O fim de um regime

DUBCHURCH

Um dos melhores Estadistas de sempre, o Sir.Winston Churchill, dizia e muito bem, que o socialismo era  a filosofia do fracasso, a crença na ignorância, a pregação da inveja e que o seu defeito inerente é a distribuição igualitária da miséria. Não há melhor descrição. Eça de Queiroz dizia que Portugal não crescia, nem se desenvolvia, pois havia um ambiente envolvente de podridão, de inveja pelo sucesso do outro ao qual se incluía o uso da “cartilha”. O sucesso do povo português sempre se fez com humildade, sacrifício, trabalho e poupança, mas esse sucesso só é conseguido lá fora, onde somos reconhecidos como os melhores. Porquê que no nosso próprio País não podemos crescer nem ser os melhores? Porque temos um classe política parasita, ignorante, elitista, lobbysta, maçon e que usa os recursos do sector privado para encher as suas clientelas, e não para baixar impostos ou até eliminar, para sermos mais competitivos e conseguimos criar emprego em mais quantidade e qualidade com melhores salários. O sucesso de um País faz-se com estabilidade de políticas públicas em todas as áreas, especialmente nas fulcrais, na economia, na área fiscal e na educação. Se houvesse acordos de regime entre os três principais partidos sobre estas áreas estaríamos a crescer mais de 2% ao ano e não colocaríamos esta e a próxima geração, no pântano actual que o PS, o PCP  e o BE estão a provocar. Já vamos em 3 bancarrotas em 40 anos,  a Monarquia em 767 anos de história teve entre 11 a 12 bancarrotas, Portugal em 40 anos de -“democracia” vai a caminho da quarta. Não é divertido prever a bancarrota de um País, aliás, já sabemos as suas consequências e das irresponsabilidades que os governantes fazem para o seu surgimento, mas é preciso advertir, o País tem os sindicatos controlados pelo PCP e estão adormecidos, a “paz social” é podre, as famílias estão a consumir mais com recurso a crédito ao consumo que está outra vez a crescer, a despesa do estado está empolada e maquilhada, o défice está varrido para debaixo do tapete. A pergunta é, aguentamos mais um resgate? E vindo do mesmo partido? O que impede que esse partido desapareça do mapa político depois da tantos desastres? Fácil, chama-se socialismo, as clientelas sabem que com o PS no poder podem se abastecer para depois os outros pagarem. A solução é só uma, deixe-se o PS governar em bancarrota aplicando todas as medidas de austeridade que disse que não aplicaria. Passos Coelho não pode ser o fascineiro mor do reino, é essa a estratégia, deixar o PS governar. As nossas carteiras podem não aguentar, mas é um sacrifício bem feito se soubermos que o socialismo pode desaparecer de Portugal.

Nota: O rating da DBRS pode ficar na mesma como está, mas basta o BCE acabar o seu programa de estímulos e as taxas de juro aumentarem para irmos para o gadelho, pode ocorrer em 2017, 2018 ou 2019, mas desde que o Sr.Costa esteja no poder será um prazer ver a aplicação de austeridade pelo Sr.Costa. Ele quer fugir do barco, mas vamos lhe dar esse prazer. Mais uma, a OCDE não está maluca, nós é que estamos alheios à realidade.
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