O Imperador da Mediocridade

As habilidades mágicas do Douto Costa começam a não surtir efeito. Depois de Pedrógão, Costa continua com a mesma postura arrogante e ditatorial de sempre, não aprendeu com os erros, pelo contrário, insiste e pensa que a cobertura dos seus guarda-costas Mor, a comunicação social, tem as mãos largas, mas o povo português não é estúpido e Costa não tem estaleca para ser Primeiro-Ministro. Costa devia sacrificar-se pelo País nas horas mais difíceis, é isso que fazem os Estadistas e os grandes líderes, o Douto Costa sabe o que os grandes malabaristas fazem, mas de sacrifício por alguém só se for pelo ex-preso(futuro?) nº 44. É com muita pena minha que, com tanta arte circense, os melhores circos Mundiais não tenha reparado no maior gerador de circo do Mundo, Cardinali dá-lá um ordenadozito ao Douto Costa.

Depois de saber surfar a onde positiva dos dados económicos das reformas executadas pelo anterior governo(algumas), o surfista Costa caiu na água, ou melhor, fugiu para as águas quentes de Maiorca deixando o País a arder. Se houver alguma bancarrota, Costa pode fugir para Marte, sempre é mais produtivo. Portugal precisa de reformas que ainda não fez e que este governo não tem vontade de fazer, se só se gere a conjuntura para que serve este Governo? Acho que qualquer cidadão o fazia, só que é este infelizmente o estado em que estamos, governados por um narciso mor que só pensa em si nem que o País vá ao charco.

A pensar na conjuntura, e nas eleições autárquicas, o Circense surfista aumentou(umas migalhas…), as pensões acima de 680€ e as pensões rurais. Aumentos de 10€ no geral do ano, é pena que quem tenha conta na Caixa tenha que pagar 5€ de manutenção de conta e vamos contar com o aumento dos combustíveis e das taxinhas. No final o que fica no bolso? BOLA! Mas ninguém faz contas, nem a comunicação social,  se fosse num tempo não muito longínquo havia programas de televisão horas a debitar sobre o assunto. Afinal, o que interessa é levar ao colo, o Imperador. O imperador da mediocridade.

Entretanto, com um País envelhecido e com a população activa a ir embora, especialmente jovens, um governo aumenta pensões num contexto em que a dívida pública bate recordes e em que a poupança das famílias está em mínimos históricos. Portugal não aprende, ou melhor, os governantes são o melhor reflexo do pior que há do povo português.

Mauro Pires

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