Mudam os ladrões, ficam os roubos

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Disse o Rui Rio que os milhões dos impostos que foram confiscados aos contribuintes para serem despejados na CGD, um banco público, para tapar os buracos dos roubos lá feitos por todos os governos e governantes, anteriores a Passos Coelho, dariam para muitos, e bons aumentos da função pública.

Nobre discurso, não fora dar-se o caso dos mais de 10 mil milhões que já nos custou até hoje os roubos na CGD, feito por políticos e governos do PS ao PSD, terem sido resultantes de confisco aos contribuintes do sector privado (trabalhadores, empresas e empresários), e resultantes de empréstimos externos.

Ou seja, para Rui Rio, todo esse dinheiro que foi retirado à força aos contribuintes e às empresas, e os montantes provenientes dos credores, não fora a existência dos buracos na CGD, ao invés de serem devolvidos aos bolsos de quem foi confiscado, ou para pagar a quem foi pedido emprestado, o destino que levaria, seria para entregar nos bolsos do funcionalismo.

Um país que tem a terceira maior dívida do mundo, a mais alta carga fiscal de toda a Europa, e da OCDE, que tem uma factura de juros de dívida pública de mais de 8 mil milhões, anualmente, um país que que continua ainda a registar um deficit na contas públicas, e por conseguinte continuam a aumentar diariamente a sua dívida pública acumulada, e em que a primazia das suas elites políticas e governantes, é dada à defesa de mais aumentos dos custos salariais no sector público, é um país em que os esses políticos revelam mais interesse em comprar votos, recorrendo a dinheiro roubado a uns, e pedido emprestado a outros, perpetuando um um crônico endividamento da nação, do que qualquer interesse em rectificar os erros de governação, do passado e do presente.

De todos os partidos da esquerda aos supostamente da direita ( e digo supostamente, pois partidos de Direita é coisa que não existe em Portugal) roubar o sector que produz, confiscar e endividar o país, para alimentar as clientelas e as corporações do regime, \é o modelo de governação, por excelência, de toda a classe política que temos.

Desde o PCP, BE, PS ao PSD. e CDS. sem excepção, todos revelam sintomas infecciosos de socialismo, e só diferem nas doses e nas formas de o injectar nas veias da nação e do povo português.

Não se ouve a Rui Rio, único discurso, uma única frase, ou palavra, a defender que se devolva a quem se confiscou, mediante redução de impostos, ou que se pague a quem se deve, reduzindo o endividamento da nação e por essa via os custos com a factura de juros anuais, ou que se reduza a despesa pública, para deixar de ser necessário o continuou confisco daqueles que trabalham e criam riqueza,. Nada, nem uma única palavra.

Até hoje, tudo o que lhe ouvimos falar e defender, representa é mais despesa, mais defict, mais dívida, mais impostos, mais confisco, e mais roubo a quem trabalha, produz, e paga impostos.

Ouvir este discurso, pela boca de Rui Rio ou na boca de um qualquer Galamba, um Jerónimo ou de uma qualquer Mortágua, não se encontrará a menor diferença. O que diz bem qual é a matriz de pensamento que move Rui Rio.

Comprova-se, assim, e uma vez mais, que nos nossos partidos políticos, só vão mudando os ladrões, mas os roubos, os seus métodos, os objectivos, os fins, e o socialismo em doses maciças e industriais, mantêm-se sempre inalterados.

Triste sorte a dos portugueses. Triste sorte a de Portugal. E triste PSD.

Rui Mendes Ferreira

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1 comentário em “Mudam os ladrões, ficam os roubos”

  1. Na mouche. Sou militante PSD há 30 anos. Estou decepcionado com atuais dirigentes. Não vejo diferenças com o PS. É só demagogia e hipocrisia.

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