O Socialismo Português parte 1000

2016-12-19-Vieira-da-Silva-e-Antonio-Costa

O Ministro do Trabalho e Segurança Social, Vieira da Silva, veio a lançar mais um prego para o caixão para quem quer produzir e criar riqueza. O ministro do Governo Social-Comunista quer encontrar mais formas de financiamento para a Segurança Social, uma delas, é criar um imposto sobre os lucros das empresas. O que resta saber é quantos mais impostos , mais taxinhas e mais custos de contexto em cima, são precisos, para afastar de vez o tecido produtivo português e mais investimento directo estrangeiro. Já não é novidade nenhuma o nosso problema com o crescimento económico, só com investimento produtivo e com valor acrescentado é que podemos sair desta situação, uma vez que a nossa poupança interna é quase inexistente e é esta que financia o investimento, pelo menos interno, e se este aumenta e a taxa de poupança se mantém igual ou desce, podemos entrar, outra vez, em desequilibro externo, logo, temos que encontrar alternativas para crescer, uma delas é o investimento estrangeiro, que nos permita aumentar as nossas quantidades produzidas com menor custo, gerando economias de escala e aumentos de produtividade.

É isto que gera crescimento sustentado, não é com o social-fascismo de este ou outros governos que se promove o crescimento, é com políticas de longo prazo estruturantes coisa que este governo que promove o socialismo não o pode fazer, nem tem condições para isso quer ideológicas quer parlamentares. Portugal tem uma sina de se auto destruir a si próprio, quando existe estabilidade e confiança alguém tem que estragar, quando se liberaliza alguma coisa ou se tenta tirar o Estado da frente, vem algum socialista estragar, a falta de literacia financeira é o nosso calcanhar Kostiano, mas já devíamos ter aprendido com 3 bancarrotas em 43 anos de democracia.

O socialismo Kostiano, Guterriano, Mariano e até de “direita”, certa direita, não para de arruinar o País, a solução não é criar mais entraves, mais regulação e camisas de força e diabo a quatro, se queremos uma Segurança Social sustentável crie-se um enquadramento para isso, tanto macroeconómico baixando e eliminado impostos para as empresas e regulação, que as contribuições para a segurança social vão crescer, o socialismo não percebe esta coisa tão básica! Não é com mais estrangulamento que a galinha deita mais ovos de ouro, é dando-lhe a liberdade para comer o milho, e o Estado Português come o milho e a galinha, depois vai ao Qatar pedir para investirem em dívida pública, talvez os Árabes mandem António Costa Qatar.

Mauro Pires

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