O 25 de Novembro é o Black Friday da Esquerda

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Sim, no 25 de novembro a esquerda chique pode sair à rua comprar iphones, tablets, computadores ás gigantes tecnológicas mundiais ditas opressoras do “trabalho” e do “trabalhador”, que continuam com mesma consciência tranquila em mandar sound bites para um dia que hoje os permite fazer isso mesmo. Ao contrário do que a esquerda pensa, o 25 de Abril teve o mérito de nos trazer a liberdade, claramente, mas logo a esquerda se aproveitou e instalou uma ditadura, ainda que provisória, sobre a batuta de Vasco Gonçalves e com nacionalizações à mistura que hoje ainda se sente o efeito na ausência de muitas e grandes empresas que bem precisamos para gerar mais valor acrescentado, exportar mais e pagar melhores salários.

O verdadeiro dia da liberdade, portanto, não começa no 25 de abril, começa é no dia que se resgata a liberdade do 25 de abril e o seu conceito, mas no dia 25 de novembro, dia que claro, se tivesse começado com algum intelectual de esquerda, vinda dos cafés chiques de Lisboa, era já um dia adorado, quase de adoração. Como foi o general Jaime Neves, homem vertical, honesto e com princípios anti-fascistas que nos devolveu a democracia que o PCP não podia ver nem pintada de vermelho, Neves já não é colocado no pedestal onde estão Otelo Saraiva de Carvalho entre outros neo-socialistas que agora suspiram por Salazar quando que um dos principais problemas de Portugal começa no comunismo e acaba no socialismo.

O PCP, o BE e o PS hoje a nossa “Frente Vermelha”, ou a troika social comunista, agem como se fossem donos absolutos do regime, quase por sentimento divino que só aquelas criaturas com três cabeças sabem de onde vem. Mas, é claro, o verdadeiro e único dono do regime, chama-se partido socialista. Aquele que continua a controlar a comunicação social, as redacções, a educação entre outros pilares fundamentais do regime e de forma sempre minuciosa para ocupar os cargos que lhes permitam assaltar o orçamento de estado e depois deixar os cofres vazios para uma direita que não tem programa e que só faz de fascineira do regime.

Este 25 de novembro como outros que ai vem tem que ser lembrados da melhor forma possivel, tem que ser lembrados na forma como Portugal não caiu num comunismo quase que norte-coreano há 44 anos, tem que ser lembrados na forma como a União Europeia, mesmo com os seus defeitos de palmatória, nos salvou e nos continua a salvar de uma Venezuelização em curso. Este 25 de Novembro tem que ser lembrado ainda como um sinal de esperança que a direita portuguesa pode combater uma ameaça à democracia que se chama António Costa, um homem esguio, perigoso, fascista, ditador e sem um programa de reformas para o País. Ainda que não haja direita, ela vai aparecer, pois está a reformular-se, aos poucos a direita unida colocará um fim ao reinado despótico do discípulo de José Sócrates.

A único plano que a esquerda e o PS tem para Portugal e, para finalizar, é muito simples- Colocar as famílias do regime, as oligarquias de Lisboa e os vícios da sociedade portuguesa que Eça de Queiroz tanto criticava de volta à ribalta. Se é que já não estão outra vez e em força.

Claro que, como sempre, a histeria da esquerda em comentar a democracia que tanto preza cai sempre em saco roto. Os deputados do Bloco são de uma ignorância atroz. Os licenciados em ciências ocultas que revejam a cartilha.

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Mauro Oliveira Pires

 

 

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