Quem Protege o Sector Privado?

Nenhum comentário

Num País onde o hábito eterno é ser-se de esquerda, ter tiques de esquerda, gritar como a esquerda, a inveja ao trabalho e dinheiros alheios, faz de Portugal um País onde o saber, o avanço Europeu chegue sempre mais tarde, ficando sempre um passo atrás dos outros. Em Portugal  discute-se se devíamos dar a liberdade de escolha aos cidadãos através do cheque ensino, da Municipalização ou se ainda o Ministério da Educação devia ter um papel quase que irrelevante no modelo de ensino, na Europa essa discussão não faz sentido, especialmente mais a Norte. Aliás, falar de escolha do cidadão é algo parvo, porque qualquer pessoa que é um ser individual, que trabalhe, tenha o seu próprio rendimento vindo do seu trabalho, qualquer pessoa devia ter o total direito de decidir o que quer para o(s) seu(s) filho(s).

O Estado é um mero, devia ser, podia ser, agente regulatório da nossa comunidade, no mínimo, o Estado, usando o pragmatismo, sempre existirá, o que interessa para o nosso contexto geral enquanto agentes económicos que produzimos fluxos reais(bens e serviços) e monetários, ou seja, a contrapartida da geração desses mesmos bens, é que ele SAIA DA FRENTE, da esfera económica, da produção, que deixe em paz quem vai gerar valor acrescentado, porque a sustentação de uma Economia saudável é a poupança, é através dele que uma Instituição Financeira empresta a um ser que quer fazer a sua vida, arriscar para depois criar emprego, salários e por sua vez consumo, para que depois no fim se pague ás clientelas do funcionalismo público.

Em Portugal todos querem proteger os amigos, os compadres, o Zé da esquina, as cortes de Lisboa sentem-se bem nessa posição, bebem o vinho do cimo de um pedestal e não conhecem o outro Portugal, aquele mais… Português! O PS, PCP, BE, PSD e CDS todos passam a mão no pelo do funcionalismo público, mas a galinha dos ovos de ouro, ou seja, quem lhes paga os salários são exprimidos até ao tutano com um IVA da electricidade impensável, custos de contexto e burocracias invejáveis, um IRC com uma derrama mais elevada e todo um quadro de crédito bancário saturado.

Ninguém fala deles, ninguém lhes deixa em paz melhor dizendo, porque devia ser essa a tarefa da direita actualmente no Parlamento, falar do sector privado e em nome do sector privado, falar em nome de quem pode não ter o pão em cima da mesa no final do mês, porque o salário pode não estar garantido e nem sempre as vendas ao empresário correm pelo melhor. Se eles não defendem outros vão defender, Portugal precisa de coligações à direita e com novos Partidos, a Democracia 21, Partido ainda em formação, e a Iniciativa Liberal são o inicio de algo positivo para se preencher um espaço à direita que está completamente amorfo e sem ideias, à excepção de uma Assunção Cristas mais pragmática.

Talvez assim se combata a Troika Tricolor Canhota da Gerigonça Governamental, aquela máquina de pensar no presente dos Portugueses, porque o futuro é só amanhã, não interessa, é acessório, não é Costa?

Mauro Oliveira Pires

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

w

Conectando a %s