O dia da Liberdade

 

No dia 25 de Abril Portugal festeja a Liberdade. Não festeja o fim do Estado Novo, não festeja o início do Estado socializante, não festeja os capitães que se revoltaram em parte por questões laborais.

Festejamos a liberdade de exprimir as mais abjectas expressões.

Festejamos a liberdade de nós reunir com às mais odiosas pessoas.

Festejamos a liberdade de escolher a nossa Educação por mais estapafúrdia que possa parecer e não de nós imporem uma, cara, de má qualidade e que maltrata os seus funcionários.

Festejamos a liberdade de escolher a nossa Saúde, o que vai do direito a levarmos uma vida desastrosa, a poder escolher mecanismos de seguro não impostos.

Festejamos a liberdade de empreender, comerciar, negociar, empregar, despedir, e não de nós dizer como nós organizarmos, nos obrigar a preencher a maior variedade de papelada e nos sobrecarregar com encargos cada vez mais pesados.

Festejamos a liberdade de solidariedade, do direito de contribuir ou não a instituições de ajuda, de excluir ou não quem reclama nosso apoio, e não de nós impor uma imensa oficina que abandona os mais carenciados às suas portas e distribui ninharias enquanto lhes impede de saírem da miséria por eles próprios.

Festejamos a liberdade de podermos tomar decisões sobre o que é nosso, ou seja naquilo em que investimos e que nos atinge de forma palpável, e não de escolher quem decida por nós, nos faz pagar a fatura quando a coisa corre mal e não distribui os proveitos.

Festejamos os corolários da liberdade, ou seja a responsabilidade e a reciprocidade, e não a licença de dar cabo de tudo em determinado quadro e penas desajustas com os danos.

Festejamos a liberdade que nós dá a paz, o pão, a saúde, a educação, a habitação, do povo poder decidir sobre aquilo que é dele, e não esperar que nos distribuem esses itens todos, que nunca ou mal virão, e que outros decidem por nós sob a forma de falsas coletividades.

Festejamos um Portugal que ainda não nasceu, um país moreno onde é o Indivíduo que mais ordena.

Não festejamos o regime actual por consequente.

Festejamos a Liberdade!

PS: gostaria agradecer ao Mauro Pires pela sua confiança ao deixar-me escrever no seu espaço, tenciono agora não o decepcionar!
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