A Parolice Em Pessoa

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O insulto de António Costa à inteligência do povo Português atingiu o seu pico, depois de uma boa temporada do Primeiro-Minúsculo em Palma de Maiorca, no passado Verão, mortífero a todos os níveis, não só mortais mas também éticos, onde um dos dirigentes máximos do Estado Português mostrou toda a sua habilidade cínica de fugir aos momentos mais fulgurantes e frustrantes de um povo, ou seja, ele povo verificar que o Estado não cumpre uma das suas funções mínimas que é criar condições de protecção e segurança aos seus, os Portugueses ficaram a saber que o seu Primeiro-Ministro não eleito, logo não cumpre os requisitos éticos, mas cumpre os constitucionais, gosta de  peúgas verdes e óculos à Lili Caneças com uns toques de Paula Bobone pelo meio.

Os Oligarcas de Lisboa, ambiente onde o António Costa, Primeiro-Minúsculo, é sempre bom recordar, de profissão, cresceu, não conhecem o País, só conhecem a capital que cujos limites de Belém ao Parque das Nações não permite que as elites, que não sabem produzir e nem sabem como isso se faz, enxerguem o outro Mundo, o Mundo das formiguinhas, do trabalho, dos circuitos que nunca param e que tem de planear, executar e pensar no dia de amanhã, daqui a 1 mês outro ano, não, eles só sabem é gastar o dinheiro dos nossos impostos contribuintes, dinheiro privado, que foi extorquido da riqueza que todos nós criamos, o Primeiro-Minúsculo não pensa no País, pensa no seu Ego, e lá está, pensa na sua auto-promoção de parolo junto de outros parolos.

Quem é da corte Lisboeta, dos seus meandros, das terras afortunadas de Cascais, quem não é “In” não é Português, é um ser do outro Mundo paralelo, do Mundo do “Zé” como eles lhe chamam, no Mundo do Zé não se pode ser Professor Universitário quando se sai do Governo, porque quem não segue as regras estritas do Palácio de São Bento que temos de ir para as empresas do regime, dos amigos, dos aventais, somos auto excluídos da sua subtileza arrogância, é essa a sina de Passos Coelho, o problema deste é viver em Massamá, numa casa dita normal, num apartamento, Costa vive num palacete em Sintra, esse sim! É digno de ser português de classe, da modernidade, um Português à Magalhães como diria o Camarada Sócrates sempre à frente do seu tempo de filósofo de Paris.

Meus caros leitores, digo isto do meu plural pensamento, eles pensam que nós somos mansos, até somos, não de natureza, porque ao longo dos tempos nos habituaram aos “respeitinho”, e eles políticos não merecem nem o respeitinho nem muito menos o nosso respeito, somos livres de querer outro regime, um regime que queira a verdadeira liberdade, não a ditadura da dívida que a Oligarquia nos impôs devido à falta de conhecimento de aritmética simples. Terceira República, estás podre.

Mauro Oliveira Pires

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