Comandante Costa, Vamos Colidir!

Uma realidade mais que incontornável. O País está bêbedo e não quer acordar, o sonho é cor de rosa e sem espinhos, o problema será o final, que não será nada feliz.

BLASFÉMIAS

A espessa cortina de fumo que resultou dos 178 000 hectares de floresta já ardida (sim! ouviu bem! e não ficamos por aqui porque o país ainda arde) o equivalente a 178 000 estádios de futebolnão deixam ver outro perigo que se agiganta. Com as atenções desviadas para a maior calamidade de sempre com incêndios onde nunca morreu tanta gente incinerada, juntam-se outras tragédias como os recentes ataques terroristas em Espanha que a dupla Costa e Marcelo prontamente aproveitaram para  assim tentar aumentar os níveis de populismo em terras de nuestros hermanos, numa tentativa desesperada para que esqueçamos suas responsabilidades pelo que cá dentro se passa. Costa que nem gosta de missas nem funerais por cá, não perde uma lá fora. Mas não adianta. O povo vê e sente que foi e continua a ser  abandonado à sua sorte. Desta vez não há malabarismo populista que lhes valha…

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A Brigada Anti-Racismo das Esquerdas Radicais

Sempre que se usa a mioleira, a extrema esquerda acusa de racismo. Sempre que alguém tem uma ideia diferente, a esquerda acusa de Satanás. Sempre que alguém pensa fora da caixa, a esquerda logo lhe chama de Neoliberal fascista. Enquanto uns trabalham e produzem riqueza, outros gostam de maconha e o que dizem serve só para encher melões.

P.S: Explicação de foto para quem não sabe Inglês: ” Tudo o que eu diga a esquerda chamará de racismo”.

BLASFÉMIAS

Sempre que alguém tem uma ideia divergente no que concerne a minorias sejam elas quais forem, vem logo uma “Brigada Anti-Racismo” para atacar ferozmente as vozes dissonantes. O ataque que mais parece de cães raivosos enlouquecidos é sempre carregado de mimos insultuosos onde se repete até à exaustão palavras como racista, xenófobo, homofóbico e outras tretas. O objectivo é transmitir ao interlocutor sentimentos de culpa por ousar questionar as pobres minorias que simplesmente por serem minorias são uns pobres coitados postos à margem por uma sociedade capitalista. Chegamos ao ponto de não poder comentar factos. Falar mal de  criminosos é socialmente aceite se o criminoso  for branco, heterossexual , cristão, ateu ou judeu. Mas se tiver  outra  cor de pele, tendência sexual ou religião a “Brigada Anti-Racismo” vai conotar-nos de racistas, xenófobos e homofóbicos. Quem ousar dizer que o Islão é uma religião dominadora/invasora como o comprova a…

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O RSI da “Pobreza Severa”

Os Partidos da Igualdade, da Inclusão, da “Junção” e de todas as fanfarronices politicamente correctas, querem dar dinheiro a quem o tem, os que não tem rendimentos que se lixem, mas quem tem um Mercedes é recompensado. Ohh Costa! Porreiro pah!

BLASFÉMIAS

O mesmo Governo que ainda não reverteu por completo o SIRESP por falhas criminosas, resolveu reverter mais uma medida do anterior executivo. Qual é ela? Aquela que limitava o acesso ao RSI de pessoas com carros, avionetas, barcos e contas bancárias com mais de 25000€. O que alegou então Vieira da Silva para reverter esta medida? Que estas condições não invalidavam a existência de “pobreza severa”. Muito bem. Dito isto ficamos a saber que pobreza severa também atinge quem tem bens e contas com milhares de euros. A sério? Não estou aqui a dizer que ficar sem trabalho não é dramático. É. Mas se eu ficar sem trabalho e tiver 25000€ no banco ou um bem nesse valor, eu não sou pobre. Estou, sim,  em dificuldades e isso é outra coisa. Ficar desempregado mas ter bens que me permitem dar a volta por algum tempo à minha situação, não…

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Porque Arde Tanto Portugal?

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A minha colega Cristina a ser, mais uma vez, assertiva neste caso. Se temos Pirómanos(incendiários que neste caso são “doentes”), muitos deles seguem em liberdade, que respeito merece o Estado Português? Portugal é um SIRESP em tamanho grande, da esquerda à direita.

BLASFÉMIAS

Não faz sentido nenhum um país tão pequeno e com florestas pouco densas arder todos os anos. Portugal com uma área de cerca de 90.000 km2  representa 1% da área total da Europa. No entanto tem uma área ardida neste momento que corresponde a 33% da área ardida em toda a Europa!! Por muito que se desculpem com SIRESP, com plantações de eucaliptos, com reordenamento territorial, com comandos da ANPC ou MAI, com falta de limpezas das matas, com o diabo da natureza, há muito por explicar que vai além do mencionado e que ninguém aborda: como se dão as ignições e porquê. É por aqui que devemos começar e depois varrer os restantes problemas um a um. Porque são demasiados e alguns roçam a criminalidade.

Portugal não arde por acaso. Arde essencialmente por mão criminosa. Todos os anos. Dezenas de pirómanos são detidos mas nunca são condenados com penas exemplares…

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Os Falsos Defensores de Minorias

Eles transpiram falsidade por tudo quanto é poro. Gritam seu apoio às “minorias” evocando racismo a quem se lhes opõe tentando criar sentimento de culpa. Mas só quem anda muito distraído é que não percebe a instrumentalização que é feita à volta dessas comunidades para impor uma ideologia opressiva de pensamento único já deveras conhecida nos países que infelizmente se viram a braços com o comunismo. Esta gente gosta do cinzento. Da cor única. Tudo nivelado no pensamento, nas oportunidades, nas igualdades. Tudo sob o atento olhar de uma única autoridade com poder: o Estado totalitário. Defender as minorias passou a ser o caminho para chegar ao domínio da sociedade depois do fracasso do socialismo de Marx. Agora há que fazer a “revolução cultural” impondo um marxismo social defendendo temas fracturantes (e só esses) que provoquem guerras e ódios contra grupos. Em defesa das minorias? Não. Em defesa deles próprios. Da sobrevivência da ideologia marxista.

Se fossem verdadeiros defensores dos direitos das minorias, não abandonariam os idosos a quem negaram a criminalização por abandono (mas dos cães não se esqueceram). Não ignorariam os pobres e sem abrigo que abundam nas ruas e de quem nem sequer falam.  Não virariam costas ás pessoas de Pedrógão que num dia viram arder por completo suas vidas (alguém os viu por lá a ajudar estas pobres comunidades ou falar delas ou a irem aos funerais?). Não fariam vista grossa às mortes por fome, miséria e contestação provocadas pela ditadura de  Maduro na Venezuela.  Não silenciariam sobre os estupros colectivos às mulheres na Europa por migrantes ilegais. Não fechariam os olhos aos cristãos perseguidos na Europa; não fingiam não conhecer a imposição da Sharia pelas comunidades muçulmanas nos países receptores.

Sempre que há uma polémica à volta de um determinado grupo específico, saem da toca arrancando  cabelos só para fazer ruído político. Recentemente, foi o caso dos ciganos (sim esses que vemos abundantemente na sala de espera da Segurança Social mas nunca nas filas das Finanças) de Ventura, a quem não perdoaram o “pseudo racismo” das suas palavras mas andaram hibernados quando Carlos Teixeira do PS disse que ” O único objectivo deles é inscreverem-se num Centro de Emprego, receber subsídios e não pagar dívidas”. Ou então Fabian Figueiredo do BE que disse que “Há jovens de famílias ricas em Cascais que organizam gangues”. Ou então um João Quadros que desrespeita qualquer pessoa com termos ordinários que afectam a dignidade humana, sobretudo das mulheres, em redes sociais. Bahhh… Que interessa isso, não é? Coisitas sem importância quando são ditas por suas gentes. Ora… estes podem dizer o que bem lhes apetecer e fazer tudo o que lhes dá na real gana. São de esquerda.

São estes os mesmos que foram  vestidos para o Parlamento, em defesa de Luaty Beirão, com camisolas do Che Guevara, um carniceiro homofóbico que expressou seu amor por matar o próprio pai tendo dito coisas muito belas como por exemplo: ” (…) tenho de confessar pai, que naquele momento descobri que gosto de matar” ou ” (…) que os mexicanos são um bando de índios analfabetos” ou ainda ” (…)que a manifestação mais positiva e forte além de todas as ideologias era um tiro bem dado a quem merece na hora certa“. Isto além do seu profundo amor pelos fuzilamentos a frio perpetrados por ele, que matou 90% das pessoas por opinião. Tudo explicadinho no livro “Guevara Misionero de la Violencia“. São ainda as mesmas pessoas que foram a Paris berrar “Je Suis Charlie” por defender a liberdade de expressão que eles TODOS OS DIAS tentam condicionar com suas tropas de avençados nas redes sociais e na Comunicação Social.

Na verdade, eles não lutam por minorias. Lutam por uma doutrina que à semelhança de certas religiões tenta impor-se pela força, subjugação, violência verbal ou física e nunca de forma pacífica e democrática. Defendem uma liberdade que só existe para eles e para quem partilha a mesma ideologia.

Os opositores são para varrer do mapa.

Gentil, Ventura e o Marxismo Cultural

A nossa Constituição é clara. No “Artigo 37.º” refere: “1. Todos têm o direito de exprimir e divulgar livremente o seu pensamento pela palavra, pela imagem ou por qualquer outro meio, bem como o direito de informar, de se informar e de ser informados, sem impedimentos nem discriminações. 2. O exercício destes direitos não pode ser impedido ou limitado por qualquer tipo ou forma de censura.” Assim, não há qualquer dúvida que nenhum cidadão pode ser perseguido por emitir opinião. Mas se não pode, porque razão os marxistas que passam o tempo todo a aludir à Constituição para fazer valer seus ideais, perseguem ferozmente quem se lhes opõe, transgredindo-a?

Para entendermos o que se está a passar hoje temos de recuar a Karl Marx esse iluminado burguês inútil que viveu literalmente às custas da sua mulher aristocrata. Achava ele que tinha descoberto uma ciência que poria fim às classes sociais, o Marxismo. Que a sociedade naturalmente iria colidir entre proletariado e o capital. Só que deu um tiro gigantesco no pé. A dita teoria, com o passar do tempo não se confirmava e vai daí, ajusta-a dizendo que afinal, não despoletaria de forma natural mas sim provocada, ou seja, era preciso instigar à rebelião. E é aqui que está o cerne desta questão. É que nem provocada deu os resultados pretendidos. Com chacinas em massa, depois de experimentada a dita teoria ideológica no Mundo, TODOS os países que se  viram prisioneiros do marxismo imposto, expulsaram o comunismo. Com tamanho fracasso mundial, as mentes perversas dessa ideologia logo encontraram outra forma de penetrar na sociedade revirando-a do avesso, provocando lutas de ódio entre grupos para voltar ao controlo ideológico –  O Marxismo Cultural –   que teve seu maior aliado no politicamente correcto de asnos que governam o Mundo. O que comprova que a ignorância é de facto a arma mais poderosa do marxismo.

Em resultado, a normalidade passou a ser considerada anormal. Pior, quem se opõe achando que a anormalidade não é normal, passa a ser rotulado, perseguido, ameaçado e amordaçado. Exemplos? Ora vamos começar por Gentil Martins, um conceituado médico que é linchado simplesmente porque disse a mais pura das verdades, sem ofensas, apenas com base em factos: “a homossexualidade é uma anomalia de desvio de personalidade”. Onde está a ofensa ou homofobia disto? Em lado nenhum. A natureza é perfeita. Concebeu dois géneros completamente distintos que se complementam com o objectivo da reprodução da espécie. No entanto, os desvios acontecem. Não há qualquer drama nisto desde que a maioria não fuja à norma para preservação da espécie. Porque se a norma passa a ser a homossexualidade, a raça humana extingue-se. Onde está a homofobia disto? O problema de Gentil é que esqueceu-se que a plateia é ignorante, outra propositadamente tendenciosa, que não sabe ou não quer saber,  que a palavra anomalia quer dizer ” aquele que se desvia da norma, da generalidade” logo, não é um termo ofensivo. Só o é se eu lhe der essa conotação INTENCIONALMENTE. Não foi de todo o caso. Por outro lado, veja-se a beleza das anomalias existentes quando pretos nascem loiros ou quando crianças nascem sobredotadas. A anormalidade não é sinónimo de aberração. É sinónimo de diferença.

Outro exemplo, é o caso Ventura.  Este senhor a quem tiro o chapéu por ter dito o que TODOS pensam mas não têm a coragem de o dizer, referiu e bem, nesta entrevista:“(…)Isto não é racismo nem xenofobia, é resolver um problema que existe porque há minorias no nosso país que acham que estão acima da lei (…) Há imensos bairros problemáticos, notícias de tiroteios… é impensável que não haja um sistema de videovigilância no concelho (…)Não compreendo que haja pessoas à espera de reabilitação nas suas habitações, quando algumas famílias, por serem de etnia cigana, têm sempre a casa arranjada(…) Tratando de igual forma estas etnias e os restantes cidadãos (…)achar que há determinados grupos que, por pertencerem a determinadas minorias, têm de ter um tratamento diferenciado.” Onde está o racismo aqui? Se eu disser que os meus vizinhos são uns malandros, que vivem de subsídios e venda de droga, sou racista? Claro que não. Até me vão dar razão. Mas se acrescentar que esses vizinhos meus são ciganos… alto lá e pára o baile! Estou a discriminar. Fiz-me entender?

Mas pior do que tudo isto é a hipocrisia dos que mandam silenciar as opiniões alheias acusando-os de xenofobismo, homofobismo e toda porcaria e mais alguma acabada em “ismo” que pela frente se desunham na defesa destas pobres minorias, mas usam o termo cigana de forma pejorativa no Parlamento, atacam o líder da oposição com termos injuriosos claramente racista, se recusam de enterrar alguém de etnia diferente, se referem à cor da pele para ridicularizar, a organização do Avante agredir e expulsar gays do evento ou quando um autarca socialista se queixava dos ciganos. Marxismo é isto: mostrar que se está pela defesa dos oprimidos e pelas traseiras, fazer exactamente o oposto para impor uma ideologia: a deles. Só a deles.

Para mim é um prazer ver que há por aí a despontar muita gente politicamente incorrecta, sem medo, capaz de fazer frente a este fundamentalismo ideológico que completamente derrotado, tenta impor-se culturalmente. Se forem cada mais, limparão a lixeira política que transpira há décadas na nossa democracia. Venham muitos “Venturas “e “Gentils”, porque a sociedade civil está farta da política e sociedades de faz de conta que destroem em vez de construir.

Porque quem opta por dizer a verdade independentemente das consequências, não morre politicamente nem socialmente aos olhos do povo. Ganha confiança. Algo extinto há 43 anos.

Onde Pára a Ajuda Solidária?

Passou-se um mês. UM MÊS!! Tirando a ajuda fabulosa de voluntários com donativos generosos da população residente e não residente em Portugal, não há vivalma do lado do Estado a fazer o que lhe compete numa situação de calamidade (sim, não é tragédia é calamidade pública!). Continua por entregar a lista de famílias a apoiar e respectivo levantamento das necessidades por parte da Protecção Civil e Câmara Municipal. Enquanto isso os mais de 13 milhões angariados estão a render juros nas contas bancárias de 7 entidades! Como não há pressa nenhuma, também ainda não foi accionado o mecanismo de ajuda da UE. Entretanto, as famílias vão desembolsando   dinheiro que não têm (veja aqui uma carta de uma vítima) , endividando-se, para enterrar mortos, pedir ajuda psicológica, reconstruir casas, anexos e empresas. Sim, porque o ministro do planeamento e infraestruturas já avisou: até 5000 euros podem avançar com as obras TODAS que serão ressarcidos após comprovar a despesa! Ora, força aí a  dar prioridade aos galinheiros! Sim galinheiros!!! Se na minha casa um anexo para guardar lenha com 6m2 custou 700€ que pensam eles que se faz numa casa de habitação ou empresa afectada por um incêndio com 5000? Mas estão a brincar com a vida de quem?

A falta de vergonha não tem limites. Em Moita, Castanheira de Pera, uma empresa, a Serração Progresso, que empregava cerca de 50 trabalhadores ficou completamente destruída. Sandra Carvalho, a gerente, já foi visitada 4 vezes por entidades do Estado. Foi para lhe pedirem o levantamento detalhado e urgente do prejuízos que rondam os 5 milhões de euros? Foi para lhe comunicar que a verba iria ser disponibilizada já no final do mês? Não! Foi para saberem o que pensava ela fazer com os empregados dando-lhe orientações sobre despedimento colectivo!!! Sim, ouviram bem, despedimento COLECTIVO! O problema é que Sandra não quer despedir. Quer reconstruir para continuar com os mesmos postos de trabalho. Alguém quer saber disso para alguma coisa? Não. Só a Sandra que enquanto espera usa o fundo de maneio da empresa para pagar compromissos laborais. Até acabar.

Revoltada com esta situação criei o “Movimento Cívico – Não Nos Calamos” no espaço de uma semana ao qual já se juntaram milhares de pessoas (o número não pára de crescer). Fomos ao terreno tentar perceber o que se passava para ajudar as vítimas Pedrógão Grande intervindo onde fosse necessário. Precisamente no fim de semana onde fizemos visita ao “ground zero” do fogo para investigar as causas do mesmo,  visitamos a loja social onde fomos confrontados com uma situação inédita: um camião carregado de bens doados vindo de Espanha, não tinha ninguém à sua espera. Constatamos ainda,  a anarquia verificada no teatro das operações onde os bens eram guardados em tendas fechadas com cordas, à mercê dos amigos do alheio. Sem vigilância. Amontoados sem condições algumas. Muito útil a quem por trás destes cenários cria sempre uma oportunidade para que alguns de má fé façam negócios. É sempre assim. Quem não se lembra do que aconteceu às ajudas destinadas às vítimas das terríveis cheias ocorridas em Portugal há uns anos atrás?

Como se isto tudo não bastasse, e sem que os incompetentes nos comandos da ANPC fossem destituídos, SIRESP substituído, MAI responsabilizado, eis que a tragédia se repete. Alijó tem neste momento um incêndio incontrolável que já consumiu bens e pôs populações em risco! Ou seja, ainda não se resolveu  nem corrigiu ABSOLUTAMENTE NADA que levou à calamidade de Pedrógão e já estamos com outra tragédia em cima! Vai demorar muito até se varrer a escumalha incompetente e sistema de comunicações medíocre e assassino do comando das operações de socorro a incêndios?? Vai demorar muito a pôr equipas de vigilância preventiva nas  matas? Vai demorar muito a pôr todos os meios disponíveis (e são muitos c’um catano) ao serviço das populações mas de forma séria? E os meninos pirómanos? Vai demorar muito para condená-los deixando-os apodrecer na cadeia? 

Está na hora de agir, urgentemente, porque pela amostra já percebemos perfeitamente que se não for a SOCIEDADE CIVIL a arregaçar as mangas e limpar o lixo governativo que põe suas vidas sistematicamente em risco por inércia, estas e outras tragédias maiores irão repetir-se. #NaoNosCalamos

Sr. Primeiro Ministro, Não Somos Parvos!

Obviamente que não demite ninguém. Obviamente que não assume responsabilidades. Obviamente que não pede desculpas. Obviamente! Foi de férias tranquilamente e obviamente tranquilo, regressou com a narrativa óbvia de quem obviamente passa a vida a mentir.  Não se pode esperar mais de alguém que por deformação de carácter não vê os erros nesta conduta. É intrínseco. Logo assumir seja lá o que for não é para o Costa que continua convicto que é mais inteligente que o povo e por isso faz dele  parvo. 

Enquanto degustava de férias o seu mojito lembrou-se: “… já sei… chego lá reúno com o CEMGFA, inventamos que aquilo era sucata, não valia um “chavo”, era material para abate e que por isso, não há crise… fazemos depois  uma comunicação ao país com ar  muito sério e saímos fininho da história… Com Pedrógão insistimos na catástrofe natural que só foi pior por causa da operadora Altice (essa malvada que é preciso abater antes que compre a TVI) porque a outra esteve bem”. E está feito! Obviamente que pensando que o povo é parvo, não hesitou em seguir por esta via. Nem sequer ponderou a hipótese de cair no ridículo. Claro que não! Os parvos comem tudo cegamente. Então não tem sido assim ao longo dos anos?  E quem vai duvidar se a Comunicação Social dá cobertura à mentira?

O problema  é que até os parvos um dia deixam de o ser. Não é garantido que uma sociedade se mantenha cega e ignorante por tempo indeterminado. E por ser uma variável, muitos “Costas” acabam por cair no seu próprio lodo. Não é por acaso. Os embustes têm prazo. O problema é o tempo que muitas vezes é maior do que deveria até revelar a dura verdade e nesse intervalo, ser profundamente destruidor. Sem precisar de exemplos vindos de fora, veja-se o que 3 bancarrotas socialistas fizeram ao país. Contrariar isto é demencial.

O modus operandi desta gente está-lhes no ADN. Agem conscientemente convictos que na plateia a maioria é asno e a restante asseguram como clientela. Logo, devidamente “controlados” não hesitam em usar e abusar deste estratagema que já lhes rendeu muitos biliões nos bolsos dos camaradas. A técnica é sempre a mesma: primeiro é preciso dar, dar, dar, dar, dar sem limites. Agradar a uma sociedade de incautos crentes que o dinheiro do  Estado é inesgotável e não sai do bolso do contribuinte nem de credores a quem depois é preciso pagar (sim, ainda há gente que acha que o dinheiro do Estado é do Estado!!!). Aumentam depois os impostos dizendo que é para termos um Estado mais forte, mais social e mais justo mas… o dinheiro não chega nunca onde mais falta faz. E ficam bem na fotografia porque até ficarmos doentes ou morrermos incinerados numa estrada nacional, jamais saberemos que tudo não passa de fachada. Depois, acaba-se a festa, acusa-se a política externa, o Papa Francisco e os Marcianos, deixando um país completamente depenado para os seguintes resolverem. Com quê? Ora, com as medidas INEVITÁVEIS impopulares e injustas com que depois, ELES na oposição culpam o novo executivo por EMPOBRECER os portugueses!! E sabem que mais? Ainda há parvos que não vêem isto. E ELES sabem-no muito bem.

Porque além de serem políticos indecorosos sabem que temos um problema cultural muito sério. E é aqui o grande trunfo destes abutres.

Mudar isto leva tempo às vezes tempo de mais. Mas como todos os desafios que abracei na vida, não vou parar até conseguir retirar o maior número de pessoas possível desta letargia. Ajudar meu país passa em primeiro lugar por ajudar as pessoas a compreender como funciona a política e o que devemos mudar nela para depois melhorar Portugal. Dirão que sou louca, que ambiciono o impossível, que não vale o esforço. Eu respondo: na vida já vi o impossível acontecer e só aconteceu porque eu NUNCA desisti.

Tudo é possível até o impossível. Basta acreditar metendo mãos à obra e jamais desistir!

Porque não admito que me façam de parva! Muito menos um Primeiro Ministro!

Precisamos de Governantes, Não de Políticos

Esta miserável prestação governativa dura há décadas. Uns melhores, outros piores, outros desgraçadamente péssimos,  tornaram um país com contas equilibradas, sem dívidas, grandes reservas de ouro e com crescimento sustentado, num país pobre, muito pobre, endividado e pré-falido, depois de já ter conhecido 3 bancarrotas. TRÊS!! A política matou a democracia, matou a liberdade, destruiu a nação que agora vive de caridade externa que mete dó, penhorou um povo por tempo indeterminado que carregou e continua a carregar com impostos severos em troco de quase nada. Porque fazer política não é governar. Se fosse, com os recursos que temos, e quantidade infinita de políticos, estaríamos hoje acima da Suiça.

Há 43 anos que  somos desgovernados em nome de uma suposta conquista da liberdade. Os objectivos de quem ocupou e ocupa as cadeiras do Parlamento centraram-se sempre nos interesses do poder instalado a que se juntou com o tempo, outros grupos económicos. Todos andaram a governar-se não deixando que nada faltasse às suas vidinhas, empresas (através da CGD), familiares e amigos. Quem tentou governar, foi eliminado ou manietado pelo sistema. Nunca foi possível repor a ordem num país claramente tomado pelas oligarquias. O polvo foi criado e fizeram-no crescer para que jamais fosse possível reverter o poder instalado. Tornaram-nos prisioneiros do sistema que se alimenta de nós, povo, para crescer. Somos reféns.

Os políticos não governam. Fazem política. Discursam. Defendem ideologias. Fazem palestras. Fazem congressos. Atacam-se mutuamente. Posam para a fotografia. Mentem. Inventam. Iludem. Políticos falam mais do que fazem. Potenciam o crescimento descomunal o Estado para garantir o máximo de votos que os mantenha no poder. Fazem Focus Group à popularidade. Manipulam a comunicação social para limpar opiniões divergentes que os ponham em causa. Fazem uma propaganda cerrada de culto ao líder para lavar cerebralmente os incautos controlando-lhes o pensamento. Oprimem, ridicularizam e tentam silenciar vozes discordantes. Ameaçam quem se opõe. Tentam amedrontar para impedir manifestações. Reagem com violência a quem  lhes faz frente. Apostam na estupidificação em massa do ensino para ser mais fácil manipular pessoas. Não estão nos cargos de poder para servir as populações mas sim para se servirem delas. Por isso, quando há problemas, vão de férias, assobiam pró lado, desaparecem. Fazem tudo para incriminar outros mas nunca, nunca assumem nada. Porque de facto nada fazem nem fizeram. Apenas ocuparam os lugares para se orientarem.

Os governantes, são pessoas que assumem a governação como uma missão. Impõem objectivos claros que cumprem dentro dos prazos estipulados. Não dormem em serviço. Sabem o que têm de fazer para que tudo funcione na perfeição. Rodeiam-se dos melhores, não de amigos, dentro de todas as áreas cruciais. E exigem. Sabem que tostão é milhão e a poupança começa nas pequenas despesas. Não facilitam. Estão atentos. Auditam tudo porque sabem que é fundamental estar informado para ter o controle. Que nada funciona sem organização e chefia competente atenta. Impõem transparência e dão o exemplo.  PRESTAM CONTAS DO QUE FAZEM. Vão ao terreno as vezes que são necessárias para se inteirarem “in loco” das necessidades de cada instituição a seu cargo. NUNCA viram as costas a um problema. Nem deixam de assumir responsabilidades. NUNCA se ausentam no meio do caos. Sabem que o país depende deles e só pode ser próspero se tiver umas boas  finanças. E essas resultam de uma boa gestão e liderança.

Porque Governar não tem cor política, nem pode ter. Não gerimos de acordo com a ideologia marxista/socialista, social democrata ou liberal. Gerimos de acordo com regras de gestão que só têm um caminho para serem bem sucedidas. Nas empresas, nas nossas casas, a gestão segue o mesmo princípio que quando é bem aplicado, prospera. Quando é descurado, provoca a falência. Por isso vemos socialistas a governar de forma totalmente oposta à sua ideologia quando o país entra em falência. Não é por acaso. E temos restaurantes de ideologia marxista a falirem ao fim de pouco tempo.   Factos.

As políticas fazem-se depois à volta da gestão na ESCOLHA das prioridades a dar na aplicação dos dinheiros públicos. É aqui que entram as várias ideologias que hoje não vou abordar mas que influenciam sem dúvida depois os resultados da gestão do país. Se boas, vão criar mais riqueza. Se más, vão estragar todo o trabalho anterior.

Precisamos URGENTEMENTE de governantes porque de políticos estamos cheios e mal pagos. Jamais sairemos do lodo sem uma liderança governativa de excelência capaz de enfrentar os políticos para começar a governar. A sério.

Até lá Portugal jamais verá riqueza por muito que crie.

A Mediocridade Paga-se Caro

Comecemos pelo princípio: ninguém votou nesta aliança governativa. Isto nem vale a pena argumentar. Fomos a votos. Escolhemos PS, PAF, PCP, BE, PAN, VERDES. Ganhou com maioria relativa a PAF. O que se sucedeu a seguir foi um culminar de peripécias para juntar três derrotados na governação. A coligação vencedora faz parte dessa aliança pós eleitoral? Não. Então podemos dizer claramente que quem está a governar não representa a vontade dos eleitores. É inquestionável. Assim, não é da responsabilidade dos eleitores esta mediocridade que nos governa mas sim, de quem os traiu nas urnas: António Costa.

Ninguém quis Costa como primeiro ministro. A derrota com que o brindaram era bem clara. Mas ele seguiu sua ambição à revelia e fez governo dando a mão aos extremistas. Já aqui era clara a sua prioridade: ELE. Por isso, porque se espantam por ele ir de férias enquanto o Estado colapsa nas áreas mais fundamentais se ele ainda só governou nos 2 anos em prol da sua gente de elite? Porque se espantam por ele ir a correr pedir um “Focus Group” à sua popularidade em vez de assumir os erros graves que afectavam a  Nação? Sejamos realistas. Esperar liderança num chico esperto, que já tinha traído José Seguro e  que só quer safar-se uns aninhos na política para ficar bem na vida, é pura fantasia.

Portugal foi alvo de uma tragédia em Pedrógão. NUNCA ANTES VISTA. Ainda não lhe chamamos calamidade porque o cronómetro PAROU nas 64 vítimas mortais. Verdade! Olha só que sorte! Bastava mais uma e era considerado calamidade pública mas… estranhamente as mais de 134 hospitalizadas algumas em estado muito grave, sobreviveram todas. Dizem. Mas as funerárias da região enterraram mais corpos do que os anunciados. Dizem. E os cerca de 20 desaparecidos? Onde param? A dúvida ainda existe mas será por pouco tempo. A sociedade civil já está em campo à procura da verdade (Movimento Cívico Não Nos Calamos!). Que fazem os governantes desta aliança magnífica que nos foi imposta? Ora, PS continua apesar de já desmentido por TODOS que se tratou de causas naturais (é preciso ter lata!); o BE grita pelas responsabilidades mas não move  qualquer acção para EXIGI-LAS e ainda relativiza; o PCP ficou surdo, cego e mudo mas teve tempo, antes do coma, de atribuir culpas ao antigo executivo. Lindo! E Marcelo? Bem esse perdeu o pio.

Quase 20 dias depois vem o assalto a Tancos. O maior de que há memória em armamento de guerra. Que fazem os tipos que nos governam? Relativizam, claro está. Ora, toda a gente sabe que “estas cenas” acontecem também noutros países, certo? Logo, tudo perfeitamente normal na Tugolândia. Pois é. Mas a comunidade internacional tem outra opinião (grande azar) e de repente passamos ser chacota muito bem merecida. Ora como é possível minimizar um roubo de arsenal militar que sai descontraidamente dum paiol por um buraquito na rede? Só mesmo políticos medíocres.

Com estes 2 “eventos mediáticos” houve algum ministro responsável deposto? Não. A mediocridade é para manter. Se nas empresas uma chefia que lidera com prejuízo é substituída, aqui é mantida. Porquê? Ora, todos sabemos que as demissões não resolvem os problemas, certo? (ai! se resolve! acabam os prejuízos! recupera-se a confiança! quando se tem uma liderança séria!) Pelo menos quando é o PS que está no governo. Porque estando na oposição, é isto: “PS pediu a demissão de Paulo Portas (19/9/02). PS pede a demissão do ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira (11/1/13). PS pede demissão de Relvas e diz que Passos deve seguir o mesmo caminho (4/4/13). PS pede demissão de ministra das Finanças por “razões éticas” (17/9/13). PS, isolado, pede demissão de Teixeira da Cruz (11/9/14). PS pede demissão de Crato (7/10/14). PS pede demissão de Paulo Núncio (25/3/15).As demissões não resolvem os problemas. Temos de mudar o chip” (4/7/17). Se não resolvem, porque as pediram no passado? Entretanto noutros países a conduta é muito diferente. Claro.

Mas se acha que a mediocridade só destruiu a segurança nacional, engana-se. O ensino que estava no topo graças a Maria de Lurdes e Crato, foi totalmente revertido para facilitar as passagens de ano com 7 “negas” em prol da felicidade. Investir em futuros ignorantes é uma aposta ganha para que nunca falte eleitorado às geringonças. As finanças do país estão em colapso com uma dívida galopante que não pára de crescer e as agora descobertas cativações que revelam o que estou farta de denunciar: um défice fabricado. As Instituições do Estado em ruptura financeira ameaçando a vida das pessoas. E os fogos? Depois dos raios que não existiram eles continuam de vento em popa às centenas pelo país. Alguém se preocupa com as causas? O SIRESP já foi à vida? Claro que não. Mão criminosa é coisa para  tribunal NÃO resolver.

A mediocridade de Costa e seus ajudantes está a custar-nos caro nas finanças, na segurança nacional, no ensino, na saúde, na economia, na confiança internacional. É a destruição do Estado em curso. De forma consciente e voluntária. Porque quem conhece todas as falhas, mas insiste nelas sem nunca as corrigir, tem intenção que tudo falhe para justificar atribuindo culpas ao “azar”. 

Mas azar fabricado é criminoso e  paga-se caro.