Bardamerda Doutor Costa

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Para justificarmos o presente temos que muitas vezes efectuar a prática das regressões, não de vidas passadas, mas de um tempo que apesar de não muito distante devia ser suficientemente curto para as pessoas em geral não se esquecerem do que dizem, ou pelo menos prometem. António Costa está já num estado em que conseguiu o que queria, pode o País cair de podre, aos pedaços, as crianças a terem condições precárias em Hospitais com serviços cada vez mais deteriorados pela NeoAusteridade de Centeno, mas finalmente Costa foi Primeiro-Ministro e é Primeiro-Ministro, para futuro fica uma coligação governamental anti-natura pela ordem natural das coisas, mas possível devido ao ódio de escárnio a Passos Coelho.

António Costa coloca o seu Ego acima de tudo e de todos, acima dos seus subordinados, onde Centeno é o todo poderoso e distrata os seus colegas, veja-se Centeno a responder pelas dívidas em atraso ao SNS, ao invés do Ministro da Saúde, Adalberto Campos Ferndandes. O poder de Mário Centeno cheira a Salazar no auge do seu poder nas finanças, controla cada ar que passa pelos ministérios, mas a diferença é que a bomba relógio desta vez é maior, o contexto é outro e o Estado é de um tamanho assombroso a roçar o incompreensível. As medidas conjunturais de Centeno transformar-se-ão nas nossas desgraças estruturais para futuro.

Não bastam cativações, já não basta poupar nos juros, o saldo orçamental é hoje o espelho de magia negra com a imagem incorpórea de quem o controla, a verdadeira variável do desastre financeiro da navegação à vista da dupla governamental Costa e Centeno é a dívida pública, essa não mente, essa não esconde facturas nas gavetas, essa é a realidade do holocausto pós País das maravilhas geringonçal.

Os problemas estruturais para este Governo são como as lanças eléctricas de Zeus para Hades, deus dos mortos Grego e inimigo deste, António Costa e Centeno são o diabo que fogem do electricismo de Zeus, das reformas diga-se, tomara que tal correria tivesse um impacto mensurável no peso de António Costa, ele bem precisa.

Além de precisar de uma perca de peso, António Costa precisa de um choque com a realidade propriamente dita, ou seja, com os seus ditos do passado. Vamos a eles:

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FONTE: DN 2015

Já em plena campanha eleitoral, desastrada diga-se, António Costa prometeu o que está na imagem acima, médico de família a mais meio milhão de pessoas, resultado, ZERO.

Segundo:

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FONTE: DN

De seguida o Primeiro-Ministro aumenta a parada, já não era para mais meio milhão é para todos. E claro, juntando o jargão técnico de mais eficiência.

Terceiro:

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FONTE: Observador

Em Março de 2018, Costa deixa os médicos e vai para os enfermeiros, uma migração espiritual interessante. Querem ver o resultado, wait a moment please!

Quarto:

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FONTE: Observador

Sim, no fim disto, tudo, com tanta promessa cumprida,o doutor Costa conseguiu resolver o problema da Saúde em Portugal, melhor agravou e os serviços ao nível do pior que nos tempos áureos da troika.

Atenção, os tempos de espera não são maiores devido à falta de médicos ou enfermeiros, é devido à ausência de liberdade no sector, neste caso de liberdade de escolha das pessoas entre escolherem entre o privado e o público, a obrigação quase que draconiana de quem tem menos rendimentos de ir para o público dá nisto, entope.

Continuamos a adiar o País, para o ano é que é.

Mauro Oliveira Pires.

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