A “nova” Ditadura Social-Comunista

O Portugal de 2017, é um clone refinado, do Portugal de 1975. O cheiro a pressão na imprensa Portuguesa, cada vez mais parcial, juntando a um Governo doutorado em piromania avançada, temos um cocktail perfeito para estarmos no lugares cimeiros de um País arco-íris que vai cantando e sorrindo, mas que terá o mesmo desfecho de sempre. Podemos efectivamente falar de vários indicadores económicos preocupantes, como: A taxa de poupança em mínimos históricos, o endividamento total da economia(Público+Privado), a atingir novos máximos, mas deixo para outro dia. O caso que mais me intrigou, esta semana, foi a revolta da Frente comunista( PCP, PS e BE) face a um artigo de Jornal Espanhol El Mundo, sobre os incêndios em Portugal.

O artigo do El Mundo é digno da verdadeira imprensa, tenta explicar e encontrar os factores determinantes para perceber a causa do incêndio de Pedrógão. O que fez a imprensa portuguesa? O mesmo de sempre:« Estamos de luto»;« Temos que respeitar as vítimas dos incêndios»;« O problema é dos eucaliptos e do coiso». Para respeitarmos as vítimas, é estritamente necessário perceber o enquadramento que temos, ou seja, o que fez com que os incêndios de Pedrógão causassem tamanha matança? Fez o Estado tudo para proteger a “colectividade”? Os dispositivos de protecção civil servem para alguma coisa se não para alojar boys partidários? O problema é que, tamanho incêndio, pode vir a ocorrer para o ano e temos somente palavras bonitas para encher o pagode, exprimido sai BOLA.

Regressando ao El Mundo. O artigo de Sebastião Pereira, pseudónimo do jornalista que escreveu o artigo, foi logo fustigado pela frente social comunista Portuguesa, todos em bloco, como nos velhos tempos do tio Estaline e em modo passarinho Chávez. O jornalista, ingenuamente, afirmou que o incêndio de Pedrógão poderia ditar o fim da carreira política de António Costa. Sei que o jornalista em questão está habituado a civilização, mas vê-se que não conhece o burgo à beira mar plantado. As ligações de António Costa à imprensa são nítidas, faz parte da boa corte Lisboeta e não pode ser criticado, sob pena de “Sanções”. Assim vai o nosso Portugal dos pequeninos. Se não se pode criticar o Faraó Kim Jong, que raio de democracia é esta?

Criar um inimigo externo, neste caso Sebastião Pereira, é típico da táctica do barulho socialista. A culpa nunca é deles, é sempre dos outros, nem a nossa Senhora de Fátima é tão pia. O desconforto de António Costa é mais que visível, sente-se encurralado, e está neste momento a encontrar outro bode expiatório, imaginem quem? Pois já sabem, é mais que visível, se cair um meteorito na terra a culpa é de quem? É dessa mesma pessoa.

Para terminar, o Jornal Público, está agora a seguir as instruções do seu partido e a espalhar culpas para os outros, vou falar disto, deixemos a poeira “assentar”.

Mauro Pires

 

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