Autor: Cristina Miranda

Deve ser pela cor da minha pele

Ser jornalista hoje, salvo algumas excepções, não é relatar factos com isenção e seriedade. É aldrabar, manipular, distorcer, contornar, fabricar “verdades” alternativas. Só não vê quem “usa palas”. Qualquer cidadão atento tropeça diariamente neste lixo jornalístico que promove agendas políticas ligadas ao sistema mas diz-se independente. Tropecei esta semana em vários textos execráveis de tão falaciosos que são. Sobre o quê? Racismo, pois está claro, o tema favorito dos partidos que promovem o vitimismo como meio de subsistência.

O primeiro tropeção foi com Fernanda Câncio essa pérola jornalística que se contorce mais que as minhocas sempre que quer fazer valer um ponto de vista mesmo que sem pontas por onde se pegue. No seu texto “45 Anos de negação” conta a história do “pobre e indefeso” Helder Amaral deputado do CDS que em entrevista lhe revelou ter sido alvo de “racismo” e das implicações que isso teve na sua vida. Sem colocar em causa o depoimento de Helder Amaral, esse mesmo testemunho, poderia ser de qualquer outro cidadão de outra cor qualquer, de outra religião qualquer, com deficiência física, com óculos graduados, pobre, com obesidade ou magreza. Qualquer um. Mas, claro está, o que importava à jornalista era fazer passar a mensagem de que em Portugal temos “muito racismo”. Porém, e para quem não sabe, esta mesma jornalista tinha entrevistado Camilo Lourenço sobre o mesmo tema. Mas este, ao contrário de Helder Amaral, não se vitimizou pela cor. Referiu apenas que os ataques que sofreu não foram por racismo mas por estupidez humana e que essa estupidez existe em todo o lugar. Deve ter sido por isso que Câncio não o quis mencionar neste seu texto. Pois claro, estragava a narrativa vitimista que se pretende e assim  não dá para crucificar os portugueses. Pois é, mas o facto é que:  Helder Amaral é deputado; António Costa é primeiro ministro; Van Dunem é ministra da Justiça;  Quaresma joga na primeira liga; PS tem uma deputada cigana; Patrícia Mamona é atleta medalhada no atletismo;  Anselmo Ralph vende milhões de discos; Mamadou Ba é assessor no Parlamento!!!! E tantos tantos outros!!! Se houvesse racismo em Portugal, jamais teriam chegado tão longe.  

O segundo tropeção foi no texto do Daniel Oliveira no Expresso, outro obcecado em mostrar racismo em Portugal à força toda. Diz ele no seu texto ” A Bosta do racismo” : (…)Mamadou Ba permitiu que este país, que o Estado Novo ensinou que era excepcionalmente tolerante, exibisse finalmente o seu racismo sem filtro. Ou seja, entende esta criatura que as reacções ao comentário de Mamadou onde incita ao ódio e rotula os policiais de “bosta da bófia” mostram “racismo” e são despropositadas porque coitadinho até nem quis insultar, “nós” é que empolamos as coisas. Esqueceu-se claro, de dizer que enquanto alguns reagiam às declarações deste assessor do Parlamento de forma efusiva (em resposta às palavras execráveis do Mamadou), do outro lado da barricada, jurava-se morte aos portugueses e dizia-se textualmente”  Tugas, vocês são uns merdas, não valem nada. Vocês são um lixo de pessoas. Estamos aqui para vos tirar tudo, o vosso trabalho, o vosso dinheiro, as vossas mulher” multiplicavam-se comentários nas redes deste género contra os portugueses.Também se ignora que Mamadou em suas palestras fez exactamente o mesmo com nosso legado histórico e cultural e exigiu o fim da GNR e PSP. Daniel só mostra o que lhe convém porque também ele trabalha para o sistema.

Depois veio o terceiro tropeção. No texto de quem? Só podia ser do tio Anacleto Louçã que no Expresso (este jornal colecciona-os a todos!) entrou a correr salvar Mamadou  no texto “A política suja contra Mamadou” onde passa uma esfregona nos factos para tornar este senhor numa vítima. De quê? Ora de racismo, claro. Está na moda e traz votos às  extremas esquerdas marxistas mentirosas.

Porém, na África do Sul, os brancos não têm sequer acesso a cuidados hospitalares, nem podem possuir bens, são desprovidos de quaisquer direitos humanos. Isto sim, É RACISMO e praticado por NEGROS. Mas Câncio não vê interesse em falar sobre isto. Nem Daniel Oliveira, nem Louçã, nem o Expresso porque é racismo sobre brancos.

Fica assim claro que,  sobre este tema, só falam meias verdades. E meia verdade não é uma verdade. E o jornal Expresso promove este “jornalismo independente” de forma consciente. Ainda esta semana publicou um artigo intitulado   “Mulher negra alvo de violência no metro na Suécia” onde não teve qualquer problema em fazer destaque da cor e da violência. Mas esqueceu-se de destacar que se tratava de alguém que se recusava a pagar e a sair da carruagem obrigando ao uso da força. Mas já noutro artigo “Trinta suspeitos furtam artigos desportivos em centro comercial do Carregado”omitiu a cor e teve o cuidado de referir que no furto à loja não houve agressões nem ameaças aos funcionários. Portanto, fizeram passar a mensagem de uma actuação agressiva das autoridades sobre uma negra, no primeiro artigo e um assalto de 30 pessoas, sem cor,  “muito pacíficas”, no segundo. Este jornal deve pensar que comemos gelados com a testa.

Enquanto isso, eu que sou branca e portuguesa desde que nasci,  trabalhei ao volante de um empilhador numa fábrica de blocos,  nas limpezas,  ainda a domiciliar a idosos, passei a ferro para fora,   guardei crianças e que para ter o que tenho tive de fazer muito calo desde os 17 anos ( que ainda se vê nas minhas mãos), até hoje,  nunca tive a “sorte” de ter um lugar altamente destacável, altamente remunerável sem mexer muitos músculos, como essas “vítimas de racismo” – Mamadou Ba e Helder Amaral – em Portugal.  Deve ter sido pela cor da minha pele.

Cristina Miranda

Via Blasfémias 

3 comentários

Bloqueada no Facebook por mensagem de ódio que não é minha!

Acabo de ser bloqueada pelo Facebook sob a alegação de que proferi mensagem de ódio e que essa viola os princípios desta comunidade. Ora isto faria sentido se de facto o tal discurso de ódio tivesse sido proferido por mim. Mas não foi. A publicação que deu origem a este bloqueio é um vídeo (veja aqui) de um personagem que vomitava ódio contra os portugueses e disse textualmente isto: ” Tugas, vocês são uns merdas. Tugas vocês são uns merdas, não valem nada. Vocês são um lixo de pessoas. Estamos aqui para vos tirar tudo, o vosso trabalho, o vosso dinheiro, as vossas mulheres.”  Exactamente isto que acabam de ler. Este vídeo foi integrado num artigo  de um jornal online e eu… limitei-me a partilha-lo sem acrescentar mais nada. Resultado? A PIDE do Facebook, ao invés de meter o infractor autor deste vídeos na “solitária”, mete quem o denunciou. Faz sentido? Sim. Porque a censura voltou e com mais força que no Estado Novo.

screenshot_20190128-090750.jpg

screenshot_20190128-091507.jpg

Enquanto eu sou bloqueada por denunciar e mostrar discursos de ódio produzidos contra a comunidade portuguesa, os meninos racistas e instigadores ao ódio do BE, Mamadou Ba e Joana Mortágua, andam aí livres e soltos, sem qualquer censura,  pela rede social,  a fomentar ideais radicais que fizeram tumultos e destruição por 5 dias consecutivos e sem fim à vista. Mais: os ataques são contra as autoridades de segurança e até bombeiros o que é gravíssimo. Mas tudo tranquilo neste país de bananas.

Mamadou Ba foi explícito quando chamou de “bosta da bófia” na rede social; Joana Mortágua foi explícita quando instigou contra as autoridades policiais sem inquérito prévio para apuramento dos factos. Ambos foram contra os princípios da comunidade facebookiana mas não têm acesso bloqueado à rede nem ao Parlamento. Digam lá se isto já não é uma anarquia, esse sonho molhado do BE?

A palavra de ordem é inverter valores. Na sociedade inteira. O que é correcto passou a ser condenado. O que é errado passou a ser louvado. Quem prevarica já não é quem instiga ao ódio, é quem o denuncia. E porquê? Porque querem provocar uma anarquia para que no meio do caos social surja um salvador que irá impor uma nova ordem social. Quem? Eles próprios, claro. É o plano já em marcha por décadas, iniciado por Gramsci e retomado pelas extremas esquerdas representadas aqui em Portugal pelo BE. São estes e só estes, que deixaram a luta revolucionária do proletariado e agora seguem a luta pelo marxismo cultural, essa peste que se infiltrou na sociedade através da escolas, jornais, revistas, as televisões, as rádios, para criar a sociedade ideal de “carneiros amestrados” incapazes de pensar por si e completamente dopados pela ideologia do pensamento único.

Mas não nos vão calar. Não vão conseguir essa sociedade podre sem valores nem ordem. Não vão! Cada vez que tentarem silenciar, ressurgiremos como uma fênix  com mais força, mais vontade, mais determinação para acabar com esta podridão que vegeta já por demasiado tempo no Parlamento. É hora de limpeza. E vamos limpar Portugal deste lixo!

Aguardem.  #NaoNosCalamos

Cristina Miranda

Via Blasfémias

 

 

O racismo do SOS Racismo

Vamos ser claros: Portugal não é racista. Num estudo recente, o nosso país lidera as listas com as menores taxas de violência e vitimização motivadas pelo racismo: 2%. Mais ainda,  lidera também nos índices sobre a inclusão no mercado de trabalho (Fonte Renascença). Mas temos uma “Associação” que se diz do lado das vítimas de racismo a “lutar activamente” (já sinto o suor daqui) contra o “racismo” que identifica em tudo o que mexe. Ah! ainda identifica “racismo” nos outros países mostrando “preocupação” com a violação dos direitos humanos. O problema está, claro, neste paradoxo de ver racismos onde não os há, e ter  cegueira profunda onde ele existe e mata indiscriminadamente. Vamos à prova dos nove?

Comecemos pelas preocupações desta malta com os “racismos” fora de Portugal. Houve ingerência nas eleições de Bolsonaro e  de Trump por os considerarem racistas, xenófobos, misóginos, homofóbicos e tudo mais. Ora, como se viu e vê, nem Bolsonaro nem Trump,  puseram ainda em marcha seus planos de “genocídio racista” que eles tanto propagandearam.

Porém, não se pronunciam quando se trata da África do Sul, onde neste preciso momento, fazendeiros brancos estão a ser chacinados (sim! chacinados!)  com um teor de malvadez indescritível.  Onde não se limitam a matar: arrancam as unhas; colocam crianças em água a ferver; espancam até à morte; estrangulam  com cinto; arrancam olhos.  Onde  aos que sobrevivem, cospem, estupram, batem, impedem acesso a cuidados hospitalares, negam ajudas sejam de que tipo for.    Onde o governo  promete persegui-los com violência até tirar tudo o que têm adoptando o slogan racista “Black Fisrt, Land Fisrst”.  Quando se trata também da perseguição aos judeus pelos islâmicos , dos cristãos pelo Boko Haram em África, da   violação dos direitos humanos na Venezuela, nem uma palavrinha sequer!

Por cá, a mesma atitude. Onde estava esta “associação” quando dois indivíduos de etnia cigana quase mataram um rapaz em Coimbra que apenas quis apaziguar uma disputa? Onde estavam quando uma família de ciganos atacou um casal homossexual também em Coimbra? Onde estavam quando um polícia foi agredidogratuitamente por africanos?  Porque não reclamam da força policial sobre claques de futebol? Porque não se sensibilizam com o uso de violência sobre “coletes amarelos”? E por falar em ciganos, viram-nos a acompanhar o processo dos 200 candidatos ciganos a militantes do PS que continuam bloqueados? Claro que não. Eles querem lá saber.

Mas bastou um vídeo amador (incompleto) no Bairro da Jamaica, que alegadamente incriminava a actuação policial, mas que já foi desmentido por uma testemunha local (veja aqui), para imediatamente e sem inquérito prévio concluir que houve abusos de violência policial motivados por racismo. Logo a seguir,  a ofensa directa e explícita aos agentes de autoridade a quem Mamadou Ba apelidou de “bosta da bófia” instigando ao ódio e divisão social contra as autoridades. A resposta a este apelo não se fez esperar: manifestações violentas, carros, autocarros e caixotes do lixo incendiados, cocktail molotov contra esquadras, ameaças explícitas em vídeo racistas  dirigidas à polícia a aos portugueses.

Na verdade, o SOS Racismo não passa de um departamento do bloco de esquerda para servir de marketing de imagem e colher junto dos desfavorecidos, que eles alimentam ideologicamente, votos. Não lhes interessa resolver nenhum problema destas pessoas. Tanto que é outra associação de moradores a “Associação para a Defesa e Integração das Minorias Étnicas” que nos últimos anos conseguiu levar a questão do realojamento  do Bairro da Jamaica à Assembleia da República com apoio da bancada parlamentar  do PCP. Isto porque aos extremistas do Bloco (muito mais perigosos que o PCP) interessa-lhes eternizar estas condições que são a incubadora perfeita para a promoção do caos e divisão social, feita à conta da falsa retórica do racismo. Não lhes interessa resolver a situação  destas famílias porque onde há integração das comunidades,  lei e ordem,  não existe anarquia essencial à sobrevivência do BE.  Conscientes do desastre que é o comunismo com a revolução do proletariado de Marx,  disfarçam-se agora de protectores de minorias para depois aparecer como salvadores da pátria impondo sua nova ordem.

Mamadou Ba é militante do BE que recebe remuneração por “prestação de serviços de assessoria técnica” no Parlamento. A associação que preside não apresenta seus membros nem balanços sobre a pouca actividade que promove (como se pode constatar no site) mas recebe generosos fundos públicos sendo o último para promoção de uma… festa (uau!!). Valor? Mais de 26 000 euros saídos dos bolsos dos portugueses!

O mais curioso disto tudo é o facto desta comunidade que apoia Mamadou Ba nos seus discursos de ódio e racismo contra quem não é negro, depois de terem expulsado de seus países  os portugueses a quem apelidaram de “colonizadores racistas” e que lhes deixaram toda a riqueza e desenvolvimento que produziram,  estar agora toda a vir para Portugal exactamente a pátria dos “racistas colonizadores”! Quem é que no seu perfeito juízo, acreditando que os portugueses são mesmo racistas, vem para cá meter-se na “boca do lobo”? A razão é óbvia: porque sabem que a questão do racismo é falsa e aqui vive-se melhor que nas suas terras onde reina a ditadura socialista e corrupção.

Os bairros como o da Jamaica são barris de pólvora não por racismos mas por rivalidades entre gangues ligados ao tráfico de droga e roubo. E independentemente de ter muita gente boa, honesta, trabalhadora e lutadora, existe outros “profissionais” que  são hostis com as autoridades e tudo fazem para os afastar do local porque lhes estraga os negócios. Tão simples quanto isto.

Agora a pergunta para um milhão: O que está verdadeiramente por trás desta “associação” afinal? Bem, numa pequena pesquisa, encontrei um manifesto de 2017, subscrito João Delgado, Kitty Furtado, Mamadou Ba e Sadiq S. Habbib  onde preto no branco (ups! será esta expressão racista?) é pedido no ponto 2: “A desmilitarização imediata da polícia, e o fim imediato das operações do CIR (Corpo de Intervenção Rápida) nos nossos bairros, como primeiro passo rumo à abolição total da PSP e GNR, e sua substituição por mecanismos de garantia da segurança colectiva, baseados nas comunidades”. Querem mais clareza que isto quanto ao real objectivo de desacreditação dos nossos policiais?

Perante isto, não restam dúvidas que no Parlamento existem infiltrados extremistas da esquerda radical, assessores e deputadas, com uma agenda clara de instigação ao ódio e  divisão social que não respeitam o Estado de direito nem as  autoridades policiais. Para quando a saída imediata desta gente ao abrigo da nossa Constituição? Ontem já era tarde.

Cristina Miranda

Via Blasfémias 

PCP e BE são extrema-esquerda

Lembram-se da ida de Mário Machado à TVI? Recordam-se da hipocrisia monumental que aqui neste meu texto  denunciei acerca deste tema? Pois bem. Não levou dias a que, tanto o BE como o PCP, fizessem jus às minhas acusações. Obrigada desde já aos dois por me ajudarem fabulosamente nesta “árdua” tarefa de os desmascarar. A eles e aos comentadores e jornalistas que os bajulam.

Então não é que logo após as eleições da Venezuela, Jerónimo de Sousa em nome do PCP e de “todos os portugueses” (que grande lata), em carta felicitou o ditador Maduro, que está literalmente a matar à fome o povo venezuelano – entre o quais mais de 500 mil portugueses – e gere o país debaixo de uma forte ditadura onde nem sequer as eleições foram democráticas, tendo usurpado, isso sim, a “vitória”? Sim. Isto foi mesmo verdade. Diz ele: “… em nome do Partido Comunista Português envio-lhe as calorosas saudações  (tão amigos que eles são!) por ocasião da sua tomada de posse como Presidente da República Bolivariana da Venezuela para o mandato 2019-2025, em conformidade com a vontade do povo venezuelano (que vontade se as eleições foram manipuladas por Maduro?) expressa  nos resultados da eleição presidencial de 20 maio último e a ordem constitucional venezuelana…”. E prossegue:” … face à agressividade das campanhas de desinformação (os vídeos de pessoas a morrer de fome é campanha da oposição?), guerra de desestabilização e perigosas ameaças das escalada intervencionista do imperialismo e seus servidores, é de crucial importância expressar a solidariedade para com a defesa da soberania e independência (defender este ditador assassino é defender soberania?) nacional da República Boliveriana da Venezuela e o direito inalienável do povo venezuelano a determinar o seu caminho de desenvolvimento (o caminho escolhido pelo ditador é de desenvolvimento?) livre de ingerências e ameaças externas. Convicto de expressar os sentimentos de amizade do povo português para com o povo venezuelano reafirmo a firme solidariedade dos comunistas portugueses  (solidariedade para com um ditador assassino?) para com a resistência e luta do povo venezuelano (a resistência e luta é contra Maduro que os mata à fome, brincamos?) para vencer as dificuldades e desafios actuais (para vencer as dificuldades actuais que foram criadas por Maduro?)  e prosseguir o caminho libertador (este caminho só é libertador para quem foge ou morre) aberto pela Revolução Bolivariana.” Alguém se indigna com este líder extremista do PCP por estas declarações e exige sua saída do Parlamento? Claro que não.

Estes indivíduos da extrema-esquerda portuguesa não têm vergonha na cara. Num país  como a Venezuela onde se morre literalmente à fome, onde a inflação é galopante, onde se tortura e persegue pessoas por se oporem a esta miséria, donde se  foge da  morte certa, onde 85% dos medicamentos estão em faltarelembrando tudo o que foi vivido com Lenine e Estaline na ex-URSS, que matou milhões de seres humanos por imposição de uma ideologia, é de facto chocante. Mas está tudo caladinho. Não é?

Maduro é o novo Estaline do século XXI. Foi a doutrina política de Chávez  acelerada depois por Maduro que levou a Venezuela à ruína. Exactamente como na ex-URSS. Começou  com as estatizações de toda a economia empobrecendo-a. Em 1998 operavam 12000 fábricas,  hoje há menos de 7000. No ano 2000 começaram as expropriações de grandes propriedades rurais. Resultado: hoje falta tudo nos supermercados. Depois em 2006 o descontrolo nos gastos. Um crescimento exponencial da despesa pública onde se gastava mais do que se tinha usando os recursos que entravam da exportação de petróleo, para conceder subsídios generosos só para manter artificialmente o baixo preço dos alimentos e combustíveis.  Depois a promiscuidade entre empresas estatais e política tendo colocado a petrolífera PDVSA a distribuir alimentos (tinha uma rede de 159 supermercados), construir casas sociais e executar obras de restauração urbana para as elites. Com tanta despesa não inerente à actividade, o negócio do petróleo foi afectado. Depois, preços tabelados pelo governo que ao não serem suficientes para cobrir as despesas de quem produz ou presta serviços, levou ao abandono dessas actividades e à  deterioração dos serviços de quem resiste. Depois, o câmbio controlado  que dificulta a troca de bolívares por dólares levando a que se encerre empresas por falta de matéria prima porque não conseguem comprar fora do país. Para piorar isto, Venezuela tem o pior regime no que respeito aos direitos de propriedade levando ao afastamento total dos investidores.   Como se isto já não fosse suficiente, em 1999 Chávez mudou a Constituição por forma a aumentar os seus poderes.

Esta doutrina aplicada por Chávez e continuada por Maduro, é marxista. A mesma doutrina do PCP e BE. É uma ideologia que comprovadamente NÃO FUNCIONA e só provoca miséria, fome e morte. Mas, temos “meninos” extremistas   no nosso Parlamento a defender isto.

Catarina Martins veio a público toda ofendida (coitadita) porque considera insulto que lhe chamemos de extrema esquerda porque “Extrema-esquerda está associado a totalitarismos, a perseguição, a ódio – não encontram absolutamente nada disso no BE com certeza” – diz ela (ah! ah! ah!). Mas  esta senhora lidera um partido que é apoiante de Chávez e aprovou 4 votos de pesar pela morte deste no Parlamento, o ditador responsável pela situação da Venezuela actual. Venera Che Guevara, um assassino sanguinário que matava por ideologia indiscriminadamente. Saúda a memória de Fidel Castro, outro assassino ditador que “encarcerou” e condenou seu povo à miséria. Solidariza-se com o terrorista Cesare Battisti condenado a prisão perpétua. Cuspiu todo o seu ódio sobre a canção israelita apelando ao seu boicote no Festival da Canção confirmando que o Bloco de Esquerda é o partido mais xenófobo e racista do sistema político português. 

Não, de facto o PCP e o BE ” não são” extremistas de esquerda. Só apoiam ditadores e doutrinas extremistas. Faz “sentido” sim senhor!

Cristina Miranda

Via Blasfémias 

Portugal ganhou o Euromilhões?

E não é que, do nada, o país da “Geringonça Esquizofrénica” que ainda há dias definhava a todo o vapor, ressuscita entre os “mortos económicos” e desata a prometer  comprar e investir em tudo e mais alguma coisa como se tivesse ganho o jackpot no Euromilhões? É verdade! Quem diria que tão almejada sorte nos iria bater à porta em 2019. Fantástico! Com tantos milhões disponíveis a ver se com o entusiasmo o governo não nos compre a nós também! Bem… pensando melhor, ele já nos está a comprar desde que entrou, às prestações. Adiante.

O Estado agora milagrosamente  “milionário” em 5 dias anunciou obras e aquisições que vão “resolver” todos os problemas com os quais nos enfrentamos neste momento para daqui a… 10 anos! Sim, 10 anos! Acha muito? Ora essa, uma década passa depressa, não seja pessimista que isso é coisa da direita realista e consciente dos embustes!

Assim, vamos ter mais 22 comboios apesar de neste momento fazerem falta já 35 urgentemente e daqui a 10-15 anos 400 para substituição da frota toda obsoleta que já se encontra em final de vida útil. Entretanto e enquanto esperamos, vamos continuar com as fórmulas de gestão alternativas que é a supressão de comboios substituindo-os por autocarros,  aluguer de comboios a Espanha ou simplesmente ficar apeados por não haver serviço de todo.  Portanto, 22 comboios daqui a 10 anos vão resolver  uma frota  totalmente envelhecida, comboios quase todos avariados, sem dinheiro para peças e oficinas sem pessoal suficiente para tamanha carga de trabalhos. Boa!

Foram anunciados também mais barcos: “Estamos a projectar a entrega do primeiro navio no final de 2020 ou no início de 2021, em princípio no final de 2020. Em 2021 a entrega de três navios e, depois, os seis seguintes serão ao ritmo de dois a cada ano. Significa que, em 2024, teremos os dez navios entregues”, disse à Lusa o secretário de Estado Adjunto e da Mobilidade, José Mendes.”(fonte Observador).  Portanto, será um investimento a conta gotas pequeninas para não estragar o excel do Centeno. Com sorte muito depois das eleições. Até lá aguente-se com a falta de barcos para ir para o trabalho e habitue-se aos atrasos e caos. Se o seu patrão o despedir tem sempre “maravilhosos” apoios socais à sua espera. Não desanime.

Também vem aí mais um aeroporto no Montijo porque, claro está, não interessa para já só  aumentar o de Lisboa porque fica muito mais barato e assim não vem tanto dinheiro da UE para desviar sorrateiramente para outras rubricas do balanço do Estado que disfarçadamente paga “outras despesas correntes” com os fundos, como o denunciou e muito bem João Miguel Tavares afirmando: “o Governo aproveita o maná europeu para pagar os apoios sociais e desorçamentar despesa” (leia aqui o artigo todo no Público). Por outro lado, ao assinar um acordo para a construção do aeroporto no Montijo sem o estudo de impacto ambiental está a pressionar para garantir um facto consumado e influenciar a decisão do estudo. Porquê? Ora porque o governo está “cheio de dinheiro ” para distribuir pelos amigos do costume.

Pelo caminho o “sem palavra honrada” dá garantia de 150 milhões aos lesados do BES. Mais uma vez. É só garantias de coisa nenhuma desde que o BES faliu. Que ternura.  Ah! sem esquecer as propinas à borla para todos que isto de ter curso superior é um bem de “primeira necessidade” que não pode ser apoiado por bolsas, nem pode ser pago, como o meu,  com o estatuto de trabalhador estudante. Trabalhar e estudar faz calos.

Portanto, em apenas cinco dias, tivemos  cerca de 24 mil milhões de euros anunciados em investimentos com… ar.  Porque Portugal não ganhou o Euromilhões, nem em 3 anos criou riqueza para tal. Por isso,  esta treta toda da semana passada não passa de populismo eleitoralista para enganar, porque  a taxa de execução dos Sistemas de Incentivos do Portugal 2020,  no final de 2017, foi de  28,5% como  concluiu uma auditoria do Tribunal de Contas, mas já fazem promessas à conta do Portugal 2023. Francamente.

Na verdade o que temos e não vale a pena fingir que não vemos,   é um país pré-falido que tem todos os serviços do Estado a caminho da implosão por via da asfixia financeira grave imposta por Centeno. Por isso, só o SNS  viu a sua dívida aumentar nesta legislatura em 52,6%. Imagine em que estado estarão todos os restantes serviços. Bom… é melhor não imaginar.

Para piorar ainda mais o cenário, com esta governação, o nosso PIB per capita baixou para 77% da media da zona euro o que nos coloca em 15º lugar em 19 posições. Significa isto  que descemos 3 posições desde que estes assaltantes do poder se instalaram ao leme do país.  A reversão das  35h provocaram ruptura de serviços e aumento de despesa pública. Se juntarmos a reposição compulsiva  de regalias à função pública, temos aqui o sugadouro da pouca riqueza conseguida que, por não ser suficiente, foi depois compensada com o aumento obsceno dos impostos. Nunca o custo de vida foi tão alto com os bens essenciais a subirem acima da inflação. Ainda em 2018, somamos o valor mais alto da dívida pública – 251,1 mil milhões – que não pára de subir. Com novas  medidas fiscais sempre na berra, o investimento caiu. E como se não bastasse, um abrandamento do mercado externo  com a diminuição das exportações e aumento significativo das importações, levou a nossa balança comercial a registar um aumento do défice em 1.157 milhões.

Entretanto, o OE2019 deixa 850 milhões para Fundo de Resolução pôr no Novo Banco.

Se Portugal não ganhou  o Euromilhões, vamos pagar muito caro esta “festa”  toda.

Cristina Miranda

Via Blasfémias

 

Oh Catarina! O Estado não dá lucro!

Catarina Martins e Marisa Matias, duas “mentes raras” do partido de extrema esquerda portuguesa, o Bloco de Esquerda, saíram-se com uma pérola digna de registo. Num vídeo (veja aqui) Marisa conseguiu em 1:19 min dizer uma mão cheia de mentiras sem se rir.  Espectacular! Explicou aos idiotas que a querem ouvir que o Tratado Orçamental assinado em 2012 pelo anterior executivo é o responsável pela austeridade que se vive em Portugal retirando rendimentos às famílias e que Portugal tem lucro de 6 mil milhões de euros mas que por causa da dívida terá de entregar às instituições  financeiras 8 mil milhões que fazem falta ao país. Finaliza  dizendo que a austeridade não é solução e por isso se vai opor a que o tratado orçamental seja lei europeia.  Excitada com esta intervenção “brilhante” da camarada, Catarina escreveu este “magnífico” e elucidativo tweet: “”Como a Marisa explica, “um segredo bem escondido é que Portugal dá lucro. O excedente primário do OE será de 6 mil milhões de euros mas devido ao serviço da dívida, mais de 8 mil milhões será canalizados para o sistema financeiro. Pouco menos do que investimos no SNS”. Uau! Batam palmas à estupidez estratosférica disto!

A primeira grande mentira do vídeo é que a austeridade nunca foi nem nunca será uma consequência do Tratado Orçamental de 2012. A  verdade  incontornável que por muito que os camaradas se contorcem jamais irão conseguir alterar é que, as severas medidas que os portugueses tiveram de suportar na carne com todas as consequências nefastas para as suas vidas pessoais e empresas, foi consequência da irresponsabilidade criminosa de um ex governante e seus lacaios que sob uma impunidade total, desbarataram biliões de recursos financeiros do país com negócios ruinosos e desvios para offshores,  deixando-o em falência técnica. Ainda no governo, esse  mesmo ex governante viu-se obrigado a estancar o “sangramento financeiro” impondo cortes salariais, cortes em reformas, cortes em subsídios, aumento de IVA e outros impostos. (Recorde esse precioso momento aqui). Portanto, a austeridade severa,  diga-se, terapia de choque de rigor orçamental, que tivemos de suportar foi consequência da bancarrota e não do tratado em si.

A segunda grande mentira é de que Portugal dá lucro. Ora se estupidez pagasse dívida soberana (quem dera), só com isto ficávamos superavit! Então desde quando é que um Estado tem capital próprio e com ele cria riqueza? É para rir? Bom, se era humor, foi bem conseguido porque na verdade o Estado gere os impostos que colecta das famílias e empresas. Esse dinheiro arrancado ao contribuinte e que é retirado ao seu orçamento, tenha ele excedentes ou não, é que enche os cofres do país. Esses impostos alimentam a máquina do Estado, que dá apenas despesa, para assegurar um determinado número de serviços. Até as empresas públicas que deveriam imperiosamente ter saldo positivo, só dão prejuízos elevados cuja factura é suportada pelos do costume: os cidadãos. O mais recente e vergonhoso caso  foi o da CGD com a  injecção de 5 mil milhões de euros de impostos!

A terceira grande mentira é sobre o excedente de 6 mil milhões  que a Catarinocas diz haver. O que se deve a fornecedores e outros credores nunca pode ser dissociado das contas finais. Se há dívidas elas entram no balanço e só depois se vê o saldo: é positivo, há excedente; é negativo há prejuízo. Mais: se Portugal recorreu a empréstimos foi porque não tinha liquidez. Se não tinha liquidez é porque tinha despesas mais altas que receitas e foi neste desequilíbrio financeiro que se deu o fenómeno a que já nos habituamos: falência. Afirmar que há excedentes com todos os pagamentos cativados que colocaram todas as instituições do Estado em crise financeira, e contínuos pedidos de empréstimos, é brincar com a nossa inteligência. Todos nós, por esta teoria, seríamos milionários se nos limitássemos a receber salário, pedir empréstimos bancários sem pagar uma única despesa.

Aprenda de uma vez que o Estado não é rico porque a riqueza é roubada ao cidadão que a produz. Que enquanto a empresa quanto maior for o lucro mais prospera e cresce, porque resulta de uma mais valia, o Estado quanto mais cresce maior é o confisco, maior é a asfixia económica e  menos prospera.   É um parasita que sem o confisco ao contribuinte não sobreviveria nem um dia.  Enquanto a empresa vive da aquisição voluntária dos seus produtos ou serviços pelo cliente, o Estado vive de roubo que destrói e mata toda a economia, ou seja, seus “clientes”. Exactamente o inverso das empresas.

Se houvesse realmente grandes  excedentes nas contas do Estado isso só  significaria que se estava a cobrar mais impostos do que os necessários.  E aí a redução da carga fiscal teria de ser ponderada. Porquê? Porque receita de impostos não é lucro.

São estas pessoas que além destas mentiras todas,  afirmam que a austeridade não é solução –  mas viabilizaram-na nos OE de Centeno –  se dizem estar preparados para governar.

Tenham medo. Muito muito medo.

Cristina Miranda

Via Blasfémias

O extremismo, quando é de esquerda, é “fofinho”

A TVI, na sua crónica criminal (sim, criminal) do programa Você na TV, subordinada ao tema “Precisamos de um novo Salazar?”, decidiu convidar Mário Machado um ex-recluso e antigo líder do movimento Portugal Hammerskins (PHS) para uma entrevista. Imediatamente foi o fim do mundo! O PCP (sim esse!) pediu uma audiência urgente da ERC afirmando que “a Assembleia da República, enquanto órgão de soberania representativo da democracia portuguesa, não deve permanecer indiferente perante atentados aos valores democráticos e humanistas” quando é o próprio a defender e louvar as ditaduras sanguinárias  que nada têm de humanistas e ignora todos os dias as matanças que por lá se fazem!  Os comentadores marxistas, que defendem também as maravilhosas ideologias leninistas, estalinistas, trotskistas, maiostas, chavistas responsáveis pelos genocídios que todos conhecemos da História,  indignaram-se coitadinhos e não pouparam críticas severas (deve ser por medo da concorrência). Entretanto, os “humanistas democráticos moderados e tolerantes” ameaçaram de morte o autor da rubrica Bruno de Carvalho e sua família. Mas que hipocrisia monumental é esta?

A ver se nos entendemos: a TVI é uma empresa privada e a decisão boa ou má de trazer este convidado ou outros ao programa, é da sua única e inteira responsabilidade e um direito ao abrigo da liberdade de expressão numa sociedade que se diz democrática. Não coagiram ninguém a assistir ao programa. Há um botão na TV que liga e desliga para quem quiser. Somos livres. Estava enquadrado num programa de entretenimento numa rubrica criminal (repito, criminal). A escolha, mesmo que polémica, não deve ser condicionada porque isso é censura. É o regresso do “lápis azul”.  E para quem enche a boca constantemente para relembrar a censura de Salazar, não deixa de ser irónico esta colagem fascista da malta da esquerda ao “ditador”. Decidam-se! Porque se é para proibir os extremistas, proíbam-se TODOS! Ponto.

Tenho tolerância zero à hipocrisia. Não, não sou defensora de extremismos sejam de direita ou esquerda. O que está aqui em causa é a dualidade de critérios que os esquerdistas impõem consoante suas conveniências apelidando de “fofinho” e heróico todo o extremismo CRIMINOSO de esquerda. Só isso. Vamos a exemplos?

Comecemos pelos “artistas” da extrema esquerda do BE e PCP que têm assento no Parlamento e que assumidamente enaltecem, defendem e louvam ditadores assassinos como o foi Fidel Castro, Che Guevara e ainda o são, Nicolás Maduro e Kim Jong-un e que nos entram a toda a hora, pela casa adentro em horário nobre, em tudo quanto é tv, a defender essa ideologia hedionda, que quer no presente quer no passado, exterminou milhões de pessoas (mais de 100 milhões) só para impor à força o comunismo. E pior: só com 8% de votos estão em coligação a decidir (destruir) nossas vidas colados ao Costa, à espera de uma oportunidade para colocar essa ideologia mortífera em prática. Alguém se incomoda com isto?

Depois temos Otelo que foi um dos fundadores das FP25, um grupo terrorista perigoso que assassinou gente só por questões ideológicas nos anos 80 e que não foi condenado porque foi amnistiado por Mário Soares, mas mesmo assim  encheu as televisões de entrevistas. Veja aqui mais detalhes sobre o tema. Alguém se incomoda com isto?

Recuando ainda mais no tempo, temos Rolão Preto um líder do Movimento Nacional-Sindicalista inspirado em Hitler que se descrevia como anti-democrático, anti-comunista, anti-burguês, anti-parlamentar, nacionalista, corporativista e familiar. Ou seja um radical extremista que queria derrubar Salazar para impor outra ditadura mais “fofinha” – a dele. Como lutou contra o ditador, Mário Soares acabou por, a título póstumo, condecorá-lo com a Ordem do Infante D. Henrique pelo seu «entranhado amor pela liberdade», leia-se, amor ao poder. Ou seja, Soares condecorou um Nazi português. Alguém se incomodou com isto?

Mais recente, na RTP, uma grande entrevista com Isabel do Carmo, um ex-membro do extinto grupo armado terrorista “Brigadas Revolucionárias” em que ela  foi bombista  e assaltante de bancos, reconhecendo que incitou à tomada do poder pela violência, diga-se, terrorismo, e  que nesse exercício morreu gente inocente, entre elas crianças. Na entrevista que pode ver aqui, não só explicou animadamente como assaltava para financiar as armas e material para fazer bombas, como se se tivesse tratado de uma brincadeira inofensiva de adolescentes, como branqueou completamente a gravidade daquelas acções afirmando que foram para derrubar o Estado Novo e devolver a liberdade. Acontece que este grupo formado em 1973, intensificou suas acções terroristas precisamente depois do 25 Abril,  já o governo tinha caído e desmembrou-se para formar as FP25 que actuaram até 1980. Ou seja, o objectivo destes terroristas era tomar o poder absoluto que ainda não tinham conquistado com a revolução dos cravos. Como prémio foi condecorada por Sampaio. Alguém se insurgiu contra esta entrevista?

E para terminar em grande, o famoso Camilo Mortágua a quem já se deu palco nas TV’s, um terrorista da LUAR, também este a tentar impor o comunismo com bombas e sangue e que segundo a filhota foi tudo a “brincar”.  Alguém se revolta com isto?

Se demos palco a estes terroristas e ainda deixamos que eles estejam representados no Parlamento a apregoar a ideologia que só se consegue  impor  com derramamento de sangue, qualquer outro também pode. Vamos lá ser sérios, ok?

A mim não me incomoda que os entrevistem e os mostrem  (até agradeço) desde que os jornalistas façam um trabalho exemplar de investigação isento, fazendo o contraditório  com perguntas pertinentes e certeiras que ajudem a percebermos quem são realmente estes indivíduos para que possamos  fazer um juízo correcto  sobre suas acções.  Isso é serviço público e pedagógico porque dá a conhecer as personagens, o seu modo de pensar e actuar elucidando-nos sobre suas motivações. É com informação de qualidade, disponível a todos, que se protege a sociedade dos extremismos e não o contrário.  Porque esconder aumenta a ignorância e isso sim é perigoso.

O povo está a acordar

Não vale a pena tentar travar este fenómeno chamando, a todos aqueles que se insurgem contra o marxismo cultural globalista que tomou conta , ao longo de muitas décadas,  da nossa sociedade, desconstruindo-a nos seus valores, na sua identidade religiosa e cultural, de “extrema direita, populista, fascista, xenófobo, racista, homofóbico” e outras tantas palermices para intimidar e silenciar. O povo está a dizer basta! e nada mais o impedirá de seguir seu objectivo: acabar com o  socialismo globalista.

O “tsunami” americano Trump deu o mote. Seguiu-se, à sua imagem,  o “terramoto ” italiano Salvini. Depois o “furacão” brasileiro Bolsonaro.  França acorda e fica a ferro e fogo. “Ventos ciclónicos” em Espanha com o Vox e Ciudadanos,  limpam esquerda da maioria. É o princípio do fim do socialismo a ser substituído pela direita.

Os partidos e líderes novos entenderem a mensagem da maioria silenciosa que desesperadamente procurava identificar-se com um projecto político que os resgatasse destas políticas socialistas/marxistas/globalistas. Responderam prometendo colocar os interesses dos cidadãos e do país acima de tudo, devolvendo segurança, melhorando economia, baixando impostos, acabando com as ideologias desconstrutivas da sociedade, protegendo a cultura e valores ocidentais. E a reviravolta não se fez esperar.

Anda tudo farto e sem paciência para políticos “choninhas”, completamente submissos aos Soros, aos Bildebergs e Rockefellers, às imposições duvidosas de  pactos migratórios da ONU  que defendem perda de soberania dos países da UE em prol dos direitos (pouco) humanos, para preparar um futuro governo mundial global.   Tudo decidido nas costas dos cidadãos sem serem consultados sobre as questões que lhes alteram profundamente a qualidade de vida. Fartos! Fartos! Fartos!

Nenhum político globalista saiu da sua zona de conforto onde vivem protegidos por muros e segurança privada,  para ver no terreno as “maravilhas apoteóticas” da aplicação prática das suas políticas progressistas.  Nenhum se dignou em percorrer os países que já experimentam na pele essa “fantástica” integração cultural. Nenhum político passou sequer uma noite nos guetos ou tomou lá café com sua esposa e filhos.  Nenhum se passeou pelos mercados de Natal agora designados por mercados de Outubro com árvores de betão a servir de barreiras – não vá um camião maluco lembrar-se de acelerar sozinho contra a multidão –  ou pelas escolas que já não festejam  a época natalícia com actividades ou símbolos de Natal. Nenhum foi falar com mulheres vítimas  de estupro colectivo ou crianças vítimas de bullying na escola por serem loiras de olhos azuis. Também nenhum foi ver o sucesso da integração na sociedade ocidental de gente que culturalmente pratica a bigamia por isso tem 4-5 mulheres e respectivos filhos – uma média de 3-4 por cada uma –  a viverem do Estado Social tranquilamente em casas cedidas pelo país de acolhimento. Nenhum foi ver o sucesso das políticas de integração no mercado de trabalho com a maioria a recusar mexer um músculo e a aprender a língua, ou aceitar as leis do país receptor. Nenhum político foi apreciar o sucesso do aumento exponencial da criminalidade sobre mulheres, homens, crianças, homossexuais, cristãos e judeus. Nenhum quis saber o que pensam os contribuintes do aumento brutal dos impostos para suportar estas políticas. Nenhum quis saber o que os cidadãos pensavam sobre os DOIS pactos que vão ser assinados em Marraquexe e Nova Iorque sobre entrada livre, ordenada, regular e massiva de imigrantes!  Nenhum! Nenhum!

Era uma questão de tempo até ao nascimento de movimentos como os coletes amarelos saltarem para as ruas impondo um “basta” sonoro! Mas os senhores “ditadores” que se julgam acima do povo só porque foram eleitos ou não eleitos, como foi nosso caso, menosprezaram-nos por se acharem poderosos e invencíveis. Acham que ocupam um lugar que lhes pertence e por isso não têm satisfações a dar nem contas a prestar. Pensam que o povo é idiota e come todas as mentiras que lhes contam a toda a hora a troco de uns cêntimos a mais no bolso. Pensam,  mas enganam-se.

A revolta começou na França, estendeu-se à Bélgica, atravessou a Holanda e chegou à Suécia. Chegará a todo o lado por contágio. O povo está a acordar mais depressa do que se previa. E agora ninguém o vai parar até voltarem a sentir que quem lidera os destinos do país, fá-lo pelo seu povo e não para agradar às agendas globalistas que só almejam dinheiro e poder para si próprios.

Cristina Miranda

Via Blasfémias

As Cruzadas foram uma acção defensiva

A contra-informação está na ordem do dia. Reescrever a História é fundamental para perpetuar mentiras que convém aos poderosos. Criou-se a “islamofobia” (para justificar uma sociedade aberta a tudo, sem qualquer controlo nem crivo só para satisfazer uma agenda política) e com isso a perseguição a quem denuncia os abusos, os crimes, a invasão, a aglutinação de culturas que a ideologia em causa provoca nas sociedades. Ao catalogar, silencia-se os opositores e protege-se o que não é defensável tornando a questão intocável sob pena de ser considerado racista e xenófobo. Enquanto isso, eles, os “pobres oprimidos”, esfregam as mãos de contentes, sugando nossos recursos sociais  seguindo na sua missão sem constrangimentos: islamizar a Europa.

Mas como é que se pode ver “islamofobia” nos que denunciam o islão radical e não ver a “cristianofobia” existente no próprio islão? Mais: porque razão os islâmicos tolerantes não se juntam aos que lutam contra o islão radical e ajudam à denúncia e expulsão desses invasores intolerantes à cultura ocidental e outras religiões? Por acaso já viu alguma marcha desses muçulmanos tolerantes na Europa a demarcarem-se destes assassinos em defesa da imagem do “verdadeiro” islão?

Na verdade a História infelizmente repete-se mas desta vez com o consentimento de toda a Europa. Importamos o “cavalo de Troia” a troco duns milhões de euros matando a pouco e pouco o velho continente que está a descaracterizar-se em passo acelerado.  No passado valeu-nos as Cruzadas. E agora, quem vai pôr cobro a isto?

Para aqueles que teimam em mentir sobre a origem das cruzadas, fica aqui uma  cronologia de eventos desde a morte de Maomé até à proclamação da Primeira Cruzada feita por José Sousa, para reflectir:

Século VII
632: Maomé morre.
633: Mesopotâmia cai face à invasão muçulmana. Segue-se a queda de todo o Império Persa.
635: Damasco cai.
638: Jerusalém é capitulada.
643: Alexandria cai terminando assim 100 anos de cultura helénica.
648: Chipre é atacado.
649: Chipre cai.
653: Rodas cai.
673: Constantinopla é atacada.
698: Todo o Norte de África é tomado pelos muçulmanos. São apagados os vestígios de cultura romana.

Século VIII
711: Hispânia é atacada. O reino visigodo colapsa.
717: Os muçulmanos atacam Constantinopla de novo e são repelidos pelo Imperador Leão III.
720: Narbona cai.
721: Saragoça cai. Avistamentos de muçulmanos na França.
732: Bordéus é atacada e as suas igrejas queimadas. Carlos Martel e o seu exército detêm os muçulmanos. Os ataques na França continuam.
734: Avinhão capturada por uma expedição muçulmana.
743: Lyon é saqueada.
759: Os árabes são expulsos de Narbona.

Século IX
800: Começam as incursões muçulmanas na península itálica. As ilhas de Ponza e Isquia são saqueadas.
813: Civitavecchia, o porto de Roma, é saqueado.
826: Creta cai perante as forças muçulmanas.
827: Os muçulmanos começam a atacar a Sicília (sul da península itálica).
837: Nápoles repele um ataque muçulmano.
838: Marselha saqueada e conquistada.
840: Bari cai.
842: Mesina capturada e o estreito de Mesina controlado pelos muçulmanos.
846: Os esquadrões muçulmanos chegam a Ostia, na foz do Tiber, e saqueiam Roma e a Basílica de Sâo Pedro. Tarento, em Apúlia, é conquistado pelas forças muçulmanas.
849: O exército do Papa repele uma frota muçulmana na foz do Tiber.
853-871: A costa italiana desde Bari até Reggio Calábria é controlada pelos sarracenos. Os muçulmanos semeiam o terror no Sul de Itália.
859: Os muçulmanos tomam controlo de toda a Mesina.
870: Malta capturada pelos muçulmanos. Bari reconquistada aos muçulmanos pelo Imperador Luis II.
872: O Imperador Luis II derrota uma frota sarracena em Capua. As forças muçulmanas devastam Calabria.
878: Siracusa cai após um cerco de 9 meses.
879: O Papa João VII é obrigado a pagar aos muçulmanos um tributo anual de 25.000 mancusos (cerca de 625.000 dólares americanos modernos).
880: Os comandantes bizantinos conseguem uma vitória em Nápoles.
881-921: Os muçulmanos capturam uma fortaleza em Anzio e saqueiam as terras circundantes sem retaliações durante 40 anos.
887: Os exércitos muçulmanos tomam Hysela e Amásia, na Ásia Menor.
889 Toulon capturado.

Século X
902: As frotas muçulmanas saqueiam e destroem Demetrias, na Tesalia, Grécia central.
904: Tesalónica cai perante as forças muçulmanos.
915: Após 3 meses de bloqueio, as forças cristãs saem victoriosas contra os sarracenos entrincheirados na sua fortaleza no norte de Nápoles.
921: Peregrinos ingleses a caminho a Roma são esmagados por uma derrocada de rochas causada pelos sarracenos nos Alpes.
934: Génova atacada pelos muçulmanos.
935: Génova conquistada.
972: Os sarracenos são finalmente expulsos de Faxineto.
976: O Califa do Egipto envia novas expedições muçulmanas ao sul de Itália. O Imperador Oto II, que tinha o seu quartel general em Roma, consegue derrotar os sarracenos.
977: Sérgio, arcebispo de Damasco, é expulsado da sua sede por los muçulmanos.
982: As forças do Imperador Oto II são emboscadas e derrotadas.

Século XI
1003: Os muçulmanos de Espanha saqueiam Antibes, na França.
1003-1009: Hordas de saqueadores sarracenos provenientes de bases na Sardenha saqueiam a costa italiana desde Pisa até Roma.
1005: Os muçulmanos da Espanha saqueiam Pisa.
1009: O Califa do Egipto ordena a destruição do Santo Sepulcro em Jerusalém, a tumba de Jesus.
1010: Os sarracenos apoderam-se da Cosenza, no Sul da Itália.
1015: A Sardenha cai completamente em poder muçulmano.
1016: Os muçulmanos de Espanha saqueiam de novo Pisa.
1017: Frotas de Pisa e Génova dirigem-se à Sardenha e encontram os muçulmanos a crucificar cristãos e expulsam o líder muçulmano. Os sarracentos tentarão retomar a Sardenha até 1050.
1020: Os muçulmanos de Espanha saqueiam Narbona.
1095: O Imperador bizantino Aleixo I Comneno pede ao papa Urbano II ajuda contra os turcos.
1096: É proclamada a Primeira Cruzada.”

Por muitas verdades alternativas que se criem, a História é imutável.

Cristina Miranda

Via Blasfémias 

 

A opinião de cada escritor fica a carga de cada um, ou seja, para si próprio.

O perigoso Pacto Global de Migrações da ONU que ninguém quer

Vem aí uma Conferência Intergovernamental da ONU para a adopção ( leia-se, imposição) do Pacto para a Migração que vai ser assinado entre os dias 10-11 de Dezembro em Marraquexe. Este acordo pretende uma Migração Ordenada, Regular e Segura para os países assinantes. Dizem que “pela primeira vez, os Estados-membros das Nações Unidas concordaram com um Pacto Global abrangente para gerenciar melhor a migração internacional, enfrentar seus desafios, fortalecer os direitos dos migrantes e contribuir para o desenvolvimento sustentável”. Dizem ainda que “depois de mais de um ano de discussões e consultas entre Estados-membros, autoridades locais, sociedade civil e migrantes, o texto do Pacto Global por uma Migração Ordenada, Regular e Segura foi finalizado”. A sério?! Então como se explica que em Portugal ninguém ouviu nem ouve falar disto? Onde foi que nós sociedade civil fomos consultados?! Brincamos?

A verdade é que, de boas intenções está o inferno cheio e se não estivéssemos perante um Pacto ruinoso, ninguém o esconderia. Ninguém! Mas, tal como se pode ver por cá, a comunicação social está num silêncio total e o governo, nem pia sobre este assunto, porquê?

A resposta a esta evidência não é difícil: não se fala porque o Pacto esconde coisas que não convém aos cidadãos tomar consciência deles porque sabem que se assim for, antes da assinatura do mesmo, comprometerá seriamente a popularidade destes irresponsáveis que a troco de meia dúzia de tostões vendem a nossa segurança e qualidade de vida sem escrúpulos nem pesos de consciência.

O dito Pacto é tão, mas tão bom, que já há uma lista extensa de países CIVILIZADOS e RESPONSÁVEIS que não o vão adoptar. São eles:

  • Áustria
  • EUA
  • Japão
  • Coreia do Sul
  • Rússia
  • China
  • Dinamarca
  • Austrália
  • Croácia
  • Bulgária
  • Republica Checa
  • Hungria
  • Polónia
  • Israel
  • Estónia
  • Suíça
  • Eslováquia 25/11/2018
  • Itália 28/11/2018

O Presidente da EU, Jean Claude Juncker, justificou estas saídas chamando de “Populistas estúpidos” a estes países. O homem das “ciáticas” atacou assim estes países , abertos desde sempre à imigração, mas controlada e responsável que não ponha em causa a soberania nem seus valores sociais e culturais. De facto são mesmo “populistas”. Menos “ciática” nisso se faz favor.

Mas afinal o que pretende este “fabuloso e tão caridoso” Pacto? Simples: retirar todas e quaisquer barreiras à entrada massiva de pessoas, venham de onde vierem (sem qualquer discriminação entre imigrante económico ou refugiado), sem qualquer restrição de acesso à assistência social, sem constrangimentos por ausência de nacionalidade. Do lado do Estado: submissão das leis de soberania nacional forçando a aceitação de imigrantes ilegais; adaptação das leis nacionais ocidentais aos imigrantes de cultura diferente; proibir pensamento crítico ao comportamento dos imigrantes ilegais; a condenação da liberdade de expressão pressupondo como padrão que os migrantes são sempre vítimas inocentes; controlo dos meios comunicação e denúncias de censura ficando obrigados a retratar a migração apenas como positiva sob pena de corte de fundos; deve promover a imigração em campanhas eleitorais; promover propaganda que informe o público dos benefícios da imigração; prestar informação aos imigrantes dos direitos e meios ao seu dispor para denunciar qualquer acto de incitação à violência ou crime de ódio sobre eles; permitir aos líderes dos imigrantes (religiosos, políticos ou de comunidade) formas de detectar evidências de intolerância, racismo, xenofobia. (veja aqui toda a informação com links)

Gostou? No fundo é isto: a partir da assinatura deste Pacto, teremos portas escancaradas para todas as pessoas que queiram entrar no país, sem restrições, e ainda lhes temos de proporcionar total bem estar com todos os direitos. Ainda não consegue perceber bem isto? Então eu explico com “desenho”: isto é o mesmo que por exemplo o Governo um dia determinar por decreto (sem sermos consultados), que a partir de hoje, TODOS os cidadãos com casa teriam de ter suas habitações abertas para receber todo o tipo de imigrantes que o Governo impusesse, dando-lhes tecto, comida e roupa lavada. Seríamos obrigados depois a integrá-los na sociedade e mercado de trabalho. Enquanto isso não acontecesse, morariam connosco com tudo pago por nós. A quantidade de imigrantes que teríamos de aceitar seria determinado pelo Governo. Ou seja, mesmo que quisesse só um e escolhido por si, não podia. Seria imposto pelo Governo que se entendesse que na sua casa caberia 8 pessoas, não importa a origem, teria de os suportar. Que tal? Acha isto correcto? Faz sentido? Então como podemos aceitar que uma organização como a ONU, com gente em que nós cidadãos não votamos, DECIDAM nossas vidas e nos digam como as podemos viver no nosso país?

Andava tudo histérico com o Guterres por ter ganho a Presidência da ONU para que fosse ele o promotor deste desgraçado pacto!!! O homem que deixou Portugal num pantanal está agora a fazer o mesmo ao Mundo ocidental. Batam palmas! Bravo!

O curioso disto é que dizem ser uma questão de direitos humanos. Quem o diz? O Conselho da ONU dessa área constituída por estes países:

Digam lá se isto não é cómico? Países que NÃO RESPEITAM direitos humanos decidem sobre o que devem fazer os países que RESPEITAM os direitos humanos e por isso SEMPRE tiveram portas abertas a TODA a imigração, ao contrário deles.

O problema verdadeiro e que urge denunciar, é que por trás deste pacto tão “querido e solidário” em nome dos direitos humanos, esconde-se outra realidade oculta. Reparem na quantidade de países islâmicos dentro deste Conselho da ONU. Coincidência?

Reflicta comigo: se é uma questão humanitária e não abrange só os refugiados (que curiosamente já estão protegidos pelas leis internacionais e não precisam deste pacto), porque se promove o esvaziamento dos países de origem em vez de acudir, massivamente, nesses países, como se fazia no passado? Lembram-se dos grandes campos de refugiados protegidos pela ONU agora vazios? Não seria a reconstrução desses países de origem, ao mesmo tempo que se protege os povos na sua origem, mais lógica e eficaz?

Mas há mais questões: o Pacto não menciona quem vai sustentar isto logo é previsível que haja mais aumentos de impostos sobre quem produz; e se temos uma taxa elevada de desemprego para os residentes, como vamos garantir trabalho para outros sem ser à custa de muita precariedade e exploração laboral?

A verdade é que antes destes loucos com agenda “globalista” destruírem as nações europeias, sempre houve imigração, sempre funcionou bem com todos os países de acordo com suas leis. Porquê este Pacto agora? Quem está por trás disto? Como podemos assegurar para os outros o que não conseguimos ter para nós? Ou já se esqueceram que não temos saúde, educação, trabalho, habitação, salários e nível de vida decente? Encher o país massivamente de gente, só nos vai empobrecer ainda mais.

Porque acabando os critérios rigorosos de entrada de imigração, de positiva passará a negativa porque a maioria virá apenas com vista a usufruir de condições sociais e não com objectivo de trabalhar e se integrar na nossa sociedade. Já temos essa experiência os refugiados da Síria em Miranda do Corvo a quem lhes foi cortada a água e luz por falta de pagamento, depois de terminado o contrato de apoio, mas que recusaram trabalhos e casas mais baratas.

Portugal não é racista mas vai começar a ser tratado como tal para silenciar como na Suécia, Bélgica, França, Alemanha, Reino Unido e outros, todos aqueles que virem comportamentos errados nos imigrantes que andarão protegidos e impunes a destruir a nossa sociedade.

Para desgraça ainda maior, NÃO HÁ OPOSIÇÃO a este Pacto. Porquê? Onde está o Presidente da República, também? Que espécie de gente é esta que vê o Governo a vender a alma deste país ao Diabo e não se mexe?

Lembrem-se disto tudo na hora de votar. O poder da mudança está nas nossas mãos

Cristina Miranda

Via Blasfémias