64 Razões Para Demitir-se Sra. Ministra

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Miguel A Lopes – EPA

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EPA

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LUSA

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LUSA

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Patricia De Melo Moreira – AFP

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Patrícia De Melo Moreira – AFP

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16.
DR

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Paulo Novais – EPA

18.    19.

20.

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Rafael Marchante – Reuters

21.  22.  23.  24.

Será que ainda não percebeu?

Precisa mais?

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25.

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26.
António Cotrim – Lusa

27.  28.  29.  30.  31.  32.

33.

33.

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34.
Lusa

Fracasso.

35.

35.
Paulo Novais – Lusa

Desastre.

36.

36.
Rafael Marchante – Reuters

Um absoluto horror.

37.

37.
Patricia De Melo Moreira – AFP

F. R. A. C. A. S. S. O.

38.  39.  40.  41.

Será que ainda não entendeu a dimensão do que aconteceu?

42.

42.
Patrícia De Melo Moreira – AFP

Perante a dimensão dos estragos, perante a quantidade dos MORTOS, é impensável que ainda não se tenha demitido.

43.  44.  45.  46.  47.  48.  49.

Aconteceu sob a sua vigia.

O caos foi total. O resultado? A pior catástrofe da nossa 3ª República.

Perante a desorganização, quem melhor conhecia o terreno, quem poderia melhor conduzir o combate não teve sequer oportunidade de dar indicações, apresentar as suas opiniões, partilhar a sua experiência. Acreditaram que quem vem de fora sabe sempre melhor que quem lá está, só porque detêm de títulos e “cargos”.

Explique exactamente do que é que serviu a sua presença no terreno?

Para o que é que serviram as afirmações do Presidente da República, dizendo que tudo o que podia ter sido feito tinha sido feito enquanto o número dos mortos aumentava escandalosamente?

Era para se sentirem melhor perante o vosso falhanço colectivo?

Era para não terem que sentir a verdadeira e derradeira responsabilidade do vosso fracasso?

50.

50 - Rafael Marchante Reuters

Demita-se

51.

51.
Patricia de Melo Moreira – AFP

Demita-se.

52.

52.

Demita-se e peça desculpa.

53.

53 - AFP PHOTO PATRICIA DE MELO MOREIRA

Mas diz que não se demite, que teve “os piores dias da sua vida”.

E nós?

E nós que estivemos impotentes enquanto os nossos compatriotas morriam às dezenas?

E nós que passamos horas sem fim a espectar este terror?

Da sua vida???

E a vida de quem voltou às suas casas e encontrou nada, apenas cinza?

E as vidas de quem voltou às suas casas e agora tem que enterrar os seus parentes e vizinhos?

E as vidas de quem voltou às suas casas, que por acaso sobreviveram, só para descobrir que tinham sido saqueadas por escumalha que nem me atrevo a chamar de vida humana?

E as 64 vidas que já não serão vividas?

O “pior dia da sua vida”?

As palavras que deveria proferir, e já, para além de um pedido profundo de desculpas, sublinhado com o resto de dignidade que lhe resta por algum dia ter aceite um cargo para o qual não tem a ponta de competência ou habilidade que se veja para exercer, deviam ser apenas: “demito-me”.

54.

54.
Patricia de Melo Moreira – AFP

55.

55.
Paulo Cunha – EPA

56.

56.
Patricia de Melo Moreira – AFP

57.  58.

59.  60.

61.

61 - LUSA

Perante o enterro das vítimas, está na hora de pedir desculpas. Não é assumir culpa, não foi a Senhora que causou o fogo, mas deve pedir desculpa aos mortos, aos moradores da região, a Portugal.

Isto não se trata de política, trata-se de dignidade, de confiança.

Isto não se trata de esquerda ou de direita, trata-se de sentido de dever, sentido de Estado.

Você não é Ministra. Você está Ministra, e a verdade é que com a extinção da última chama, já não devia estar perto desse cargo.

Entregamos a nossa confiança ao Estado para que o Estado nos proteja, e ao invés o Estado confia no povo.

Falharam gravemente. Já não há confiança.

Deve assumir a responsabilidade perante o que se passou.

Quem detém a responsabilidade perante as autoridades que fracassaram na protecção de 64 almas lusas deve ser responsabilizada.

62.

63 bombeiros galegos

Mesmo na hora em que mais precisávamos, os nossos irmãos galegos vieram para ajudar, movidos por uma força sobre-humana que os impedia de presenciar o terror na televisão. Organizaram-se e puseram-se a caminho.

A entrada deles no nosso território foi recusada por si, demonstrando a sua plena incompetência e a incapacidade da sua equipa em liderar com qualquer eventualidade que fuja ao status quo. Não sabem lidar como o que não se espera, logo não podem ter a vida dos Portugueses nas vossas mãos.

Não só perdeu a nossa confiança como dos nossos amigos, dos nossos vizinhos, dos nossos irmãos.

Como irão confiar em si na próxima vez? Nós pedimos ajuda aos céus, e a Europa respondeu, os Espanhóis responderam e vieram! E nessa hora disse que tinham “excesso de voluntarismo”, insultando a honra quando o que os chamava era das mais nobres das intenções: salvar vidas, salvar vidas Portuguesas.

63.

64 - Joana Bourgard RR

Demita-se Sra. Ministra. Não tem condições para governar. O povo já não confia em si. Não é só confiança no Estado e no governo, é a confiança que temos na Terceira República que está em causa.

Chegamos à severa conclusão que da maneira como isto está organizado, Portugueses morrem. Sem responsabilidade, irão morrer ainda mais.

64.

62

Demita-se Sra. Ministra, porque estamos fartos de ver o nosso país a arder e os nossos heróis a padecer.

Demita-se Sra. Ministra.

Demita-se.

 

 

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5 comentários em “64 Razões Para Demitir-se Sra. Ministra

  1. Eu gostava que isto não tivesse acontecido mas aconteceu como é que se deveria ter actuadoQuando se soube que as temperaturas seriam altas deveria ter sido dado um alerta. Aquém?…………como se deveria ter atuado em vez de irem para as televisões mandar palpites e lágrimas seria melhor criar um gabinete de crise dirigido por pessoas competentes conhecedoras para puderam atenuar os prejuízos e sofrimentos ocorridos Meios que o estado tem em depósito e que devem estar operacionais para poderem prestar assistência a quem combate os incêndios ou quem ficou sem lugar para descansar.Vou inumerar alguns desses meios Hospitais de campanha em tendas e contentores cozinhas duches contetores frigoríficos Aires condicionados tendas de 45/60 metros quadrados camas de campaha(triste ver os nossos bombeiros como descasavam) geradores máquinas de rasto tudo o estado tem é preciso que se saiba onde estão e que haja alguém que possa coordenar e tê-los em locais estratégicos.Ha cinquenta/sessenta anos quando eu fui militar fasiamos exercícios de defesa civil do território. Sugiro que ponham a frente desses serviços chefes competentes com força e que não mudem consoante os governos já chega mudarem os ministros e os secretários mas a coordenar devem estar competentes .mais teria de dizer mas fico me por aqui

    Curtido por 1 pessoa

    1. José, obrigado pelo sei contributo. É de facto necessário que hajam vozes da sociedade civil como o senhor a recusar-se a manter-se em silêncio. Pelo que toca ao que aqui já disse agradeço-lhe, dá de facto para pensar em todo o trabalho que ainda deve ser feito. Caso tenha disponibilidade/vontade, gostaria de ouvir o que tinha para dizer mais

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