O PSD está a destruir o PPD

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O sinal mais inequívoco que podíamos ter neste momento, em que não temos oposição ao governo Social-Comunista de António Costa – por mais que Assunção Cristas se esforce, e fá-lo bem – é que o mesmo anda solto, livre, sem amarras, cometendo um sem igual número de disparates por metro quadrado, que assusta qualquer alma desesperada em se ver livre de tal poluição visual. O Primeiro-Ministro, não eleito (é sempre bom recordar) em qualquer País com mecanismos institucionais fortes, era considerado o verdadeiro, enfim, o expoente máximo do que se chama vulgarmente o “bobo da corte”. Não por ser divertido, mas por ser o bobo com uma tromba excessivamente grande que destrói um palácio inteiro – entenda-se por palácio o nosso país – devido aos seus caprichos bastante vulgares que são inatos ao próprio homem, como a excessiva arrogância, a prepotência e uns pós de maquiavelismo pelo meio. Obviamente que esta tipologia ou morfologia de homem – entenda-se um homem perigoso, não o vulgar homem que é o sexo masculino… Por mais que duvide da sexualidade de António Costa, sou pragmático na escolha do sexo do mesmo – adiante, tal criatura não tem alguém que lhe chegue, nem CDS, e como historicamente devia ser, o PPD/PSD. Não conheci Francisco Sá Carneiro, mas, do pouco que lhe conheço – não faço como muitos que usam o nome do dito para se promoverem – era um homem honesto, não “hernesto”, que amava a liberdade, não coletiva, mas individual, que pensava, e muito bem, que cada um de nós tinha o destino na mão e que conseguíamos construir a nossa vida num livre mercado onde cada um arcava com as consequências dos seus atos. Sá Carneiro era liberal, um homem que acreditava num Estado pequeno, mas com uma rede social mínima, um homem que sabia que só o valor das pessoas podiam levar Portugal a outro patamar sem ser a mediocridade neo-comunista da coletivização da produção e da sua nacionalização. Portanto uma matriz em tudo semelhante ao estilo de Pedro Passos Coelho, seu sucessor não de sangue, mas de aspiração política, uma cópia não facial, mas de valores morais e económicos. É verdade que o liberalismo de Sá Carneiro é diferente do de hoje, é verdade que Sá Carneiro, hoje, pode ser considerado um homem de direita liberal e não tão “liberal” como muitos gostariam que fosse – inclusive eu próprio que não gosto que alguém se meta na minha vida, muito menos o Estado, com o qual não assinei nenhum “contrato social” – … mas, dizia eu, o liberalismo de Sá Carneiro e Passos Coelho é o que faz o PPD ser o Partido especial, reformista e que salva o País nos momentos mais difíceis, por mais que tenha igualmente gente que não presta e não valha um chavelho. O PSD de Rio, a Social-Democracia, vulgo Socialismo Democrático, esse sim, o compadrio do Bloco Central de interesses quer destruir os valores que devem e deviam ser a matriz do que é hoje o PPD/PSD, um Partido das pessoas, para as pessoas e liberal, não uma alcofa para os pés de António Costa. Alcofa é Catarina, Alcofa é Jerónimo, Alcofa é Mário Nogueira e Arménio Carlos, Alcofa é toda a escumalha comunista que coloca os seus interesses próprios do tacho governativo, acima da soma dos interesses individuais de cada português, que em conjunto formam uma Nação. Rui Rio – este Rio, seco – é tóxico para a “direita” portuguesa, e ainda mais para o PPD, que está refém do PSD e dos seus interesses socialistas. A distribuição de cargos, a maçonaria, e certos interesses empresariais das oligarquias do regime, movem muita coisa, mas Rio podia e devia ter mão, não tem, é excessivamente fraco. E assim, fraqueja os seus, o “seu Partido”.

Mauro Oliveira Pires

 

 

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