O Regresso da Cigarra

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O momento ZEN do dia, para não dizer cómico até, foi ouvir o camarada Manuel Alegre a alertar para o perigo do “populismo” na Europa, acusando de “populistas” aqueles que se recusam vergar ao ditame do pensamento único de um socialista. E consta que disse tudo aquilo sem se rir.

Ora bolas. Por uns momentos, quando ouvi dizer que o Manuel Alegre iria fazer alguns alertas sobre alguns dos perigos actuais, cheguei a pensar que era desta que ele nos ia alertar para o perigo das miseráveis governações de banha da cobra, mentira, manipulação e embuste, por parte dos partidos socialistas.

Ou que nos iria alertar para os perigos da corrupção da ladroagem, do banditismo, do tráfico de influências, do nepotismo, da incompetência, dos chulos, ou dos parasitas, que infestam o seu partido.

Ou que nos iria alertar para os perigos dos enormes roubos e confiscos que andam a ser feitos aos contribuintes e a todos aqueles que investem, geram riqueza e criam e postos de trabalho, por parte da gatunagem e parasitagem socialista.

Ou que nos iria alertar para os casos de chulos e parasitas que estão a receber reformas de milhares de euros, sem nunca terem feito a ponta de um corno ao longo de suas parasitárias vidas, e/ou sem terem descontos para tal, ou por parte daqueles oportunistas que tiveram como único modo e objectivo de vida, viver pendurado no Estado, ou para os casos daqueles que estão a receber e a acumular pensões de empresas públicas onde mal puseram os seus pés, ou que que nos iria dizer que tais situações configuram para além de parasitismo, e roubo aos contribuintes, tb são uma vil afronta (e roubo também) a todos aqueles que trabalharam duro, e descontaram vidas inteiras, e recebem actualmente pensões de 200 e poucos euros.

Ou que nos iria alertar para o populismo do actual governo, socialista, e para as suas políticas populistas de compra de votos, que andam a ser pagas com confisco e aumentos de impostos sobre os mais pobres, e com brutais reduções das despesas de funcionamento e brutais cortes no investimento dos serviços públicos, para alimentar as clientelas dos seus habituais eleitores.

Ou que nos iria alertar para os perigos da tentativa da manipulação da justiça, do controlo da Comunicação Social, da manipulação e condicionamento da informação, por parte dos seus camaradas de partido.

Pronto, ainda não foi desta que o Manuel Alegre deixou de ser uma cigarra.

Ainda não foi desta que abriu a boca para dizer com sentido, substância, consequente, e alguma aderência ao mundo real.

Continua a brindar-nos com o seu registo de sempre: os habituais embustes, fantasias, demagogias, e patéticas idiotices.

Ainda não foi desta, mas quem sabe um dia ainda o conseguirá fazer.

Quanto aos seus alertas, e acusações a outros de populismo e populistas, como em tempos idos disse o camarada Lenin: “Acuse os adversários do que você faz, chame-os do que você é!”

Ou em bom português, “filha chama-lhes primeiro, antes que elas te chamem a ti”.

Definitivamente, Alegre, continua uma cigarra.

Rui Mendes Ferreira

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