Trump e Kavanaugh – O insistente ódio da esquerda pelo resultado legítimo das eleições

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A esquerda enlouqueceu. É evidente que a política do histerismo prevalece nos dias de hoje. Pilares da cultura ocidental como “inocente até prova em contrário” deixaram de ser levadas a sério, são desrespeitadas e aceites pela classe política. Os media impulsionam essa visão e a opinião pública assiste serena e desinteressadamente.

Kavanaugh é o problema? Não. Brett Kavanaugh tornou-se o problema a partir do momento em que se tornou a escolha de Donald J. Trump, actual presidente dos Estados Unidos da América, para o Supremo Tribunal do país.

Donald J. Trump é o problema? Não. Donald J. Trump tornou-se o problema a partir do momento em que se tornou um rival digno de preocupação pela esquerda norte-americana (e mundial, confessemos) e, ainda por cima, depois de ter ganho as eleições de forma legítima. Trump permanece um problema por não existirem provas por se ter imiscuído com os russos mesmo depois das intensas investigações que se têm desenvolvido. Acreditem: com o nível de obsessão em derrubar Trump, se houvesse algo para incriminá-lo, a situação já teria sido divulgada.

O que resta então? A partir do momento em que não existe nada que possa derrubar de forma efectiva a integridade de alguém, resta apenas esfuracar os podres da vida pessoal de cada um como debruçarmo-nos sobre a flatulência da pessoa do tempo em que era jovem.[1]

No caso de Kavanaugh, antes do tema da flatulência ser levado para discussão, apareceram senhoras, quase 40 anos depois dos alegados acontecimentos, a falar de assédio e violações que terão ocorrido em festas onde aconteciam gang rapes às quais compareceram diversas vezes (porque não?). Onde aconteceu? Não se lembram bem. Como aconteceu? Não se lembram bem. Quando aconteceu? Não têm memória. Culpado até prova em contrário. Elas falam e a sociedade é obrigada a acreditar.[2]

No caso de Trump, surgiu anos depois do acontecimento, uma porn star (o epítome da elegância e credibilidade feminina) a falar da sua experiência sexual quando ele era já casado com Melania. Foi assediada? Não. Foi violada? Não. Foi cumprido o requisito monetário em recompensar profissionais do sexo após a sua performance? Foi. Qual o problema em causa? A credibilidade e a integridade da pessoa que ocupa o lugar mais importante da política norte-americana, num acto que ocorreu quando ele já era casado com a actual Primeira Dama. Vejamos então a particularidade da questão: isto ocorreu quanto ele era já Presidente? Não, aconteceu antes, o que remete a questão para algo da índole pessoal, da pessoa em causa e, por conseguinte, do casal. Houve crime ou algum tipo de ilegalidade do acto? Não.

Vejamos, então, com alguma intensidade intelectual, a verdadeira dimensão do ridículo: Bill Clinton, ex-presidente dos Estados Unidos da América, teve diversos casos extraconjugais durante a sua vida, nomeadamente durante o seu mandato como presidente. Dentro da Casa Branca, com pessoas onde o consentimento das mesmas é colocado em dúvida. Bill Clinton continua hoje como uma figura de relevo no Partido Democrata, partido esse que luta pela defesa das mulheres que, alegadamente, se sentiram assediadas ou violadas por Kavanaugh. Decerto que Monica Lewinsky conseguiria dar melhores detalhes do sucedido do que Ford sobre Kavanaugh.

O objectivo não é a protecção das mulheres nem descobrir a verdade. O objectivo é descredibilizar um homem que a esquerda abomina por não conseguir controlar. Não pertences ao gang, é para eliminar. Não se pode perder o controlo sobre as instituições se a própria ideologia assenta no domínio das instituições e na centralização da sociedade.

No artigo da Sovereign Nations “Anti-Kavanaugh, Anti-Trump Money Trails” conseguimos perceber o rasto do financiamento que viabiliza estas iniciativas: George Soros (Imagine my shock).[3]

George Soros, através da Open Society Policy Center, financia a organização Sixteen Thirty Fund que, por conseguinte, financia o grupo “Demand Justice”. Este grupo está inteiramente dedicado em evitar que o juiz Brett Kavanaugh seja confirmado para o Supremo Tribunal.[4]

Não estamos perante meras acusações. Estamos perante um projecto organizado, com objectivos delineados e com financiamento alargado para levar a cabo a destruição da imagem e da vida pessoal e profissional de um homem que, até ao presente, era imaculada.

Tal como diz Lindsey Graham aos esquerdistas, na sua magnífica defesa de Kavanaugh, “You all want power. God, I hope you never get it. I hope the American people can see through this sham.”[5]

A esquerda não respeita o resultado das eleições. O resultado das eleições é apenas respeitado se a esquerda vencer. Falamos do caso português?

Trump ganhou as eleições e Kavanaugh foi nomeado por Trump conforme previsto. No entanto, tal não pode ser aceite. Porquê? Porque vai contra o que a esquerda quer: controlo total.

Existe uma guerra cultural. Existe uma guerra que não está a ser travada com armas. Enquanto não ganharmos consciência disto, a esquerda poderá vencer, devagar devagarinho, e conquistar aquilo que para nós é ou era basilar – p.ex. inocente até prova em contrário. Neste momento, temos ainda os conservadores norte-americanos. A estes só me resta dizer, may God be with you.

 

 

[1] Business Insider, “Kavanaugh goes back and forth with Democratic senator about strange setails in high-school yearbook, including references to beer and “flatulence”, 27/09/2018

[2] American Enterprise Institute, “Brett Kavanaugh fights back”, 28/09/2018

[3] Sovereign Nations, “The Anti-Kavanaugh, Anti-Trump money trails”, 24/09/2018

[4] The Daily Caller, “Soros-Linked Group will spend millions to stop Kavanaugh”, 15/07/2018

[5] Fox News, Youtube, “Graham slams Democrats, vigoroulsy defends Kavanaugh”, 27/09/2018

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1 comentário em “Trump e Kavanaugh – O insistente ódio da esquerda pelo resultado legítimo das eleições”

  1. Excelente artigo. A esquerda pensa ser a defensora de tudo o que representa vetacidade. Pensa ser a defensora moral de toda a gente.
    Mas não passam de uns hipócritas que defendem lobbies de toda a espécie. Fala em Clinton. Também eu escrevi um pequeno texto aonde questionava a moralidade dos Democratas no caso que teve com Monica numa sala da csda Branca. As mulheres democratas não reagiram.
    O problema é mesmo o que refere, a canalhada da esquerda não tem como derrubar um Presidente legalmente eleito e arranja os subtfurgios mais estupidos para o tentar fazer. O mundo está a perder o sentido democrático.

    Curtido por 1 pessoa

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