o desígnio

BLASFÉMIAS

Afonso Henriques ofereceu-nos a independência e a soberania. Foi esse o seu desígnio. Por ele, enfrentou a mãe, o primo e o Papa. Anos passados, Nuno Álvares Pereira e o Mestre de Aviz desafiaram-nos a ser uma nação, para depois, com Henrique e João II, nos tornarmos um império. Em nome disso enfrentaram Castela e o  Adamastor. D. Manuel demandou pelo reino do Preste João e morreu sem o achar. Sebastião José de Carvalho e Melo sonhou com um Estado-Razão que ombreasse com as «luzes» da Europa. Por ele atacou o clero, a nobreza e o povo, e pagou pessoalmente por isso. O sonho de um reino português do Brasil levou Pedro de Alcântara a proclamar o «grito do Ipiranga», para depois tentar retomar os laços com a origem rectangular. Manuel Fernandes Tomás trouxe-nos a liberdade burguesa e a Constituição. A República proclamou a soberania nacional e defendeu o Império…

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