A falta de vergonha é vergonhosa

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Miguel Relvas é o que existe de pior no PSD e na política Portuguesa. É um “facilitador”, o príncipe da chico-espertice, o Costa roubou-lhe o lugar, e um dado novo, é um socialista disfarçado. Relvas começou a intensificar as movimentações para o chamado: “futuro pós-Passos“, o que não se percebe, é como é que se quer substituir um dos mais bem sucedidos líderes do PSD depois de Cavaco Silva, aquele em quem ninguém acreditava que ganharia as eleições de 2015, depois do período mais difícil de sempre da nossa história democrática. É escandaloso que membros do próprio partido o queiram trair, não sou do PSD sou um mero Liberal, mas como diz o povo, não tenho palas, e quando todos querem ver um líder político pelas costas ou é porque está a enfrentar demasiados interesses, ou enfrentou, ou secalhar não ser de Cascais nem da maçonaria também não ajuda. Se o PSD quer entrar numa fase de renovação mais acentuada para que o amorfo do passado vá embora, é preciso começar a transferir as fichas de militantes para o largo do rato, porque o PSD tem de parar de ter ataques suicidas quando tem um líder bem sucedido, Portugal precisa de um Partido liberal e reformador e o País tem sorte de ter Passos Coelho, neste momento, como única reserva democrática e não populista deste País que olha para o futuro e para as reformas a efectuar, não olha para si e para a sua constante sobrevivência diária. Passos impressionou-me, mostrou-se um Estadista com os seus erros claro, quem não os tem, mas o mais importante é que para mim, tornou-se o melhor Primeiro-Ministro de sempre deste País. Portugal não está habituado a Primeiros-Ministros decentes, habituo-se à mediocridade socialista da esquerda à direita, Passos mostrou que se coloca o País primeiro e depois o Partido. Talvez Luís Montenegro e Miguel Relvas queiram repensar a sua estratégia, pois se Montenegro avança contra Passos a banhada é garantida, defacto, haverá políticos mais hábeis do que Passos Coelho, mas nenhum com a mesma força de carácter. Passos errou na campanha eleitoral de 2011 ao prometer coisas que não foi possível concretizar, também não conhecia todos os esqueletos do armário. Mas teve uma linha bastante firme e coerente na chefia do executivo, o que lhe valeu o ódio de muita gente, convencida de que a austeridade era uma obsessão de Passos e não a consequência das loucuras financeiras de Sócrates, aliá, obsessão essa que António Costa aprova, aquele que dizia que a austeridade era para eliminar e que o Syriza era o caminho a seguir, hoje segue paulatinamente todas as exigências de Bruxelas.

O PSD tem de deixar de ser uma agência de empregos e um campo de batalha de certos interesses, tem que ser estável para liberalizar uma Economia que continua socialista, por mais que custe a muitos, o PS já não terá mais partidos charneiras que limpem as borradas que faz. Talvez nas autárquicas, a maioria silenciosa, se manifeste como há dois anos, talvez comece o novo ciclo político que tanto fala o Professor empalastro de Belém.

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