IMAGINE

Este texto é inspirado por uma frase do Rui Albuquerque que não me sai da cabeça: “Um país que paga ao Estado mais de 50% da riqueza produzida em impostos e permite que este lhe não garanta a protecção de pessoas e bens é um país de merda.”

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“To conquer fear is the beginning of wisdom.”

Bertrand Russell

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Imagine um país em que os seus cidadãos:

– reconhecem aos outros cidadãos os direitos que reivindicam para si mesmos: Vida, Liberdade e Propriedade;

– recusam que o Estado seja uma entidade supra-normativa e modeladora dos valores culturais;

– defendem os direitos humanos e civis dos cidadãos, sem distinção de raça, etnia, idade, sexo, orientação sexual, condição económica, social ou cultural;

– exigem que o Estado cumpra escrupulosamente as funções que lhe forem atribuídas, incumbindo ao Estado somente aquelas funções que o Livre Mercado não seja capaz de fornecer com vantagem;

– impedem que o Estado e seu Orçamento se apropriem, através de impostos, dos recursos que os elementos mais produtivos da sociedade possuem;

– só sejam interpelados pelas forças de segurança em situações em que um terceiro tenha sido vítima nos seus direitos naturais;

– se sintam responsáveis pelo seu modo de vida, não dependendo do Estado para lhe propiciar qualquer serviço, abono ou subsídio;

– não hipotequem o futuro dos seus filhos por via do endividamento público;

– usufruam, do primeiro ao último rendimento, do fruto do seu talento, sacrifício e poupança, sem sofrerem da cobiça e esbulho do Estado e dos políticos que dele se apropriam para executar os seus cândidos planos de benemerência colectiva.

Este texto é inspirado por uma frase do Rui Albuquerque que não me sai da cabeça: “Um país que paga ao Estado mais de 50% da riqueza produzida em impostos e permite que este lhe não garanta a protecção de pessoas e bens é um país de merda.”

Quem me dera ter sido eu a escrevê-la!
Quem me dera que os 50% fossem um exagero!
Quem me dera que não fossemos, de facto, aquilo que sabemos que somos!

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