E se fosse Passos Coelho?

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Tenho feito bastantes artigos centrando-me em Marcelo, que elogiei, e Costa que está constantemente a cometer erros de principiante. Para quem é tão experiente António Costa parece algo desorientado, sem norte, sem rumo, sem estratégia para o País. Existe estratégia, mas pessoal, unicamente pessoal, o resto é plenamente acessório face a tamanho ego.

O Primeiro-Ministro, foi entrevistado pela TVI, no passado domingo. O cenário não era digno de uma entrevista normal, foi uma falta de respeito enorme para com as vitimas dos incêndios e seus familiares quem organizou tal layout da entrevista. Podia-se efectuar uma entrevista num associação de bombeiros? Claramente! Nada contra! Mas colocar acessórios de combate aos incêndios no chão só para dar o efeito de Estadista, ficou um cheiro a encenação no ar, algo teatral, como se Catarina Martins, uma das rodas andantes da mixórdia Governamental, tivesse dado um curso intensivo de choradinho ao António Primeiro-Ministro.

Mais uma vez, já passaram dois anos, não vamos ver António Costa no fato de Primeiro-Ministro, porque um, pensa no País, sacrifica a sua popularidade para que os esforços actuais compensem a geração futura. Costa continua com o fato de Primeiro-Minúsculo. Não sei, nem quero saber, quem teve a ideia do cenário mirabolante da entrevista de Costa, se a TVI se o próprio Costa, se foi a TVI o Primeiro-Minúsculo se fosse alguém sério não se colocava no lugar de tamanha fantochada.

Se aquilo não é aproveitamento político de uma situação trágica, não sei o que é, mas reparem, ninguém falou em aproveitamento político na comunicação social do cenário que se montou para a entrevista de Costa. Se fosse Passos Coelho a participar e a aceitar, com certeza nestas condições não aceitaria, Passos seria dizimado até ao tutano, seria pisado por todos os comentadores bem pensantes e burgueses de La Palisse, teria sido acusado de aproveitamento de morte de pessoas, havia greves por tudo onde é canto, o Camarada Arménio dizia que era um caso de salvação nacional retirar de lá Passos, Mário Nogueira, que não se interessa por comida crua nas escolas, reunia as tropas e lá vinha mais uma greve geral.

Costa é mesmo inimputável, até que tem razão, alguém da sua estirpe não tem condições nenhumas para ser Primeiro-Ministro, pena que o Júlio de Matos não tenha vagas.

Mauro Pires

 

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