A ditadura de António Costa e a cagufa de Marcelo

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No debate quinzenal de ontem, António Costa, mais uma vez, não respondeu a perguntas dos deputados no parlamento, ou se respondeu, foi com libélulas soltas socializantes, que dizem tudo e não dizem nada. A disposição de António Costa para ser escrutinado pelo parlamento, é zero, bola, nickles e demonstra o verdadeiro conceito democrático que defende, o conceito de partido único: o PS é quem manda, o PS é que é dono das verdades absolutas, o PS é que dá, a direita tem que tirar para o PS repor, o PS é quem tem o direito a “bater”. São os maiores santos eulálios do Mundo, com uma capacidade de sapo saltitante e de cambalhotagem nunca antes vista, a culpa nunca é deles. Pedro Passos Coelho interpelou  António Costa sobre a interferência do Governo no Conselho de Finanças Públicas ao vetar o nome de Teresa Ter-Minassian, a Economista italiana conhece como ninguém a economia portuguesa, esteve presente na monitorização do resgate dos anos 80 e têm nos acompanhado atentamente, logo era lógico que tendo uma escolha tão reconhecida na comunidade de economistas a nível internacional, daria mais visibilidade e respeitabilidade ao Conselho de Finanças Públicas, o veto de António Costa é simples de explicar, não é nenhum boy do partido que possa controlar, como é uma pessoa reputada e independente, Teresa emitiria alertas sobre certos retoques de maquilhagem nas nossas contas públicas, e os votos do nosso “Primeiro”-Ministro, podiam ir para o gadelho. António Costa, tem que entender, sei que é difícil com aquela dificuldade de articulação de palavras, que é o parlamento que tem o dever constitucional de escrutinar o governo, não o Governo que tem de abusar do parlamento, sei que imitar tiques Maduristas do socialismo puro é tentador, mas António Costa podia disfarçar.

O nosso “Presidente” da República, ou dos beijinhos, como lhe queiram chamar, alertou para a necessidade de reformar o País, estou de acordo, mas esqueceu-se de alertar para os tiques ditatoriais de António Costa. Marcelo tem medo, cagufa ou qualquer outra coisa do “Primeiro”-Ministro, António Costa é filho do regime,  Marcelo é filho só “por agora”, pelo menos até a esquerda precisar dele, dois homens que se dizem génios da arte do “apunhalar”, podem fazer um dia estragos, e vai ser um ao outro. Entretanto Passos Coelho assiste de bancada, e sem pipocas, não sei se gosta.

Mauro Pires

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