alguma marcha desses muçulmanos tolerantes na Europa a demarcarem-se destes assassinos em defesa da imagem do “verdadeiro” islão?

Na verdade a História infelizmente repete-se mas desta vez com o consentimento de toda a Europa. Importamos o “cavalo de Troia” a troco duns milhões de euros matando a pouco e pouco o velho continente que está a descaracterizar-se em passo acelerado.  No passado valeu-nos as Cruzadas. E agora, quem vai pôr cobro a isto?

Para aqueles que teimam em mentir sobre a origem das cruzadas, fica aqui uma  cronologia de eventos desde a morte de Maomé até à proclamação da Primeira Cruzada feita por José Sousa, para reflectir:

Século VII
632: Maomé morre.
633: Mesopotâmia cai face à invasão muçulmana. Segue-se a queda de todo o Império Persa.
635: Damasco cai.
638: Jerusalém é capitulada.
643: Alexandria cai terminando assim 100 anos de cultura helénica.
648: Chipre é atacado.
649: Chipre cai.
653: Rodas cai.
673: Constantinopla é atacada.
698: Todo o Norte de África é tomado pelos muçulmanos. São apagados os vestígios de cultura romana.

Século VIII
711: Hispânia é atacada. O reino visigodo colapsa.
717: Os muçulmanos atacam Constantinopla de novo e são repelidos pelo Imperador Leão III.
720: Narbona cai.
721: Saragoça cai. Avistamentos de muçulmanos na França.
732: Bordéus é atacada e as suas igrejas queimadas. Carlos Martel e o seu exército detêm os muçulmanos. Os ataques na França continuam.
734: Avinhão capturada por uma expedição muçulmana.
743: Lyon é saqueada.
759: Os árabes são expulsos de Narbona.

Século IX
800: Começam as incursões muçulmanas na península itálica. As ilhas de Ponza e Isquia são saqueadas.
813: Civitavecchia, o porto de Roma, é saqueado.
826: Creta cai perante as forças muçulmanas.
827: Os muçulmanos começam a atacar a Sicília (sul da península itálica).
837: Nápoles repele um ataque muçulmano.
838: Marselha saqueada e conquistada.
840: Bari cai.
842: Mesina capturada e o estreito de Mesina controlado pelos muçulmanos.
846: Os esquadrões muçulmanos chegam a Ostia, na foz do Tiber, e saqueiam Roma e a Basílica de Sâo Pedro. Tarento, em Apúlia, é conquistado pelas forças muçulmanas.
849: O exército do Papa repele uma frota muçulmana na foz do Tiber.
853-871: A costa italiana desde Bari até Reggio Calábria é controlada pelos sarracenos. Os muçulmanos semeiam o terror no Sul de Itália.
859: Os muçulmanos tomam controlo de toda a Mesina.
870: Malta capturada pelos muçulmanos. Bari reconquistada aos muçulmanos pelo Imperador Luis II.
872: O Imperador Luis II derrota uma frota sarracena em Capua. As forças muçulmanas devastam Calabria.
878: Siracusa cai após um cerco de 9 meses.
879: O Papa João VII é obrigado a pagar aos muçulmanos um tributo anual de 25.000 mancusos (cerca de 625.000 dólares americanos modernos).
880: Os comandantes bizantinos conseguem uma vitória em Nápoles.
881-921: Os muçulmanos capturam uma fortaleza em Anzio e saqueiam as terras circundantes sem retaliações durante 40 anos.
887: Os exércitos muçulmanos tomam Hysela e Amásia, na Ásia Menor.
889 Toulon capturado.

Século X
902: As frotas muçulmanas saqueiam e destroem Demetrias, na Tesalia, Grécia central.
904: Tesalónica cai perante as forças muçulmanos.
915: Após 3 meses de bloqueio, as forças cristãs saem victoriosas contra os sarracenos entrincheirados na sua fortaleza no norte de Nápoles.
921: Peregrinos ingleses a caminho a Roma são esmagados por uma derrocada de rochas causada pelos sarracenos nos Alpes.
934: Génova atacada pelos muçulmanos.
935: Génova conquistada.
972: Os sarracenos são finalmente expulsos de Faxineto.
976: O Califa do Egipto envia novas expedições muçulmanas ao sul de Itália. O Imperador Oto II, que tinha o seu quartel general em Roma, consegue derrotar os sarracenos.
977: Sérgio, arcebispo de Damasco, é expulsado da sua sede por los muçulmanos.
982: As forças do Imperador Oto II são emboscadas e derrotadas.

Século XI
1003: Os muçulmanos de Espanha saqueiam Antibes, na França.
1003-1009: Hordas de saqueadores sarracenos provenientes de bases na Sardenha saqueiam a costa italiana desde Pisa até Roma.
1005: Os muçulmanos da Espanha saqueiam Pisa.
1009: O Califa do Egipto ordena a destruição do Santo Sepulcro em Jerusalém, a tumba de Jesus.
1010: Os sarracenos apoderam-se da Cosenza, no Sul da Itália.
1015: A Sardenha cai completamente em poder muçulmano.
1016: Os muçulmanos de Espanha saqueiam de novo Pisa.
1017: Frotas de Pisa e Génova dirigem-se à Sardenha e encontram os muçulmanos a crucificar cristãos e expulsam o líder muçulmano. Os sarracentos tentarão retomar a Sardenha até 1050.
1020: Os muçulmanos de Espanha saqueiam Narbona.
1095: O Imperador bizantino Aleixo I Comneno pede ao papa Urbano II ajuda contra os turcos.
1096: É proclamada a Primeira Cruzada.”

Por muitas verdades alternativas que se criem, a História é imutável.

Cristina Miranda

Via Blasfémias 

 

A opinião de cada escritor fica a carga de cada um, ou seja, para si próprio.

O perigoso Pacto Global de Migrações da ONU que ninguém quer

Vem aí uma Conferência Intergovernamental da ONU para a adopção ( leia-se, imposição) do Pacto para a Migração que vai ser assinado entre os dias 10-11 de Dezembro em Marraquexe. Este acordo pretende uma Migração Ordenada, Regular e Segura para os países assinantes. Dizem que “pela primeira vez, os Estados-membros das Nações Unidas concordaram com um Pacto Global abrangente para gerenciar melhor a migração internacional, enfrentar seus desafios, fortalecer os direitos dos migrantes e contribuir para o desenvolvimento sustentável”. Dizem ainda que “depois de mais de um ano de discussões e consultas entre Estados-membros, autoridades locais, sociedade civil e migrantes, o texto do Pacto Global por uma Migração Ordenada, Regular e Segura foi finalizado”. A sério?! Então como se explica que em Portugal ninguém ouviu nem ouve falar disto? Onde foi que nós sociedade civil fomos consultados?! Brincamos?

A verdade é que, de boas intenções está o inferno cheio e se não estivéssemos perante um Pacto ruinoso, ninguém o esconderia. Ninguém! Mas, tal como se pode ver por cá, a comunicação social está num silêncio total e o governo, nem pia sobre este assunto, porquê?

A resposta a esta evidência não é difícil: não se fala porque o Pacto esconde coisas que não convém aos cidadãos tomar consciência deles porque sabem que se assim for, antes da assinatura do mesmo, comprometerá seriamente a popularidade destes irresponsáveis que a troco de meia dúzia de tostões vendem a nossa segurança e qualidade de vida sem escrúpulos nem pesos de consciência.

O dito Pacto é tão, mas tão bom, que já há uma lista extensa de países CIVILIZADOS e RESPONSÁVEIS que não o vão adoptar. São eles:

  • Áustria
  • EUA
  • Japão
  • Coreia do Sul
  • Rússia
  • China
  • Dinamarca
  • Austrália
  • Croácia
  • Bulgária
  • Republica Checa
  • Hungria
  • Polónia
  • Israel
  • Estónia
  • Suíça
  • Eslováquia 25/11/2018
  • Itália 28/11/2018

O Presidente da EU, Jean Claude Juncker, justificou estas saídas chamando de “Populistas estúpidos” a estes países. O homem das “ciáticas” atacou assim estes países , abertos desde sempre à imigração, mas controlada e responsável que não ponha em causa a soberania nem seus valores sociais e culturais. De facto são mesmo “populistas”. Menos “ciática” nisso se faz favor.

Mas afinal o que pretende este “fabuloso e tão caridoso” Pacto? Simples: retirar todas e quaisquer barreiras à entrada massiva de pessoas, venham de onde vierem (sem qualquer discriminação entre imigrante económico ou refugiado), sem qualquer restrição de acesso à assistência social, sem constrangimentos por ausência de nacionalidade. Do lado do Estado: submissão das leis de soberania nacional forçando a aceitação de imigrantes ilegais; adaptação das leis nacionais ocidentais aos imigrantes de cultura diferente; proibir pensamento crítico ao comportamento dos imigrantes ilegais; a condenação da liberdade de expressão pressupondo como padrão que os migrantes são sempre vítimas inocentes; controlo dos meios comunicação e denúncias de censura ficando obrigados a retratar a migração apenas como positiva sob pena de corte de fundos; deve promover a imigração em campanhas eleitorais; promover propaganda que informe o público dos benefícios da imigração; prestar informação aos imigrantes dos direitos e meios ao seu dispor para denunciar qualquer acto de incitação à violência ou crime de ódio sobre eles; permitir aos líderes dos imigrantes (religiosos, políticos ou de comunidade) formas de detectar evidências de intolerância, racismo, xenofobia. (veja aqui toda a informação com links)

Gostou? No fundo é isto: a partir da assinatura deste Pacto, teremos portas escancaradas para todas as pessoas que queiram entrar no país, sem restrições, e ainda lhes temos de proporcionar total bem estar com todos os direitos. Ainda não consegue perceber bem isto? Então eu explico com “desenho”: isto é o mesmo que por exemplo o Governo um dia determinar por decreto (sem sermos consultados), que a partir de hoje, TODOS os cidadãos com casa teriam de ter suas habitações abertas para receber todo o tipo de imigrantes que o Governo impusesse, dando-lhes tecto, comida e roupa lavada. Seríamos obrigados depois a integrá-los na sociedade e mercado de trabalho. Enquanto isso não acontecesse, morariam connosco com tudo pago por nós. A quantidade de imigrantes que teríamos de aceitar seria determinado pelo Governo. Ou seja, mesmo que quisesse só um e escolhido por si, não podia. Seria imposto pelo Governo que se entendesse que na sua casa caberia 8 pessoas, não importa a origem, teria de os suportar. Que tal? Acha isto correcto? Faz sentido? Então como podemos aceitar que uma organização como a ONU, com gente em que nós cidadãos não votamos, DECIDAM nossas vidas e nos digam como as podemos viver no nosso país?

Andava tudo histérico com o Guterres por ter ganho a Presidência da ONU para que fosse ele o promotor deste desgraçado pacto!!! O homem que deixou Portugal num pantanal está agora a fazer o mesmo ao Mundo ocidental. Batam palmas! Bravo!

O curioso disto é que dizem ser uma questão de direitos humanos. Quem o diz? O Conselho da ONU dessa área constituída por estes países:

Digam lá se isto não é cómico? Países que NÃO RESPEITAM direitos humanos decidem sobre o que devem fazer os países que RESPEITAM os direitos humanos e por isso SEMPRE tiveram portas abertas a TODA a imigração, ao contrário deles.

O problema verdadeiro e que urge denunciar, é que por trás deste pacto tão “querido e solidário” em nome dos direitos humanos, esconde-se outra realidade oculta. Reparem na quantidade de países islâmicos dentro deste Conselho da ONU. Coincidência?

Reflicta comigo: se é uma questão humanitária e não abrange só os refugiados (que curiosamente já estão protegidos pelas leis internacionais e não precisam deste pacto), porque se promove o esvaziamento dos países de origem em vez de acudir, massivamente, nesses países, como se fazia no passado? Lembram-se dos grandes campos de refugiados protegidos pela ONU agora vazios? Não seria a reconstrução desses países de origem, ao mesmo tempo que se protege os povos na sua origem, mais lógica e eficaz?

Mas há mais questões: o Pacto não menciona quem vai sustentar isto logo é previsível que haja mais aumentos de impostos sobre quem produz; e se temos uma taxa elevada de desemprego para os residentes, como vamos garantir trabalho para outros sem ser à custa de muita precariedade e exploração laboral?

A verdade é que antes destes loucos com agenda “globalista” destruírem as nações europeias, sempre houve imigração, sempre funcionou bem com todos os países de acordo com suas leis. Porquê este Pacto agora? Quem está por trás disto? Como podemos assegurar para os outros o que não conseguimos ter para nós? Ou já se esqueceram que não temos saúde, educação, trabalho, habitação, salários e nível de vida decente? Encher o país massivamente de gente, só nos vai empobrecer ainda mais.

Porque acabando os critérios rigorosos de entrada de imigração, de positiva passará a negativa porque a maioria virá apenas com vista a usufruir de condições sociais e não com objectivo de trabalhar e se integrar na nossa sociedade. Já temos essa experiência os refugiados da Síria em Miranda do Corvo a quem lhes foi cortada a água e luz por falta de pagamento, depois de terminado o contrato de apoio, mas que recusaram trabalhos e casas mais baratas.

Portugal não é racista mas vai começar a ser tratado como tal para silenciar como na Suécia, Bélgica, França, Alemanha, Reino Unido e outros, todos aqueles que virem comportamentos errados nos imigrantes que andarão protegidos e impunes a destruir a nossa sociedade.

Para desgraça ainda maior, NÃO HÁ OPOSIÇÃO a este Pacto. Porquê? Onde está o Presidente da República, também? Que espécie de gente é esta que vê o Governo a vender a alma deste país ao Diabo e não se mexe?

Lembrem-se disto tudo na hora de votar. O poder da mudança está nas nossas mãos

Cristina Miranda

Via Blasfémias

Comunismo nunca mais!

Fiquei, o dia todo de 25 de Novembro, à espera que a Comunicação Social dita de referência lembrasse esta data histórica que em 1975, impediu que Portugal fosse tomado pela ditadura comunista. Nadinha! O silêncio foi absoluto. O que não deixa qualquer dúvida: os tempos são de ditadura vermelha e com eles a fazer parceria no governo de Costa, é proibido lembrar o terrorismo  comunista que aconteceu logo a seguir ao 25 de Abril de 1974.

Para começar convém relembrar que o 25 de Abril não foi uma luta pela  liberdade de um povo. Não! Foi uma acção levada a cabo por militares descontentes com a guerra no ultramar e carreira militar,  que levou à queda do governo. Qualquer outra narrativa é falsa. Que o diga o próprio Otelo.  Porém,  os movimentos de esquerda não tardaram a reclamar os louros de uma revolução que nem sequer fora encabeçada por nenhum deles, apanhando-os a todos de surpresa.

Sob a bandeira falsa da liberdade, enganou-se o povo fazendo-o acreditar que toda aquela revolução era em seu nome e para o beneficiar. Assim, legitimou-se o assalto aos cofres do país, a expulsão dos patrões das suas empresas, dos  proprietários das suas terras e herdades – instaurou-se a “reforma” agrária que não foi mais do que um roubo por decreto às terras produtivas mas não foram ocupados latifúndios incultos ou terras abandonadas porque essas davam trabalho a recuperar –  as nacionalizações da  indústria, dos serviços (até do teatro),  as ocupações dos edifícios e casas, o assalto aos jornais, revistas, rádio e televisão.  Muitos trabalhadores da esquerda enriqueceram, um deles bem conhecido, Belmiro Azevedo, e o  próprio PCP hoje detentor do maior património imobiliário existente dentro de partidos.  Tudo em acções pouco democráticas em nome do povo onde não faltou, nalguns casos, o terror para intimidar e expulsar. Objectivo? Impor uma sociedade socialista. A expropriação violenta era o processo “democrático” escolhido para a pôr em marcha. Vá lá, vá lá, não nos puseram a mirrar à fome como na Ucrânia. Menos mal.

Durante este “magnífico” período revolucionário, outras mudanças aconteceram:  os professores passaram a ser colocados por computador; os preços dos bilhetes de comboio e transporte de mercadorias subiram substancialmente com as portarias 404/75 de 30 Junho e 635/75 de 5 Novembro; aumentou-se  exponencialmente  o selo do carro e impostos sobre produtos petrolíferos depois das vendas de carros terem disparado pós 25 Abril.

Assim, em apenas um ano,  começou a sentir-se os efeitos nefastos da revolução na carteira e em consequência, em 79, o país inaugurava já  a primeira bancarrota sem sequer ter ainda criado o tal Estado Social que eles tanto reivindicam hoje como sendo uma conquista de Abril, com o peso que já conhecemos nas finanças nacionais. Ou seja, faliram o país ainda antes de fazerem fosse o que fosse, só com a estatização dos meios de produção e serviços e apropriação violenta de propriedade privada.

Durante o PREC, divergências entre a esquerda democrática e a esquerda radical  revolucionária na aplicação do conceito de sociedade socialista,  levou estes últimos  a perspectivar uma aceleração da revolução com vista à tomada total e absoluta do poder à semelhança de Cuba. Neste contexto dá-se o golpe de 25 Novembro de 75 com os bravos Comandos liderados por Jaime Neves e Ramalho Eanes, a frustrar a tentativa de assalto dos comunistas para impor uma ditadura militar.  O tiro sai completamente ao lado e nas eleições para a Constituinte, o PCP é arrasado ao eleger apenas 30 deputados  junto com seus comparsas  do MDP com 5 e UDP com apenas um.

Não satisfeitos com estes resultados, entraram na clandestinidade criando as FP25 com elementos da esquerda radical das antigas Brigadas Revolucionárias, da LUAR e da ARA , dando início a  acções  terroristas com ataques à bomba, assassinatos e roubos violentos. Esta organização liderada por Otelo opunha-se a um sistema representativo parlamentar de base partidária e a reactivação do sistema económico-social de pendor capitalista. Acusavam serem desvios graves à constituição de 1976, o abandono do socialismo, o abandono da Reforma Agrária e a perda de expressão  da vontade popular. Acabaria por ser desmantelada e graças a indultos, amnistias e absolvições por “falta de provas”, não foram condenados.

Ficamos livres da ameaça vermelha dos comunistas? Não! Infiltrados na comunicação social, mesmo sem conseguirem mais do que 7% dos votos dos portugueses  têm mais palco que quaisquer outros partidos de direita. É vê-los a toda a hora a sair em notícias por cada comentário que façam por muito insignificante ou parvo que seja. São comentadores de TV, fazedores de opinião nos jornais, estando em toda a parte porque controlam os média desde 74. Estão ainda infiltrados nas escolas e universidades onde doutrinam também desde a revolução, desconstruindo os valores sociais para ser mais fácil tomar o poder, como mandam seus líderes ideológicos.

Não podemos jamais esquecer que o PCP e BE de hoje são os herdeiros  revolucionários frustrados  de um golpe que correu mal. Que almejam uma ditadura comunista como os factos históricos inegáveis o comprovam. Lutaram por isso mas  não vingaram. Ainda. E só por isso estão “subsmissos” e pacientes no Parlamento à espera de nova oportunidade. Uma oportunidade que quase quase está chegando com esta coligação negativa que Costa protagonizou e os levou a sonhar com uma integração no seu Governo.

O comunismo que queria nos impor uma ditadura vermelha e que ainda há pouco tempo aprovou votos de pesar pela morte de Fidel Castro (um ditador sanguinário), está inexplicavelmente ainda vivo  no Parlamento, não tendo ainda sido banido, quando nossa Constituição proíbe partidos fascistas em Portugal.  Alguém que explique isto.

Cristina Miranda

Via Blasfémias

Um País em ruínas

O país está todo a cair aos bocados. Esta semana foi em Borba onde 5  vítimas inocentes desaparecem num aluimento de uma estrada nacional sinalizada por 5 vezes junto do Estado  e meses depois de Galamba ter reunido com  os autarcas. Em 2001 foram 59 desgraçados que caíram do tabuleiro da Ponte Hintze Ribeiro em Entre-Os-Rios que colapsou. Em 2017, somou-se  centenas de pessoas que morreram queimadas na estrada, por falta de meios das autoridades, outras a morrer de legionella e bactérias multi-resistentes  em hospitais públicos, por falta de manutenção. Como se não bastasse ficamos a saber que esquadras, tribunais, escolas e hospitais estão em estado avançado de degradação com equipamentos obsoletos ou inexistentes, pontes, viadutos e estradas nacionais em perigo iminente. Por falar nisso, alguém já está a intervir nas fissuras da  Ponte 25 Abril depois do alerta dos engenheiros? Claro que não. Costa não sabe de nada até que morra gente.

Mas como é possível receber um país da “ditadura” sem dívidas, com 50 milhões de contos de reis nos cofres e mais de 800 toneladas de ouro, a crescer uma média de 6% ao ano, e com a maior edificação de infraestruturas de qualidade, sem orçamentos inflacionados,  em apenas 40 anos,  ter sido abandonado pela “democracia” para ser hoje uma nação em ruínas e endividada por várias gerações?

A verdade que ninguém fala porque não convém,  é que hoje se vive à custa da herança  deixada pelo Estado Novo.  Quer ver? Então prepare-se porque a lista é longa e cheia de surpresas:

  1. Construção de Bairros Sociais. (Arco do Cego; Madre de Deus; Encarnação; Caselas; Alvalade; Olivais; Bairros para Polícias).
  2. Construção do Aeroporto Internacional da Portela.
  3. Construção do Aeroporto Marítimo de Lisboa. (Hoje extinto. Na Doca dos Olivais está actualmente instalado o Oceanário de Lisboa).
  4. Construção do Instituto Superior Técnico.
  5. Construção da Cidade Universitária de Lisboa.(Faculdade de Direito, Faculdade de Letras, Reitoria, Cantina e o Complexo do Estádio Universitário).
  6. Construção do novo Edifício da Escola Técnica Industrial Marquês de Pombal.
  7. Construção do Liceu Filipa de Vilhena, no Arco do Cego.
  8. Construção da Escola Técnica elementar Francisco de Arruda e mais oito similares.
  9. Construção da Escola Comercial Patrício Prazeres.
  10. Construção da Biblioteca Nacional.
  11. Construção do Instituto Nacional de Estatística.
  12. Construção do  Laboratório Nacional de Engenharia Civil.
  13. Construção do Edifício do Ministério das Corporações e Previdência Social (Hoje Ministério do Trabalho).
  14. Construção do Metropolitano de Lisboa. (As primeiras 20 Estações).
  15. Construção da Ponte Salazar. (Incluindo os respectivos acessos).
  16. Captação e condução, para Lisboa, das águas do vale do Tejo.(Comemorada com a construção da Fonte Luminosa na Alameda Afonso Henriques).
  17.  Plantação do Parque Florestal de Monsanto.
  18. Construção do Estádio Nacional (no Jamor) e alguns dos seus Anexos.
  19. Construção do Estádio 28 de Maio.
  20. Construção do Laboratório Químico Central do Instituto Superior de Agronomia.
  21. Construção do primeiro troço da Auto-estrada da Costa do Estoril.
  22. Construção do troço de Auto-estrada Lisboa a Vila Franca de Xira.
  23. Construção do Hospital Escolar de Santa Maria.
  24. Construção do actual Edifício do Instituto Ricardo Jorge.(Incluindo o arranjo paisagístico da área envolvente).
  25. Construção do Instituto de Oncologia.
  26. Construção do Hospital Egas Moniz.
  27. Assistência Nacional aos Tuberculosos.(Criada ainda na época da Monarquia e com sede em Lisboa foi, durante o Estado Novo muito ampliada, pela instalação de vários Sanatórios e criação de dezenas de Postos de atendimento espalhados por todo o território; alguns feitos de raiz e todos equipados com os meios humanos e materiais adequados; tornaram assim possível, a obrigatoriedade do rastreio anual às populações do Comércio, da Função Pública e Estudantil. Daqui resultou uma forte e efectiva regressão, para valores mínimos, do número de pessoas infectadas pelo bacilo).
  28. Electrificação da linha do Estoril.
  29. Exposição do Mundo Português.(Permitiu a criação da Praça do Império, hoje a Sala de Visitas de Lisboa. Nela se destacam as zonas ajardinadas, a Fonte Luminosa, o Museu de Arte Popular, o Espelho de Água e o Monumento aos Descobrimentos).
  30. Construção e regularização da Estrada Marginal, Lisboa – Cascais.
  31. Criação da Emissora Nacional de  Radiodifusão.(Incluindo a criação da unidade de Porto Alto e o Centro de Preparação de Artistas da Rádio, de onde saíram muitos dos Cantores e Apresentadores portugueses de renome).
  32. Criação da Radiotelevisão Portuguesa.(Incluindo montagem das antenas retransmissoras necessárias à cobertura de todo o Território).
  33. Criação da Companhia Aérea de bandeira (TAP).(Incluindo a criação das Oficinas de Manutenção de Aeronaves, famosas em todo o Mundo).
  34. Construção da Nova Casa da Moeda. 
  35. Construção do Edifício Pedro Álvares Cabral. (Destinado à Comissão Reguladora do Comércio do Bacalhau. Hoje abriga o Museu do Oriente).
  36. Criação da Junta Nacional do Vinho e construção do respectivo Edifício. (Hoje sede do Instituto da Vinha e do Vinho, IP).
  37. Construção do Palácio da Justiça de Lisboa.
  38. Construção do Edifício da Polícia Judiciária.
  39. Construção das Gares Marítimas de Alcântara e da Rocha do Conde Óbidos.
  40. Regularização integral do Parque Eduardo VII e construção da Estufa Fria.
  41. Construção de vários Mercados Municipais.(Dois exemplos apenas: Campo de Ourique e Arroios, este, na altura da sua construção, foi considerado o melhor de Portugal).
  42. Construção da Feira das Indústrias.(Na Junqueira; hoje Centro de Congressos).
  43. Construção do Palácio das Comunicações.(Na Praça D. Luiz. Hoje nomeado “Central Station”, está destinado ao Empreendedorismo e à Criatividade)
  44. Criação de várias Escolas do Magistério Primário(Continente e Ilhas).
  45. Construção das Escolas Primárias do Plano dos Centenários em quase todas as Freguesias do País e criação de Cantinas Escolares, adstritas a muitas delas.(Em duas décadas, 1930/1950, passou a taxa de analfabetismo, em valores aproximados, de 73% para 20,3% ; em 1957, apenas menos de 1% das crianças, em idade escolar, não recebia instrução).
  46. Criação dos Liceus Nacionais e dos Liceus Normais (Masculinos e Femininos), em todas as capitais de Distrito e dezenas de outros Liceus e Escolas Secundárias, espalhados por todo o País.
  47. Criação, ampliação e apetrechamento de cerca de quarenta Escolas Comerciais e Industriais, Escolas de Artes Decorativas e Escolas de Regentes Agrícolas.
  48. Construção da Escola Náutica Infante D. Henrique.(Em Paço de Arcos – Oeiras).
  49. Construção da Cidade Universitária de Coimbra.(Novos edifícios: Faculdade de Medicina, Faculdade de Letras, Faculdade de Ciências, Biblioteca Geral, Observatório Astronómico, Estádio Universitário, Complexo da Cantina onde, para além de uma excelente e moderna Cantina, se inclui a Escadaria Monumental, o Teatro Gil Vicente e as instalações da Associação Académica e ainda todo o reordenamento urbano da Alta).
  50. Construção do Hospital Escolar de S. João.(No Porto; Edifício idêntico ao do Hospital Escolar de Santa Maria, em Lisboa).
  51. Criação da Estação Agronómica Nacional.(Sacavém/Oeiras).
  52. Criação da Estação Nacional de Melhoramento de Plantas.(Em Elvas).
  53. Criação do Laboratório de Física e Engenharia Nuclear.(Na Bobadela – Sacavém, para onde se adquiriu e instalou um reactor atómico de investigação. Portugal tornou-se, então, o 35º País do Mundo, a dispor de tão moderno equipamento científico).
  54. Construção do Aeroporto de Pedras Rubras.(No Porto – Maia, hoje ampliado e com o nome de Francisco Sá Carneiro).
  55. Construção da Ponte da Arrábida(No Porto).
  56. Construção da Ponte Marechal Carmona.(Em Vila Franca de Xira).
  57. Construção dos Aeroportos das Lajes e de Santa Maria.(Nos Açores; com comparticipação estrangeira).58) Construção do Aeroporto do Funchal (primeira fase).
  58. Construção dos principais aproveitamentos hidroeléctricos nacionais, concretizados em dezenas de Grandes Barragens.(Por exemplo os sistemas do Rabagão, Cávado, Douro, Mondego, Zêzere e Tejo, incluindo a construção e ampliação, por todo o território, de Subestações e da Rede Nacional de distribuição de electricidade, em todos os escalões).
  59. Construção de inúmeras Obras de Hidráulica onde se incluíram dezenas de Barragens de médio porte para regadio e, nalguns casos, também para a produção hidroeléctrica.(Incluindo a construção de centenas de km de canais de regadio, secagem de pântanos, protecção das margens e correcção de alguns cursos de rios, por todo o Território Nacional).
  60. Construção de mais de 240 Pontes e Viadutos e ainda maior número de Pontões.(Já mencionadas três pontes, itens 15, 55 e 56, mas podemos acrescentar ainda, só a título de exemplo, o Viaduto Duarte Pacheco em Lisboa, a Ponte de Santa Clara em Coimbra; a Ponte sobre o Douro em Barca d’Alva; Pontes de Entre-os Rios, de Chaves, de Santa Clara – a – Velha no Concelho de Odemira, da foz do Dão – hoje submersa, etc., etc.).
  61. Melhoria geral da rede Rodoviária Nacional.(Em 30 anos apenas, entre Estradas Nacionais, Municipais e Caminhos em construção integral – com terraplanagens, pavimentações e reparações – o País foi enriquecido com mais de 21 600 km de Vias de Comunicação).
  62. Melhoria geral de toda a Rede Ferroviária Nacional. (Renovação parcial da via e das viaturas de passageiros e mercadorias; melhoria das passagens de nível, da sinalização, das comunicações telegráfica e telefónica entre Estações e completa modernização de todas as Estações de Caminho de Ferro).
  63. Ampliação e renovação, em todo o território, da Rede Telefónica Nacional(Incluindo também a melhoria geral de outros serviços de Telecomunicações: Telegrafia e TSF).
  64. Construção de cerca de duzentas Estações de Correios.
  65. Construção generalizada, por todo o País, de Redes públicas de abastecimento de água potável e Redes de saneamento.(Iniciou-se nesta época, a construção das primeiras ETAR, em alguns Concelhos).
  66. Execução de inúmeras Obras Portuárias por todo o Litoral português.(Leixões, Aveiro, Figueira da Foz, Lisboa, Sesimbra, Sines, Algarve, Madeira e Açores; menciona-se, por exemplo a construção de alguns esporões de protecção da costa, a construção e apetrechamento dos Portos de mar e Molhes, incluindo dragagens; construção de Cais, Docas, edifícios para as Capitanias, Lotas e ainda o apetrechamento dessas instalações com toda a espécie de equipamentos usados na movimentação e armazenagem portuária).
  67. Criação das Bases aéreas.(Ota, Montijo, Monte Real, Beja, etc. incluindo a aquisição no Estrangeiro de um vasto conjunto de aeronaves e equipamentos afins e a criação das OGMA, verdadeira escola de Mecânica fina de elevada qualidade, totalmente dedicadas à Construção e Manutenção de Aeronaves militares)
  68. Renovação da Base naval da Marinha.(No Alfeite; simultaneamente Escola Naval e Estaleiro de construção e reparação Naval onde se construíram e repararam várias dezenas de vasos de guerra de toda a espécie).
  69. Aquisição do Navio Hospital “Gil Eanes”.(O segundo deste nome, o qual constituíu um apoio inestimável à Frota Bacalhoeira).
  70. Criação das Casas do Povo e das Casas dos Pescadores.(Incluindo a construção de centenas dos respectivos edifícios).
  71. Construção de novos Hospitais e Sanatórios e beneficiação dos antigos.(Apenas dois exemplos, dos muitos construídos por todo o País: a construção do Hospital Rovisco Pais – Leprosaria – na Tocha com dezenas de edificações espalhadas por uma área total de 110 ha, aproveitando integralmente uma doação do grande benemérito; construção do Hospital Psiquiátrico de Sobral Cid – próximo de Coimbra – com 15 edifícios espalhados por uma área de 10 ha).
  72. Criação e implantação do Plano de colonização interna.(Permitiu grandes desenvolvimentos agrários em várias zonas do País, quase desabitadas e improdutivas. Um exemplo: Pegões, onde se aproveitou também uma doação do benemérito Rovisco Pais. Todos os colonos recebiam gratis, para além de uma casa de habitação, terreno para cultivar, sementes, algumas alfaias agrícolas e apoio pecuniário nos primeiros anos de instalação).
  73. Construção de dezenas de Palácios da Justiça, de Casas dos Magistrados e remodelação de muitos Tribunais.
  74. Construção de diversos Edifícios Prisionais, Prisões – escola e Residências de Guardas Prisionais.
  75. Construção das Centrais Termoeléctricas do Carregado e do Funchal.
  76. Contam-se por muitas centenas, as obras de recuperação efectuadas em Castelos, Igrejas e Catedrais, Museus e outros Edifícios e Monumentos Nacionais, Parques e Jardins.(Um pouco por toda a parte incluindo, geralmente, também as respectivas áreas envolventes.De referir ainda a construção de dezenas de Estátuas, Bustos e outros Monumentos evocativos de Grandes Portugueses e Assuntos Pátrios notáveis, que hoje adornam muitos locais públicos).
  77. Construção e guarnição dos Postos de Controlo Fronteiriço e Alfandegário ao longo de toda a Fronteira terrestre e junto aos Portos de mar e Aeroportos.
  78. Construção de diversos Silos, de grande capacidade, para o armazenamento de cereais.
  79. Construção de diversos Quartéis de Bombeiros.
  80. Construção de diversos Mercados Municipais.
  81. Construção de mais de uma centena de Bairros Sociais por todo o território.
  82. Construção de mais de uma dezena de Edifícios dos Paços do Concelho e construção do edifício da Junta Geral do Distrito Autónomo do Funchal(Complementarmente, quase todos edifícios dos Paços do Concelho existentes foram remodelados ou ampliados).
  83. Criação dos “Livros únicos” para os Ensinos Primário e Secundário.(Esta medida proporcionou grandes economias às Famílias portuguesas da época. Mais de 60 anos passados, após a primeira edição dos três primeiros Livros de Leitura do Ensino Primário, eles continuam a ser procurados nas sucessivas edições que o mercado reclama, porque a sua inegável qualidade, os mantêm valiosos e úteis).
  84. Criação das Pousadas de Portugal.
  85. Criação da FNAT.(Hoje INATEL).
  86. Construção de diversas Colónias de Férias para crianças.(Em Viana do Castelo e na Gala – Figueira da Foz , para só citar duas).
  87. Construção do “Portugal dos Pequeninos”.(Em Coimbra; uma obra muito apoiada pelo Dr. Bissaya Barreto)
  88. Construção da Creche/Infantário Ninho dos Pequeninos.(Em Coimbra; uma obra muito apoiada pelo Dr. Bissaya Barreto)
  89. Construção de diversas Casas da Criança.(Espalhadas pela Região Centro e também sugeridas e apoiadas pelo Dr. Bissaya Barreto).
  90. Instituição do ABONO DE FAMÍLIA, para todos os filhos de pais assalariados.
  91. Instituição da ADSE
  92. Aplicação  efectiva e geral da Semana de Trabalho de 48 horas.
  93. Construção de vários Quartéis militares.(Por exemplo, Adidos da Força Aérea no Lumiar, Lisboa – hoje Hospital da Força Aérea, Comandos na Amadora, Caldas da Rainha, Viseu, Braga, etc.). De salientar também a ampliação e remodelação dos edifícios e apetrechamento de todos os Quartéis já existentes incluindo até, em alguns casos, a construção de habitações para Oficiais e Sargentos e suas Famílias).
  94. Desenvolvimento e apetrechamento sofisticado da Manutenção Militar, dos Hospitais Militares, do Laboratório e Farmácia Militar e também das Fábricas de Armas, Munições e Explosivos militares.(O fabrico nacional de variado material de guerra, de veículos específicos, navios para a Armada e até de aeronaves, veio permitir o desenvolvimento de capacidades e tecnologias muito avançadas para a época tornando assim possível, a exportação de produtos de alto valor acrescentado: Fábricas em Braço de Prata, Moscavide, Bracarena, Oeiras, Tramagal, Alverca, etc.).De referir aqui, igualmente, o esforço continuado, ao longo dessas quatro décadas, para melhorar e modernizar o Ensino e o Treino militar: Academia Militar, Escola Naval, Academia da Força Aérea, Navio Escola Sagres, Escolas de Pilotagem de Aviões – Aveiro, Sintra, Ota – Escolas de Fuzileiros Navais, Marinheiros, Pára-quedistas, Infantaria, Artilharia, Comandos, etc.: Vale de Zebro, Vila Franca de Xira, Mafra, Tancos, St.ª Margarida, Lamego).
  95. Acolhimento fraterno e seguro, prestado pelo Estado Português a inúmeros refugiados de guerra.(Entre os quais se destaca o Sr. Caloust Gulbenkian que, em agradecimento desse bom acolhimento e segura protecção, dotou adequadamente a Fundação que tem o seu nome, a qual tanto tem ajudado e cultivado sucessivas gerações de Portugueses, há mais de cinco décadas a esta parte, nos mais diversos ramos do Saber, da Arte e da Cultura).
  96. Concessão, pelo Estado Português, de apoios diversificados a muitos dos investidores privados nacionais e estrangeiros (grandes e pequenos) que, pelas suas iniciativas, criaram ou desenvolveram empreendimentos de vulto e dos quais resultou Pão, Trabalho, Formação, Segurança e Apoio a milhares de famílias portuguesas, apoio traduzido na criação de Bairros operários, Escolas, Creches, Cantinas, Postos Médicos, Colónias de Férias, Clubes de Futebol, Serões para Trabalhadores, etc.(Exemplos de Organizações e Indústrias então criadas, desenvolvidas ou introduzidas em Portugal: Siderurgia Nacional, Cuf, Lisnave, Setenave, Mague, Sorefame, Cometna, Fundições, Carris, Duarte Ferreira – Tramagal, Indústrias de Camionagem, de Montagem de Automóveis, Autocarros e Camions, Fabrico de  Pneumáticos e Componentes mecânicos para Automóveis, Sacor, Cimenteiras, Construtoras Civis, Casa do Douro, Têxteis da lã e do algodão, Confecções, Fabrico de Fardamento Militar, Curtumes, Calçado e Chapelaria, Fósforos, Cordoaria, Agro-Alimentar, Indústria Conserveira, Moagem de cereais, Nestlé, Indústria Vidreira, Indústria Cerâmica, Philips Portuguesa, Standard Eléctrica, Siemens, Efacec, Indústrias de Cabos Eléctricos e de Motores eléctricos, Indústrias do Papel, Exploração Mineira, Indústria Farmacêutica, Companhias de Navegação, Grandes empreendimentos Hoteleiros e tantas mais). (Fonte Portadaloja)

Comparando com a actualidade, constatamos que 44 anos depois da “ditadura”, temos um país que, mesmo com a herança em património e dinheiro deixado pelo Estado Novo e  milhões de euros de  apoios da  CEE,  desde a nossa adesão em 1985:  já faliu 3  vezes a caminho do tetra;  tem mais quilómetros  de autoestradas por habitante que o Reino Unido ou Alemanha para ter muitas às moscas;  fechou escolas por todo o continente para fazer o Parque Escolar que inflacionou em 450% sem estar sequer concluído; tem uma Expo 98 com milhões de prejuízo e luvas; tem um Euro 2004 com milhões de prejuízo, e também com luvas; um Metropolitano de Lisboa, Casa da Música e Casa do Cinema no Porto, Centro Cultural de Belém em Lisboa inflacionados e com luvas;  tem uma Ponte Vasco da Gama com um contrato ruinoso; não tem um TGV  mas terá de pagar indemnizações por isso; tem um aeroporto em Beja para aterrar gaivotas; destruiu de forma  massiva o tecido empresarial onde só 2 empresas têm mais de 1000 empregados quando em 1974 eram 71; destruiu o sector das pescas e agricultura; aumentou o desemprego; cobra ao contribuinte rendas colossais  de negócios suspeitos com privados;  encerrou  serviços  indispensáveis às populações isoladas e envelhecidas criadas pelo Estado Novo. Como é isto possível?

A verdade é que, com  a liberdade e democracia, chegou também os gatunos da Nação. Uma estirpe de gente sem escrúpulos, vestida de fato e gravata, que em nome da democracia se  apropriou do erário público como se fosse deles, saqueando e destruindo sem pudor.  Enquanto estes enriqueceram, o país foi emprobrecendo. Sob a falsa propaganda de que hoje se vive melhor, ficamos todos manietados a dívidas de créditos ao consumo, dívidas soberanas pagas com aumentos brutais de impostos todo os anos, salários miseráveis  e muitos subsídios do Estado que nos torna dependentes, só para lhes eternizar o poder.

Num país que está no ranking dos que mais cobram impostos, não é aceitável morrer-se por negligência do Estado só porque simplesmente este se demitiu de cuidar e proteger seus cidadãos. E se isso acontece, não é porque agora Centeno resolveu cativar mais do que qualquer outro no passado. É sim,  porque ao longo de décadas até aos dias de HOJE, ainda não se parou de roubar ao cidadão, desviando verbas essenciais vindas dos impostos, para encher os bolsos dos de sempre –  políticos, empresários, banqueiros e amigos do sistema – em detrimento da Nação.

Cristina Miranda

Via Blasfémias

 

O socialismo arruinou os transportes públicos

Numa investigação da SIC ficamos a conhecer o estado lastimoso e crítico da nossa ferrovia. Segundo essa reportagem temos:  20% da frota parada para manutenção; peças que são retiradas de uns comboios para outros; 20 locomotivas Alstone 2600 e comboios  parados nos armazéns do EMEF mas alugamos a Espanha por 11,5 milhões; que em 20 anos houve zero investimento em comboios; que dentro de 15 anos toda a frota atingirá o limite de idade; que há cada vez mais supressão de comboios e só 400 aquisições novas podem travar esta degradação. Pergunta-se: como raio é isto possível numa empresa estatal onde todos os anos são injectados milhões de euros através do OE?

Não é preciso grande esforço para entender o que está por trás desta miserável prestação de serviço público. Na verdade, a resposta até nos entra pelos olhos adentro: as empresas públicas não são geridas, são usadas.

Todos sabemos dos problemas crónicos financeiros de milhões de euros anuais de prejuízos que são cobertos com injecção de dinheiros públicos. Mas poucos questionam porque razão é assim e porque nada se faz para contrariar isso. Isto porque  a classe política teima em fazer  crer que é normal uma empresa pública ter prejuízos porque não tem fins lucrativos. Nada mais falso.

Uma empresa pública gere-se exactamente como uma empresa privada mas com uma variante: não tem por objectivo o lucro, o que não quer de todo dizer que pode ter prejuízos. Assim, embora possa e deva gerar lucros, estes têm de reverter obrigatoriamente para o melhoramento do serviço e redução de custos para o utente e não para outros fins. Dito de outra forma, uma empresa pública que tem lucros tem de o aplicar em benefício dos consumidores. Daí a razão da sua existência: melhor serviço ao menor custo para o utente, em serviços essenciais, livres de especulação. Isto em teoria.

Acontece que nenhuma empresa pública é assim. O que vemos são preços sempre a subir em troca de uma prestação de serviços cada vez mais medíocre. E os transportes públicos são dos mais flagrantes exemplos que existe.

A razão é simples: desde 1975 que o socialismo,  para engordar o número de eleitores,  alimenta a máquina do Estado com muitas empresas públicas (durante o PREC muitas foram nacionalizadas) onde depois faz muitas  contratações desnecessárias, com regalias absurdas, salários astronómicos, sem qualquer responsabilidade, com a ajuda dos sindicatos, apenas para criar o máximo de dependentes estatais e pelo caminho encher  generosamente alguns bolsos.

Só para dar uma ideia desse regabofe, a CP tem maquinistas a ganhar 50 000€/ano de acordo com a folha de salários e tem mais 195 itens que engordam a remuneração tais como: abonos de produção, subsídios fiscais, ajudas de custo e subsídio de agente único, subsídio de antiguidade. Só por se apresentarem  ao trabalho recebem mais 6€/dia, de um tal subsidio de assiduidade. Assim, os subsídios representam 54% dos encargos com salários. Mas calma, isto não fica por aqui. O tempo de escala é de 8h ou seja 40h/semanais mas em média o tempo de condução é de… 3 a 4 horas! Isto sem falar das administrações que são pagas com salários de luxo quer façam um bom ou mau trabalho na gestão. Na Carris até há  barbearia para uso privativo de todo o pessoal activo e não activo. Tanto na Carris como no  Metro e STCP, pagam-se complementos de reforma aos ex-trabalhadores para que este seja igual ao último salário. Estes complementos não têm limite (excepção da STCP) podendo um reformado com 4000€ usufruir desse acréscimo pago pela empresa. Além disto temos as baixas pagas a 100% em que a empresa paga a compensação necessária para que o empregado  receba o mesmo salário sem estar a trabalhar. A juntar a estas regalias, todos os familiares dos empregados activos e reformados (cônjuges, pais, irmãos, filhos, enteados) podem viajar  de borla. Há também remédios à borla na Carris que gozam ainda, veja lá,  30 dias de férias! Não é giro?

Ora, nestas empresas, nem mesmo a serem pagos  largamente acima da média, com condições extraordinárias, conseguem ser produtivos, não ter atrasos, não fazer greves sistemáticas por tudo e nada e sobretudo não apresentar prejuízos. Não! O que têm é sempre pouco e nunca chega. Por isso não param de exigir. Porque mesmo sem dinheiro o Estado, o “patrão”,  cobre sempre quando falta. Paga o contribuinte burro!

Acontece que uma empresa pública não pode dar nada acima dos seus recursos financeiros. Tem de gerir. E gerir não é dar tudo e mais alguma coisa para depois suprir os buracos com os impostos dos cidadãos ou empréstimos à banca, que depois nem sequer pagam.

É por isso que, só a CP, teve prejuízos de 112 milhões de euros em 2017 e até ao final desta legislatura vai receber 2,5 mil milhões do Estado.  Isto apesar de em 2015 o Estado ter injectado, nesse ano,  em empresas públicas,  um total de 2,7 mil milhões com a REFER como principal beneficiária. Como é que chegamos a esta degradação da ferrovia com tantos milhões enterrados, vindos dos nossos impostos?

Simples: essa bandeira ideológica socialista de que o Estado gere bem e dá melhores condições aos utentes, é tão falsa como dizer que o socialismo reduz a pobreza.  Socialismo só consegue gerir a riqueza dos outros enquanto houver. É um sistema parasitário que vive do “hospedeiro” até lhe provocar a morte.

Por isso a CP só foi eficaz enquanto se usufruiu do que já existia antes da nacionalização dos Caminhos de Ferro.

Cristina Miranda

Via Blasfémias 

As notícias falsas não nasceram nas redes sociais porque sempre existiram

Hoje chamam-lhe “Fake News” porque dá estilo  falar americanizado. Dantes eram designados apenas por boatos, a arte de descredibilizar e atacar o adversário, mais antiga do mundo. Lembrou  Carlos Abreu Amorim no facebook, e muito bem, que “a melhor e mais proveitosa “fake news”  aconteceu em 1383, quando “O Mestre de Avis e amigos foram ao Paço matar o Conde de Andeiro e puseram os pajens e o cúmplice Álvaro Pais a gritar pelas ruas de Lisboa:
– “Todos ao Paço que matam o Mestre! Venham que matam o Mestre que é filho de El-Rei D. Pedro!” Ou seja, o futuro D. João I e os seus, foram matar um inimigo político e, à cautela, puseram o povo em armas em frente ao Paço, já quase a arrombar as portas, porque espalharam a “fake news” de que eram eles que estavam prestes a ser assassinados”.  Onde está a novidade que tanto agita hoje governo e comunicação social? Simples:  é que hoje as falsas notícias já não são controladas por eles.

A arte de manipular é antiga. Mas foi com a imprensa que ela se tornou mais eficaz. Se um boato lançado boca a boca já corre várias cidades, um boato escrito na imprensa, faz uma volta ao mundo. Por isso Gramsci, depois de ver fracassado o marxismo da luta de classes pelo proletariado, virou-se brilhantemente para a “revolução” através das letras tendo dito: “Não tomem os quartéis, tomem as escolas e universidades; não ataquem blindados, ataquem ideias”. E ainda: “Os jornais são aparelhos ideológicos cuja função é transformar uma verdade de classe num senso comum, assimilado pelas demais classes como verdade colectiva – isto é, exerce o papel cultural de propagador de ideologia. Ela embute uma ética, mas também a ética não é inocente: ela é uma ética de classe”. Foi o marxismo cultural que ideologicamente deu o mote para transformar nossa sociedade numa incubadora de falsas verdades para desconstruir valores, conceitos e culturas. Criar um pensamento único em que a verdade é somente aquela que eles defendem e mais nenhuma.

Com este princípio posto em acção, silenciosamente, durante décadas, as sociedades sem se darem conta, foram sendo doutrinadas por um batalhão de gente que controla os meios de difusão das letras sob o batuque dos políticos que assim que se apoderam do poder, tudo fazem para controlar a notícia e a História  a seu favor. Uns de forma subtil outros completamente à descarada como foi o caso em Portugal de Sócrates que queria comprar a TVI para a silenciar e manipular a  informação.

Por isso, muito antes das redes socais sequer serem sonhadas por “Zuckerbergs”, já se ensinava falsamente nas escolas e universidades, entre tantas outras coisas:  que o 25 Abril foi uma luta pela liberdade quando na realidade aconteceu – dito pelo próprio Otelo Saraiva de Carvalho – pelo cansaço pela guerra colonial e por razões corporativistas quando os militares de carreira se viram ultrapassados nas promoções por antigos milicianos; que Che Guevara foi um herói da democracia e liberdade quando na verdade foi um assassino em massa, racista e homofóbico que queria impor uma ditadura; que o socialismo não é marxismo quando este deriva dessa ideologia; que o fascismo é de direita quando este é uma ideologia revisionista do marxismo; que a ideologia de esquerda é quem se preocupa com os pobres quando na verdade é a que mais pobres e dependentes cria; que os países comunistas/socialistas não fracassaram apenas não aplicaram o verdadeiro socialismo.

A chegada das redes socais não veio piorar esta situação já existente. Na verdade veio trazer mais transparência e escrutínio às falsas notícias e à doutrinação. Porque ao retirar o poder de controlo aos média e políticos, estes deixaram de ter influência absoluta sobre o que se escreve. O pensamento passou a ser mais livre, mais exposto, aberto a todo o cidadão, ligado mundialmente,  que analisa por si, questiona, interroga e faz contraditório. Nas redes, uma mentira não atravessa décadas como no passado. Bastam dias para que uma falsa notícia seja desmascarada por milhões de pessoas nas redes, desacreditando o órgão ou pessoa que a lançou. E é aqui que reside o medo dos governos, dos partidos e da comunicação social que vive acoplada a eles. Porque hoje, são as redes o crivo e não os jornalistas. São elas que detectam a falsidade e arrasam quem as cria.  

O Governo fingindo-se AGORA preocupado com esta problemática, ironicamente criada  também por ele – são os maiores difusores de “fake news” na rede – diz querer  legislar. Mas na verdade quer limitar a liberdade de expressãoQuer ter de novo o poder absoluto sobre tudo o que é divulgado.Porque sabe que sem isso:  não pode dizer que o país está melhor que nunca sem ser desmentido com números reais na rede;  que o OE2019 é um bom orçamento sem ser acusado de embuste; que o rendimento das famílias aumentou sem ser desacreditado por cidadãos atentos que provam que com os aumentos escandalosos dos impostos indirectos, perderam mais que ganharam. O governo quer o monopólio das “fake news”. Quer mentir à vontade sem contraditório. Essa é que é  a verdade.

A melhor forma de nos defender das notícias encomendadas,  é ter a verdade sempre  do nosso lado.  Só assim não nos contradizemos, não nos engasgamos com argumentos esfarrapados. A rede pela sua imensidão, regula-se a ela própria, denunciando em poucas horas, a mentira. A verdadeira democracia é assim.

Legislar é só uma forma encapuçada de ditadura ao pensamento livre. Um “lápis azul” mais azul que no passado, sob a falsa pretensão de defesa por uma sociedade mais livre e democrática. Já conhecemos esse filme ainda em exibição perto de nós,  e chama-se Venezuela.

Cristina Miranda

Via Blasfémias

A confissão de Francisca Van Dunem segundo a “teoria do Daniel Oliveira”

É tão giro ver nos intelectuais da esquerda à direita, comentadores e  comunicação social, uma preocupação  obsessiva com a nomeação do Juiz Sérgio Moro para ministro da justiça brasileira alegando que põe em causa o princípio da separação de poderes. Bem, eu devo ser realmente muito ignorante por ver exactamente o oposto. Porque este medo não é normal num país cuja Ministra da Justiça veio do DCIAP e é juíza do Supremo Tribunal de Justiça. A pergunta é: que “confissão” deu Van Dunem ao aceitar o cargo no ministério ou isto passou ao lado destes comentadores?

Não compreendo como é que um país, que além disto,  tem um PGR nomeado por governos, uma eleição de juízes por via electrónica, se acha com superioridade moral para opinar sobre outros países que, por muito que lhes custe admitir, estão a fazer melhor que nós na área da justiça. Ou já se esqueceram que no Brasil os corruptos já estão na cadeia a cumprir pena (e mais irão), os processos são céleres  e nós além de os ter todos soltos e a viver bem – alguns até já condenados –  não se prevê que sejam julgados ou presos tão cedo.  E mais: há o risco de “prescrição” de uns  e o habitual arquivamento por “falta de provas”, de outros.

Por isso,  é preciso ter muita falta de vergonha para certos indivíduos virem para as televisões e jornais criticar o Brasil,  com um país como o nosso que protege os corruptos descaradamente. Quem não assistiu à substituição desnecessária pelo governo da PGR Joana Marques Vidal com a ajuda do Presidente da República, que estava a fazer um trabalho brilhante no combate aos crimes de colarinho Branco? Quem não viu um sorteio para a escolha de um juiz da Operação Marquês a ser seleccionado à quarta vez colocando de fora Carlos Alexandre que conduziu de forma também brilhante o processo, por outro com currículo vasto em arquivamentos e queixas do ministério público? Quem não viu no passado, Cândida Almeida, Noronha do Nascimento e Pinto Monteiro a arquivar tudo o que implicava o arguido Sócrates, onde até se recortou literalmente provas do processo?  E andam estes a fingir estarem preocupados com a separação de poderes. Francamente.

Nós como país somos a prova que não há nem nunca houve separação de poderes. Só de fachada. Porque na verdade temos um sistema promíscuo em que o poder político  tem tentáculos em todos os sectores.  E movimenta-se livre, de forma escancarada porque já se sabe que aqui, neste rectângulo, só vai preso quem está fora do sistema. E não há nem nunca houve vontade de mudar isto. Mas disso, os comentadores do regime não falam. Muito menos a comunicação social.

Sérgio Moro de facto é um “perigo” no Ministério da Justiça brasileira, não pelo que o acusam mas pelo trabalho sério, honesto, currículo intocável e principalmente competente que vai fazer de imediato. Porque ele conhece bem os meandros da justiça brasileira. Sabe por experiência o que funciona bem e mal para corrigir  tudo aquilo que durante anos contribuiu para a escapatória dos corruptos nas malhas da lei. E sabe como ninguém o que é que o sistema judiciário precisa melhorar para limpar a corrupção do país. Porque ninguém melhor que um profissional da área para fazer o que tem de ser feito e bem. Ora, se isto é assustador? Claro que sim mas só para aqueles que viveram à custa do sistema corrupto do país.

É o caso de políticos e empresários em Portugal. As ligações da Lava Jato têm tentáculos até nós. Um “super juiz” que já demonstrou ser incorruptível, íntegro e implacável no combate à corrupção, só pode deixar muita gente sem dormir do lado de cá. Porque de repente perceberam que apesar de terem mudado o Juiz Carlos Alexandre, apesar de terem corrido com Joana Marques Vidal, a ameaça continua do outro lado do atlântico com o Processo Marquês e Monte Branco, ligado ao Lava Jato.  Mas que ao contrário daqui, não podem mais controlar. O PT foi corrido.

Por isso diz-se “inverdades” sobre Moro e esconde-se as verdades. E as verdades são: que  a Lava Jato teve seu início em 2014  sem que nada fizesse prever que alguma vez Bolsonaro chegasse à presidência; que essas investigações foram levadas a cabo pela Polícia Federal sendo que Moro só as autorizou; que  Lula viu sua pena ser aceite e aumentada pelo TRF4 e não por Moro; que  Lula viu  sua candidatura ser rejeitada pelo TSE e não por Moro; que Lula teve seus inúmeros recursos negados pelo STF e STJ e não por Moro. Portanto, a “culpa” não foi de Moro mas dos tribunais das instâncias superiores. Logo, a teoria da perseguição política é falsa.

Enquanto por cá se tenta ensinar os outros países a se governarem, nós escolhemos os ministros e secretários de acordo com os laços familiares, amizades e interesses, mesmo sem qualquer experiência, mesmo com licenciaturas falsas, mesmo sem sequer serem da área para que são nomeados. Que o diga Galamba que até conseguiu uma nomeação para secretário da pasta da… energia? Foi escolhido por saber ligar interruptores?

Num país que não privilegia o saber, a experiência como factor fundamental para uma nomeação, jamais terá a eficiência dos ministérios de Bolsonaro. E isso dá medo a quem não interessa que se prove que sem  políticos a fazer política num governo, o país prospera.

Cristina Miranda

Via Blasfémias

 

Guião para a esquerda do Sr. Louçã

Eu sei que para um burguês caviar que sempre viveu como um capitalista, encostado ao Estado, docente universitário (pois…), deputado (ora…) e acabando por integrar  o Conselho Consultivo do Banco de Portugal e Conselho de Estado ( meu Deus que belo exemplo de marxista ), é difícil compreender o fenómeno Bolsonaro ou Trump. Eu também, se vivesse numa redoma de luxos e cargos  inacessíveis ao comum mortal, provavelmente também não.

Mas eu, ao contrário de Louçã, sou do povo.  Nasci e vivi no meio do povo. Meus avós eram agricultores e pescadores. Meus pais foram emigrantes. Meu percurso pessoal, académico e profissional está recheado de superações a adversidades.  Uma vida cheia de fracassos que se transformaram em sucessos por teimosia, resiliência e muita coragem. Sozinha. Claro que não sabe o que isso é. Porque partir unhas e fazer calos (as minhas mãos não são de princesa), conquistar só por mérito,  não é a vossa cena. Sois parasitas.

Eu sei que para gente que vive alapada ao Estado, gente do povo que emerge no meio político, assusta para caraças e por isso é preciso desacreditar fazendo crer que  “esta vida” não é para gente, vá lá, “menos inteligente” – isto para não dizer burra – pois só vós os “ilustres” intelectualóides tendes capacidade para tal. Deve ser por isso que em 44 anos de uma democracia adulterada, a esquerda deste país levou 3 vezes o país à falência e AGORA com Bloco de Empreendimentos e PCP, nesta aliança governativa, darão mais um contributo precioso na 4 falência que se avizinha. O que prova que ter intelectualóides a governar, é bancarrota na certa.

Sabemos muito bem que Bolsonaro já andava na política há 30 anos. Mas é precisamente aí que reside a mais valia: a política não o corrompeu nem enriqueceu. Pode dizer o mesmo de si e seus companheiros de luta?  Claro que não.  Político medíocre? Bem, para quem vê em Lula um político de excelência e Dilma uma referência, não preciso de acrescentar mais nada a esta sua classificação infeliz que diz tudo sobre si.

A direita meu caro, não precisa do seu guião para nada porque graças a vós e só a vós,conseguimos provar SEM ESFORÇO que o vosso marxismo, quando implementado  numa sociedade, é mais destrutivo que um vírus. Só temos de dar tempo ao tempo para que as pessoas, acordem da letargia com doutrinas estrategicamente propagandeadas nas escolas, universidades e comunicação social. Pessoas que infelizmente, só quando chegam ao ponto rebuçado amargo do Brasil ou Venezuela, acordam para a crua realidade dos factos: o marxismo só traz miséria, colapso social e financeiro. Facto.

Também não precisamos de inventar fake news. Basta-nos relatar com rigor a verdade sobre vós. E a verdade é que são um bando de mentirosos:  que dizem combater a especulação mas são especuladores-mor do mais elevado grau jamais visto; que jamais se submeteriam à ditadura de Bruxelas mas curvam-se a a eles até se vos  ver as cuecas; que nunca mais aprovariam um cêntimo para bancos ou empresas privadas e aprovam orçamentos com milhões para a banca, perdões fiscais para os gurus do capital; que dizem que só aprovariam OE2019  se houvesse dinheiro para contagem tempo de serviço dos professores, mas mesmo sem isso, assinaram; que dizem ter posto termo à austeridade de Passos e desde que fizeram aliança com PS, ainda não pararam de aprovar orçamentos com aumentos brutais de impostos, tendo ultrapassado já o período da Troika; que dizem baixar o IRS às famílias mas na realidade, aumentaram; que iam exigir baixar a luz, mas só baixou o IVA do aluguer do contador que são uns míseros trocos; que dizem ter aumentado rendimento das famílias mas aumentaram o custo de vida de forma tão brutal, que anulou umas pindéricas reposições. E fico por aqui senão vai parecer um livro e não um texto. Aprenda: as maçãs podres caem sozinhas.

Já do vosso lado, só com Fake News conseguem fazer valer vossa ideologia fracassada, quando teimam em dizer que os cortes nos salários, os aumentos de impostos, a austeridade severa e as privatizações foram obra do Passos. Uma mentira repetida até à exaustão quando é factual que foi SÓCRATES o AUTOR dessas medidas, aplicadas ainda em governo e depois transitadas para o Memorando de Entendimento que ELE assinou com a Troika e que QUALQUER executivo que se seguisse, teria de cumprir à risca! Vá ler o Memorando! Uma mentira colossal muito mais pejorativa e que se manteve ATÉ HOJE,  do que aquela patetice do relógio da Catarinocas que só meia dúzia de distraídos engoliu. Ou a eterna falácia dos subornos a Portas nos submarinos que obrigou Ana Gomes a pedir desculpas a Cecília Meireles que a desmascarou.   Ou ainda a patranha de chamar FASCISTAS a gente de direitaquando essa é uma corrente ideológica, revisionista do marxismo, que nasceu com o filósofo socialista italiano Giovanni Gentile e que foi seguida por outro nacional socialista, Mussolini, que desavindo com o partido, criou outro cujo o símbolo era o fasces. Daí o nome fascistas aos militantes. Celebrizou a frase: tudo no Estado, nada contra o Estado, nada fora do Estado. Assim como a invenção perpetuada por vós de que Hitler era de direita quando na verdade era outro nacional socialista.  Vá estudar!

Meu guião para vocês é que parem de mentir sobre adversários fingindo que são assassinos de minorias, perseguidores de opositores, violadores de liberdades, invocadores de ódios, organizadores de milícias. Que parem  de vender uma porcaria de ideologia assassina de democracias como sendo um produto da liberdade e prosperidade. Porque enquanto não REPUSEREM essa verdade, serão desmascarados e depois arrasados por todos os “Bolsonaros”  que hão de vir  provar, que gente séria, do povo, que sabe trabalhar e liderar, é  capaz de criar desenvolvimento económico e qualidade de vida, sem por em causa as liberdades individuais e colectivas, com muita mais competência, demonstrando assim, que o marxismo é um fiasco.

Cristina Miranda

Via Blasfémias 

A direita que votaria no marxista Haddad

Respirem fundo. Bolsonaro não vai implantar uma ditadura. Não vai matar opositores. Não vai perseguir homossexuais. Não vai provocar desigualdades entre mulheres e homens. Não vai perseguir nem matar negros. Tudo o que ouviu dos média em campanha foi uma construção falsa contra um candidato, a favor de outro, e contra o qual milhões de brasileiros lutavam. Endeusaram Haddad, um bandido com várias dezenas de processos judiciais activos por corrupção e branqueamento de capitais, com programa eleitoral claramente ditatorial,  e demonizaram Bolsonaro truncando entrevistas, vídeos, alguns com quase 30 anos e citações fora dos contextos para servir uma agenda política aos globalistas apoiantes de uma nova ordem mundial. Foi feita uma clara campanha a FAVOR DO MARXISMO por parte da classe intelectual e dos média. Coisa jamais imaginável em pleno século XXI onde muitos países já viram e  ainda vêem a face negra  do comunismo. É exactamente por isto que o povo, que quer queiram quer não, é quem mais ordena (ironicamente são os comunistas que o afirmam) e democraticamente nas urnas,  há de banir o comunismo e agendas globalistas  do planeta. Temos pena.

Entretanto, preparem-se porque os perdedores, “defensores da democracia, tolerantes, pacíficos e sem ódio”, vão começar os motins e ataques violentos a civis para depois virem vitimizar-se, quando a polícia intervir,  alegando que estão a ser oprimidos na “luta” pela “reposição da democracia” (curiosamente ganha nas urnas  ah! ah! ah!) e contra o “ódio” e contra a perseguição de não sei do quê, nem por quem, mas que servirá para espalhar o terror sob a bandeira hipócrita da defesa pela liberdade. Mas qual liberdade? Aquela que querem usurpar? Agora são eles que escolhem quem vence e não o povo? Mas isso não é ditadura?

Da esquerda tudo espero porque tem sido assim sempre que perdem eleições democráticas, mesmo que totalmente viciadas e manipuladas por eles com a ajuda dos média. Agora a grande surpresa foi descobrir que existe uma #DireitaHaddad!!! Sim, ouviu bem. Uma direita capaz de, como li, votar em consciência sem hesitar em Haddad ou outros que o fariam depois de fechar os olhos. A sério??????? Então votariam, se fossem brasileiros, num marxista puro, que não escondeu ao que vinha com programa eleitoral claramente ditador castrador das liberdades individuais e colectivas, para se perpetuar no governo e soltar os criminosos petistas da cadeia???? Desculpem mas isto é assustador.

O pior pesadelo que me poderia assombrar neste momento é saber que na ala liberal há marxistas vestidos de direita. Sim marxistas. Porque só marxistas votam em marxistas. Escusam de estrebuchar. Porque existe o voto em branco. Existe opção para os objectores de consciência. Se não fazem uso a esse direito, são como eles. Não há volta a dar.

Alegam as criaturas que foi por via de um discurso de “ódio,  machista, racista e homofóbico” inspirados em vídeos com quase 30 anos.  Quem é capaz de me afirmar aqui que suas opiniões, hoje, são as mesmas que há décadas atrás seja sobre homossexualidade, migrantes, sobre a actualidade do seu país ou qualquer outro tema? A forma como hoje resolveriam problemas nacionais seriam iguais há 10, 20, 30 anos? Não precisam de responder. Todos nós vamos crescendo nas nossas visões sobre o que nos rodeia. Que o digam por cá os agora PSD que eram PCTP-MRPP por exemplo. Eu sou do tempo em que a homossexualidade era tabu e quando apareceu a sida –  que inicialmente era atribuída a esse grupo e se acreditava ser contagiosa pelo toque –  tínhamos medo do contágio e dos homossexuais!!! Claro que hoje, depois de muita informação, a sociedade progrediu e são naturalmente aceites sem qualquer problema. Assim foi com Bolsonaro que disse explicitamente em entrevista recente que TODOS são iguais perante a lei e devem ser por isso respeitados ao abrigo da Constituição.

Ele de facto usa muitos eufemismos excessivos quando quer transmitir uma ideia. Curiosamente, o povo entende-o bem porque no dia a dia fala como ele, de forma emotiva e exagerada. Bolsonaro é um ex-militar, pai de família, católico devoto, homem do povo, simples, genuíno e de pavio curto. Precisamente por isso, o povo não só entendeu a mensagem, como não o teme. Já os intelectuais deste país, que não se misturam com o povo, estão perplexos e “assustados”. Sosseguem. Porque a bolsa já disparou;  os investidores estrangeiros já estão de olho no Brasil; os ministros escolhidos são de topo (veja-se o ministro da ciência e tecnologia se tem alguma comparação curricular com os medíocres dos ministros portugueses) e se cumprir com todo o programa, em  pouco mais de 2 anos, o país estará a “bombar” economicamente  tal como Trump, sobre quem agora todos silenciam. Tudo isto, sem cortar liberdades nem matar a democracia.

Mas curiosamente, a #direita Haddad não sentiu medo dos discursos de ódio espalhados pelas esquerdas em campanhas eleitorais no Brasil: “Brasil será incendiado por greves e ocupações– MTST;  É preciso derramar sangue” – Benedita da Silva do  PT; Vamos fazer uma guerra civil” – CUT;  Vamos fuzilar” – Mauro Iasi do  PCB;  Vai ter de matar gente” –  Gleisi do PT;  Eles vão apanhar nas ruas e nas urnas” José Dirceu do PT. Ou seja, o ódio da esquerda é fofinha e não aterroriza ninguém…  da  #direita Haddad. Pois.

Para mim esta eleição foi um abre olhos. Percebi que há entre nós indivíduos perigosos que se dissimulam de direita.  Que por viverem numa redoma de glamour e purpurinas da “socialite chique”, não percebem  o que é viver todos os dias a desviar-se das balas sempre que se vai para a rua trabalhar, que não sabem o que é temer que os filhos morram no regresso da escola, que não sabem sequer o que é viver em dificuldades extremas. Não sabem nem querem saber. Mas sabem com firmeza que votariam Haddad, do mesmo PT que transformou Brasil numa gigantesca organização criminosa de onde se foge para sobreviver!

Cristina Miranda

Via Blasfémias