Porquê é que os Barões são espevitados?

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Como sempre, os meus leitores já sabem, vamos ao ponto. Que tipo de sociedade queremos? Como a financiamos? Queremos um Estado gordo, ineficiente, clientelar, cheio de amigos políticos ou um Estado reduzido, ágil, que saia da frente da produção e das pessoas, com impostos reduzidos e estar presente no essencial? São este tipo de questões que uma classe política normal deve responder mas, como sempre, a política portuguesa centra-se no circo e António Costa distribui o pão.

A sociedade Portuguesa tem um olhar, diga-se que enviesado, do que é o Liberalismo económico. Muitos acham que Liberalismo é igual a austeridade, pobreza entre outras pérolas que a máquina do PCP e do BE, em conjunto com a comunicação “social”, fazem querer a um povo que não tem literacia, quase alguma, financeira. Se as pessoas passam 43 anos da sua vida, em democracia, a experimentarem técnicas experimentais socialistas e, como se vê, corre sempre muito mal, porquê é que não mudamos? O que nos impede? Duas coisas: marxismo escolar, formata cabeçinhas, e a própria ignorância e inoperância portuguesa, o que nos faz, alvos fáceis, de abutres socialistas. Mesmo aqueles que querem mudar, mas que se abstêm, pensam como sempre pensaram:« Tenho a minha vidinha», o problema não é só a “vidinha”, é o desconhecimento em causa da matriz em si própria, neste caso, o liberalismo. Como se pode lutar por algo que não se conhece… É mais por ai. Pelo menos é a minha humilde opinião.

O liberalismo é sinal de liberdade individual e do risco que a própria condição humana exige. É o que,o povo português, sempre quer no final do mês e olha para as contas, que o Estado saia da frente e não nos crie complicações mas sim, facilite a nossa vida. É colocar o Estado no seu essencial, deixando a economia privada no seu canto. É fácil, é só não mexer.

Eu costumo dizer, que em Portugal, não temos direita, e os liberais não tem armas para lutar, mas também cortam-lhes as pernas. Temos a esquerda beata, a esquerda social democrata, a esquerda menchevique e a Trotskysta-Estalinista, portanto um pântano. Quem foi diferente, nestes últimos 40 anos, em Portugal? Passos Coelho. E com mérito. Não é um liberal perfeito, nunca o foi secalhar, mas é pragmático. Implementou algumas reformas importantes que permitem que hoje o Governo tricolor se aguente. Hoje Portugal sustenta-se com um modelo de crescimento que Costa sempre  recusou, mas como grande chico-esperto que é, aproveita-se. O esforço dos empresários portugueses é assinalável, só demonstra que somos das economias mais flexiveis da Europa e que quando queremos mudar, existem resultados.

Um dos bons resultados da governação anterior, foi a queda de um dos pilares mais podres do regime, a teia Salgado, mas é a ponta de um gigante icebergue que não foi, de todo, descoberto por inteiro. Quem deixa cair um das teias mais poderosas, tem que levar com a máquina, de sempre, toda em cima desde: Comunicação social, certas “organizações” e até do próprio partido. Passos Coelho tem que ouvir baboseiras de socialistas sociais democratas do seu partido, desde o Professor Karamba Mendes(na imagem), quem passa as informações ao Professor Karamba, Marcelo, entre outras gentes que querem fazer do PSD um partido charneira. Diz-se, em política, quando se fala demais de um líder, é mau sinal, quer dizer que este incomoda, se não se falasse de Passos Coelho é que era preocupante, era sinal que este tinha sucumbido ao socialismo puritano lusitano(não é que este não tenha coisas a melhorar).

Mauro Pires

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