Rui Rio de Líder não tem Nada

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Rui Rio é presidente do PSD. Ponto. Agora podemos voltar à questão filosófica de sempre: Será um presidente eleito necessariamente um líder, ou antes de irmos ao “pote”, já temos que ter dotes necessários para correspondermos as expectativas que nos depositam? O presidente do PSD encaixa perfeitamente na segunda linha de pensamento, Rio maltrata os militantes que discordam da sua “linha” de actuação- temos que perceber igualmente que não a tem- andando sempre aos zigue-zagues, rodando de pensamento ao nível de Marcelo, ou seja, quando o vento sopra para António Costa Rio é manso, quando vento sopra contra Costa, Rio dá tiros nos pés-parece que de propósito- para chamar para si as atenções, que podiam estar muito bem focadas no desastre governativo da geringonça social comunista.

Além disso, Rio não tem um pensamento, nem que solto, para podermos formar uma opinião estruturada do presidente do PSD que tem ainda aspirações a ser líder do mesmo. O único pensamento que se sabe de Rio é que é egocêntrico, com um feitio ditatorial e com pensamentos socialistas que não coadjuvam com “alma” do PSD, que é o setor privado, ser o partido das pessoas, do individuo, aquele que dá o instrumento ás pessoas para ascenderem na carreira da vida, e não o contrário, ou seja, ter o Estado como elemento central da vida do País. Rio não apresenta propostas de reformas estruturais profundas nas finanças públicas ou em mercado de produto. Para se votar em socialismo, vota-se no original e Costa é hoje dono e senhor do regime, quer na arte política dos enganos, do ilusionismo, quer na comunicação social.

Para se derrotar Costa é preciso muito mais. Não se esqueçam, caros leitores, deste pormenor, Costa tem fragilidades profundas, não sabe debater com um conteúdo gramatical elevado sem ter primeiro uma paragem cerebral acentuada, além disso, Costa não pode fugir para Ibiza em tempos de nova Troika- sim ela vem outra vez- Costa, terá que limpar a casa desta vez e o PSD tem que deixar que Costa a limpe com o PCP e o BE juntos. Volto a um pensamento do passado, Passos Coelho juntou as esquerdas para destruir. O Chico-espertismo não dura para sempre, não é imortal, é, pelo contrário, mortal e vai ser o veneno que António Costa provará de si próprio.

Rio, mesmo assim, ganhando eleições em 2019, não governará, só com maioria absoluta. Costa, Catarina e Jerónimo encetaram outro teatro pelo ódio à “direita”. Portanto, o único caminho alternativo é o das direitas unidas, uma direita liberal, sem medos, contra o marxismo, o social comunismo de um Governo assente na mentira e na oligarquia que destruiu o País ano a pós ano, nunca olhando para o longo prazo, mas claro, olhando sempre para o seu umbigo. Rio não tem condições para liderar este projecto, quem não tem mão no próprio partido, onde José Silvano manda outros marcar presença por si no parlamento, não tem condições para liderar um País.

Depois não se admirem que apareçam “Bolsonaros” por ai. As pessoas estão zangadas com a política tradicional dos “croquetes” e das gravatas. As pessoas estão fartas de sobreviverem para pagarem contas e não terem horizontes temporais onde possam receber mais e terem uma vida mais estável. Tudo isto é possível com reformas estruturais e medidas a longo prazo, algo que Costa já se mostrou incapaz de adoptar. O líder do PSD, quer muitos gostem ou não, o líder da direita, é Pedro Passos Coelho. É a minha opinião.

Mauro Oliveira Pires

 

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