António Costa: Uma criatura indigna e ofensiva

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Em geral, vou ser sincero, qualquer analista político gosta de trapalhadas dos políticos, afinal, sem elas, do que é que íamos falar? Da lógica da batata? Somente de dados económicos? Fico feliz, especialmente para a comunidade analista, que a estupidez e a mediocridade seja abrangente em verborreia mental nos nossos políticos, sempre temos algo para escrever, mas é triste para o teatro político que no seu sentido nobre devia ter como vector principal a resolução dos problemas das pessoas e logo da comunidade. Ora, esperar que um conjunto burocratas resolvam os nossos problemas enquanto sociedade é uma utopia, o Estado em si não resolve os problemas de um País, pelo contrário, agrava-os, é isso que acontece quando temos um modelo social baseado no passado com altas taxas de natalidade, quando os Portugueses faziam filhos em quantidades mais generosas, hoje ninguém discute a reforma, uma verdadeira reforma, da Segurança Social, pelo contrário, fala-se, discute-se, enfim há uma distribuição de sorrisos esfíngicos para temas mirabolantes. Hoje, em modo pirómano, discutimos o fútil, as “construções sociais” do Partido da Marijuana vulgo Bloco, discutimos os animais irracionais, mas não se discute como os animais racionais podem ter um sistema de pensões sustentável, mas sim se uma cobra cascavel pode entrar num restaurante Très chic num restaurante em “Lesboa”.

E não ficamos por aqui! Não é só a inacção política de reforma que irrita qualquer comum mortal que quer um País a crescer e liberto das amarras do passado, é a falta de vergonha na cara de um Primeiro-Ministro que pensa que somos todos um cambada de bezerros. Ao contrário do Senhor Primeiro-Ministro, aqui o Zé povo tem cérebro, as vezes não o usa, mas tem, e as constantes manobras teatrais vulgares de uma criança de 6 anos no seu modo de aprendizagem António Costa têm nas todas. Vejamos a primeira:

  1. A TEORIA DA MENTIRA:
  • Um dos episódios que a naja Primeiro-Ministro não eleito protagonizou, Oh Cardinali aprende lá com o mestre, foi dizer, e replico as palavras do Imperador:” É indigno e Ofensivo a utilização do Panteão Nacional para usos que excedam as suas funções”. Se utilizarmos as nossas capacidades cognitivas num ponto acima da do nosso Primeiro-Ministro, vamos lá fazer um esforço, sabemos que qualquer evento a realizar no Panteão só se pode realizar com a autorização da Direcção Geral do Património Cultural e Ministério da Cultura. Até aqui tudo bem, foi feito tudo legalmente, segundo o despacho do Governo de Passos e muito bem. Ora vamos voltar a repetir a situação:  O Jantar só ocorre com AUTORIZAÇÃO e logo, CONHECIMENTO POLÍTICO, sabendo que isto é preparado com antecipação e até com meses. O nosso pândego António diz que é indigno, pois mas se sabia o António Primeiro-Ministro de há uns meses chama indigno ao António Pós Jantar. Costa dupla personalidade faz te mal, recomenda-se Júlio de Matos ao nosso Primeiro-Ministro.
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Jantar em Lisboa, ano de 2013, em que o Costa Presidente de Câmara despromove a moral do Costa Primeiro-Ministro. Que maldade Costa Presidente de Câmara! Fonte: Maria João Marques.
  • 2. A AUSTERIDADE MATA:

Se fôssemos um País mais democrático, podíamos ir ao Google e procurar declarações do António Toni que afirmava, com todas as calinadas gramaticais que lhe são reconhecidas, que Passos Coelho fazia Austeridade por:” Obsessão pelo défice” e que a sua “Agenda para a década” era o início do Novo El Dorado festivo socialista. Mas não, o Camarada António Toni mais uma vez desmente o António Candidato a Primeiro-Ministro, mais um elemento de dupla personalidade. Costa começo a preocupar-me. Se tens sucesso com as receitas dos outros, sucesso relativo, não vai durar para sempre, quando gerires o desastre vais aplicar a mesma receita? Vais diminuir Salários? Vais tentar reformar? Ou vais continuar a adiar pagamentos, sustendo a barriga balofa do Estado, para o cinto não ir pelos ares? Se hoje a austeridade para o nosso Costa já não mata, imaginem austeridade a sério.

É neste estado em que estamos, num Estado imoral, que não deixa tirar fotos a comidas das escolas com lagartas, com comida crua, um Estado que não protege as pessoas, a mais básica das suas funções. Somos um Estado democrático falhado. É triste dizer isto, mas é a realidade, são os políticos de pacotilha que temos.

Mauro Pires

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