As pernas dos alemães já não tremem

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Muitos se lembram, do jovem turco/grego do PS, Pedro Nuno Santos, actual Ministro da solução tricolor social-comunista, em 2011, ter feito uma crise histérica de que Portugal devia dar um calote aos seus credores, e não cumprir com os seus compromissos de solver a sua dívida pública, falou até em perdões de dívida e no:”Não pagamos!” e que “As pernas dos banqueiros alemães” iam tremer se usássemos essa “bomba atómica” do calote. Passaram 6 anos destas declarações, e o Ministro tricolor enfiou a viola no saco, e já nem os ministros e o próprio governo, querem ouvir falar o nome de perdão de dívida. Normal, o País só não caiu ainda ao charco devido à compra de dívida pública por parte do Banco Central Europeu, sem isso, o Rei estava nu e António Costa recebia a bancarrota nos braços, coisa que não quer, isso fica para outro resolver. A esquerda, neste momento, já não tem mioleira dorsal, engolem sapos a torto e a direito para se manterem no poder e colocar lá os seus boys e girls, e o resto da população que pague a festa. Ninguém se revolta, muitos elogiam a paz podre actualmente vigente, quem tem o PCP nas mãos óbvio que “garante a paz”, mas nunca garante reformas estruturais que o País precisa para aumentar o seu potencial de crescimento. Mas vamos às contradições: Em 2014, a tia Catarina dizia que:” A única alternativa” que respeita Portugal é a reestruturação da dívida pública“,  e que ainda:” É por isso que o mote do BE a estas eleições é de pé, não podemos continuar subservientes a interesses que destroem o nosso país, temos de estar de pé, juntar forças pela única alternativa que respeita o nosso país e, essa alternativa, é reestruturar a divida pública”, declarou. Ou seja, actualmente Catarina Martins não fez nem um perdão de dívida, como queria, nem fez uma reestruturação à calote, quer dizer que a madre Catarina neste momento é subserviente a Bruxelas! Agora a nossa camarada, diz que a reestruturação faz-se em “pequenos passos”, ou seja, meteu igualmente a viola no saco e os amanhãs que cantam e faz o que sempre fez bem, teatro. António Costa também não fica atrás, quando foi eleito líder do PS em 2014, António Costa também defendia a reestruturação da dívida, e até disse que o Syriza era o caminho a seguir. Está tudo a fazer o seu contrário, e ainda bem, porque senão nesta altura, estávamos a senhas de racionamento. O problema é que podíamos estar a crescer mais, muito mais, a ter um défice ainda mais baixo que este(considerando que está mascarado), e o investimento podia estar com taxas de crescimento satisfatórias. Estamos a perder mais 4 anos de oportunidades para reformar e liberalizar o País, os eleitores que votaram BE, PS e PCP foram traídos, mas votam neles à mesma, a clubite não lhes tiram as palas, é triste, o espírito crítico deste País está no fundo.Agora vamos a dados, considerando os dados do nosso IGCP e até do BDP, a nossa stock de dívida pública, situa-se nos 240 mil milhões de euros. Como sabem, a dívida pública tanto pode ser detida por investidores nacionais e estrangeiros, Portugal tem um peso de 50%:

  • Sector financeiro (banca e seguros) tem 53 bilhões €
  • Os particulares nacionais (retalho) têm 31 bilhões €
  • A Segurança Social tem 8 bilhões
  • O Banco de Portugal (compras de dívida) tem 20 bilhões

Tudo somado, temos 112 mil milhões de euros de dívida, detida em mãos nacionais, ou seja perto de 46% e os restantes 54% em mãos estrangeiras(BCE, MEEF, FMI e investidores estrangeiros). Ou seja, se eu devo 1500€ a um familiar e ele no seu orçamento inscreve que prevê receber o meu dinheiro, e se eu der calote, a pessoa perde tudo o que investiu em mim, fica ele sem o dinheiro, e eu sem o principal pilar que rege os mercados, a confiança. A esquerda não explica, nem a direita o  explicou bem, que se houver calote os particulares ficam secalhar sem 60% dos 31 BI que investiram, a Segurança Social, nos seus balanços, fica à beira da falência. Isto é que é grave, ninguém explica nada. O que interessa verdadeiramente ao País, é o modo como a esquerda trata o povo português, achando-nos intelectualmente inferiores, o pior, é que o povo português não tem o um grau de literacia financeira elevada, pelo contrário, é baixa. A informação imparcial é a melhor arma de um povo, é assim que se combate o socialismo.

 

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3 comentários em “As pernas dos alemães já não tremem

  1. A esquerda engana porque se criam verdadeiros numeros de circo mediáticos (encomendado, tá visto) para desviar as atenções do que é realmente importante, sejam estes números discussões pueris sobre a eutanásia, viagens de finalistas, selfies do PR ou impressionantes numeros de ilusionismo económico, praticados pelos mais credenciados comentadores. Vai de vento em popa a atividade circense. Por falar nisso, dizem os intelectuais de esquerda que antigamente este era o país dos três F’s: Fátima, Futebol e Fado. Vejamos a realidade atual: Fátima bate todos os records de receitas (que representa maioritariamente saída de divisas para o Vaticano); o Fado promovido a património da Humanidade (tarefa curiosamente promovida por esse comuna Carlos do Carmo que assim contradiz os seus pares) e do Futebol nem vale a pena falar: o que antigamente era notícia a fechar os telejornais, hoje é manchete de abertura, para não referir as dezenas de programas e horas e mais horas de discussão que se seguem aos jogos, a que se junta o sermos o único país da Europa, entre os da nossa dimensão, com três jornais desportivos diários. Fantástico.

    Curiosa esta esquerda, que é contra a União Europeia mas tem representantes nas suas instituições – esta profunda contradição de pertencerem a um clube do qual são contra. Curiosa ainda esta esquerda que vive e se alimenta do “capitalismo selvagem”; talvez devessem ir para a Coreia do Norte, Cuba, Venezuela e começar por defender aí o básico do mais básico da democracia: o direito ao voto. Mas, tal como disse Mark Twain, “a maior diferença entre um homem e um cão, é que um cão não morde a mão de quem lhe dá de comer”.

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