Sou anti-feminista, branca, heterossexual, anti-marxista, anti-drogas, pró-vida e do povo. Um perigo social.

Descobri que sou um “perigo social”. Uma ameaça a esta sociedade que se diz  “progressista” mas que nada fez senão regredir à sua forma mais primitiva. Ser anti-feminista, branca, heterossexual,  anti-marxista, anti-drogas, pró-vida e do povo, transforma-me num alvo a “abater”. Porquê? Ora, porque faço parte da maioria e hoje as maiorias são para aniquilar.

Não se pode ser anti-feminista mesmo sendo mulher. Não pode. Porque as mulheres têm de ser feministas custe o que custar, porque se não o forem são contra as mulheres (ah! ah! ah!). Acontece que não sou feminista precisamente porque defendo a liberdade e igualdade para  todos os indivíduos e por isso não posso estar do lado de quem reivindica liberdade para as mulheres sonegando as liberdades aos homens,  de quem hoje transformou uma luta por direitos numa espécie de “luta de classes” pela supremacia feminina.  E não, não devo a minha liberdade às feministas. Devo-o às Mulheres corajosas que um dia resolveram lutar pelos seus direitos humanos como se luta pelos direitos das crianças, negros, cristãos e tantos outros e a quem alguém chamou de “feminismo” como se lutar por direitos fosse um exclusivo feminino. Devo-o a mim que com a minha determinação nunca baixei os braços na conquista dos meus ideais e por mérito cheguei onde quis.

Também sou branca o que é grave. Porque os brancos são a razão de todos os males no planeta. São os que discriminaram, os que escravizaram, os que dominaram. As minorias são puras, castas e “coitadinhos”. Nunca fizeram mal a alguém.  Deve ser por isso, quando em maioria, como na África do Sul, andam a chacinar brancos; na Nigéria o Boko Haram persegue cristãos e escraviza meninas e por cá, quando são negros a arrancar um punhado de cabelos a uma rapariga branca numa luta violenta por razões fúteis, nenhum SOS Racismo se importa com isso. Ah! E a palavra “slave” vem de eslavo, da etnia eslava da Europa de Leste que  foi escravizada por muçulmanos. Pois.

Ser heterossexual também é pecado porque é “anti natura”. Dizem eles. Se nascemos “sem género”  o “normal” é  nos amarmos todos uns aos outros sem tabus, mulher com mulher, homem com homem, crianças com adultos, irmãos com irmãs, pais com filhos. Amor tem de ser vivido sem restrições impostas pela sociedade (???).  Em liberdade absoluta. Que o digam os defensores da Ideologia de Género que já se ensina nas escolas aos meninos da primária.

Ser anti-marxista, também não pode. Esta ideologia que matou milhões de inocentes para impor-se e mesmo assim não conseguiu vingar,  infiltrou-se na sociedade com o revisionismo de Gramsci,   promovendo  a inversão dos valores sociais: os professores são agredidos pelos pais a soco e pontapés quando chamam a atenção a miúdos indisciplinados; os polícias são recebidos à pedrada e conotados de racistas  quando são chamados a intervir em rixas de moradores; os professores são estimulados a passar alunos com 7 negativas e  o superior a deixar   entrar com média negativa para dar a hipótese de todos serem “dótores”; às crianças de 5 anos é-lhes ensinado que não há sexos e podem ser o que quiserem (homem, mulher, trans, e por aí fora); ao homem é-lhe dito que por ser homem é opressor e tem de lhe ser retirado direitos. E tantas outras parvoíces marxistas. Não defender isto é ser “fascista de extrema-direita”.

Ser anti-drogas? Ui! Essa então é fatal. Então onde já se viu proibir a liberdade individual de cada um se drogar à vontadinha, em espaços públicos e com apoio do Estado? Isso é “ditadura”, dizem eles. Promover uma sociedade limpa de estupefacientes que aliena as pessoas  é coisa de “conservadores extremistas”.

Ser pró-vida é ainda pior mesmo numa sociedade que tem pílulas para tudo até para o dia seguinte e camisinhas,  de borla.  Os abortos são um “direito anticoncepcional” onde cada indivíduo tem o poder de decidir se mata ou não uma criança porque ela cresce no seu corpo. É propriedade sua. Dizem. Por isso considera-se normal que haja adolescentes já com 12 abortos no currículo e leis que permitem matar bebés à nascença. Tudo “normal” em nome do progressismo para depois se defender que é preciso bebés estrangeiros para aumentar a natalidade (Ah! Grande George Soros!).

E ser do povo? Oh que tragédia! Escrever nos mais conceituados  blogues existentes e ter milhares de seguidores por conseguir através da minha escrita chegar a toda a gente, sem excepção, horroriza a classe intelectual que não me perdoa por tamanho “atrevimento” e que se acha dona e senhora destes espaços ridicularizando ou menosprezando todos aqueles que escrevem e pensam de forma mais popular. Uma blasfémia, portanto.

Sou mesmo um “perigo social”.

Cristina Miranda

Via Blasfémias

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42 comentários em “Sou anti-feminista, branca, heterossexual, anti-marxista, anti-drogas, pró-vida e do povo. Um perigo social.

  1. Deixar um comentário «acrescentando» ideias tolas (para todos verem que também temos opinião), por vezes com alguns palavrões (como já temos lido) e finalizar com um já gasto “dá que pensar”, não é bem o nosso estilo…
    Este texto é simplesmente o tipo de artigo que também gostaríamos de ter escrito mas de que não fomos capazes. Diz tudo o que é preciso para os cegos e surdos entenderem!!!
    Foi concebido por alguém que ainda tem a noção dos Valores Universais mais elementares que todo o ser humano deve manter.
    E se estas nossas palavras forem apenas interpretadas como mera «engraxadela» para a sua autora… paciência… pois acima de tudo estamos conscientes de ter cumprido um simples acto de Justiça.

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    1. Excelente artigo. Faço parte da mesma tribo que vc (só que sou homem, se é que essa anomalia ainda resiste num mundo de gêneros).
      Todos são iguais perante a lei, só que alguns querem ser mais iguais que outros, pobres mortais

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      1. Pois. Por isso deveria estar mais atenta às feministas activistas para ver o que elas andam a defender. E verá q é muito diferente do q você defende

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      2. Sinto-me lisonjeado, mas não precisa de assumir o meu género, só porque sou feminista minha cara. Há muitas pessoas de direita que defendem o fascismo, e não é por isso que eu acho que você é fascista. Como eu disse, generalizar nunca foi uma coisa boa.

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    1. opah tu aí “do quarto”
      não estudas?!! e então não sabes do que falas… o feminismo de hoje não promove a igualdade dos direitos dos homens e das mulheres.. promove a destruição da mulher em que ela pode assassinar.. bebés, martirizar os homens, cometer blasfémias contra a família tradicional e espalha ódio quem não pensa assim!!! e zomba e persegue a igreja católica!!! isso é mentecapto!!! o feminismo hoje é outra coisa.. queria ver esse movimento ideológico a promover as mesmas ideias em países muçulmanos e comunistas… isso é que era bom de ver!!!

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      1. Note que eu limitei-me a publicar a definição que vem no dicionário, se quer queixar-se a alguém queixe-se a língua portuguesa, que tem significados definidos para as palavras, a marota.

        Se eu concordo com as posições de alguns grupos feministas que se enraizaram na nossa sociedade? Não. Mas considero-me feminista de qualquer maneira, porque defendo e luto pela igualdade entre sexos.

        Agora, vai-me perdoar, mas mentecapto é ter amigos imaginários. Tudo isso que falou parece-me liberdade individual.

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  2. Nós somos feministas, igualdade e oportunidades iguais, o que não somos é femistas. E não não somos iguais aos homens e eu amo ser mulher. Obrigada pelo artigo, também sou tudo isso.

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  3. Todas as pessoas que dizem aqui que são feministas pela definição do dicionário são na realidade igualitarias. O feminismo só por ter um género associado já por si só assume um carater de supremacia. PS. A definição do comunismo no dicionário também é muito bonita mas na prática é só a ideologia que mais gente matou no mundo.

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    1. De facto Umberto Eco tinha razão, as redes sociais deram voz a um bando de idiotas. Nem conceitos conhecem. Do feminismo ao marxismo, outros que nem sabem a diferença entre socialismo e comunismo. Se a estupidez fosse taxada Portugal não tinha divida pública.

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      1. ZECA
        MUITOS PARABÉNS por citar Umberto Eco.
        O que afirma no seu texto é, sem dúvida, conclusão acertada a muitas destas opiniões.

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  4. Na minha opinião, a mulher pode ter a opção de ter um bebê ou não. Por motivos como: não ter condições financeiras e/ou emocionais, o bebê pode oferecer risco a mãe, como na hora do parto, entre outros. A mãe não pode escolher se vai dar uma vida ruim para uma pessoa ou não dar uma vida a ela? Pois no começo da gravidez, não é uma pessoa, é um feto. E mesmo o feto tendo vida, ele não é gente, não pensa, não sente, é como um parasita.

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    1. Ao escrever como na hora do parto, presumo que seja da opinião que a lei imposta agora em vários estados nos USA está certa que é a mulher está a dilatar e com contrações e pode decidir abortar porque é um “parasita”. peço desculpa mas para mim isso é infanticídio não interessa em qual fase está. A únicas vias que “aceito” é se efetivamente a mãe está em risco de vida sendo o feto não é viável fora do útero, violação e ou deformações muito graves, caso contrário pode sempre dar para adopção existem muitas famílias que agradeciam. Relativamente a não sentir dor está provado que o feto sente dor a partir das 10 semanas (2.5meses), mas as clínicas dizem que é às 24 semanas porque lhes interessa. Finalmente a lei devia mudar nestes casos porque ainda existe muitas falhas, nomeadamente se o homem quiser a criança, não tem direito a escolher (mesmo que possa dar condições financeiras e emocionais), se o homem não quiser e mulher quiser porque o homem tem de pagar pensão? Nota neste caso é mais grave porque existem casos de homens violados e a mulher quis ficar com a criança e ele teve de pagar as pensões.

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      1. É um assunto polêmico mas acho que é a mulher que deve decidir se quer ou não ser mãe. É essa escolha que deve ser dada a todas as mulheres no mundo. No teu caso se ficasses grávida terias o bebé mas essa seria a tua decisão….
        Imagina crianças a terem crianças ou mães a serem obrigadas a serem mães ou pior não terem dinheiro para alimentar os filhos,é isso que acontece a quem não têm escolha!

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    2. Devem decidir antes de engravidar, não depois. Isso seria hipocrisia, porque não se pode decidir sobre a vida e a morte de ninguém. Afirmar que o nascituro não é vida humana digna de ser protegida é um insulto a toda a ciência e razão humanas.

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      1. Exatamente sr. Tomás, existem vários métodos contraceptivos por isso a hipótese de engravidar é muito baixa se a mulher estiver na pílula e o homem usar preservativo. O que acho anormal é que só falam da mãe e o pai não tem direitos? Não existe? Talvez seja pela cultura promovida pelo feminismo que as mulheres são capazes de tudo quando na realidade a dois a vida é sempre melhor principalmente para criança segundo vários estudos (menos probabilidade de ser encarcerado, estar metido em drogas, ter problemas sociais e ou psicológicos) . Finalmente gosto de “brincar” com a decisão é apenas da mulher e que o bebe não é uma vida ao perguntar: Se um homem colocar uma moeda numa máquina de bebidas automáticas e escolher uma bebida, a bebida é da máquina ou do homem?

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  5. MEUS PARABÉNS PELA CORAGEM! Finalmente achei alguém na blogosfera (também dominada, aliás, pela esquerda) que falou tudo o que eu queria dizer! Só uma correção. O feminismo é saudável. O que é doença é o FEMINAZISMO, que é o que essa gente da esquerda pratica. Beijos e continue assim.

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  6. Este texto tem implícito que o carro vai desgovernado, sem motor e travões, mas, pelo facto de andar, dá a ilusão de algum controlo e poder. Tudo ilusório, o poder acabou-se-lhes em 2017. Já nada fazem com discrição, às escondidas, como era habitual, agora, é o vale tudo, o típico “vai ou racha”. Estão a dar tudo por tudo para conseguirem o que se lhes está a escapar entre os dedos duma mão que se fecha com força por raiva de tudo perderem num ápice. Adeus, Democracia e Maçonaria, o vosso tempo finou. Os outros, os que deram a vida e viram as suas famílias destruídas e o seu território ocupado por décadas, os que lutaram para evitarem que a Europa chegasse a este ponto, já anunciado desde o final do séc. XIX, sempre estiveram aí, pacientemente, à espera, aguardando um excelente motivo com tremenda força moral, para intervirem, será agora.

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  7. Este texto tem implícito que o carro vai desgovernado, sem motor e travões, mas, pelo facto de andar, dá a ilusão de algum controlo e poder. Tudo ilusório, o poder acabou-se-lhes em 2017. Já nada fazem com discrição, às escondidas, como era habitual, agora, é o vale tudo, o típico “vai ou racha”. Estão a dar tudo por tudo para conseguirem o que se lhes está a escapar entre os dedos duma mão que se fecha com força por raiva de tudo perderem num ápice. Adeus, Democracia e Maçonaria, o vosso tempo finou. Os outros, os que deram a vida e viram as suas famílias destruídas e o seu território ocupado por décadas, os que lutaram para evitarem que a Europa chegasse a este ponto, já anunciado desde o final do séc. XIX, sempre estiveram aí, pacientemente, à espera, aguardando um excelente motivo com tremenda força moral, para intervirem, será agora.

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  8. Excelente Cristina não perca a voz, porque havera muita gente a querer faze-lo…muita gente ainda não percebeu que a simples ideia de feminista é sugerir que existe diferença, já não falo na questão de quotas…nada como lutar pelo seu pensamento independentemente de ser mulher ou não….um abraço e muita sorte

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  9. É contra o aborto em casos de violação/pedofilia, má formação do feto ou quando a vida da mãe está em risco? Uma mulher tem o direito de não querer ser mãe ou de ser feminista. Olhe que pode pode ter um familiar que se se identifique com a comunidade lgtb. Quando descobrir vai ser deserdado?

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    1. Tenha calma e respire. Primeiro: eu sou contra o aborto como metodo contraceptivo. Nos casos apontados, não. Segundo: não so tenho uma familiar lesvlés como tenho amigos homossexuais. Não sou feminista porque feminismo não defende a mulher. Defende só as mulheres que pensam como elas. Enquanto eu, defendo TODAS. Consegue ver a diferença?

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    2. Anónimo: que comentário tão absurdo!
      Uma mulher dever ter o direito de decidir se que ou não ser mãe, mas sem isso envolva terceiros. Reconheço-lhe o direito de decidir antes, e nunca depois, com sacrifício de uma vida que não é a sua, nem lhe pertence. Além disso, pondo de parte os casos citados, o filho não exclusivamente da mulher… também terá outro progenitor.
      Se a mulher engravida e depois se arrepende… terá que assumir as suas responsabilidades. A vida em sociedade implica a assumpção de responsabilidades, mesmo quando nos são desfavoráveis.
      Quando ao seu argumento: “Olhe que pode ter um familiar…”
      Pois!…
      Também pode ter um familiar violador, ladrão, pedófilo, assassino em série… etc. Isso nãos serve de argumento para nada.
      Relativamente a este tema, concordo 100% com a autora, porque a nossa sociedade precisa de coesão, união de esforços, igualdade. Não precisa de divisões, guerrilhas e mal-estar. Infelizmente, também não vez as feministas lutar pela igualdade… vejo nelas uma atitude de vingança, tentando imitar o pode haver de mais reprovável no machismo. Ou seja, é a versão feminina do machismo.

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  10. Há dias vi o desfile das mulheres democratas. Gostei de ouvir o que anunciaram. Uma coisa tenho pensado: então as feministas são salazaristas, católicas e apostólicas romanas? E as de esquerda não podem ser feministas? Anda por ai tanta instituição que só são do fascismo…Gostei do artigo…

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  11. Cristina, acha que rapazes/ homens e raparigas/ mulheres devem ter as mesmas oportunidades de educação; rspeitados/as da mesma maneira; devem ter as mesmas oportunidades de trabalho, etc, etc? Então é feminista que mais não é que ser humanista.

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    1. As feministas não defendem o direito de todas as mulheres. Defendem apenas os direitos daquelas que pensam como elas. E essa seletividade é bem patente.

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  12. Olá Cristina, enquanto concordo com a maior parte do que escreveu e compreendo ao que se refere em relação aos movimentos feministas mas não confunda o feminismo com femismo. Femismo é o que essas falsas feministas pregam enquanto feminista é a mulher que pensa como a Cristina, igualdade e respeito em ambas as partes…

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  13. E acredite com tantas florzinhas e snowflakes a sua mensagem vai ser sempre mal interpretada, os comentarios que li aqui são ridiculos, mas é como diz não se pode discordar das minorias. Mesmo que os valores defendidos sejam contra a nossa própria natureza humana.

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  14. Uma reflexāo não só para a sociedade portuguesa, mas à toda a sociedade ocidental que vive as agruras provocadas pela maldita ideologia marxcista.
    Os meios de comunicação, as escolas e as universidades foram contaminadas com esses ideais torpes e pervertidos.
    A familia e o conceito de nossa sociedade são alvos constantes.
    Parabéns!
    Vendo o seu relato parecia se dirigir diretamente ao Brasil, tamanha a semelhança.
    Não fosse, “os miudos” e “as raparigas”, não identificaria.

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  15. Efectivamente é muito difícil ser-se anti-feminista, branca, heterossexual, anti-marxista, anti-drogas, pró-vida e do povo. Sai-se à rua e é-se apontado, tratado abaixo de preto. Malditas minorias que nos querem fazer pensar que são normais. Ora se eles são normais, por exclusão de partes, os outros não o são. E essas coisas serem ensinadas nas escolas, vai haver muitos jovens que seriam heterosexuais e que com certeza vão acabar maricas, por serem informados que não há mal nenhum nisso. Blasfémias marxistas, a destruírem a humanidade desde os tempos da inquisição.

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  16. Só não entendo como é que alguém que afirma “defendo a liberdade e igualdade para todos os indivíduos”, diz depois que é anti-marxista…? Não haverá alguma confusão de conceitos e uma fácil ‘generalização’ do termo…? talvez seja ‘anti-libertária’…? ou então é mesmo só um complexozinho ‘de nascença’ e querer parecer ‘fixe’…? Nos países que diziam professar essa ideologia (se é que existem ou existiram) seguramente os pais não batiam nos ‘profes’, os polícias não eram agredidos, o percurso escolar não era facilitado e a ideologia de ‘género’ não era admitida. De facto, isso não são ‘parvoíces marxistas’ mas sim imbecilidades libertárias devidas a uma arreigada falta de educação e uma enorme ‘incultura’. Quanto ao resto do seu texto, identifico-me com quase tudo o que afirma…! Embora muito da ideologia fascista me repugne, será que isso faz de mim um social-fascista…?

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