Beijar os avós é violência?

Eu não quero saber o que um professor universitário faz na cama, só com um ou vários parceiros ao mesmo tempo, com cordas ou sem cordas. Eu não quero saber se gosta de mulheres, homens ou outros espécimes.  Não quero saber nem tenho nada que saber, porque não me diz respeito.

Mas quero saber e devem-me uma explicação, sobre o que faz um indivíduo destes doutrinar crianças, jovens ou adultos, de acordo com a sua ideologia,    sem o  conhecimento nem consentimento dos pais. Porque eu posso amar quem e como eu quiser, mas não posso impingir os meus gostos nem a minha visão da vida,  como agora estes  pseudo intelectuais o fazem, num lugar público, com responsabilidades públicas, com a maior desfaçatez possível. Ponto. A pergunta que todos os pais deveriam estar a formular neste momento, é: “Como chegamos até aqui?” porque é exactamente nesta resposta que temos a chave do “mistério” e da solução.

Não foi por acaso que numa ficha socio-demográfica distribuída às crianças do 5º ano, com 9/10 anos, numa escola pública, se pedia que dissessem por quem se sentiam atraídos: meninos, meninas ou outros. Há um ano que no nosso país, arrancou um projecto piloto do ensino da Teoria da Ideologia de Género nas escolas, que pretendem tornar obrigatório (veja aqui).  É nesse projecto que se  materializa o ensino de coisas tão estapafúrdias como, beijar os avós é violência   ou ninguém nasce menino ou menino porque é uma construção meramente social. Surpreendido? Não esteja. Você está a ser formatado pela ideologia que inventou esta asneirada toda, durante anos: o marxismo cultural. Quer saber como?

Quando António Gramsci, um filósofo italiano marxista, descobriu que a teoria de Marx, que defendia que o proletariado iria provocar naturalmente o conflito entre as classes e consequentemente destruir a sociedade capitalista, era um fiasco,  analisou o fenómeno e logo percebeu que, para fazer vingar o marxismo, era preciso usar outra estratégia.  Percebeu que as pessoas presavam mais Deus, o amor à família e nação do que davam importância à solidariedade de classes. Aí, deu-se a alteração da táctica: a revolução já não seria entre classes  mas sim,  uma revolução cultural através da qual se dominaria a mente, levando os indivíduos a subverter os valores e tradições que são a base da sociedade ocidental, desconstruindo-a até à sua destruição total. Com isto, cria uma geração de idiotas úteis, burrificados, escravos voluntários, que amam a sua servidão ao Estado sem o questionar. E assim, de forma pacífica, implantaria uma sociedade marxista sem verter um pinga de sangue, como sucedeu sempre, em todo o Mundo, com golpes de Estado,  para impor o marxismo.

Para que esta transformação social fosse possível, foi necessário colonizar devagarinho as instituições culturais. Entrar por dentro da educação, da Igreja, dos jornais e revistas, da literatura, da música, arte visual e por aí em diante, de modo a alcançar o controlo absoluto do pensamento e imaginação humana. Digam lá se isto não é brilhante?

Para tal, o processo passou por várias etapas. Primeiro infiltrou-se na Igreja onde os discursos politicamente motivados dão ênfase à justiça social e igualdade com base nas doutrinas milenares mas “modernizadas” segundo o padrão de “valores” marxistas. O actual Papa é disso exemplo. Depois, substituir a educação rigorosa e de excelência com base no esforço e mérito, por currículos escolares estupidificantes e politicamente correctos, com docentes de baixa qualidade académica. Segue os órgãos de comunicação social, que são usados como instrumentos de manipulação e descrédito das instituições tradicionais. Depois,  a perseguição à moralidade e valores do passado, que são literalmente ridicularizados.  Por fim, atacam-se todos os membros da sociedade que são tradicionais e conservadores classificando-os de fascistas, homofóbicos, racistas , por aí fora.

Assim, a cultura passa a ser um meio de destruição de ideias e não o suporte da herança nacional. Por isso, vemos o ataque cerrado à nossa História onde a tentam reescrever demonizando os actos heróicos dos nossos antepassados, que conotam de racistas, sexistas e hediondos,  para transformar em heróis modernos, as estrelas de Rock ou do cinema que denunciam estes “factos” na História. É a substituição da cultura tradicional cristã, que dizem ser repressora,  pelo multiculturalismo “libertador” que acolhe todo o tipo de culturas, até daquelas que, pela sua natureza,  não se integram, mas antes combatem o cristianismo e cultura ocidental,  para ser esse o novo modelo de sociedade. Isto é-lhe familiar?

Esta ideologia medonha entrou no nosso Parlamento em 10 de Outubro de 1999 quando o Bloco de Esquerda, com 132000 votos, conseguiu eleger 2 deputados “intelectuais”: Manuel Fazenda e Francisco Louçã. Foi aqui, nesse preciso momento, que Portugal abriu a “Caixa de Pandora”. Aqui começou todo um assalto ao pensamento e à palavra que permitiu que hoje, estivéssemos a ser confrontados com esta destruição social  que já chegou ao nosso ensino pré-escolar, às nossas crianças, sem que nos déssemos conta.

Aprenda de uma vez, que o marxismo é  o veneno que se administra aos cidadãos fazendo crer que é remédio, só porque na posologia está descrito que cura a desigualdade, a injustiça, traz mais liberdade, menos opressão, mais direitos, sem nunca referir, que os efeitos secundários são o efeito contrário da medicação, ou seja,  a morte da sociedade livre.

No combate, só há um antídoto: resistência. E com ele, nós educadores, tomarmos o poder na educação dos nossos filhos, transmitindo os valores e amor à nossa herança cultural, enquanto exigimos aos nossos políticos, uma atitude clara contra a estratégia Gramsciana de subversão cultural, com a promessa de os banir do Parlamento caso se recusem.

Beijar os avós é violência? Sim, se não for acompanhado de um grande abraço, seguido de um “gosto muito de ti avô e avó” ao ouvido.

Cristina Miranda

Via Blasfémias

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7 comentários em “Beijar os avós é violência?

  1. Cristina Miranda eu nao posso estar mais de acordo com a Cristina .eu por vezes ponho me a pensar como e possível que um animal como esse professor possa estar com crianças , eu não quero pensar como e que um administrador de uma escola ou um liceu aceitam imbecis desse calibre .
    Esse animal concertesa nunca teve avós , não sabe o que Isso é , talvez uns açoites no rabiote lhe ensinassem alguma coisa .

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  2. Ainda o louça traidor não era deputado e andava a distribuir panfletos em frente ao Tribunal Cível de Lx quando tive a oprtunidade de o ouvir e rápidamente concluir que de nada de bom aí vinha. O povo-asno actual que temos é o que está sintetizado nas palavras deste texto da D. Cristina, uma deturpação de uma vida normal, ideológica e cultural do povo, com a total cúmplicidade de TODOS os actores políticos. Viva o 25 abril!!

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  3. Bom este cara de atrasado mental meu filho nunca seria seu professor ,,e mais comissão de Pai seria importante se fazer pois um carrapato qualquer hipótese de comentar a sua imagem seria negativa ..tem aspeto de gostar de ser beijado por homem e chicoteado por mulher

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  4. Há uma Agenda Mundial em curso que continua imparável. A alteração dos Valores tradicionais, por exemplo, base da nossa civilização ocidental, não é por acaso, pois tem mãos tenebrosas que vão puxando os cordelinhos das marionetas destacadas para o efeito.
    Marionetas que independentemente do seu grau académico, são no fundo um autêntico esterco físico e mental, fanatizadas pelas ideias com que foram programadas…
    PARAR a tal Agenda atrás referida é cada vez mais urgente. Para isso, a necessidade de estarmos o melhor possível informados sobre o Mundo de falsas realidades que nos rodeiam é fundamental!!!
    O presente artigo, se for lido com a atenção que merece, dá sabiamente algumas dicas…

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