Marcelo perdeu o tino

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Marcelo Rebelo de Sousa, usando o nome mais corriqueiro e beijoqueiro, o Professor Marcelo, tem um problema em mãos de tamanho considerável: Ele mesmo. Marcelo tem um grau de egocentrismo que não lembra ao careca, grau esse que aumenta na exacta proporção dos beijos que consome e a cada face que beija. É como se insuflasse ainda mais a rapidez de raciocínio característica do professor, mas, com claros efeitos nefastos. Vejamos: Marcelo precisa do Governo de Costa como as cagarras das Selvagens precisam do colo de Cavaco Silva, as saias de Costa são relativamente extensas, quentes e peludas, tal como os efeitos gramaticais em aulas de inglês técnico avançado para “Web Summistas” em Lisboa.

Portanto, um governo fraco, devido ás correlações de força do Parlamento, isto no início de 2016 onde a posição de Costa não estava ainda consolidada, era o ideal para que o Presidente dos afectos, os preciosos afectos, aqueles que permitem Marcelo ter uma espécie de “segundo poder”, onde cada palavra antes colocava Costa e a sua manada em sentido, eram essenciais para não só Marcelo ser a principal figura do regime, controlando Costa a seu belo prazer, como também, e o mais importante claro, massajar, o seu ego de forma a que a sua hiperatividade cansativa e, até podemos admitir, certa ansiedade, pudesse desaparecer a prazo.

Tudo parecia correr bem. Marcelo distribuía flores e afectos pela população portuguesa afectada por incêndios de origem duvidosa, um trabalho digno de uma nota elevada, talvez um 18, pela forma como conseguiu somar ainda mais pontos com os seus eleitores e ainda encostar Costa num canto escuro e frio, quase que colocando o num pedestal pequeno e com uma luz artificial de um qualquer lustre de Cascais. Costa parecia desgastado e no ponto certo para um KO futuro por parte do Mestre da Táctica política.  Com tanto poder acumulado, Marcelo, o táctico, a raposa velha, baixou a guarda consideravelmente. Usar António Costa, como se usam chinelos da Feira da Ladra, foi um erro táctico incomportável. Andar da esquerda à direita com a táctica da chinelada, querendo, uma maioria confortável à primeira volta nas próxima eleições, deu para o torto.

Costa aproveitou, a cobra maleável, quando lhe dá jeito claro, deixou Marcelo cair na sua própria teia e colocou o no bolso da melhor maneira. Já foi o PCP,  o BE e agora Marcelo. Já agora, o PSD também. O regime está com os dias contados com tamanha amarração e camisa de forças apertada. Sem um Presidente da República, digno desse nome, Marcelo é agora mais uma marioneta de António Costa, onde este faz o que quer e quando bem entender. A Presidência da República, é um dos pilares de regulação e de contra poder ao Governo, Marcelo desequilibrou a balança para um só lado e, deixar uma criatura perigosa como António Costa à solta pode ser fatal, para o Professor de direito e já agora, para o País.

Mauro Oliveira Pires

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1 comentário em “Marcelo perdeu o tino”

  1. Estou muito triste com a prestação do Presidente Marcelo deixou se cair nas garras do grosseirão Costa. Estão os dois na mesma teia o Marcelo ker fazer algo o grosseirão não abdica por nada e Marcelo simplesmente obedece.Marcelo estas tramado se não mudas vais sofrer as consequências.Cuidado com o Costa não è flor k se cheire põente a pau kem avisa amigo è.

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