Apagar Eça de Queiroz é dar aval ao Socialismo

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O Ministério da Educação parece uma personagem dos desenhos animados muito famoso, o SpongeBob, claro que a personagem ficaria tremendamente ofendida com tal comparação macabra, mas caros leitores, pensem um bocado, a personagem de desenhos animados tinha no seu cérebro que, em determinado episódio se verificou e se viu o respectivo tamanho, pequeno, algo não diria minúsculo, mas comparável a um cérebro de José Sócrates que ganhava enquanto Primeiro-Ministro um salário líquido de 3900€ e tinha gastos que chegaram aos 20 milhões de euros em Paris, portanto um ser incrivelmente inteligente, um pós modernista com ideias bastante assentes de como se deve ser estúpido.

Regressando ao cérebro do Spongebob, a personagem tinha lá dentro(aquilo era um submundo dentro de um cérebro), como uma terra de algodão doce, chupa-chupas a dançar e outros doces a dançarem um tango, parecia um cérebro formatado por traumas sequenciais de uma infância cheia de bolos de chocolate e outras coisas incrivelmente doces, mas com um grau sofisticado de formatação. Coisa que o Ministério da Educação Português é, uma agremiação de criaturas que querem, estão e podem continuar a entupir os nossos alunos de marxismo, de socialismo e de doses de esquerdismo tentaculares.

Eça, no seu livro:” Os Maias”, afirmava no sua ironia habitual que o ensino português era um ensino ou educação( se generalizarmos), de cartilha, era o ensino do decorar não era o anglo saxónico de operacionalizar, praticar e do mérito, mas com doses excessivas e abusivas de chico-espertismo, do dar-se bem, do amiguinho que dá sempre uma ajudinha nos momentos mais difíceis. Eça descrevia o País que a sua obra é chapa 5 do nosso período actual no quadro económico, financeiro e social, é chapa do século XX inteiro e do seu período de tempo.

Se a obra de Eça é intemporal não se deve só a genialidade do escritor, à bravura e coragem de pensamento, que era diferente do da corte instalada, mas também porque o Portugal político, o Estado, não o Portugal do sector privado, mas sim o Estado, esse sim, pouco mudou, melhor! Nada mudou! Continuamos a bater recordes europeus de défices orçamentais por período mais longo, já lá vão 44 anos de défices orçamentais consecutivos, já lá vão 44 anos com tendência de crescimento abrupto da dívida pública portuguesa e já lá vão 44 anos que continuamos a emigrar devido à criancice da nossa classe política que nem em circos trabalhariam(com respeito aos circos).

Eça consegue um enorme feito, em 700 páginas, nem é tanto quanto isso, Eça descreve  Portugal inteiro, em costumes erráticos, vícios doentios, uma mentalidade-ou falta dela- precária e um povo apático, porque sente que não consegue fazer frente a um Estado cada vez mais “poderoso”, e com cada vez mais tendência concretizadora em se meter na vida de cada um de nós em taxas, impostos e outros impropérios que impedem que nós famílias usemos o nosso rendimento como queremos, quer as empresas de elaborar um plano de investimentos a longo prazo.

Nós não podemos ser o País dos deslumbrados à primeira vista, o País do padrinho, ou o País que não percebe que não existe dinheiro público, mas sim que o dinheiro é de cada individuo que trabalha e o Estado retira coercivamente a cada mês que passa dinheiro da sua conta bancária. Portugal precisa de liberdade, mas acima de tudo libertar-se do Estado e coloca-lo no seu canto, a INSIGNIFICÂNCIA! Nós somos capazes e sempre fomos de nos desenrascarmos sem a criatura tentacular, não é agora que não o conseguiríamos!

Dos poucos livros que fala dos nossos problemas com algum humor, e falar de socialismo com humor não é complicado mas causa urticária aos oligarcas, era dar aval a gente como António Costa que fez no passado e agora no presente actos criminosos a nível da gestão financeira do Estado, não esquecendo da falta de reformas económicas que deem corpo ao crescimento, e que continuam a enganar a carneirada em Portugal, sim carneirada, porque votar num partido que levou Portugal à maior desastre financeiro em 900 anos de história devia ser punido com uma votação residual a tender para zero.

Como se vê, Eça tinha razão, é de lamentar que ninguém continue a história de “Os Maias” mas numa versão mais coqueluche como- ” Os Pândegos”

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