A Europa tem culpa nos atentados

Foto: (Foto: AP Photo/Oriol Duran)

É muito fácil fazer-se de treinador de bancada e dizer o que corre mal e o que pode melhorar, mas temos todos o direito à opinião por mais disparatada que pareça. Enquanto já centenas de pessoas morrem na Europa devido a atentados terroristas Islâmicos, todos os governos dizem que é necessário uma estratégia conjunta…whiskas saquetas, que é preciso rezar por… whiskas saquetas e que não podemos ceder ao medo… WHISKAS SAQUETAS. O discurso é circular, amorfo e vai dar sempre ao mesmo sítio: A LADO NENHUM! Os políticos europeus sofrem um síndrome dos políticos portugueses: falam, desfalam e criam problemas tudo porque a língua é mais forte que alguma parte do cérebro que não lhes deixa actuar.

Neste momento precisamos de Estadistas, soluções e alguém que não tenha medo de tomar decisões difíceis chega de Pray for  e de patetices politicamente correctas! Temos crianças a morrer e famílias destruídas, tudo porque não se actua devidamente contra fundamentalistas ideológicos que tem severos problemas mentais. É bom ser multicultural, mas não podemos exigir multiculturalismo forçado, este só trás divisões e integrações falsas na sociedade. Quem quiser adoptar o estilo de vida Europeu, esse todos querem, mas essencialmente respeitar os nossos valores e modo de estar em sociedade muito bem, mas se um franja da religião Islâmica quiser impor os seus valores que roçam o fascismo podem voltar para onde vieram, a Europa não pode ter medo de defender a sua cultura judaico-cristã.

O Islão é uma religião que está numa fase em que o Catolicismo estava há 400 ou 500 anos, quem discorda vai para a fogueira, mas o catolicismo evoluiu e o Islão parece estar estagnado no tempo. As mulheres na Arábia Saudita não podem conduzir, tem que usar obrigatoriamente as vestes tradicionais, muitas vezes são vitimas de violência, isto é a liberdade Islâmica? Os valores tão proclamados pelo Sheik Munir de Lisboa que ainda por cima bateu na mulher? É uma religião a reformar, nem todos são iguais era o que faltava! Mas tal como a etnia cigana, em que os problemas estão no seio da sua cultura de clã, de afastamento da sociedade e de promover as baixas qualificações(não confundir as duas coisas, Islão é uma coisa etnia cigana é outra, comparamos os problemas que vem em comum mas sim na sua cultura), o Islão é neste momento uma religião fascista.

Se a Europa quer sobreviver, tem que pensar em primeiro nos seus para isso tem que de facto acolher refugiados mas formar campos de refugiados, como já existem, mas especificamente para os mesmos, são refugiados de guerra porque se vem para imigrantes económicos podem muito bem esquecer, porque se não arranjam trabalho exigem subsídios e já sabemos o que depois acontece… Manifestações. A Europa tem que se deixar de ladainhas e formar um verdadeiro exército europeu capaz de proteger as fronteiras e as zonas marítimas, o custo é alto mas o proveito será melhor, se queremos ser livre vamos colocar as mãos na massa, mas com esta classe política…

No atentado em Barcelona foi preciso uma mulher abater os terroristas em questão, se fosse em Portugal a polícia em questão estaria a ser interrogada e enxovalhada pela classe política, tudo porque não foi tolerante. Enfim.

Observação final: O Costa que lamenta morte de uma portuguesa em Barcelona é o mesmo que agora não quer permitir expulsão de criminosos estrangeiros.

Mauro Pires

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