O Ministério de Jesus

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Já passaram mais de 2018 anos do seu nascimento, há quem diga que nasceu antes da data formalmente colocada como correcta, Jesus de Nazaré continua a despertar paixões, interrogações e por vezes um ódio de escárnio de quem não conhece a sua obra. Nem tudo o que o Novo Testamento coloca com certo, está correcto, as partes mais “picantes”, aquelas que descreviam a vida de Jesus mais ao pormenor enquanto adolescente e criança, estão no Antigo o censurado pela Igreja Católica. Quanto tinha perto de 5 anos, quando andava pelas ruas, o despertar de Jesus para a corrida da divindade eterna deu o seu primeiro passo, uma criança corria em velocidade progressiva e sem querer chocou com o futuro Messias, Jesus de seguida disse:” Daqui não passarás”, e a criança morre estatelada no chão.

Já em criança Jesus parecia controlar a vida e a morte, como é claro como água era criança, o controlo de psíquico de poderes sobrenaturais que transcendem ao seu controlo de tenra idade não podiam já ser controlados, mas já demonstravam o quão especial era Jesus de Nazaré. A batalha de Jesus no futuro foi ganha bem como a guerra, era um político de uma qualidade surpreendente, mas claro, no sentido nobre da palavra, palestrante convicto e sério, amante da paz, mas, o que lhe caracterizou foi a sua imensa autoconfiança no seu “eu” e a capacidade que tinha em transfigurar o próximo para que este se juntasse a si próprio rumo à queda da Oligarquia Romana em Israel. A batalha de ter renascido para se tornar eterno, ele sabia que era esse o seu destino, e a Guerra de juntar a Humanidade em torno dos seus valores, por mais que hoje estejamos cada vez mais afastados deles, infelizmente.

Jesus acreditava nas pessoas, na sua capacidade de realização, se o formos colocar na perspectiva de hoje em dia era um liberal:” A de César o que é de César, o que é de Deus é de Deus”, ou seja, a separação entre Estado e Igreja, Jesus já tinha essa noção. Mas, como nem tudo na vida são rosas brancas, Jesus tinha os seus defeitos. Não trabalhava, não tinha rendimentos, era financiado por mulheres, Maria Madalena era a principal figura, mas não é por isso que deixou de ter razão, de ser o irreverente, de ser ele próprio.

Subindo aos céus ou não, para mim isso é pouco relevante, os ensinamentos de Jesus estão bem espelhados, e são esses que interessam, ser Católico é isso mesmo, é confiar na nossa capacidade interna de ajudarmos nos a nós próprios e ajudarmos quem quer ser ajudado, num contexto de tolerância entre religiões e raças. Portugal nisso está de Parabéns, conseguiu juntar com sucesso católicos e muçulmanos em paz, os muçulmanos das ex-colónias Portuguesas são “muçulmanos católicos”, bebem, as mulheres andam de carro e trabalham. Não são muçulmanos Árabes com todos os defeitos que as autoridades máximas religiosas daqueles Países, incluindo os governos, que tem culpa, as pessoas tem medo, são seres Humanos, acreditam numa divindade diferente, o radicalismo Islâmico dos Governos do Médio Oriente e de tribos que vivem do Islão do passado mancham o Islão moderado.

Mauro Oliveira Pires

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