O Governo Parasitário de Costa vai Falir o País

Estamos a viver tempos excepcionais em Portugal. Excepcionais porque estamos em auto-gestão, estamos suspensos, tanto na nossa evolução enquanto País a nível económico e financeiro, aliadas a fracas perspectivas de futuro dos nossos filhos e netos. O PS tem um registo em termos de pegada ambiental-neste caso económico- muito grande neste País, o pântano de Guterres, a gestão financeira desastrosa de Sócrates e a navegação à vista de Costa, são a nossa Troika kharmica que nos persegue desde o 25 de Abril, um partido desordeiro, criminoso e que só pensa no seu mundo de interesses, conluio e maçonaria à mistura, não olhando para o horizonte, para o futuro, aquilo que constrói alicerces de crescimento sustentado e riqueza, não, o PS destrói os pilares que são criados por quem pensa em algo mais, mais do que a sua ambição desmesurada, mais do que distribuir cargos e mais do que “rodar”, para os seus, um conjunto de benesses que leva a que o PS assalte o aparelho de Estado controlando-o até ao ínfimo pormenor.

O Governo Costa tem uma ausência de política económica e de política orçamental que roçam a mediocridade. A política económica e orçamental podem ser estruturais, devem, aliás, no caso português, ter uma tendência estrutural para mudar o modo de funcionamento da economia, privilegiando sectores rentáveis, exportadores e que crescem sem dívida, aumentando o nosso grau de valor acrescentado. Para isto acontecer, é necessário estabilidade e previsibilidade, variáveis que a Geringonça não conhece, mudando as regras do jogo como se fosse uma mera troca de saias entre Catarina Martins e Marcelo em almoços de sexta feira no Ritz.

Costa, pelo contrário, tem uma política conjuntural, como é, aliás, a sua actuação política desde sempre, quando o vento sopra sul, Costa vai visitar Sócrates, quando sopra para Norte Costa fala mal de Sócrates, quando sopra para este, Costa faz os seus ex-ministros aprovarem orçamentos não sabendo estes que já estão demitidos, quando sopra para oeste agrada a Bruxelas com contas presas por arame farpado. O Primeiro-Ministro é então uma espécie de cobra muito perigosa que rasteja de modo muito calculado, subtraindo os inimigos pelo caminho, gerando um Estado dentro de outro Estado, uma Oligarquia que controla o País, desde a Comunicação Social controlada e empresas do regime com gente do PS muito bem localizadas, empresas essas que são rentistas e que colocam a economia portuguesa, ano para ano, cada vez menos competitiva.

Mas, o grande desafio para António Costa, não foi a criação e manutenção da gerigonça, aliás, isso foi o mais fácil, o ódio a Passos Coelho colou as partes do todo que pareciam não se conciliar de inicio de modo não muito harmonioso. Com o tempo, fomos descobrindo que o Socialismo Democrático do PS, é cada vez mais parecido com o social-comunismo dos seus parceiros coadjuvantes, o grande desafio, então, de Costa é governar num cenário de crise económica onde não se pode distribuir flores, sorrisos cínicos e tem que se arrumar a casa como um verdadeiro homem faz.

É de elementar importância, por conseguinte, dar essa prenda a António Costa, governar o País no caos, que ele próprio criou claro. Dar maioria absoluta a Costa, onde este terá que cortar os custos, as despesas portanto, que hoje fez aumentar, tornando-as cada vez mais rígidas, inflexiveis, de se cortar no futuro. Costa terá que cortar salários, pensões e prestações sociais, que são o maior bolo da despesa pública, não podendo aumentar mais os impostos directos, especialmente o IRS, uma vez que não existe espaço para mais crescimento(a curva de laffer está saturada), o veneno do Primeiro-Ministro, lançado por ele mesmo hoje, será de actuação rápida no  futuro muito próximo.

Vamos ver as tais habilidades mágicas do Professor Karamba de São Bento. Costa, não podes fugir para Ibiza desta vez.

Mauro Oliveira Pires

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4 comentários em “O Governo Parasitário de Costa vai Falir o País

  1. Quando alguém, diz que beijar os avós é violência, esse alguém não sabe o que é o amor, o carinho a cumplicidade, que existe entre, avôs e netos. É um ser sem sentimento. É um ser que não merece, nem devia estar no lugar que ocupa, porque é gente sem sensibilidade.

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  2. Plenamente de acordo. Estamos perante um Político Nato, Habilidoso que se preocupa única e simplesmente em se manter no poder em vez de apresentar medidas/projectos de crescimento sustentado a 10/20 anos.
    O problema é que Costa conseguiu adormecer o povo. Espeto que a esperada alternativa apareça em força no devido tempo.

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