A Oligarquia aparvalhou-se

Depois de Wolfgang Schauble, e os tumultuosos insultos dos canhotos, foi a vez de Jeroen Dijsselbloem de ser apedrejado pelos políticos portugueses, da esquerda à direita(desta vez, vergonha para Passos Coelho), pelos seus comentários, que foram descontextualizados pela comunicação social, de que:«tornamo-nos previsíveis quando nos comportamos de forma consequente e o pacto no seio da zona euro baseia-se em confiança. Na crise do euro, os países do norte da zona euro mostraram-se solidários para com os países em crise. Como social-democrata, considero a solidariedade da maior importância. Porém, quem a exige também tem obrigações. Eu não posso gastar o meu dinheiro todo em aguardente e mulheres e pedir-lhe de seguida a sua ajuda. Este princípio é válido a nível pessoal, local, nacional e até a nível europeu», defacto, o comentário “do vinho verde e pu***”, era desnecessário, mas as virgens ofendidas do regime, não criticaram Dijsselbloem pelo comentário fora da caixa, aliás, sabemos que a extrema-esquerda o usa a tempo inteiro, e nada lhe acontece, simplesmente, foi o conteúdo de fundo que António Costa, entre outros, criticaram. Dijsselbloem, nos corredores de Bruxelas, é quem puxa as orelhas a Mário Centeno e António dá “À Costa”, devido ás reversões Maoistas e ás contas maquilhadas como falei em artigos anteriores. O Ministro das Finanças Holandês, tem toda a razão, os Países da Coesão, não tem nada que resgatar sucessivamente Países irresponsáveis que não se reformam, o Leitor, decerteza que não emprestaria dinheiro sucessivamente ao seu filho/a para andar na “outra vida”, simplesmente o aconselharia que o caminho está errado. Se o filho/a não o ouve, apesar dos avisos, temos que engrossar a vós. Dijsselbloem não é o Pai, mas a Comissão é a madrinha e o BCE o padrinho, e não vão gostar lá muito dos artifícios contabilísticos aqui do rectângulo… Aliás, a quando da apresentação do Plano Nacional de Reforma(PNR), se o mesmo não prever alterações de fundo a nível estrutural nos próximos anos, a comissão colocar – nos-á, em PDM( Procedimentos dos Desequilíbrios Macroeconómicos), e que vai além da análise orçamental. No caso dos países da Zona Euro as regras prevêem sanções para os países que não adoptarem políticas para corrigir esses desequilíbrios: 0,1% do PIB ao ano, ou 190 milhões de euros(no nosso caso). Os resultados da última análise relativa a Portugal destacaram os desequilíbrios no endividamento externo, no endividamento privado e público, e no desemprego. As análises, mais, aprofundadas são publicadas em Fevereiro pela Comissão que confirma ou não se existe desequilíbrios macroeconómicos e, confirmando-os, elabora uma graduação da sua gravidade. Avalia também a resposta que o país deu às recomendações específicas que lhe foram dirigidas no Verão anterior. A mensagem do ministro, só demonstra com mais clareza, que os Países do Norte não vão tolerar mais resgates, Portugal pode estar em perigo de sair do Euro, e as senhas de racionamento serão as meninas dos olhos do PêcêPê. Desviar as atenções é típico do socialismo, quando se sentem encurralados, o inimigo externo reaparece como os D. Sebastiões desta vida. Talvez Dijsselbloem, durante a aplicação do Tetra, venha fazer cá uma conferência sobre o resgate português. Seria irónico demais.

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